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Usuário do Reddit solta lista com os álbuns de dance music previstos para 2018

Phouse Staff

Publicado em

01/02/2018 - 12:28
Álbuns
“Almost Human”, de Steve Angello, é um dos álbuns mais aguardados do ano
Confira as previsões de lançamento dos principais álbuns gringos, segundo membro do fórum de EDM do Reddit

Um usuário determinado do Reddit, que assina como Kennett-Ny, publicou uma compilação no fórum de EDM da plataforma com o que ele considera os principais álbuns de dance music que devem ser lançados em 2018.

A lista é grande e deve ter exigido boas horas de dedicação. Os álbuns aparecem divididos entre os releases que já têm data e nome previstos; os que têm apenas o nome confirmado; os que confirmaram que irão lançar um álbum em 2018, mas ainda sem data e nome; os que confirmaram um lançamento, mas não cravaram que ele será em 2018; e os que são apenas rumores.

O catálogo é centrado nos Estados Unidos e na Europa — nenhum nome brasileiro foi lembrado, por exemplo. Logo, produtores como JAUZ, Skrillex, Alison Wonderland, Headhunterz, The Prodigy, San Holo, Dillon Francis, Zedd, Eric Prydz (como Pryda), KSHMR, deadmau5 e muitos outros estão presentes. Ainda assim, ele deixou bastante coisa importante de fora, como os novos álbuns de Disclosure, Gorillaz, Claptone e Chromeo.

Confira a lista completa:

Discos confirmados com título e data de lançamento:

  • Act Of Rage – SABOTAGE LIVE at Shockerz (17 de janeiro)
  • Endymion – Rise As Wolfs (19 de janeiro)
  • Kayzo – OVERLOAD (19 de janeiro)
  • Lane 8 – Little By Little (19 de janeiro)
  • Above & Beyond – Common Ground (26 de janeiro)
  • Keys N Krates – Cura (2 de fevereiro)
  • LAXX – Fake Friends (2 de fevereiro)
  • Galactic Marvl – Hello My Friends (2 de fevereiro)
  • Dirty South – XV (2 de fevereiro)
  • Don Diablo – FUTURE (9 de fevereiro)
  • 3LAU – Ultraviolet (9 de fevereiro)
  • Felix Jaehn – I (16 de fevereiro)
  • Super8 & Tab – Reformations (23 de fevereiro)
  • Black Tiger Sex Machine – New Worlds (2 de março)
  • What So Not – Not All The Beautiful Things (9 de março)
  • Motoma – One In A Million (9 de março)
  • Kasbo – Places We Don’t Know (23 de março)

Discos com título confirmado, mas sem data de lançamento:

  • Mitis – Frequency
  • Terravita – Bassline
  • Frontliner – Neon
  • MKN – 100% Reverse Bass
  • RL Grime – Nova
  • Ookay – COOL
  • Major Lazer – Music Is The Weapon
  • Koven – Retrospective
  • Alison Wonderland – Awake
  • Ran-D – We Rule The Night
  • O.O.L – 2092
  • Ganja White Night – The Origins (fevereiro)
  • Steve Angello – Almost Human
  • Rebelion – Empire (primavera [outono no Hemisfério Sul] de 2018)
  • Vazard – Chapters Of The Mind (início de 2018)
  • Ilan Bluestone – Scars (início de 2018)

Artista que confirmou que lançará um disco em 2018:

  • Jauz (início de 2018)
  • The Prodigy (início de 2018)
  • MYST (início de 2018)
  • David Guetta (outono de 2018)
  • The Pitcher (início de 2018)
  • Headhunterz (início de 2018)
  • Koan Sound
  • Angernoizer
  • MBK
  • N-Vitral
  • Feed Me
  • Madeon
  • Dillon Francis
  • Said The Sky
  • Brillz
  • Deadly Zoo
  • Getter
  • Jon Hopkins
  • Ghastly
  • Bombs Away
  • Zedd
  • eDUB
  • Pryda
  • Pendulum
  • DRS
  • Husman
  • CHVRCHES
  • KSHMR
  • Yellow Claw
  • Deadmau5
  • Bioweapon
  • B-Freqz
  • Code Black
  • Sledgehammers
  • Phuture Noize
  • MC Nolz
  • The Pitcher
  • Aggressive Act

Álbum confirmado mas talvez não para 2018:

  • Laidback Luke
  • Skrillex
  • San Holo
  • Mr FijiWiji
  • Avicii

Rumores:

  • Tritional
  • Audiofreq
  • Frequencerz
  • B-Frontliner
  • Crystal Mad
  • Degos & Re-Done
  • Noisecontrollers
  • Prefix & Density
  • Titan
  • Audien
  • GAIA
  • Rufus
  • ZHU
  • Third Party
  • Party Favour

