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Conhecimento

5 Ted Talks essenciais para os fãs da música eletrônica

Pedro Fialdini

Publicado em

19/05/2017 - 2:40

Dentre as diversas novas formas de transmitir ideias no mundo virtual, uma das que ganhou mais destaque nos últimos anos foram as TED Talks. Fundada em 1984, a plataforma é um espaço para o compartilhamento de pesquisas, conselhos, filosofias, técnicas e em geral qualquer tipo de conteúdo, de maneira simples, rápida e extremamente dinâmica. Os assuntos abordados são os mais diversos possíveis, de ciências a esportes, de economia às artes e é claro, a música não poderia ficar de fora.

O portal edm.com selecionou cinco TED Talks simplesmente imperdíveis para quem, como todos nós, respira música eletrônica. Seja você um profissional da área ou apenas um entusiasta, com certeza irá se divertir e aprender com eles. Os temas e autores são os mais diversos possíveis e há conteúdo para todos os gostos. É só clicar e aproveitar!

*Se não tiver um bom inglês recomendamos as legendas automáticas em português.

Women, STEM and EDM – DJ Dani Deahl

O primeiro episódio selecionado diz respeito a um tema bastante debatido recentemente: a participação das mulheres no mercado da música eletrônica. Dani Deahl é DJ, produtora e também jornalista, e através de sua experiência na área, procura derrubar alguns mitos sobre a cena, além de passar uma poderosa mensagem para os que buscam um espaço nela: encontrar e seguir algo pelo qual você seja realmente apaixonado.

An Inside on Electronic Music – Noisia

Mudando para um panorama mais técnico, o vídeo seguinte apresenta o trio Noisia, uma referência do drum & bass, apresentando insights sobre o processo de criação de uma faixa e também sobre possíveis aplicações da música eletrônica em parceria com filmes, aplicativos e até televisão. Conhecidos pela excelente técnica e excelente uso da tecnologia em suas produções, os integrantes do Noisia sabem do que falam e produziram um TED imperdível.

How sampling transformed music – Mark Ronson

Estrela do cenário do hip hop e recentemente mais conhecido por sua colaboração com Bruno Mars, Mark Ronson tem uma vasta bagagem e experiência para falar de música. Em seu TED Talk, ele aborda o tema do “sampleamento”, ou seja, o ato no qual um produtor ou músico utiliza trechos ou partes de trabalhos de outros artistas em seu próprio trabalho. Mark Ronson explica a importância desta prática para o desenvolvimento da música moderna e debate alguns fatores que envolvem a prática nos dias atuais.

The LHC Remix – Tim Exile

Tim Exile é DJ e inventor de instrumentos eletrônicos. A partir de sua experiência na criação de sons para a música eletrônica, Tim demonstra em um excelente TED qual é o resultado quando ciência e música se encontram. Por mais surpreendente que pareça, ele capturou sons emitidos pelo Large Hadron Collider, que é simplesmente o maior e mais avançado acelerador de partículas do planeta. Não perderemos tempo te explicando o que é um acelerador de partículas. O que importa é o que Tim consegue fazer com os sons captados a partir deles a partir de suas tecnologias, a ponto de transformar a plateia da convenção em uma pista de dança. Impagável.

Bringing the Lessons of Burning Man to the World – Julia Wolfe

A apresentadora deste TED Talk tem um perfil inusitado e extremamente curioso. Julia Wolfe é uma garota de apenas 9 anos, que procura aplicar em outras áreas da vida, lições que aprendeu no famoso festival Burning Man. Com conselhos que vão desde a importância da reciclagem até a necessidade de autossuficiência, Julia nos transmite mais do que poderíamos imaginar ser possível de uma garota tão jovem.

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Notícia

Rolling Stone traz lista com as 100 melhores músicas do século XXI

Phouse Staff

Publicado há

Melhores músicas do século
O Daft Punk foi escolhido com duas músicas no Top 100. Foto: Reprodução
Dance music tem representantes no ranking

Bastante entusiasta de listas, a Rolling Stone divulgou recentemente um novo ranking: o das cem melhores músicas que já foram lançadas neste século (até agora, obviamente). O Top 100 traz diversos estilos, mas simplificando, pode-se dizer que fica entre pop, rock, indie, hip hop e dance music.

Pelo lado da música eletrônica, temos “Can’t Get You Out of My Head”, da Kylie Minogue (#95), “One More Time”, do Daft Punk (#84), “Hollaback Girl”, da Gwen Stephani (#81), “Losing My Edge”, do LCD Soundsystem (#77), “Get Lucky”, mais uma do Daft (#76), “We Found Love”, do Calvin Harris com a Rihanna (#65), “212”, da Azealia Banks com o Lazy Jay (#55), “Idioteque”, do Radiohead (#33), “Dancing On My Own”, da Robyn (#19), e “Paper Planes”, da M.I.A (#2).

