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Entrevista

Audax 3.0: lançamento “espacial” marca nova fase do projeto brasileiro

Nayara Storquio

Publicado em

03/08/2018 - 18:47
Audax
Foto: Divulgação
Banda de electro-pop reúne agora os três irmãos
* Edição e revisão: Flávio Lerner

Atenção: o Audax acaba de aterrisar em 2018 totalmente reconfigurado e cheio de novidades. Os irmãos músicos André, Pedro e João Cajado pintaram nesta sexta-feira com o mais novo single “Flying”, pela suíça Sirup, e o trabalho já chega com videoclipe oficial, carregado na produção. Filmado nos Estados Unidos, o vídeo traz os três irmãos como astronautas perdidos no Planeta Terra.

“A ideia foi pirar no conceito do clipe, sem mostrar algo muito previsível e partir para algo mais abstrato. Sempre piramos nos clipes de The Chemical Brothers, Beastie Boys Fatboy Slime queríamos algo semelhante”, disse André, em entrevista para a Phouse. “A inversão que rola faz menção à letra, que diz que ás vezes temos sonhos e esperança, e tudo pode se transformar de forma repentina. Às vezes podemos nos sentir estranhos no próprio mundo que vivemos. Mas qualquer um pode interpretar do seu jeito, o mais legal de arte é isso.”

Com produção da Movie 3, direção de Mess Santos e gravação em Los Angeles e arredores, o clipe simboliza também um pouco da trajetória do grupo, que se coloca como um projeto brasileiro, mas ao mesmo tempo, cosmopolita. Confere aí:

“Flying” também representa a nova fase do trio, que antes era uma dupla, mas agora inclui o irmão mais novo, João, no projeto. Eles já tinham trabalhado juntos no passado, quando iniciaram a carreira musical numa banda de rock, mas tudo mudou depois da morte do baterista Mateus Wille, em um acidente de carro. “Quando a banda acabou em 2010, eu e o André seguimos para a dance music, que sempre fez parte da nossa vida junto com o rock. Foi um golpe duro, mas acho que a dance music nos puxou de volta pro trilho da música”, acrescentou o gêmeo de André, Pedro. O nome, porém, seguiu o mesmo: Audax.

Ainda como um duo, em 2014 os paulistanos lançaram a primeira música “Teach Me How To Love You”, pela Midas Music de Rick Bonadio, para no ano seguinte já começarem a rodar por diversos cantos do Brasil e, posteriormente, do planeta. Para tanto, contaram com suporte de nomes como Sam Feldt, Felix Jaehn, Dazzo e Vintage Culture. “No final do ano passado o João voltou para o projeto. Ele vinha produzindo e acrescentou muita coisa para a nossa sonoridade. Acho que agora estamos na nossa melhor fase”, continua o guitarrista.

João, por sua vez, nos contou que passar um grande período trabalhando no exterior os ajudou a traçar a própria identidade. “O Brasil tem o seu mercado e linha de som que está começando a mudar, então abre espaço para novas sonoridades. Acho que o fato de bebermos da fonte de outro lugares nos faz desenvolver uma sonoridade original nossa. Buscamos ser reconhecidos por soar de um jeito autêntico”, declarou o irmão mais novo.

No universo eletrônico, o trio segue uma linha mais pop, mas também experimenta com misturas inusitadas, como o recente remix para “Ar Condicionado no 15”, do Wesley Safadão, lançado em maio. “Foi uma experiência muito inusitada e um desafio grande. Apresentar um som muito característico brasileiro e que tem aquele toque regional em uma roupagem dance music foi uma grande responsabilidade. Fomos atrás de algo mais ousado e achamos que o resultado ficou muito bom, e o Wesley também amou. O nome Audax inclusive tem muito dessa veia de ousar”, concluiu Pedro. Agora, é aguardar pra ver que outros voos os três irmãos vão apresentar.

Nayara Storquio é redatora da Phouse.

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Plataforma apresenta grande levantamento sobre os festivais brasileiros

Sympla apresentou os números no último SIM São Paulo

Phouse Staff

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Dekmantel Brazil
Última edição do Dekmantel São Paulo. Foto: Ariel Martini/Divulgação

A plataforma de eventos Sympla apresentou durante o último SIM São Paulo — que rolou na última semana, entre os dias 05 e 09 de dezembro — um levantamento de dados dos festivais de música brasileiros. A informação saiu no site do Projeto Pulso.

