Wake Me Up Aloe Blacc

Aloe Blacc homenageia Avicii no dia em que o DJ completaria 30 anos

Em seu Instagram, o cantor dedicou uma nova música e um texto ao DJ

No último domingo, 08, Avicii completaria 30 anos de vida, não fosse sua trágica morte em abril de 2018. Em sua conta no Instagram, o cantor americano Aloe Blacc prestou uma bela homenagem ao DJ, em forma de som e texto.

O artista, responsável pelos vocais de “Wake Me Up” e “SOS”, dedicou a Tim Bergling sua nova música, “Things You Left Behind”. Além disso, explicou de onde surgiu a inspiração para a canção, compartilhou seus sentimentos acerca da morte de Tim e revelou dicas que aprendeu ao trabalhar com o falecido produtor sueco.

Confira o texto na íntegra, com tradução da Phouse:

View this post on Instagram

Today would have been Tim Bergling's 30th birthday. The news of his passing stunned me as it did all who were moved by his music and I am terribly sad that he is no longer with us. When I heard he was gone my heart immediately went out to his family and the words to this song came to me. I had only spent moments on stage and in the studio with him, but his family had spent years watching him grow. As a father of two young children myself I couldn't imagine the tragedy of living beyond them and having to gather the things they have left behind. I thought I would take today, Tim's birthday, to remember and to share what I learned about art from him. Take the risk. As an artist, if ever you feel nervous about something, it's better to take the risk than to regret it. When we created "Wake Me Up" there was no blueprint for the combination of sounds and no example of success to rely on. Lead rather than follow. Mavericks don't follow trends, they create them. Tim reminded me of what I learned so well in my experience during the golden era of Hip Hop, which is to create your own style. When others begin to use your style, just keep it fresh and switch it up. Be brave and bold. I know Tim was way more comfortable in the studio than in most other places that music took him. But he learned to step out and embrace millions of fans with his live performances. I imagine the most fearful performance would have been the debut of the music from TRUE at Ultra. He was nervous, but he did it anyway. While other performers had the usual lasers, pyro and girls in bikinis, Tim shared the stage with musicians and singers that helped him craft a groundbreaking album. Ignore outside opinions. Criticisms are everywhere and they are increasingly negative rather than constructive. It's important to listen to your inner voice and have confidence in the art you create. The few trusted voices in your inner circle can be helpful, but when it comes to art, always trust your gut over others. Ultimately, the integrity in a work of art lies with the creator and no one else. The most important thing I think I learned from working with Tim was to embrace collaboration. Rest in peace, Tim

A post shared by Aloe Blacc (@aloeblacc) on

Hoje seria o trigésimo aniversário de Tim Bergling. A notícia de sua morte me surpreendeu, assim como a todos os que foram tocados por sua música, e eu estou terrivelmente triste em não tê-lo mais conosco. Quando soube de sua partida, mandei meus sentimentos imediatamente a sua família, e a letra dessa música veio até mim. Eu só havia passado momentos no palco e no estúdio com ele, mas sua família passou anos vendo-o crescer. Como pai de dois filhos pequenos, eu não consigo imaginar a tragédia que seria viver mais do que eles e ter que juntar as coisas que eles deixaram para trás. Eu pensei em dedicar o dia de hoje, aniversário de Tim, para lembrar e compartilhar o que aprendi sobre arte com ele.

Assuma riscos. Como artista, se alguma vez você se sentir nervoso com alguma coisa, é melhor correr o risco do que se arrepender. Quando fizemos a “Wake Me Up”, não existia um plano para a combinação desses sons e nenhum exemplo de sucesso em que pudéssemos confiar.

Lidere ao invés de ser liderado. Pioneiros não seguem tendências, eles as criam. Tim me fez lembrar o que aprendi tão bem em minha experiência durante a era de ouro do hip-hop, que é criar seu próprio estilo. Quando outras pessoas começarem a usar o seu estilo, mantenha-o atualizado e mude-o.

Seja bravo e corajoso. Eu sei que Tim estava muito mais confortável no estúdio do que na maioria dos outros lugares aonde a música o levou. Mas ele aprendeu a sair e abraçar milhões de fãs com suas performances ao vivo. Eu imagino que o show mais assustador tenha sido a estréia da música do álbum True no Ultra. Ele estava nervoso, mas mesmo assim o fez. Enquanto os outros artistas faziam uso de lasers, pirotecnia e meninas de biquíni, Tim dividia o palco com músicos e cantores que o ajudavam a criar um álbum inovador.

Ignore as opiniões externas. As críticas estão por toda parte e elas são cada vez mais negativas, não construtivas. É importante ouvir a sua voz interior e ter confiança na arte que você cria. As poucas vozes de confiança em seu círculo interno podem ser úteis, mas quando se trata de arte, sempre confie em seu instinto em relação aos outros. Enfim, a integridade em uma obra de arte está com o criador e mais ninguém.

E acho que a coisa mais importante que eu aprendi ao trabalhar com Tim foi abraçar a colaboração.

Descanse em paz, Tim.

LEIA TAMBÉM:

Share on facebook
Compartilhar no Facebook
Share on twitter
Compartilhar no Twitter
Share on whatsapp
Enviar no Whatsapp

Quer aprender a produzir a sua própria música?

Compre agora o curso Make Music Now com 10% de desconto na inscrição e soundbank do Studio Tronnic para Sylenth1 grátis!.

RECEBA NOVIDADES

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

PHOUSE MUSIC
SPOTLIGHT