A lista ainda traz diversos clássicos da cultura pop, como “Chandelier”, “Gasolina”, “Cry Me a River”, “A Beautiful Day”, “99 Problems” e “Seven Nation Army”. A primeira posição ficou com “Crazy in Love”, da Beyoncé com o Jay-Z. Segundo a revista, o ranking não foi construído pela sua equipe editorial, mas a partir de um cruzamento entre as escolhas de “artistas, produtores, críticos e experts da indústria”, que foram consultados sobre suas favoritas.

Confira o Top 100:

100. Daddy Yankee feat. Glory – “Gasolina”
99. UGK feat. Outkast – “Int’l Players Anthem (I Choose You)
98. Alvvays – “Archie, Marry Me”
97. Phoenix – “1901”
96. The Black Keys – “Tighten Up”
95. Kylie Minogue – “Can’t Get You Out of My Head”
94. Kanye West – “Jesus Walks”
93. My Chemical Romance – “I’m Not Okay (I Promise)”
92. Parquet Courts – “Stoned and Starving”
91. Luis Fonsi feat. Daddy Yankee and Justin Bieber – “Despacito (Remix)”
90. Amerie – “1 Thing”
89. The Hives – “Hate to Say I Told You So”
88. Vampire Weekend – “Hannah Hunt”
87. Mariah Carey – “We Belong Together”
86. Icona Pop & Charli XCX – “I Love It”
85. Original Broadway Cast of “Hamilton” – “My Shot”
84. Daft Punk – “One More Time”
83. Beck – “Lost Cause”
82. The Shins – “New Slang”
81. Gwen Stefani – “Hollaback Girl”
80. M.O.P. – “Ante Up (Robbin-Hoodz Theory)”
79. Snoop Dogg feat. Pharrell – “Drop It Like It’s Hot”
78. Peter Bjorn and John – “Young Folks”
77. LCD Soundsystem – “Losing My Edge”
76. Daft Punk feat. Pharrell Williams – “Get Lucky”
75. Miranda Lambert – “The House That Built Me”
74. The New Pornographers – “Letter From an Occupant”
73. The Rapture – “House of Jealous Lovers”
72. Migos – “Bad and Boujee”
71. Carly Rae Jepsen – “Call Me Maybe”
70. Green Day – “American Idiot”
69. Frank Ocean – “Thinkin Bout You”
68. Eric Church – “Springsteen”
67. T.I. – “What You Know”
66. Nicki Minaj feat. 2 Chainz – “Beez in the Trap”
65. Rihanna feat. Calvin Harris – “We Found Love”
64. Kendrick Lamar – “DNA.”
63. Fall Out Boy – “Sugar, We’re Goin Down”
62. Katy Perry – “Teenage Dream”
61. Madonna – “Hung Up”
60. Haim – “The Wire”
59. Cardi B – “Bodak Yellow”
58. Jay-Z & Kanye West – “Ni**as in Paris”
57. The Flaming Lips – “Do You Realize??”
56. Radiohead – “Weird Fishes / Arpeggi”
55. Azealia Banks feat. Lazy Jay – “212”
54. Rilo Kiley – “Portions for Foxes”
53. Grimes – “Oblivion”
52. Sia – “Chandelier”
51. Beyoncé – “Single Ladies (Put a Ring on It)”
50. Coldplay – “The Scientist”
49. Harry Styles – “Sign of the Times”
48. Pharrell Williams – “Happy”
47. Childish Gambino – “Redbone”
46. Justin Timberlake – “Cry Me a River”
45. Justin Bieber – “Sorry”
44. Eminem – “Stan”
43. Solange – “Cranes in the Sky”
42. MGMT – “Electric Feel”
41. Johnny Cash – “Hurt” (Nine Inch Nails cover)
40. U2 – “Beautiful Day”
39. Queens of the Stone Age – “No One Knows”
38. Beyoncé – “Formation”
37. Leonard Cohen – “You Want It Darker”
36. Kanye West feat. Jamie Foxx – “Gold Digger”
35. Lana Del Rey – “Blue Jeans”
34. The Killers – “Mr. Brightside”
33. Radiohead – “Idioteque”
32. 50 Cent – “In Da Club”
31. Arcade Fire – “Wake Up”
30. Bob Dylan – “Mississippi”
29. Taylor Swift – “All Too Well”
28. Rihanna feat. Jay-Z – “Umbrella”
27. Outkast – “B.o.B.”
26. Drake – “Hotline Bling”
25. Mark Ronson & Bruno Mars – “Uptown Funk”
24. Eminem – “Lose Yourself”
23. Outkast – “Ms. Jackson”
22. Franz Ferdinand – “Take Me Out”
21. Lady Gaga – “Bad Romance”
20. Amy Winehouse – “Rehab”
19. Robyn – “Dancing On My Own”
18. David Bowie – “Blackstar”
17. Missy Elliott – “Work It”
16. LCD Soundsystem – “All My Friends”
15. Gnarls Barkley – “Crazy”
14. Britney Spears – “Toxic”
13. Kendrick Lamar – “Alright”
12. Missy Elliott – “Get Ur Freak On”
11. Kelly Clarkson – “Since U Been Gone”
10. The Strokes – “Last Nite”
9. Lorde – “Royals”
8. Adele – “Rolling in the Deep”
7. Kanye West – “Runaway”
6. Yeah Yeah Yeahs – “Maps”
5. Jay-Z –”99 Problems”
4. Outkast – “Hey Ya!”
3. The White Stripes – “Seven Nation Army”
2. M.I.A. – “Paper Planes”
1. Beyoncé feat. Jay-Z – “Crazy in Love”

