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Opinião

20 artistas do mainstream nacional para ficar de olho em 2018

Luckas Wagg

Publicado em

11/01/2018 - 15:21
20 artistas 2018
Liu é uma das nossas grandes apostas para 2018. (Foto: Yohan Augusto)
Uma seleção de nomes que têm tudo pra explodir no cenário eletrônico brasileiro nesta temporada

O ano está apenas começando, mas já dá pra trazer aqueles listões que todo mundo curte. Então selecionamos aqui 20 artistas da cena mais mainstream da música eletrônica que valem ficar de olho pra esta temporada.

São nomes que não necessariamente estão começando ou são promessas; parte deles inclusive teve um 2017 já de bastante destaque. Porém, são DJs em quem acreditamos que, justamente por já terem revelado bastante potencial em uma amostra recente, têm uma margem de crescimento bem alta a curto prazo, e devem vir agora com tudo pra emplacar definitivamente no cenário nacional.

Longe de ser qualquer tipo de ranking, a seleção abaixo é apenas um acervo de alguns dos muitos artistas que entendemos que chamaram a atenção pela sua música ou apresentação em eventos que marcamos presença em 2017.

Liu

20 artistas 2018

Longe de ser mais uma promessa, Cristian Liu já pode — e deve — ser considerado como uma das novas e grandes estrelas da dance music nacional. Apadrinhado por ninguém menos que Alok, o DJ/produtor de traços asiáticos ficou conhecido por sua track “Don’t Look Back”, e desde então vem fazendo shows pelos quatro cantos do país. Seu lançamento mais recente é “Coastline”, em parceria com o garoto prodígio WOAK. A faixa já atingiu mais de 3 milhões de streams entre Spotify e YouTube.

Kiko Franco

Com remixes oficiais para grandes artistas como ZHU e J Balvin, Kiko Franco ganhou notoriedade no mercado nacional e a cada dia vem surpreendendo mais e mais. Em 2016, o DJ ficou conhecido pelo seu remix com Kubski para “Panda”, do rapper americano Desiigner. A faixa caiu no gosto de gigantes do cenário, como EDX, Vintage Culture e muitos outros. Seu lançamento mais recente é um remix para a faixa do 1Kilo, “Deixe-Me Ir”, em parceria com WOAK.

SELVA

Com certeza você já ouviu alguma músicas desses caras. Só para refrescar sua memória, eles são autores dos sucessos “Why Don’t U Love” — em parceria com Vintage Culture e Lazy Bear — e “Make Me Wanna”, com Zerky. Além de DJs e produtores, Pelu e Brian Cohen também são instrumentistas, e têm como destaque em suas performances um live de bateria e guitarra. O mais recente lançamento da dupla é “O Amor Existe”.

Öwnboss

Formado por Mario Camargo e Eduardo Zaniolo, o projeto Öwnboss vem ganhando notoriedade no cenário da música eletrônica desde os seus primeiros lançamentos — “Stressed Out” e “Take Me Out”, com Bruno Be. Em 2017, o grande destaque da dupla foi um rework para a faixa “Intro”, de The xx, com ninguém menos que Vintage Culture.

Future Class

Autores de diversas tracks que hoje compõem sets dos principais artistas do cenário nacional, Igor Dantas e Allan Deckii vêm chamando a nossa atenção há muito tempo. Com um 2017 super agitado, os garotos se apresentaram nos principais clubs e festivais do país, como Kaballah, Lollapalooza, Só Track Boa, Green Valley e Laroc. O lançamento mais recente da dupla é “Shooting Stars”, com Vintage Culture.

RADIØMATIK

O projeto de música eletrônica que marca a união do DJ/produtor Diego Moura com o músico Mario Veloso é a mais nova bola da vez. Com pouco tempo de formação, o RADIØMATIK já lançou duas faixas e tem agenda cheia pelos quatro cantos do Brasil. Seu mais recente lançamento é “Too Close”, que ganhou destaque na playlist MINT, do Spotify.

Dubdogz

Os irmão gêmeos Marcos e Lucas Schmidt, que juntos formam o projeto Dubdogz, sem dúvidas não poderiam ficar de fora desta lista. Os paulistas foram grande destaque em festivais como Tomorrowland, XXXPERIENCE e Electric Zoo Brasil — para o qual, inclusive, compuseram o tema oficial de sua última edição, “Sunrise”.

