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Do curso de direito ao posto de melhor DJ do mundo; entrevista exclusiva com Armin Van Buuren – Phouse – O maior canal de música eletrônica do Brasil

Do curso de direito ao posto de melhor DJ do mundo; entrevista exclusiva com Armin Van Buuren

A maior lenda do trance mundial está de volta ao Brasil. Único a ser eleito por cinco vezes o melhor DJ do mundo, com uma base de fãs que se espalha por todo o planeta, com uma carreira de vários e vários anos de sucesso, Armin Van Buuren é um dos grandes personagens da cena eletrônica atual.

Ele retorna hoje ao país para seu espetáculo Armin Only Embrace, sucessor do fantástico Armin Only Intense, que fez história por aqui em 2014. Antes de tomar o Anhembi em São Paulo, o mito holandês bateu um papo com a Phouse sobre sua carreira, o momento atual da cena eletrônica e o show que está trazendo ao Brasil.

Com tanto tempo de carreira e sucesso, é muito difícil de imaginar como foi o início da sua trajetória. Pesquisando sobre sua vida, descobrimos que você é um mero mortal assim como todos nós. Conte-nos como foi esse seu início, como você conseguiu conciliar o estudo, formação em direito, trabalho e a música.

Mesmo quando eu ainda era um garotinho, música já era minha paixão. Eu gastava cada centavo que eu tinha em música e me apaixonei pelo som rebelde da dance music. Acabei sendo atraído pelo aspecto da mixagem quando vi meu tio fazendo experiência com sequenciadores em seu computador. Foi esse o começo de tudo pra mim.

Conciliar isto com a faculdade de direito foi muito difícil, especialmente porque naquela época eu já estava fazendo muitas gigs. Mas eu queria ter um plano B, caso a música não desse certo no final. Foi incrivelmente difícil balancear meu tempo entre a faculdade e a música, mas valeu a pena cada grama de esforço. Isso me ensinou como o tempo é valioso e como uma boa gestão dele te permite ir cada vez mais longe.

O que você considera que foi essencial no passado para que sua carreira tivesse tanta longevidade?

Honestamente, o suporte de todos os envolvidos se provou o mais essencial. Estou falando da minha adorável esposa, dos meus maravilhosos filhos, minha família, minha equipe na Armada e é claro, meus fãs. Se não fosse por todas essas pessoas maravilhosas, eu não estaria onde eu estou hoje. Obrigado a todos por acreditarem em mim.

Sua base de fãs cresceu a partir do trance, mas após muitos anos produzindo esse estilo, você começou a mudar elementos e a desenvolver novos sons. Muitos dos seus antigos fãs dizem nas suas redes sociais que você deixou o trance para trás e que eles sentem falta do “velho Armin”. Como você enxerga essa questão?

É meu dever como artista me desenvolver e fazer o que me inspira mais. Eu amo o trance e sempre vou amar. Na verdade, eu tenho várias tracks muito legais de trance a caminho, que com certeza vão agradar todos os meus fãs. Mas eu também amo experimentar novos sons e trazer novas influências e ideias. Não quero ficar confinado dentro das fronteiras de um gênero só. A música tem muito mais a oferecer quando você mantém a mente aberta.

Em 2013 você realizou a 600a edição do aclamado “A State Of Trance” em São Paulo. Conte-nos sobre essa experiência. Podemos esperar uma nova edição do evento no futuro?

O “A State Of Trance” 600 em São Paulo foi insano! Sempre que eu vejo tantas pessoas compartilhando uma paixão, eu me sinto abençoado. Eu não sei o que o futuro trará, mas eu realmente espero que sim. Eu amo o público do Brasil, seria ótimo fazer outro ASOT por aí!

O Armin Only Intense, em 2014, foi considerado por muitos e nomeado por nós como “o maior espetáculo que o Brasil já viu”. O que nós podemos esperar do Armin Only Embrace, que está prestes a desembarcar por aqui?

Eu espero que vocês digam sobre o Armin Embrace o mesmo que disseram sobre o último show do Armin Only! Gosto de como isso soa, “o maior espetáculo que o Brasil já viu”. É isso que eu estou tentando fazer.

Pra finalizar… Quando se fala na indústria mundial da música eletrônica, muitas pessoas tem falado a respeito de uma saturação de mercado. Você sente que isso realmente está acontecendo?

Eu não sinto que o mercado esteja saturado. É verdade que muita gente está usando a música eletrônica para tentar alcançar grandes coisas, mas vejo isso como uma coisa boa. Não apenas vai dar a produtores talentosos e ainda desconhecidos a chance de começar uma carreira na música, mas também leva artistas a se tornarem únicos e tentarem reinventar estilos musicais. A música está evoluindo por causa disso e eu acho isso ótimo!

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