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Assista a um documentário sobre o Universo Paralello Festival

Phouse Staff

Publicado em

04/07/2016 - 19:31

O programa Gypsy Road, da Phouse TV, esteve presente em um dos mais incríveis festivais de música eletrônica que acontece pelo Brasil, o Universo Paralello.

O “UP”, como é conhecido carinhosamente pelo seu público, acontece a cada dois anos em uma praia paradisíaca da Bahia, durante 7 dias seguidos, com muita música, arte e cultura alternativa.

O documentário apresentado por Giulia Lops mostra toda a experiência vivida no festival que atraiu mais de 20 mil pessoas e centenas de artistas nacionais e internacionais.

Assista abaixo:

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Assista a um documentário do “What The Festival”, que rola em um dos estados mais liberais dos EUA

Phouse Staff

Publicado há

O What the Festival é um festival de arte e música no topo das montanhas em Oregon, um dos estados mais liberais dos EUA.

Começamos a nossa viagem por Portland uma das cidades mais “cools”. O slogan da cidade diz: “Keep Portland Weird” por se tratar de uma cidade moderna, liberal, hippie, super ligada em movimentos artísticos, o que faz com que as pessoas que morem por lá tenham uma cabeça mais aberta para o que é novo e diferente. De fato é um dos pontos onde começou o movimento de contracultura no país. Coach, um amigo que conheci há 3 anos no Burning Man e que virou um super amigo, sempre presente nos nossos dias, nos buscou no aeroporto, e nos recebeu no seu motorhome (Tubarão) e partimos para o festival em Wolf Run Ranch área proprietária onde anualmente acontece o What the Festival.

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Fizemos umas 3 horas de estrada, com algumas paradas ao longo do caminho para tirar fotos e gravar umas imagens legais para vocês. Quando finalmente chegamos no What the Festival, ficamos deslumbradas com a  paisagem incrível que nos esperava por esses 3 dias de festival. Éramos as únicas brasileiras no festival, e definitivamente não estamos preparadas para passar o frio que pegamos por lá. Passamos muito frio, muito mesmo, um frio que doía. Lembro de usar aquecedores de neve dentro dos sapatos e nos bolsos dos casacos para tentar esquentar as mãos, sem contar as inúmeras camadas de roupas e casacos, mas parecia que nada adiantava. Esperávamos por dias de sol, e calor mas pegamos dias de frio, mas o mais impressionante era ver aquela galera usando tops, bikinis, e roupas leves como se nem estivessem sentindo o frio algum. Me senti uma verdadeira ET.

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O What the Festival foi um festival extremamente organizado, e limpo prezando pelo “Leave no Trace”  – não deixar rastros, todo lixo gerado é de responsabilidade de quem o gerou. Vimos pessoas catando lixo, e separando lixo por todo o festival. O que chamou bastante a nossa atenção foi a área de fumantes do festival. Mesmo ao ar livre, fumar só era permitido em um determinado local. Independente do que você fosse fumar, a área de fumantes era o local para isso.

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O What the Festivals foi um dos festivais mais coloridos que já fui. As pessoas se fantasiavam, e se montavam para passear pelo festival. Vimos muito glitter, paetês e fantasias de todos os tipos. Foram um total de 8 palcos espalhados pelo festival com muita bass music, hip hop, downtempo, glitch, e house music. Assistimos alguns shows como Lunice, Mr. Carmark, Hermitude, e nosso preferido, Dimond Saints.  Um palco com piscina colocava a galera para dançar muito  durante o dia e aquecer para a noite – mesmo com todo aquele frio vimos muitos bikinis, topless e trajes de banho com boias e placas coloridas que davam um ar de “nonsense” para o festival!!

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A Floresta Iluminada, era uma galeria a céu aberto com mais de 50 instalações de arte  interativas que ligavam um palco ao outro e que a noite acendiam e iluminavam a floresta. Era muito legal andar pela floresta e interagir com as diversas instalações de arte. Dava para curtir arte de todo o tipo, e pular de palco em palco e dançar. Alem disso rolavam diariamente aulas de dança, yoga, bambolê, e ate cinema a céu aberto, sem contar as diversas palestras que abordavam todos os tipos de tema, desde amor a sustentabilidade e aquecimento global.