KVSH

Autor do grande sucesso do verão “Sede Pra Te Ver”, KVSH também é presença obrigatória por aqui. Produtor de mão cheia, Luciano Ferreira tem conquistado o público dos quatro cantos do país. Seu lançamento mais recente é “Eu Não Valho Nada”, com a DJ Samhara.

Evokings

Frutos da escola de produção Make Music Now, os meninos do Evokings são mais do que uma promessa. Em 2017 emplacaram o hit “Gravity” com Cat Dealers, e em seguida “My Way”, que já conta com mais de um milhão de reproduções no Spotify.

Breaking Beattz

Formado por Lauro Viotti e Rafael Zocrato, o duo Breaking Beattz despontou no Beatport em 2017 com uma de suas tracks entre as mais vendidas do ano. A dupla é dona de diversas faixas que invadiram as pistas dos principais clubs e festivais do Brasil no último ano. Entre elas, “Perfect Exceeder”, com Gabriel Boni, “Let The Bass Go”, com FractaLL, e “Get Low”, com Sharam Jey e Chemical Surf; com o duo brasileiro, também tiveram seu mais recente som, “Don’t Stop”.

RICCI

Um nome que dispensa comentários, Gabriel Ricci é uma das nossas grandes apostas para este ano.
Dificilmente você não ouviu diversas músicas desse jovem hitmaker em 2017, que assinou música inclusive pelo selo de Steve Aoki. Entre seus maiores sucessos estão “Lost Generation” e “Later”, além de “Wild Kidz”, com Vintage Culture. Mais recentemente, participou de uma mistura inusitada com o duo Seakret e o rapper Rael, em “Tá Pra Nascer Quem Não Gosta”.

WOAK

De identidade ainda não revelada, WOAK tem apenas 16 anos e já está dando muito o que falar. Só no Spotify o jovem garoto acumula quase um milhão de ouvintes mensais. Entre seus lançamentos, podemos destacar “Coastline”, com Liu, e “Deixe-Me Ir”, com Kiko Franco.

Zebu

De uma maneira bem interessante, Zebu mistura em suas produções  o future bass com sertanejo, samba, funk e outros gêneros nacionais. Sem dúvidas, um dos artistas mais ousados que conhecemos no último ano.

rrotik

Com lançamento por importantes gravadoras como Armada Music, rrotik não poderia ficar de fora da nossa lista. O jovem mineiro tem ganhado a nossa atenção com seus lançamentos de low bass, como “MYNE” e “Talking Bass”.

Joe Kinni

Autor do grande hit “Carioca”, com Jakko e Bianca Chami, Joe Kinni continua mostrando seu lado versátil na produção musical. Em 2017, o artista lançou diversas faixas com pés dentro e fora da música eletrônica. Seu lançamentos mais recentes são “Moça” e “Mensagem de Amor”. Pra quem curte essa nova onda do eletrônico com vocais nacionais, vale muito a pena seguir esse cara.

JØRD

Não foi a toa que o famoso “Jordinha” conquistou uma legião de fãs pelo Brasil. Apadrinhado por ninguém menos que o mestre Felippe Senne, o jovem de Belém do Pará tem sido uma das grandes referências para a nova geração de produtores. Sem muitos comentários, tirem a própria conclusão com aquele “bass” inconfundível do garoto:

Santti

Autor do hit “Sober”, com Cat Dealers, Santti é mais um nome em nossa lista que dispensa comentários. O garoto tem demonstrado ser um grande hitmaker e está entre as nossas descobertas favoritas de 2017. Seu lançamentos mais recentes são “Sunshine”, com Cat Dealers e LOthief, e “Céu Azul”, com Vintage Culture.

LOthief

Produtor de mão cheia, Leandro Souza é outro grande destaque do Low Bass que não poderia faltar nesta lista. Sob o nome de LOthief, o jovem produtor mineiro de 23 anos vem chamando a atenção com suas produções e conquistando diversos fãs Brasil afora. Seu lançamento mais recente é “Sunshine”, com Cat Dealers e Santti.

