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Um “Shazam” para descobrir samples? Conheça o novo app do WhoSampled

Phouse Staff

Publicado em

04/07/2018 - 14:15
WhoSampled
Foto: Reprodução
Aplicativo reconhece samples, covers e remixes

Famoso no meio da dance music e do hip hop, o portal WhoSampled vem há anos sendo a principal fonte de consulta para os curiosos que querem saber quem sampleou quem no universo musical. Também não faz pouco tempo que eles têm seu próprio aplicativo, mas agora as coisas ficaram bem mais interessantes.

A nova atualização do app, lançada na última quinta-feira, traz tecnologia similar à do Shazam, só que em vez de apenas identificar qual música está tocando, ele também diz que samples foram usados naquela música. Conforme o CEO da empresa Nadav Poraz explicou à Billboard, o aplicativo consegue reconhecer as músicas que estão tocando e, por meio de algoritmos, cruzar essas informações com toda a base de dados da plataforma, tornando assim possível dizer quais os samples que foram utilizados — além de identificar também remixes e covers.

+ O que o Daft Punk sampleou [ou não] pra fazer um dos álbuns mais importantes da história

“Nós elevamos a experiência [de identificar músicas] a outro nível. Conseguimos dizer quais samples estão em uma música, quem sampleou aquela música, ou então se trata-se de um cover ou algo do tipo. Levamos toda essa riqueza que já está presente no nosso portal à música que está perto de você”, comentou.

Ainda de acordo com Poraz, a nova ferramenta vinha sendo desenvolvida há um bom tempo, e agora enfim está disponível para ser usada. O aplicativo está disponível para iOS, por $3.99, e gratuitamente pelo Android, em versão com anúncios publicitários. Para poder usufruir livremente da ferramenta, no entanto, é necessário se inscrever no plano anual do app, que custa $9.99 por ano.

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Chainsmokers e Zedd lideram charts de dance music no 1º semestre de 2018

Phouse Staff

Publicado há

Billboard charts
Foto: Reprodução
Billboard revelou as músicas mais tocadas e vendidas até agora no ano

A Billboard divulgou na última semana seu relatório semestral das paradas de dance music. The Chainsmokers e Zedd foram os artistas que mais se destacaram nas categorias “álbuns” (que também inclui EPs) e “singles”, respectivamente. Os charts são baseados em dados contabilizados entre 27 de dezembro do ano passado e 28 de junho deste ano.

Os Chainsmokers lideram o ranking de álbuns mais populares (que conta não apenas vendas físicas e digitais, mas também número de plays) com Memories… Do Not Open, e ainda emplacaram dois EPs entre as cinco melhores colocações: Collage, em terceiro lugar, e Sick Boy, em quarto. Em números, os discos “venderam” 161 mil, 114 mil e 106 mil cópias, respectivamente (o número de vendas aqui também leva em conta uma conversão de número de streamings). Veja como ficou a lista dos álbuns mais populares deste primeiro semestre:

1. The Chainsmokers, Memories… Do Not Open (161 mil)
2. Calvin Harris, Funk Wav Bounces Vol. 1 (129 mil)
3. The Chainsmokers, Collage (EP) (114 mil)
4. The Chainsmokers, Sick Boy (EP) (106 mil)
5. Lady Gaga, The Fame (101 mil)
6. Above & Beyond, Common Ground (91 mil)
7. Odesza, A Moment Apart (84 mil)
8. Kygo, Kids In Love (76 mil)
9. Avicii, True (67 mil)
10. Gorillaz, Demon Days (60 mil)

Já na lista de álbuns mais vendidos, a liderança é do trio Above & Beyond, que lançou Common Ground no começo deste ano. É curioso notar, entretanto, como a grande maioria dos discos mais vendidos é mais antiga (assim como no chart acima), com muitos lançamentos da década passada.

1. Above & Beyond, Common Ground (79 mil)
2. Gorillaz, Demon Days (21 mil)
3. Lady Gaga, The Fame (19 mil)
4. Various Artists, Now That’s What I Call a Workout 2018 (17 mil)
5. Odesza, A Moment Apart (14 mil)
6. The Chainsmokers, Memories… Do Not Open (14 mil)
7. Daft Punk, Discovery (14 mil)
8. Various Artists, Now That’s What I Call Hits & Remixes 2018 (12 mil)
9. Lindsey Stirling, Brave Enough (11 mil)
10. Daft Punk, Random Access Memories (10 mil)

Em termos de singles, o grande vencedor deste primeiro semestre é Zedd, que emplacou seu single “The Middle” na primeira colocação por 23 semanas. A música é uma collab com Maren Morris e Gray e foi o single de dance/eletrônico mais vendido de 2018 até agora. Com 621 mil unidades, a produção tem quase o triplo de aquisições se comparada a “Wolves”, de marshmello e Selena Gomez, que ficou em segundo lugar. Zedd ainda aparece também na décima posição, com o hit “Stay”.

