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ANÁLISE

O sucesso em números: como estão as agências de DJs mais relevantes do Brasil

Artist Factory, Plusnetwork, Entourage e Nova têm papel fundamental em impulsionar DJs e o mercado nacional

Phouse Staff

Publicado em

17/12/2018 - 11:35
Agências
Representado pela Artist Factory, Alok é o artista brasileiro mais ouvido no Spotify. Foto: Divulgação
* Por Matheus Duarte
** Edição e revisão: Flávio Lerner

Atuar como uma agência de bookings e management no Brasil é fazer um cuidadoso trabalho de curadoria artística e funcionar como um espelho generoso das tendências de mercado e dos desejos do público brasileiro, que mudam periodicamente — e com anseio quase que obrigatório por novidades. 

Cada artista tem um lugar devidamente justificado em seus casts, e as agências empenham-se em apresentar caminhos múltiplos e certeiros tanto em bookings quanto em management, para cada tipo de persona em um mercado cada vez mais segmentado como o da música eletrônica.

No Spotify, plataforma mais relevante da atualidade, alguns números sintetizam a relevância das principais agências no mercado de show business por aqui, e traduzem as boas escolhas de casting. Em novembro, estes foram os artistas mais escutados, em um comparativo envolvendo as principais agências do mercado da música eletrônica no Brasil: 

 Os dez principais artistas no Spotify entre as agências brasileiras de música eletrônica, por número de ouvintes no Spotify.

Além da presença digital decorrente de lançamentos relevantes, a Artist Factory é uma das agências que mais exportam seus talentos mundo afora. Alok, Bhaskar, Liu e Sevenn estiveram em turnês na Ásia neste ano — mercado que possui grande apreço pelos sons dos artistas brasileiros (como você viu aqui).

Liu, que tem descendência asiática, viu sua popularidade crescer na cena oriental. Prova disso foi o convite — inédito — feito para participar de um reality show sobre DJs em Shangai, o Rave Now. Sevenn passou pela Ásia duas vezes em menos de seis meses. Já os Cat Dealers, da Nova — que, fundada há poucos meses, tem crescido rapidamente —, também foram para fora do país em 2018, assim como Vintage Culture, da Entourage, e Bruno Martini e FTampa, da Plusnetwork, já estão mais do que acostumados com grandes shows dentro e fora do Brasil.

Agências brasileiras mais relevantes do Spotify, em número de ouvintes no Spotify.

Todas essas outras agências trabalham em um formato “360 graus”, no qual os serviços prestados ao artista compreendem todo o fluxo de trabalho necessário para seu sucesso: desde o desenvolvimento, passando pelo planejamento estratégico até a logística, para que os DJs se apresentem no Brasil e no mundo. “Hoje somos reconhecidos no mercado internacional por ter com um casting variado e artistas de sucesso. E isso só é possível graças a um cuidadoso trabalho de curadoria artística somada a uma visão estratégica, sempre divida com toda a equipe”, explica Gabriel Lopes, diretor da Artist Factory, em contato com a Phouse.

“Como agência de bookings e management, procuramos estar à frente das mudanças, apontar tendências e promover caminhos para inovação neste mercado da música eletrônica, que está cada vez mais plural. Ter essa quantidade significativa de artistas no top 10 é gratificante e chancela o nosso trabalho e esforço diário”, conclui.

O cenário nacional está cada vez mais profissionalizado, e é bom ver uma grande quantidade de artistas em evidência, impulsionados pelo trabalho duro da turma dos bastidores. Com a visão de integrar todo um ecossistema produtivo em torno do artista, as agências prosseguem escalando sua importância e fazendo uso de seu tino de negócios para levar cada vez mais DJs ao sucesso. Estar atento às exigências, tanto do público quanto dos contratantes, é uma arte, e este é o ciclo atual do nosso mercado.

* Matheus Duarte é colaborador da Phouse.

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Filme do Netflix sobre o Fyre Festival está disponível no Brasil

Com subtítulo digno de “Sessão da Tarde”

Phouse Staff

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Fyre Fiasco no Caribe
Foto: Reprodução

Nem sempre o que está disponível no Netflix nos Estados Unidos ou na Europa acaba chegando aqui no Brasil. O filme do Avicii, que recentemente voltou à plataforma — mas ainda não por aqui —, é um bom exemplo.

Por sorte, Fyre, o documentário da própria companhia de streaming sobre o maior #fail da história dos festivais, foi disponibilizado pra gente por aqui, e pode ser assistido em todo o país — com direito a legendas em português e subtítulo digno de Sessão da Tarde: Fyre: Fiasco no Caribe.

Pra quem quer saber mais sobre a história que prometeu luxo e entregou lixo, que levou seu produtor à cadeia por fraude, deu uma queimada na reputação do rapper Ja Rule e arruinou algumas outras vidas, é só acessar aqui.

+ Hulu fura o olho do Netflix com documentário sobre o Fyre Festival

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Paul van Dyk é indenizado por queda no ASOT de 2016

Processo tramitou por quase três anos na justiça holandesa

Phouse Staff

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Paul Van Dyk
Foto: Reprodução

Depois de quase três anos em disputa, Paul van Dyk venceu na justiça o processo contra a ALDA Events B.V., produtora responsável pelo A State of Trance em Utreque, na Holanda, que culminou com a queda do DJ de uma altura de mais de seis metros no palco principal, em fevereiro de 2016.

Segundo reportagem do Blast, Paul recebeu uma indenização de mais de 12,5 milhões de dólares (em torno de R$ 48,5 milhões, na cotação de hoje). O valor total chega à quantia de $12.588.643,45, para cobrir despesas médicas (passadas e futuras), danos materiais (cancelamento de shows pelo período que foi hospitalizado) e danos morais.

À época, Paul chegou a sofrer uma concussão grave e quebrou sua espinha dorsal em dois lugares. Consideradas todas as circunstâncias, é praticamente um milagre que ele tenha saído com vida e sem sequelas. “Na sentença, ficou constatado que a ALDA não trabalhou na segurança do palco. Eles admitiram que a área frontal não era segura, mas não avisaram o DJ antes do show. Nunca o comunicaram sobre esse perigo, mesmo sabendo que ele fazia sets bem agitados”, explica a matéria.

A queda de Paul van Dyk, em 2016

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Os 4 singles que antecedem o novo álbum de ILLUSIONIZE

“X” está previsto para o começo de fevereiro

Phouse Staff

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ILLUSIONIZE
Foto: Reprodução

Com o lançamento de “What’s Up” nessa sexta-feira, o ILLUSIONIZE encerrou a série de singles que promovem X, seu novo álbum. Com quatro músicas, a série iniciou lá em agosto, com “Down” (quando revelamos com exclusividade o planejamento do disco — relembre aqui) e seguiu com “Here We Go” e “Eruption”, até chegar à quarta e derradeira parte.

Com isso, já é possível ter um panorama do que vem por aí em X (dez, em algoritmos romanos). Via Elevation, o disco que celebra seus dez anos de carreira está previsto para o dia 1º de fevereiro no Beatport, e no dia 15 nas outras plataformas. Os quatro singles correspondem às quatro primeiras faixas, de um total de dez.

Cabalístico, não?

+ EXCLUSIVO: ILLUSIONIZE lançará álbum para celebrar 10 anos de carreira

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