LIVIT

LIVIT set comemorativo

Coautores do hit “On Fire”, lançado pela Phouse Tracks — e que já conta com mais de um milhão e meio de reproduções no Spotify —, o LIVIT vem sendo destaque em diversas playlists no Spotify. O lançamento mais recente da dupla é “Give Me All You Got”, pela Sony Music.

The Fish House

Uma das melhores surpresas de 2017 foi o hit “Menina”, de Rafa Gontijo com seu primo Breno. Lançada pela Deepink, a música chegou a ser uma das mais tocadas em Minas Gerais. Outro grande lançamento de destaque do projeto de Gotijo foi “Hey Hey Hey”, com Doozie. A faixa foi tocada em diversos festivais por expoentes como Alok.

BÔNUS: SCORSI

Por último, mas não menos importante: SCORSI. Somos suspeitos a falar deste cara (ele é um dos nossos A&R na Phouse Tracks). Porém, fica a dica: FIQUEM BEM DE OLHO!

Luckas Wagg é CEO da Phouse.

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Perfil

Entenda a ascensão internacional do DJ e produtor brasileiro Kalil

Lançamentos por grandes labels fazem do paulista um dos principais nomes do techno no Brasil

Alan Medeiros

Publicado há

Kalil
Foto: Divulgação

Nos últimos anos a cena techno brasileira tem servido ao mundo alguns talentos em ascensão, como o caso do talentoso produtor paulista Kalil. O começo de sua carreira foi justamente em um período de grandes inovações relacionadas à forma de consumo de música, e isso foi fundamental para o desenvolvimento não só dele, mas de toda uma geração.

Na virada da última década, a internet passou a representar um capítulo importante na disseminação de conteúdo por parte de artistas independentes, principalmente através de plataformas como SoundCloud e YouTube, que de certa forma reduziram a importância de uma grande gravadora para o start de uma carreira consolidada. Em paralelo com o Facebook e outras redes, colocaram uma ferramenta poderosa na mão de alguns artistas.

      

Kalil claramente soube aproveitar esse momento e foi capaz de construir uma base de fãs engajada, e o mais importante: evoluir seu próprio perfil artístico ao longo dos anos. Desde o começo se comentava que suas produções tinham algo diferenciado, e hoje isso não se trata de uma aposta — estamos falando de algo concreto, especialmente se levarmos em consideração os últimos acontecimentos de sua carreira.

Com uma presença mais forte no mercado nacional, Kalil passou a alçar voos internacionais também, seja através de gigs em países como França, Suíça e Alemanha, ou através de lançamentos por labels como Noir Music, Senso Sounds e Sprout — referências absolutas dentro do techno. Algumas de suas últimas conquistas incluem suportes de nomes como Carl Cox, Maceo Plex, Monika Kruse, Karotte e outros big names da dance music internacional.

     

Ainda é cedo para dizer se Kalil se tornará em breve uma grande estrela do estilo a nível global. Não há como negar, porém, que o brasileiro está mostrando maturidade para guiar sua própria jornada de evolução com sabedoria e inteligência, sempre influenciado pelas batidas inspiradoras de seu próprio coração.

Alan Medeiros é colaborador da Phouse.

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Notícia

Nevoeiro desfalca XXXPERIENCE e TribalTech; entenda o caso

Artistas que iriam de um festival para o outro acabaram não conseguindo viajar

Flávio Lerner

Publicado há

XXXPERIENCE e TribalTech
Foto: Sigma F/Reprodução

Nesse sábado, 22, dois dos mais aguardados festivais da cena eletrônica nacional aconteceram simultaneamente: XXXPERIENCE e TribalTech. Tentando evitar o mau tempo que atrapalhou anos anteriores de ambos os eventos — o que justamente motivou a XXX para transferir sua data de novembro para setembro —, os dois rolaram numa boa, sem temporal nenhum pra acabar com a vibe. Mesmo assim, a zica climática atacou por outro lado, e acabou desfalcando as duas festas.

Por causa do forte nevoeiro que atingiu Curitiba, os dois aeroportos da capital [Afonso Pena e Bacacheri] fecharam, além do Aeroporto Municipal de Ponta Grossa e do Aeroporto Internacional de Navegantes, em Santa Catarina. Com isso, a aeronave particular — contratada em parceria entre os dois festivais — que sairia no começo da madrugada de São Paulo para levar Len Faki, Dubfire e Tessuto ao TribalTech, e posteriormente Ben Klock e Gabe para São Paulo, não conseguiu decolar.