1. Zedd, Maren Morris & Grey, “The Middle” (621 mil)
2. Selena Gomez x Marshmello, “Wolves” (213 mil)
3. Hailee Steinfeld & Alesso feat. Florida Georgia Line & Watt, “Let Me Go” (165 mil)
4. The Chainsmokers & Coldplay, “Something Just Like This” (144 mil)
5. Calvin Harris & Dua Lipa, “One Kiss” (140 mil)
6. Sofi Tukker feat. NERVO, The Knocks & Alisa Ueno, “Best Friend” (127 mil)
7. Marshmello feat. Khalid, “Silence” (114 mil)
8. The Chainsmokers feat. Halsey, “Closer” (64 mil)
9. Avicii, “Wake Me Up” (62 mil)
10. Zedd & Alessia Cara, “Stay” (59 mil)

“The Middle” também fatura a primeira posição nos charts de músicas mais tocadas (combinando áudio e vídeo) e de músicas mais tocadas (apenas áudio). Você pode conferir mais detalhes na Billboard.

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Festival luxuoso da Anjunabeats no México é cancelado

Phouse Staff

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Anjunabeach
Foto: Reprodução
Selo se baseou no feedback do público para voltar atrás

Poucos dias antes do primeiro Anjunabeach — o mais novo festival do Above & Beyond — rolar na Califórnia, uma nova edição foi anunciada pela equipe da label. O festival seria em Riviera Maya, no México, durante três dias: 04, 05 e 06 de janeiro, com ingressos beirando os 1.600 dólares. Como a Anjuna já havia adiantado pelo Reddit, este seria um evento diferente, mais caro, para proporcionar uma experiência única — algo como um pacote com tudo incluso em um resort de música eletrônica.

Um mês depois, o plano foi abortado. Em novo comunicado na rede social, a equipe do selo anunciou o cancelamento do evento, sobretudo pelos comentários dos fãs. “Nossos parceiros comerciais estabeleceram preços significativamente maiores do que os de um show normal do Above & Beyond, mas necessários para que conseguíssemos atingir toda a nossa ambição. Com um feedback inicial positivo e mais de 10 mil registros na pré-venda, achamos que o evento estava sendo bem-recebido”, diz o texto.

Anjunabeach Riviera Maya foi anunciado em junho

“Mas depois de ouvir cuidadosamente o feedback de vocês — e de fazer muita pesquisa —, percebemos que esse evento não estava indo para o caminho que desejávamos, então optamos pela difícil decisão de não continuar com ele. Escutamos de alguns que o preço era muito alto, ou que o festival seria exclusivo demais, lamentando que essa experiência fantástica não seria acessível para muita gente. Levamos tudo isso em conta. Só podemos realizar algo que tenha o apoio de vocês, e vocês nos disseram claramente que este não era o caso.”

O post ainda afirma que o “sonho do Anjunabeach ainda está vivo”, mas que por ora, a label vai focar em eventos já conhecidos, como o ABGT. Todos aqueles que já compraram ingressos e reservaram passagens aéreas serão devidamente reembolsados.

Announcement from HQ: Anjunabeach Riviera Maya from r/AboveandBeyond

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Queda do número de turistas em Ibiza causa redução nos preços dos hotéis

Phouse Staff

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Ibiza fechados
Foto: Reprodução
Alta temporada na ilha não foi tão “alta” neste ano

Será que os turistas priorizaram a Copa do Mundo da Rússia ao invés de viajarem para Ibiza? Os hotéis da ilha tiveram que reduzir os preços e oferecer descontos para compensar a baixa demanda dos turistas britânicos, alemães e estrangeiros durante a alta temporada deste ano.

Uma publicação da Mixmag aponta uma queda nas vendas de quartos de hotéis da ilha em abril, maio e junho — e em razão do déficit, os empreendimentos estão dando descontos de 30% e 40% para o restante da temporada. Muitos hotéis estão considerando até a possibilidade de abrir apenas durante cinco meses no ano, em vez de sete como de costume.

Não foi realizado um estudo econômico para sabermos a causa da queda de turistas em Ibiza nesta temporada. Porém, as altas taxas turísticas, os altos preços de bebidas e ingressos para os clubs mais populares, somados aos protestos locais contra o turismo excessivo — o que provocou até medidas drásticas, como a proibição do Airbnb — podem ter causado o prejuízo.

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