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Assista o programa que gravamos por lá, espero que gostem!

Clique aqui para ver o álbum de fotos completo.

Não esquece de curtir a nossa página e ter acesso a informações sobre os festivais mais incríveis do mundo.

www.facebook.com/gypsyroadtv

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Entenda a magia do Burning Man 2016

Publicado há

Aqui estou eu depois de uma imersão de dez dias no deserto, quebrando a cabeça e tentando colocar em palavras como foi a minha experiência no Burning Man 2016. Este é o meu quarto ano consecutivo, e a cada edição tenho a certeza absoluta de que o Burning Man é o meu lugar predileto em todo o planeta. Digo isso porque ainda não experimentei nenhuma outra experiência tão transformadora como a de viver num lugar tão agressivo e ameaçador, onde as condições são completamente inóspitas e provocantes, mas que ao mesmo tempo me dá o maior acesso e o maior contato com arte, música e conectividade. Já são quatro anos de Burning Man, mas sempre saio com a sensação de que ainda não vi tudo que tenho para ver — e pelo jeito nunca verei.

Esta edição foi bem diferente das demais, parti para uma aventura sozinha sem muitas obrigações e responsabilidades, a não ser a maior delas, viver de forma integral tudo que o Burning Man tinha para me oferecer. Fiz a minha mala e peguei um voo de última hora para São Francisco, onde fui socorrida por um amigo, Sidney (Burner), que me emprestou a sua casa para ficar uma noite. No dia seguinte o meu roteiro começou a criar forma. A Bruna, uma amiga minha que recentemente se mudou para Los Angeles, passou para me pegar num furgão de 1998, que nomeamos de Margareth. Ahh, se a Margarete falasse… Quanta historia ela teria pra contar! Começamos ali a nossa aventura. A Bruna era uma “virgin”, nunca tinha ido para o Burning Man, e eu nunca tinha ido assim, de carona sem motorhome, sozinha e acampando dentro de uma van.

Burning Man 1

Tentei registrar o máximo da minha trajetória pelo Snapchat da Phouse. Segue abaixo um vídeo de tudo que rolou antes da minha chegada — porque depois que cheguei lá, fiquei completamente sem acesso a internet, e complemente sem bateria nas câmeras e nos celulares até achar uma fonte de energia para recarregar tudo alguns dias depois. Nessas horas senti falta do motorhome, em que eu podia ligar o gerador a qualquer instante e carregar meus equipamentos.

Lá fomos nós três pegar estrada: eu, a Bruna e a Margarete rumo a Reno, a cidade mais próxima de Black Rock City. No meio do caminho recebo uma mensagem do Will, um Burner que eu não conhecia direito, mas que precisava de uma carona. Passamos para pegar ele em Colfax, que fica a uma hora de Reno, e logo tínhamos mais um companheiro de viagem. Chegamos em Reno e corremos para o único lugar aberto para comer, o Applebee’s — estávamos famintos, faltavam dez minutos para fechar, éramos os únicos fregueses e fomos muito bem atendidos! Próximo plano, ir para o Walmart fazer as compras para passar dez dias no deserto. Logo a Bruna se deu conta que trancou a Margareth com a chave dento. Tentamos de tudo, o Will se ralou todo tentando entrar na mini janelinha da van, eu também tentei… Foi quando tive uma brilhante ideia de abrir o carro por trás com a minha perna! A Bruna me carregou, eu coloquei uma perna dentro da janelinha e abri a porta dos fundos da Margareth! Foi hilário! Aqui um pouco do que rolou:

Finalmente conseguimos e resolvemos partir para o mercado. Era uma hora da manhã, estávamos no pique total, e o Walmart estava aberto 24 horas. As prateleiras estavam escassas, muitos burners passaram por lá. Aqui estão alguns dos itens que levamos: água, Gatorade, frutas, verduras, saladas, pães, pastas, nozes, castanhas, pilhas, luzinha para bicicletas, travesseiro, bicicleta, cooler, lencinho umedecido, sacos de lixo, um pouco de tudo. Acredite, terminamos as compras às quatro horas da manhã de sábado para domingo. Pensamos se era melhor dormir ou já pegar estrada para Black Rock City. Optamos por ir direto. A estrada foi tranquila. Passamos por Gerlach, a vila mais próxima, o último posto de gasolina, e alguns stands com vendas de roupas e acessórios para o Burn. Seguimos em frente, e finalmente chegamos nos portões, mas pegamos uma fila de cinco horas até o Will Call para a retirada dos nossos ingressos.