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Além deles, Guy Gerber cancelou anteriormente com os dois festivais, alegando na última quinta-feira que teve sua casa invadida e pertences roubados, incluindo seu passaporte. Já o voo comercial que levava o sueco Gaudium, atração do palco de trance 3DTTRIP, do TribalTech, atrasou, o que fez com o que o artista não chegasse a tempo para tocar. 

A XXX contornou o problema colocando Renato Ratier para estender o seu set, que já encerraria o Union Stage, por quatro horas, assumindo também o horário de Ben Klock, enquanto o Joy Stage, que fecharia com o Gabe, acabou terminando mais cedo; já o Guy Gerber foi substituído por um B2B entre ANNA e Patrice Bäumel, que já eram atrações do Union. 

+ TribalTech Enlighten: confira detalhes da próxima edição do festival

No TribalTech, Len Faki e Dubfire, que seriam as últimas atrações do TribalTech Stage, foram substituídos por Ben Klock [que estendeu seu set em meia hora] e Anthony Parasole, que originalmente tocaria no Timetech [e acabou sendo substituído por um segundo set do alemão Sammy Dee]. Já no Secret Stage, um B2B entre Renato Cohen e RHR fechou o palco, no lugar de Tessuto. O festival acabou sendo encerrado uma hora antes do programado.

Em contato com a Phouse, a assessoria do TT afirmou que já está em contato com as agências dos artistas para tentar trazê-los novamente a Curitiba. Enquanto isso, a produção da XXX afirma também ter a intenção de trazer Ben Klock para a edição do ano que vem.

Antes, ambas as labels já haviam pedido desculpas ao público e explicado o problema em suas respectivas redes sociais.

NOTA OFICIAL.

Posted by Tribaltech on Sunday, September 23, 2018

Flávio Lerner é editor da Phouse.

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Notícia

Marisco Festival tem programação diversa na próxima semana

Flávio Lerner

Publicado há

Marisco Festival
Em 2017, o Marisco Festival rolou no Colégio do Jockey Club. Foto: Reprodução/Facebook
Terceira edição do festival mescla música, conversas e oportunidade para produtores

Organizado pela label Mareh Music, de Guga Roselli, o Marisco Festival traz uma programação bastante diversa para este ano, em São Paulo. A terceira edição do evento foi dividida em quatro datas: um show especial que rolou nessa última quarta [30], com banda em tributo ao lendário maestro brasileiro Lincoln Olivetti; dois dias da chamada “Talks”, que traz painéis, conversas e até juri para avaliar produtores brasileiros [dias 06 e 07]; e o festival em si, no dia 09, que traz Ed Motta como principal atração, além de DJs e produtores como Nuts, Selvagem, Edu Corelli e Roger Weekes e Ashley Beedle [Inglaterra].

Um dos destaques da Talks é uma grande oportunidade para novos talentos nacionais que produzem sons que casam com a proposta da Mareh — isto é, música eletrônica groovada e tropical, mais voltada à disco music, disco house, sons baleáricos e brasilidades. A mesa “New kids on the block” vai trazer dez músicas de produtores brasileiros para serem tocadas e julgadas ao vivo por três DJs experientes: Caio Taborda [Gop Tun], Mari Rossi [We Sounds] e Benjamin Ferreira [Stay Free].

+ Um mergulho na rica discoteca de Chaves e Chapolin

As faixas serão selecionadas mediante seleção prévia do DJ Camilo Rocha, um dos curadores do evento. Para participar, basta enviar até as 18h do dia 05 sua faixa em 320 kbps para o camilorocha68@gmail.com e ficar na torcida. Os dez escolhidos serão convidados a participar do evento — segundo o Camilo, quem não estiver em Sampa poderá assistir posteriormente à sessão em vídeo.

Além da mesa, haverá ainda inúmeros outros painéis com grandes expoentes da cena nacional, como Tessuto, Claudia Assef, L_cio, Carrot Green e Sonia Abreu.