Você pode conferir a lista completa, com mais detalhes sobre cada um dos sons escolhidos, aqui.

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Notícia

Revista elege as 10 empresas mais inovadoras do mundo da música

Phouse Staff

Publicado há

A conceituada revista americana Fast Company soltou seus famosos rankings anuais

A Fast Company — revista americana sobre tecnologia e business — soltou a edição de 2018 da sua tradicional lista de “World’s Most Innovative Companies” (empresas mais inovadoras do mundo). Além do Top 50 geral, que tem Apple, Netflix e Square como primeiros colocados, a publicação também elege as dez companhias mais inovadoras por categoria.

São diversas categorias, como educação, finanças, gaming, robótica e, claro, música. No Top 10 musical, a revista elegeu o Spotify (nono colocado no ranking geral) como o grande vencedor, com o Dubset — sobre o qual já falamos aqui — logo na sequência.

Além deles, um grupo musical figura surpreendentemente na quarta posição: ninguém menos que o Major Lazer. A justificativa da Fast Company em rankear o trio na lista é “por ter experimentado com realidade virtual e vídeo interativo para conectar-se com os fãs”.

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Confira a lista completa dos dez nomes mais inovadores da música no último ano:

01. Spotify
02. Dubset
03. Big Machine
04. Major Lazer
05. Smule
06. B-Reel
07. Atlantic Records
08. Kobalt
09. Vinyl Me, Please
10. Fender Musical Instruments

Você pode conferir a justificativa para cada um deles, bem como as outras listas da publicação, através da página da Fast Company.

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Opinião

10 nomes do underground brasileiro para ficar de olho em 2018

Jonas Fachi

Publicado há

O duo Mumbaata
Mais uma seleção de artistas nacionais que têm tudo para fazer um ano brilhante
* Atualizado em 01/02/2018, às 21:27

Tradicionalmente no início de cada ano, a Phouse destaca alguns artistas que têm começado a obter projeção nacional para compor uma lista — sem ordem de grandeza — dos “nomes para ficar de olho” da cena eletrônica nacional. Desde 2015, já passaram por essas matérias figuras como ANNA, BLANCAh, Elekfantz, L_cio e Wilian Kraupp, que mais tarde de fato vieram a explodir, servindo hoje como inspiração para os novos.

Há um mês, o CEO da revista, Luckas Wagg, trouxe sua lista com 20 DJs promissores do mainstream. Hoje, eu trago aqui — assim como já o fiz em 2016 — minha seleção com dez nomes do underground brasileiro em quem aposto muito para 2018.

Inevitavelmente, todos os escolhidos têm a produção musical como maior destaque, recebendo assim o apoio de grandes artistas internacionais, que os levam a se apresentar em clubs de relevância em nosso país. Confira os dez nomes da vez:

Luciano Scheffer

Um dos líderes da introdução do house progressivo em São Paulo, recentemente dividiu cabine com Nick Warren em evento do núcleo Unik ID. Com apresentações comentadas no D-EDGE, o paulista também recebeu elogios do boss da respeitada label Microcastle por seu remix da faixa “Eivissa”, de Ewan Rill. Luciano ainda detém dois podcasts mensais nas webradios nube-music e cosmos, além de ser idealizador dos projetos InProgress e Progression.

Morttagua

Liderando uma das gravadoras brasileiras mais reconhecidas internacionalmente, a Timeless Moment, o produtor e DJ carioca já esteve em tour pela Ásia, além de ter se apresentado em clubs como Green Valley, Pacha Floripa e Clash. Seu selo iniciado em 2016 figura constantemente no Top 100 do Beatport, e tem suporte de nomes como Sasha, Solomun e Guy Mantzur.