LEIA TAMBÉM:

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Estudo revela índice alarmante de assédio sexual em festivais no Reino Unido

Nayara Storquio

Publicado há

Assédio festivais
Edição do Bestival, no Reino Unido. Foto: Reprodução
43% das mulheres britânicas que frequentam festivais relatam já ter sido assediadas

A quantidade alarmante de ocorrências de assédio sexual em festivais de música foi foco de um estudo feito pela YouGov. A instituição de pesquisa apurou que 43% das mulheres com menos de 40 anos de idade afirmam ter sofrido algum tipo de assédio sexual nos eventos. O estudo conversou com 1.188 participantes de festivais e descobriu que apenas 2% dos abusos foram denunciados. 

As vítimas não são apenas mulheres; o estudo identificou que 22% dos frequentadores em geral já passaram por situação de agressão ou assédio. Por assédio, entendem-se comportamentos inconvenientes, como forçar o contato ou a dança, cantadas grosseiras, toque não autorizado, tentativa de estupro, entre outros. O assédio sexual verbal e a forçação da dança foram as duas formas mais pontadas. As estatísticas também revelam que uma em cada cinco mulheres sofreu alguma forma de agressão sexual desde que completou 16 anos.

+ Denúncias de abuso sexual no meio artístico unem mulheres do mundo todo

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As vítimas do sexo masculino, entretanto, figuram como as mais propensas a denunciar. Cerca de 19% dos homens vítimas de agressão sexual relataram suas experiências à equipe do festival contra 1% de mulheres — em ambos os sexos, porém, apenas 2% procuraram a polícia. Todavia, as mulheres assediadas procuraram ajuda com amigos ou familiares em 53% das situações, contra 39% das vítimas masculinas — o que possivelmente evidencia a falta de acesso ou confiança das vítimas com as opções de ajuda oferecidas nas ocasiões.

O que fazer?

Muitas pessoas infelizmente já passaram por situações de assédio, independentemente de gênero ou de opção sexual. Neste caso, a melhor forma de agir é não ficar calado, como recomenda a especialista em violência sexual, Katie Russell, da ONG Rape Crisis, em matéria publicada pela BBC News. Algumas das dicas de Russell são:

– Se for espectador do assédio, se disponibilize a ajudar vítima; esteja ciente de que ela pode estar sentindo-se humilhada ou constrangida.

– Cerque-se de pessoas em quem confia.

– Vítimas podem estar em choque, ajude-as a se manterem aquecidas e hidratadas.

– Para denunciar o assédio sexual, procure a equipe de segurança.

– Vítimas nunca devem se sentir culpadas pelo assédio.

E ela ainda afirma: “A intervenção dos colegas pode ser poderosa”.

No Reino Unido, alguns festivais como The Green Man e Bestival já contam com ações de redução de danos desse tipo, oferecendo assistência plena para atender possíveis ocorrências. Nos países britânicos, qualquer vítima pode procurar organizações como The Survivor’s TrustRape Crisis ou Survivors UK.

No Brasil, essas políticas ainda estão engatinhando, tanto na cena eletrônica como na cultura de modo geral. Entretanto, há sim mecanismos de denúncia contra a violência e o assédio sexual. As vítimas podem procurar ajuda dos Departamentos de Polícia e Delegacias da Mulher.

+ Festivais no Reino Unido fazem campanha contra assédio sexual

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O mais importante é estar ciente do que está na lei brasileira. Além dos abusos com contato físico, o assédio sexual verbal — as populares “cantadas” na rua — pode ser enquadrado como crime ou como contravenção. Se houver calúnia, injúria e difamação, trata-se de um crime contra a honra. Se o assédio é considerado de “menor potencial ofensivo”, é uma contravenção penal — incluindo a importunação ofensiva ao pudor e perturbação da tranquilidade, quando o agressor mostrar as genitálias para oprimir a vítima. Ambas incluem penalidades de cadeia ou multa.

Paquera ou assédio?

Quando alguém tem interesse em conhecer uma pessoa ou elogiá-la, o autor não lhe dirige palavras que a exponham ou a façam sentir-se invadida, agredida, ameaçada ou encabulada. Vamos se ligar e respeitar tanto as mina, quanto as mona e os mano!

+ AFEM lança serviço de apoio a vítimas de abuso sexual na indústria da música eletrônica

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YouGov

A YouGov e uma instituição do Reino Unido que utiliza conexões online entre parceiros no mundo todo para realizar pesquisas. Ela é líder internacional de pesquisa de mercado com operações na Europa, América do Norte, Oriente Médio e Ásia-Pacífico. Você pode conferir o estudo completo aquiA pesquisa em questão foi encomendada pela Press Association, e entrevistou 1.188 frequentadores de festivais.

