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Conheça a Alphabeat, novo selo nacional de música eletrônica

Phouse Staff

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Alphabeat

Label surgiu na metade de setembro e chega nesta sexta-feira a seu terceiro lançamento; ideia inicial é focar em vertentes populares de house, e no futuro abrigar outras vertentes.

Nascida através da parceria entre as empresas Live Talentos (gestora de carreiras musicais, que trabalha com artistas como Make U SweatChitãozinho e Xororó e Paula Fernandes) e Qwerty.id (que fornece consultoria e gestão de carreira, focada em música eletrônica), a Alphabeat Records é mais um novo selo para promover talentos na cena eletrônica nacional.

A Alphabeat veio ao mundo oficialmente no último dia 15, a partir do lançamento de “Someday”, do duo paulistano RAKKA — composto por Arthur Luchessi e Bruno Genz (ex-integrante da banda Cine) — com os vocais de Victor Olivatti. No dia 22, a segunda faixa assinada pelo selo foi “ALIVE”, do famoso DJ holandês Dannic com a jovem cantora norte-americana Mahkenna. E hoje, 29, emplacam o seu terceiro lançamento: “The Sound”, do jovem produtor Woak — garoto de 16 anos, que vem recebendo suporte de nomes como Vintage Culture e Bhaskar, e que também terá em breve faixa pela Spinnin’ Records, com Liu.

Sócio-fundador da Alphabeat e Label Manager/A&R na Qwerty.id, Bruno Magalhães explica que a ideia é ter sempre um lançamento fixo nas sextas-feiras. “Teremos lançamentos todas as sextas, onde focaremos os lançamentos mais acessíveis, que devem performar melhor em streaming, e nas segundas ou quartas vamos começar a lançar músicas mais pista, direcionadas a DJs e à galera da cena”, diz, em contato com a Phouse. “Nossa estratégia é gerar conteúdo frequente de qualidade, e usar trocas de network e marketing digital para o crescimento da plataforma, aos moldes da Spinnin’ e da Armada, por exemplo.”

Os três lançamentos feitos pela Alphabeat Records até agora

Magalhães também afirma que objetivo da label é “expandir as fronteiras da música eletrônica”, a partir do lançamento de “música sem rótulos específicos”. “Os critérios para seleção são a qualidade técnica e criativa e a capacidade de penetração dos fonogramas no mercado”, complementa. Seu sócio na Qwerty.id e na Alphabeat, Ronaldo Cunha destaca que — como podemos perceber pelos três lançamentos até então — o foco inicial tem sido em vertentes mais populares de house music, mas ressalta estarem esperando o momento certo para lançar subselos direcionados ao underground e a outros subgêneros.

A Alphabeat já tem contrato com os brasileiros Dudu Linhares e Pam Pam (integrantes do trio Make U Sweat), Kiko Franco, Champz e Anndrey Mansur, além de outros nomes gringos, ainda não revelados. “Acredito que o nosso principal diferencial está na agilidade, nos processos enxutos, no bom relacionamento com o mercado e, principalmente, na nossa vontade de ajudar as demais empresas em expandir e consolidar o gênero [eletrônico]”, conclui Ronaldo. “Estamos também iniciando a operação de mais alguns negócios dentro da nossa estrutura, que além da gravadora, incluem editora, bookings, management e eventos.” Os sócios destacam que, para os artistas interessados, o envio de demos está disponível através do e-mail: demos@alphabeat.com.br

Agora, é aguardar pra ver até onde a Alphabeat pode chegar.

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URGENTE: Avicii morre aos 28 anos

Phouse Staff

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Foto: Reprodução
Produtor foi encontrado morto em Omã nesta sexta-feira

É com grande pesar que informamos que o DJ e produtor Tim Bergling, o Avicii, foi encontrado morto nesta sexta-feira (20). Tim tinha 28 anos e estava em Mascate, capital do Omã, no Oriente Médio. As causas ainda não foram reveladas.

Diana Baron, relações públicas do artista, confirmou a notícia em comunicado à imprensa: “É com extremo lamento que anunciamos a perda de Tim Bergling, também conhecido como Avicii. Ele foi encontrado morto em Mascate, Omã, nesta tarde de sexta-feira, 20 de abril, no horário local. A família está devastada e pedimos a todos que por favor respeitem a necessidade de privacidade deles nesse momento difícil. Nenhum novo comunicado será emitido”.

 

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Review

Primeiro D-EDGE Festival foi sucesso de ponta a ponta

Luckas Wagg

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Review D-EDGE Festival
Foto: Image Dealers/Reprodução
Evento paulistano brilhou em lineup, estrutura e organização

Aconteceu nesse último sábado, no complexo do estádio do Canindé, em São Paulo, a primeira edição do D-EDGE Festival, que nasceu para celebrar os 18 anos de um dos mais emblemáticos clubs da América Latina.

