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Apadrinhado por Alok, Scorsi é o 1º brasileiro a lançar EP pela Spinnin’

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Alok presents Scorsi
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“Alok Presents Scorsi” foi lançado nesta segunda-feira pelo aclamado selo holandês

Scorsi vem numa crescente significativa em sua carreira. Depois de um 2017 com alguns marcos importantes — que incluem lançamentos por Universal e Sony Music e apoio de big names mundiais —, o produtor começou 2018 com o pé direito, ao ter seu primeiro lançamento pela Spinnin’ Records: um remix para “Make Me Wanna”, faixa do Selva e do Zerky. E hoje, alcança um segundo passo pelo mesmo selo, com o EP Alok Presents Scorsi.

Apesar de diversos outros brasileiros já terem também faixas assinadas pela Spinnin’, Scorsi agora é o primeiro artista brasileiro a lançar um EP pela label holandesa. São quatro faixas que mostram o amadurecimento do artista e sua versatilidade na música eletrônica, sendo duas autorais e mais dois remixes para o Alok.

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O EP leva esse nome porque foram os remixes feitos para o astro goiano que abriram o seu caminho até a Spinnin’. Em contato com a Phouse, o produtor revelou a origem do projeto: “Cara, eu ainda não sei explicar por completo como esse EP nasceu [risos]. A história começou quando o Alan Brunheroto me mandou uma mensagem em nome do Alok, pedindo remixes para ‘Love is A Temple’ e ‘Hear Me Now’. Passam alguns meses, eu acordo e tenho as partes da ‘Big Jet Plane’ e um contrato de EP no meu inbox, vindo da Spinnin’, aprovando a nossa ideia. Foi tudo muito rápido”.

O paulistano também explica que quis mostrar toda sua versatilidade no novo disco. Pra isso, explorou quatro cantos completamente opostos nesse release, indo de 110 a 150bpm — mantendo sempre, evidentemente, sua assinatura sonora, com destaque para o bass.

Nas faixas autorais, “Crossover” e “Tumbah”, explorou sintetizadores rasgados e graves pesados em uma pegada dançante de bass house, além de adicionar vocais inesperados na segunda. Já nos remixes de “Big Jet Plane” e “Love Is a Temple”, manteve as melodias das originais de Alok, porém as transportando a contextos diferentes, passando pelo future bass e pelo moombahton. “Eu considero um EP bem verdadeiro, e que mostra bem o que passa na minha cabeça musicalmente. É uma bagunça, mas bem feita e de coração [risos]”, acrescentou.

Procurado pela Phouse, o Alok também deu seu depoimento: “Extremamente feliz em fazer parte disso. O Scorsi é um artista completo e em quem acredito muito. Estou sempre buscando novos talentos, e assim que me deparei com o som dele e li o conteúdo hilário das mídias sociais, vi que tinha um diferencial. Esse EP é apenas o começo, ele tem muito a mostrar!”.

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