Nayara Storquio é colaboradora da Phouse.

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França terá primeiro show de música eletrônica em palácio presidencial

Phouse Staff

Publicado há

Foto: Reprodução
Pátio do Palácio do Eliseu sedia evento gratuito no Dia Mundial da Música

A gente sabe que a França curte umas apresentações eletrônicas inusitadas, como nas vezes que o David Guetta tocou na Torre Eiffel, ou quando o DJ Snake tocou no Arco do Triunfo, por exemplo. Desta vez, o cenário da balada será o Palácio do Eliseu, no que será a primeira vez que um evento de música eletrônica será realizado num palácio presidencial. A programação gratuita terá cinco DJs e faz parte das comemorações do Dia Mundial da Música, celebrado nesta quinta-feira dia 21.

Construído no século XVIII, o Palácio do Eliseu fica em Paris, servindo hoje como residência oficial do presidente Emmanuel Macron. Será que ele também gosta de dance music?

O lineup conta com Busy P (chefão da Ed Banger Records, selo que tem o Justice como carro-chefe), Chloé, Kavinsky (famoso por assinar a trilha sonora de Drive), Cezaire, da Roche Musique, e Kiddy Smile. Com entrada franca, o show foi  planejado para receber um público de 1.500 pessoas, e acontece das 20h à 00h, no horário local. Os ingressos estão esgotados.

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Dash Berlin rachado: Sutorius deixa o grupo e explica sumiço recente

Phouse Staff

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Dash Berlin
Foto: Reprodução
Frontman do Dash Berlin está impossibilitado de representar o projeto 

O DJ Jeffrey Sutorius, mais conhecido como o rosto do Dash Berlin, explicou nessa segunda-feira por que vinha dando um perdido nos seus compromissos ultimamente — e a notícia não é nada boa para os fãs. Sutorius rompeu com a Vanderkleij Agency e com Sebastiaan Molijn e Eelke Kalberg, os outros membros do grupo, que, segundo ele, registraram a marca “Dash Berlin”, deixando-o de fora. Isso significa que, neste momento, Jeffrey está legalmente impossibilitado de se apresentar como Dash Berlin, ou mesmo de usar as redes sociais do projeto.

Em comunicado, o DJ aponta que a relação entre ele e os colegas vinha se deteriorando já há alguns anos, até chegar num limite. Por participarem das produções musicais, Molijn e Kalberg são naturalmente considerados membros do Dash Berlin, mesmo sem participar das turnês. A dupla também era responsável pelo gerenciamento de carreira e booking do projeto. Sutorius agora afirma ter entrado com um processo judicial, por meio de seus advogados, para resolver a questão. Tecnicamente, portanto, o Dash Berlin hoje consiste nos dois produtores, sem a presença de seu membro mais famoso.

Recentemente, o cancelamento em cima da hora de duas apresentações do DJ (no A State of Trance 850, na Polônia, e no festival Spring Awakening, nos EUA) e o sumiço nas redes sociais levantaram especulações. A única informação levada ao público era de que Jeffrey estava com problemas de saúde —  o que agora foi justificado na carta como consequência do estresse em torno do imbróglio com os antigos parceiros.

Confira o comunicado de Sutorius enviado à imprensa, com tradução para o português pela Phouse:

Amsterdã, 18 de junho de 2018

Venho por meio desta informar que no final de maio cortei meus laços com a Vanderkleij Agency, com Sebastiaan Molijn e Eelke Kalberg (booker e management do Dash Berlin). A razão para terminar o relacionamento foi a má administração nos últimos anos e a negligência aos meus interesses. Recentemente, descobri que Molijn e Kalberg, juntamente com a Vanderkleij, registraram o ‘Dash Berlin’ em seu próprio nome. Eu não percebi que, assim, talvez não fosse possível que eu continuasse tocando usando esse nome. Pedi aos meus advogados que apresentassem esse assunto ao tribunal, para resolvermos o imbróglio. Tudo isso teve uma influência negativa na minha saúde, e então fui aconselhado a pegar leve. Eu preferiria anunciar isso através dos meus próprios canais de mídia social. No entanto, depois de terminar o relacionamento, meu acesso às contas foi bloqueado. Espero que tudo isso possa ser resolvido rapidamente e que eu possa continuar a me apresentar. Eu amo meus fãs e espero que eles compreendam a situação.

Jeffrey Sutorius (Dash Berlin)

Molijn, Kalberg e a Vanderkleij Agency não se manifestaram sobre o caso até este momento.

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