Com um lineup pesadíssimo, recheado de ícones do calibre de Stephan Bodzin, Butch, BLANCAh, Giorgia Angiuli, Gui Boratto e o anfitrião Renato Ratier, o festival rolou por 24 horas e reuniu 70 artistas (22 internacionais e 48 nacionais) divididos em seis palcos.

Palco RAWW X ROOM; Foto: Image Dealers/Reprodução

Logo que entrei, me deparei com uma estrutura familiar, que, por causa do formato de tenda e com o palco RAWW X ROOM bem ao lado, lembrava o Warung Day Festival — que por sinal, pertence também ao Grupo D-EDGE e rolou em Curitiba no mesmo dia. Tudo parecia sob controle da produção, muito bem planejado e executado. Não tivemos muita fila, grandes problemas e nem muito do que reclamar. A chuva que caiu na capital paulista poderia ter gerado uma situação de maior desconforto, mas como quase todas as áreas tinham cobertura, ela não chegou a atrapalhar.

O grande “problema” do festival foi exatamente encarar os dilemas de qual palco ficar em cada momento, pois em todos eles foram escalados artistas de responsa. Pra aproveitar bem e tentar ver o máximo de atrações possível, decidi me forçar a quebrar o protocolo e sair de palco em palco para assistir ao set de alguns nomes indispensáveis, como Bodzin, Marky, BLANCAh, Butch, Renato Ratier, Wilian Kraupp, Gui Boratto, Slam e o trio Mau Mau, Renato Cohen e Anderson Noise, que se apresentaram juntos, tornando aquela noite ainda mais histórica.

Stephan Bodzin; Foto: Image Dealers/Reprodução

É difícil avaliar cada um dos 70 artistas (ou mesmo os cerca de dez que consegui ver com calma), e é quase impossível dizer qual foi o melhor set da noite. Mesmo assim, arrisco em destacar as apresentações de Stephan Bodzin, Butch, Marky e o próprio Ratier, que dominou a pista pra valer e foi o responsável por encerrá-la logo pela manhã. Bodzin mandou um live incrível, que abusou de muita melodia — algo que gosto muito. O palco principal ficou pequeno para ver o alemão.

Após o fechamento do mainstage, quem roubou a cena foi ela, BLANCAh. A produtora catarinense se apresentou por volta das 10h no palco All My God, que teve uma sequencia pedrada com Trikk, Lee Burridge e Mdme até o seu encerramento, às 16h. Nem mesmo a chuva que caiu durante o dia inteiro conseguiu acalmar os ânimos do amantes da techneira, que encheram a pistinha do início ao fim.

Renato Ratier; Foto: Image Dealers/Reprodução

De modo geral, deu pra perceber que o festival lotou e o público parece ter curtido muito a experiência. Os comentários que ouvi foram todos positivos, em tom até de surpresa com a qualidade da produção do evento. Em sua primeira edição, podemos dizer que o festival mostrou a singularidade da marca D-EDGE, entregando ao público o que há de melhor no quesito de som, imagem e ambiência.

Se conseguir repetir a partir de agora, ano a ano, um evento desse mesmo nível, o D-EDGE Festival tem tudo para se consolidar como mais uma belíssima opção de festivais 100% made in Brazil, ao lado de expoentes mais antigos, como a XXXPERIENCE, o Universo Paralello e o próprio Warung Day. Talvez estejamos diante de um novo quadro que vem se desenhando lentamente nos últimos tempos: um em que, por mais que tenhamos ótimas versões brasileiras de cases de sucesso internacional — como Ultra, Dekmantel e DGTL —, mostramos que nosso país também tem condições de construir, cada vez mais, seus próprios festivais classe A.

Que o D-EDGE Festival siga nessa trilha de sucesso, proporcionando grandes experiências e incentivando outros players do mercado a se aventurarem no caminho.

* Luckas Wagg é CEO da Phouse.

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EXCLUSIVO: Nova edição do Ultra Brasil deve ser anunciada em breve

Phouse Staff

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Ultra Brasil São Paulo
Festival terá 12 horas de duração e três palcos

Pequenos detalhes ainda seguram o anúncio oficial do Ultra Brasil 2018, que deixa o Rio de Janeiro e volta para São Paulo neste ano. A Phouse apurou que uma reunião recente em Miami deixou tudo bem alinhado. O festival deve acontecer no dia 29 de setembro (sábado), no Autódromo de Interlagos, do meio-dia à meia-noite, em três palcos: Mainstage, RESISTANCE e Local — palco destinado a talentos brasileiros, normalmente focando em um gênero específico.

O anúncio deve sair nos próximos dias.

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