Expoente do groove nacional, Marcos Valle foi atração em 2017. Foto: Reprodução/Site oficial

Confira a programação completa da Talks e do Festival:

Marisco Talks: Conversas e escutas sobre música

Local: Cobertura do Excelsior Hotel — Av. Ipiranga 770, Centro

QUARTA – 6 de junho

A cidade e a música 17h – 18h

Pena Schmidt, consultor de produção musical, Fabiana Batistela, diretora do SIM São Paulo, e Paulo Tessuto (DJ e fundador da festa Capslock) falam sobre desafios e oportunidades nas relações entre as cidades e a música que é vivenciada nelas.

Futuro do pretérito 18h15 – 19h15

Os produtores musicais L_cio e Carrot Green falam sobre os passos da criação do edit/remix, da recriação ao licenciamento, a partir de suas experiências nessa área.

Os discos mais raros do Brasil pt. 1 19h30 – 20h30

Os DJs Nuts e Paulão tocam e comentam raridades nacionais das suas coleções enquanto conversam com o público sobre música brasileira, colecionismo e garimpagem de discos. Mediação de Renata Simões.

Dancing queens: as mulheres da disco brasileira 20h45 – 21h45

Duas mulheres icônicas da disco music brasileira, a DJ Sonia Abreu e Vivian Costa Manso (Harmony Cats) falam sobre suas experiência como artistas femininas na indústria musical e na noite dos anos 70. Mediação de Claudia Assef.

QUINTA – 7 de junho

Disquecidos 16h – 17h

Há quatro anos a Vice Brasil vem contando as histórias por trás de discos que não estouraram em seus lançamentos, mas que se tornaram referências musicais, fetiches de colecionadores e raridades no mercado de vinis. O repórter Peu Araújo fala sobre os bastidores desses papos.

New kids on the block 17h15 – 18h15

Diante do público e um júri, novos produtores exibem faixas para julgamento ao vivo de três DJs com tarimba de anos de pista: Caio Taborda, Mari Rossi e Benjamin Ferreira.

REGRAS:

1) Cada produtor pode enviar apenas uma música

2) A música tem de ser em arquivo MP3 320 kbps. Para a seleção final, que será executada no evento, pediremos uma versão em WAV.

3) Preferimos que o estilo musical esteja coerente com a proposta do Marisco Festival, que fica no meio do caminho entre disco music, house e música brasileira.

4) Só serão aceitas músicas enviadas até 5 de junho às 18h.

5) Envie música ou link para camilorocha68@gmail.com

6) Os produtores selecionados serão avisados individualmente e convidados a ir ao evento.

Qual é a cara desse som? 18h30 – 19h30

Por que é importante construir uma identidade musical? E como se faz e não se faz isso? Venha ouvir as experiências e opiniões de três artistas sobre o tema: os DJs Max Underson, da Coletividade Namíbia e Capslock, Luanda Baldijão e Mauricio Fleury, do Bixiga 70.

Os discos mais raros do Brasil pt. 2 19h45 – 20h45

Augusto Olivani, da Selvagem, e Tata Ogan falam sobre pérolas da música brasileira da sua coleção, tocando discos e conversando com a plateia sobre coleção, pesquisa e recantos obscuros da música do país. Mediação de Guilherme Menegon.

Entrevista no palco – Ashley Beedle 21h00 – 22h00

Protagonista da música e pista britânica desde a acid house, participante de projetos históricos da house music como X-Press 2 e Black Science Orchestra, Beedle vai falar sobre história e carreira com Camilo Rocha. Uma oportunidade única de conhecer de perto os saberes e experiências de um dos mais celebrados veteranos da cena eletrônica.

Marisco Festival: Sábado, 09 de junho

Local: ainda a ser anunciado

Atrações:

Ed Motta (Baile do FlashBack)

Lincoln Olivetti BAND

Ashley Beedle

DJ Nuts

Selvagem

Edu Corelli 

Roger Weekes

Benjamin Ferreira

Vitor Kurc

DJ Paulão

Tata Ogan

Marcelo Dionisio

+ Mais nomes a serem anunciados

Os ingressos estão disponíveis via Event Brite. Mais informações podem ser encontradas no site oficial.

Flávio Lerner é editor da Phouse.

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