Burning Man 2016

Foi delicioso, tiramos inúmeras fotos com aquela paisagem maravilhosa das montanhas e o vasto deserto e o céu azul.

Burning Man 2016A poeira já começava a tomar conta de tudo, entrava por todos os buraquinhos e aberturas da Margarete.

Burning Man 2016

Quando finalmente pegamos nossos ingressos, a Bruna, virgin, fez o ritual de entrada do Burning Man, deitando no chão e rolando no pó. Depois bateu o sino e gritou: “I’m not a virgin anymore!”. Lá fomos nós para o nosso endereço, 10 & H no Campoeira; Chegamos ao final de tarde, quando estávamos acordados na função a mais de 24 horas. Exausta, optei por dormir e acordar renovada.

No dia seguinte comecei a ajudar a montar a nossa estrutura do camping. Um dos princípios do Burning Man é o voluntariado e o trabalho colaborativo, ou seja, todos podem e devem ajudar! Precisávamos de mãos na massa, e como sou pau pra toda obra não podia ficar de fora. Montamos boa parte do camping, e então resolvi dar a minha primeira volta pela cidade.

Burning Man 2016

Claro que antes dei uma enfeitada na minha bike, e improvisei uma cestinha.

Burning Man 2016Fui explorar, passei por inúmeras instalações de arte, mas muita coisa ainda estava sendo montada. O dia estava muito quente e o céu extremamente aberto, um azulão maravilhoso, parecia uma pintura. Passei pelo templo, que ainda não recebia nenhuma das oferendas ou mensagens nas estruturas.

Burning Man 2016As pessoas ainda estavam chegando no festival, e com o passar dos dias aquilo ia ficar preenchido de energia e mensagens de muita gente. Assisti ao primeiro ritual de fogo, no “Lighting of the Caldron”. Crismon Rose, responsável pelos rituais de fogo do Burning Man, acendia o caldeirão da cidade com os raios da luz do sol — este momento sinalizava o começo e a abertura daquela semana.

Burning Man 2016Depois disso acompanhei uma aula de Acroyoga no meio da Playa no por do sol. Que jeito lindo de finalizar o meu primeiro dia! À noite resolvi desbravar, pedalei até achar alguns campings de música que tocavam o som que eu curto ouvir —breakbeat, dubstep, downtempo, glitch, trap, hip hop. Obviamente encontrei vários, e parei um pouco em cada um que me despertava curiosidade. Dançava um pouco, conhecia pessoas novas, tomava um drink e já pulava na bike para explorar outros lugares. Eu não queria ficar parada, já que as opções eram infinitas. Logo o sol começou a nascer, e assisti àquele momento maravilhoso com a nossa instalação de arte de pano de fundo. O céu laranja e azul, e os raios de sol, que aos poucos começavam a fazer uma pintura nas nuvens. Foi maravilhoso e inesquecível esse nascer do sol, passei horas tirando foto e encantada com tamanha beleza.

Burning Man 2016

Burning Man

Em todos os dias, procurei explorar o máximo possível. Pegava a minha bicicleta, conhecia gente nova, que acabava me acompanhando na jornada. Fiz muitos amigos assim. Encontrava aleatoriamente alguém, começávamos um papo, pulávamos na bike e fazíamos companhia um ao outro. Onde mais no mundo que você faz amizade assim? Já tenho amigos planejando viagens para o Brasil ano que vem! Fotos, muitas fotos — muitas fotos mesmo! Tenho mil fotos da mesma coisa, que não me cansava de olhar.