Morttagua também já remixou artistas como Betoko e Martin Roth, além de ter alcançado em 2013 o primeiro lugar de vendas mundial do Beatport no gênero progressive house. Trata-se do EP Sith Planets, o que o proporcionou uma grande projeção internacional logo no início de sua carreira.

Paulo Foltz

Com um primeiro álbum de estúdio lançado em 2017 pela Prisma Techno, o paulista recebeu suporte de ninguém menos que Richie Hawtin — o lendário DJ encerrou um set com a faixa “Mental Scanning”, de Foltz, no WAN Festival. Outros artistas, como Pan-Pot e BLANCAh, vêm tocando suas faixas, que também foram selecionadas para o podcast 206 da Suara Records, uma das dez mais populares gravadoras do Beatport.

Mumbaata

O duo formado por Lennox Hortale e Pedro Poyart se transformou rapidamente em um dos lives mais originais e criativos do país. Eles apresentam influências que passam por batidas africanas até jazz. Vencedores do Prêmio do BRMC (na época RMC) de 2017, na categoria Produtor Revelação, já receberam convites para apresentações em clubs como Green Valley e D-EDGE, além do palco eletrônico do Rock in Rio.

Gabriel Carminatti

Com suporte recente de Hernan Cattaneo no aclamado Resident — programa de rádio de Buenos Aires destinado a revelar novos artistas — e no set do Maestro realizado no Warung, Gabriel Carminatti surgiu como uma das novas promessas da tradicional cena gaúcha, conhecida por revelar alguns dos produtores e DJs mais importantes do país nos últimos 20 anos. O produtor é figura constante em alguns dos clubs e eventos relevantes do Estado em nível nacional, como Colours, Beehive, Hija e Mohave.

Mau Maioli

Outra figura da nova geração de produtores do Rio Grande de Sul, Mau Maioli se impõe a frente de projetos como o Muinho Club e Beat On Me, além de ser residente da festa Life Moments, em Santa Maria, e possuir uma coluna quinzenal no portal Somma+. Em 2017, Mau também obteve alcance no #48 do chart de techno do Beatport com Parallax, seu EP de estreia pelo Prisma Techno.

Carrot Green

O carioca Carrot Green é um dos lideres da consolidação da cena underground do Rio. Integrante da seleta Red Bull Music Academy em 2013, foi escolhido agora para fazer parte da compilação Cocada, de Leo Janeiro, pela gigante gravadora Get Physical, onde trouxe uma faixa remixada pelo duo Digitaria. O artista já dividiu palco com Marcel Dettmann e é um dos brasileiros escalado para o conceituado festival Dekmantel São Paulo, em março.

Binaryh

Binaryh Live

Descoberto pela conceituada gravadora berlinense Steyoyoke, o Binaryh fez parte neste mês da tour do selo no Brasil. A característica da dupla formada por Camila e Rene é de um conjunto sonoro intenso e imersivo, que recentemente desenvolveu sua apresentação em formato live.

Primeiros brasileiros a lançarem pela sublabel Steyoyoke Black, em apenas uma semana seu EP de estreia, Primary Code, estava entre o Top 40 de techno do Beatport. O duo já tem as suas primeiras datas na Europa confirmadas para este primeiro semestre.

Tarter

O catarinense é um dos destaques da cena techno no Sul do país. Suas produções já receberam suporte de nomes como Richie Hawtin, Joseph Capriatti, Sam Paganini e Renato Ratier. Parte do seleto time da conceituada D.AGENCY e cocriador da gravadora Urban Soul, voltada ao techno e suas vertentes, ele busca o fortalecimento do gênero no Brasil.

Convidado a apresentações no Club Vibe, Warung Beach Club, Tribaltech e grandes noites no D-EDGE, tem um relacionamento próximo com importantes núcleos de sua região. Neste ano, fará a estreia de seu primeiro live show.

Danny Oliveira

Reconhecido como um dos produtores brasileiros mais respeitados na cena internacional na década passada, seu alter ego DNYO o levou a se apresentar por anos em países como Canadá, Argentina, Alemanha e Holanda. Também lançou pela gravadora Last Night On Earth, de ninguém menos que Sasha, remixando “Cut Me Down”, um dos maiores clássicos do ícone britânico. O paulista se dedicou nos últimos anos a trabalhar como engenheiro de áudio através de sua empresa Konker, especializada em mixagem e masterização. Após alguns anos de hiato, Danny está recomeçando sua carreira e nesse mês iniciou uma nova label chamada DSR (Deep Space Records).

* Jonas Fachi é colunista na Phouse; leia mais de seus textos.

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