Segundo o site, são mais de 1.928 festivais distribuídos no país (número que corresponde à quantidade de eventos analisados). O estudo os segmentou em três categorias de tamanho — pequeno porte (em torno de 300 frequentadores), médio porte (entre mil e dez mil frequentadores) e grande porte (mais de dez mil frequentadores) — e em oito categorias de gênero musical: multigênero, eletrônico, rock, sertanejo, rap & hip-hop, funk, MPB & samba e outros (com destaque para o jazz e o forró).

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Ainda de acordo com a reportagem de Franklin Costa, os multigênero correspondem à maioria dos festivais no Brasil, enquanto os de música eletrônica ficam em um surpreendente segundo lugar. As regiões que mais concentram os eventos são, respectivamente, o Sudeste, o Nordeste, o Centro-Oeste, o Sul e o Norte. Centro-Oeste e Sul teriam apresentado uma redução na quantidade de festivais em relação a 2017, enquanto as outras regiões cresceram neste ano.

Os dados completos devem ser divulgados em breve pelo Data SIM.

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Swedish House Mafia no Ultra e no Tomorrowland? E-mail supostamente vaza a informação

Acidente, informação errada ou vazamento proposital?

Phouse Staff

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Swedish House Mafia voltando
Foto: Reprodução

O Swedish House Mafia já anunciou nove gigs de sua turnê mundial em 2019 — e ainda parece ter muito mais por vir. A última das datas confirmadas pelo grupo foi no Weekend Festival, na Finlândia, em 19 de julho. Mas o curioso é o e-mail que foi disparado pela produção do Weekend aos seus seguidores, que supostamente teria vazado a presença do trio em dois dos maiores festivais de música eletrônica do mundo: Ultra e Tomorrowland.

“O retorno do Swedish House Mafia aos palcos, depois de cinco anos, tem sido uma notícia enorme no mundo da música. Para o próximo verão, mais de cem mil ingressos já foram vendidos para seus shows em Estocolmo. Além disso, o top trio vai tocar nos maiores festivais mundo afora, como Ultra, Tomorrowland e Creamfields. Este é também um ótimo momento para recebê-los na Finlândia, no Weekend Festival”, diz o texto.

Dos três festivais citados como exemplo, apenas o Creamfields foi confirmado oficialmente — e embora o Steve Angellotenha declarado que o SHM faria de tudo pra tocar no Tomorrowland no ano que vem, a presença do grupo no Ultra Miami é menos provável, já que o festival será realizado em março, dois meses antes dos shows em Estocolmo, ponto inicial da turnê. Ainda existe a hipótese, é claro, de não se tratar do Ultra Miami, mas de alguma edição em outro país.

Vindo do trio sueco, não seria de se estranhar um vazamento deliberado dessas informações, pra seguir gerando hype e deixando os fãs ansiosos. E conforme o cronômetro da vez no site oficial, tem mais novidades nesta quinta-feira…

+ CLIQUE AQUI para ler mais notícias sobre o Swedish House Mafia

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Trilha de “Kingdom Hearts III” foi produzida por Skrillex; escute!

Produtor colaborou com Poo Bear e a cantora de J-pop Utada Hikaru

Phouse Staff

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Kingdom Hearts
Foto: Reprodução

Famoso no universo gamer, o jogo Kingdom Hearts (que combina os universos da Disney e da franquia Final Fantasy, da Square Enix) teve o trailer de sua mais nova edição lançado nesse último final de semana. Para os fãs de música eletrônica, a grande novidade é que desta vez a trilha sonora leva a participação de Skrillex, que se juntou ao Poo Bear e à famosa cantora japonesa Utada Hikaru (sempre presente nos jogos da franquia).

Segundo a conta do game no Twitter, Skrillex queria inicialmente remixar uma música de Utada, “Don’t Think Twice”, que também estará presente em Kingdom Hearts III. Com o passar do tempo, a ideia evoluiu, e os dois artistas acabaram optando por lançar a inédita “Face My Fears”, som que pode ser conferido parcialmente nesse primeiro trailer.

 

A versão completa de “Face My Fears” será lançada como single em 18 de janeiro. Já o Kingdom Hearts III está previsto para estrear mundialmente no dia 29 do mesmo mês, para Playstation 4 e Xbox One

De fã para fã

Assim como Skrillex, Porter Robinson é outro grande fã de Kingdom Hearts, e referências ao jogo podem ser encontradas em sua arte — sobretudo no projeto Virtual Self.

No Twitter, o DJ parabenizou o colega pela música, comparando “Face My Fears” com o remix de PlanitB para “Simple and Clean”, presente na trilha do primeiro Kingdom Hearts. “Parabéns, cara, eu sei o quanto o KH significa pra você! Esse som me dá arrepios. Fico pensando em como ele captura a essência da música eletrônica popular em 2018, da mesma forma que o remix do PlanitB fez em 2002″, escreveu.

 

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