Burning Man 2016

Era um sonho, mas real. Pensei por um momento que poderia ser possível desta vez ter visto tudo. Bobinha. Foram mais de 400 instalações de arte por toda a Playa, e se eu consegui ver um oitavo disso tudo, foi muito. Uma das peças que mais gostei foi as três torres de madeira, em que se podia subir e caminhar por dentro.

Burning Man 2016

Muito legal, robusto, e olhando de longe parecia uma pintura. Gostei também dos cogumelos que se mexiam, parecia que eles respiravam, abriam e fechavam.

Burning Man 2016Passei por um corredor sensorial também muito louco — a parte externa era extremamente ornamentada, os cortes muito bem trabalhados, e tinha uma mecânica de sons que eram emitidos. Você passava pelo corredor estreito e ouvia uns sons que saiam dali, bem interessante. A baleia de vitrais, que ficava bem em frente ao center camp, também foi uma das minhas prediletas.

Burning Man 2016

Encontrei uma instalação que oferecia cartão postal e sugeria que você escrevesse um poema para si mesmo, colocando o seu endereço, que em até 11 meses chegará até você. Acabei mandando uma carta para a minha mãe, estou curiosa para saber quando ela vai receber! Caí depois numa sala de estar de ponta cabeça, com mesa, cinzeiro, quadros, sofá e até vinho para você tomar numa tarde agradável. Você sentava no sofá com as pernas pro alto e olhava para o céu — que bela sacada! As palavras “magic”, “earth” e “home” também estavam espalhadas pela Playa, e deslumbravam naquele cenário.

Fomos muito privilegiados neste ano com o clima, os dias eram quentes e as noites também. Só mais pro final da semana tirei o meu casaco de pele da mala, antes disso, nem de casaco eu precisava. Foram poucas tempestades de areia, mas teve um dia que uma tempestade simplesmente tomou conta de um pedaço da cidade. Quando digo tempestade de areia, imagine não conseguir ver um palmo a sua frente. Era tudo passageiro, sempre.

Burning Man 2016

Tive a sorte de ouvir várias atrações que gosto, e conheci outras que não conhecia. Pra mim, o mais legal é conhecer o novo, se permitir ouvir um artista que você nunca ouviu antes. O Camp Question Mark tinha um lineup de tirar o fôlego. Pude ver atrações como Diplo, Skrillex, The Glitch Mob e Mr. Carmack. O Opulent Temple por outro lado me apresentou para vários artistas que não conhecia, e que dancei e pulei que nem uma pipoca doida ao som novo. Assisti Griz, que adoro, no camping Ego Trip, foi muito bom!  Vi o sol nascer no Robot Heart ao som de muito tech house, e mulheres lindas, que subiam na estrutura do art car e dançavam a todo estilo.

Burning Man 2016Passei algumas vezes no Distrikt à tarde, um dos campings de música bem badalados e conhecidos na Playa, com muita house music e tech house. Mas minha atração e evento predileto, que arrancou arrepios e calafrios, foi num por do sol maravilhoso no templo ao som de Ayla Nereo no art car dos Dancetronauts. Naquele momento respirei, meditei, e me entreguei. Foi maravilhoso.

Burning Man 2016

Subi em alguns art cars, entre eles um navio enorme que navegava pela Playa, tocando uma sonzeira. Fui lá pra frente do navio, e juro que me senti no filme Titanic! Que loucura que é isso, um navio no meio do deserto! Também entrei no “Monty the Monotrail”, o monotrilho da Disney. Esse art car era da vila onde o nosso camping ficava. Andei no “Catterpillar”, um carro em formato de minhoca, que brilhava com luzes de led! Alguns outros também.

Burning Man 2016

Assisti à queima das pirâmides na quinta-feira. Foi a primeira instalação de madeira a ser queimada, reunindo milhares de pessoas e art cars ao seu redor para assistir àquele momento de renovação. O sol nascia logo ali, os raios clareavam aos poucos o dia, e o fogo tomava conta. Fascinante! Fico imaginando o preparo mental de um artista em optar por queimar a sua arte depois de tanto trabalho dedicado a ela. Desapego é uma das coisas que aprendemos no Burning Man.

Burning Man 2016

A queima do MAN também foi linda, e o clima é outro.

Burning Man 2016

É muito mais festa, muito agito, muitos art cars com som alto ao mesmo tempo, muitas apresentações de fogo, danças e performances antes, durante e depois. No tradicional dia da queima do homem, a sensação que tenho é de que é dia de réveillon. Muita gente na rua, todo mundo em clima de muita festa, sempre muita confusão.

Burning Man 2016

Burning Man 2016

Burning Man 2016

É muito fácil se perder dos amigos, e neste ano aconteceu isso comigo. Gosto sempre de organizar a turma e ter o máximo de pessoas juntas, é um momento de virada, de renovação. Gosto de dar aquele abraço forte nos que me fazem bem, e trocar energia com eles nesse momento tão especial, mas dessa vez metade da turma se perdeu e alguns assistiram à queima sozinhos. Assumo que com isso fiquei um pouco triste, mas logo passou. Optei por uma noite mais tranquila depois, até porque eu sabia que a cidade estaria uma confusão, com muito movimento. Não me resta dúvida de que o fervo acontecia nesse dia, e com certeza muitos campings recebiam atrações super esperadas!

No dia seguinte, a queima do templo arrancou suspiros e arrepios, e até algumas lágrimas. Essa celebração é completamente diferente da anterior. O templo promove o clima de muita paz, ZERO som, falar alto por ali também não é uma boa. Muitas pessoas deixam mensagens e lembranças, e precisam se conectar com aquele momento meditando, respirando e aceitando mais uma vez o desapego. O templo pegou fogo e foi abaixo com muita força, e a roda de pessoas que o cercava urrava, como lobos. Uns choravam, outros gritavam, outros falavam e mandavam suas últimas mensagens para seus parentes e amigos falecidos. É mesmo muito comovente.

Finalizei o meu festival da forma mais linda, perfeita e pura, do jeito que eu precisava. Voltei pro camp, peguei uma coberta gigante e retornei para a queima. Junto com dois amigos, estendi a colcha ao redor do resto do fogo, e ali ficamos. Dormimos no templo, no meio do deserto, e foi a coisa mais maravilhosa que eu poderia ter feito. Me senti renovada, feliz, realizada com mais essa experiência incrível de um Burn tão transformador!

Ainda estou voltando, ainda não digeri tudo, tenho sonhos constantes com o deserto, mas acho que realizei muito bem a minha aventura, e vivi uma experiência mais do que completa. Todos os dias decifro coisas novas que vivi por lá, e as trago comigo. Sou grata a tudo que o Burning Man me ofereceu e me oferece de lições e experiências. São sempre muitas trocas e transformações. O evento acontece uma vez por ano, mas as consequências dele geram resultados ao longo do ano todo.

Burning Man, até ano que vem! )’(

Enquanto isso, assista aos episódios passados do Gypsy Road pelos mais incríveis festivais do planeta:

 

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Conheça o Symbiosis, um dos festivais mais incríveis do mundo

Izaias Lopes

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Estamos muito próximos dos quatro dias insanos do Symbiosis Gathering 2016 e temos o prazer de apresentar mais uma edição do Gypsy Road, programa da Phouse TV produzido pelas nossas meninas que se aventuram nos mais incríveis festivais de transformação do mundo.

Desta vez, Giulia Lops, Rizza Bomfim e Carolina Felix pegaram a estrada rumo ao Symbiosis Gathering 2015, realizado entre os dias 17 e 20 de setembro, na cidade de Oakdale, Califórnia.

Em uma aventura repleta de surpresas, curiosidades e emoções, elas compartilham suas experiências desse festival, que é belo por ter uma cultura de incentivo a sustentabilidade, artes expressivas e desenvolvimento pessoal.

Conforme previsto, neste ano, o mesmo evento ocorre entre os dias 22 e 25 de setembro, na mesma cidade, e promete ser épico, como sempre. Confira tudo que aconteceu na edição passada:

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