Amazon está próxima de lançar serviço de streaming, diz site

O mercado mundial de streaming de música pode ganhar um novo player em breve. De acordo com a agência de notícias Reuters, a Amazon planeja lançar um novo produto no mercado.

Ainda não há previsão de lançamento da plataforma, mas de acordo com fontes da agência a empresa norte-americana estaria finalizando o processo de licenças, o que sinaliza que o serviço deve ser lançado em alguns meses. Ainda segundo a reportagem, o streaming será diferente do Amazon Prime Music, que é oferecido a clientes da Amazon Prime, e cobrará US$ 9,99 por mês dos usuários.

Umas das ideias da empresa seria parear o novo produto com o Amazon Echo, tornando assim a plataforma apta a receber comandos de voz dos usuários. Spotify, Deezer, Google Play Music, Tidal e Apple Music que se cuidem.

Flume ultrapassa Kygo em vendas de novo álbum na primeira semana nos EUA

O álbum Skin, do produtor Flume, teve mais de 19 mil vendas na primeira semana pós-lançamento, nos Estados Unidos. O disco foi divulgado ao público no dia 27 de maio. O número supera o registrado nos primeiros sete dias de comercialização do álbum Cloud Nine, do norueguês Kygo, que teve 17 mil vendas entre os dias 13 e 20 de maio.

O lançamento no mercado norte-americano registrou vendas mais positivas ainda do que na Austrália, terra natal do DJ, onde foram vendidas quase 18 mil unidades.

Skin é o segundo álbum de estúdio de Flume, que recebeu dois discos de platina pelo seu primeiro trabalho, batizado com o próprio nome artístico. O novo álbum conta com collabs de Little Dragon, Beck, AlunaGeorge, MNDR, Vince Staples, Tove Lo, Vic Mensa e Kai.

Exclusivo: Steve Angello fará tour pelo Brasil em novembro

Fãs brasileiros já podem comemorar; Steve Angello voltará ao Brasil ainda neste ano. O ex-integrante do Swedish House Mafia esteve no país em abril para o Tomorrowland Brasil e deve retornar em novembro.

Fontes da Phouse confirmaram que o sueco fará apresentações em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. No entanto, ainda não há datas confirmadas para os shows.

UPDATE: Foi anunciado oficialmente hoje (19) que Steve Angello se apresentará na XXXPerience, em São Paulo e no P12, em Jurere Internacional.

Trio brasileiro fará performance ao vivo para a DJ Mag TV nesta sexta-feira

Os produtores Mau Mau, Anderson Noise e Renato Cohen farão performances ao vivo através do streaming da revista britânica DJ Mag, na próxima sexta-feira (3). A transmissão irá do meio-dia às 14h (horário de Brasília).

O ‘lendário trio brasileiro’ (como são descritos os artistas no site da revista) foi convidado para fazer um ‘esquenta’ para o Rio LDN, evento que acontecerá no sábado (4), promovido pela Rio Music Conference (RMC) em parceria com a casa noturna Egg London, de Londres, na Inglaterra, e que vai hospedar a festa.

A Rio LDN levará à terra da Rainha nomes da cena nacional como Amanda Chang, Joyce Muniz, Flow & Zeo, MIXHELL, Brenno Balbino, Bruno Balbino, além do trio que estará na DJ Mag TV.

Com ‘grosseria’, Deadmau5 explica porque aceitou ser headliner do Tomorrowland

As grosserias de Deadmau5 via redes sociais não são novidades, mas nesta semana o produtor foi um pouco além e não poupou nem o seu principal contratante.

Pelo Twitter, um fã questionou Mau5 sobre quem havia o convencido a tocar no Tomorrowland, que acontecerá em julho, na Bélgica. A reposta veio de maneira direta, sincera e com tom grosseiro.

Quem te convenceu a tocar no Tomorrowland?

“O dinheiro foi decente”

Em seguida, o artista reiterou e respondeu de maneira mais bruta e com ar ‘tragicômico’.

“ESPERE! Quis dizer PLUR VIBES”

PLUR é a sigla usada para Peace (Paz), Love (Amor), Unit (Unidade), Respect (Respeito), palavras que formam o mantra da cultura raver.

Deadmau5 se apresentará pela primeira vez no festival no dia 22 de julho, ao lado de Eric Prydz, sendo a atração nomeada “mau5trap vs Pryda”. Até o momento, o Tomorrowland não se pronunciou sobre a polêmica, mas é de se imaginar que os organizadores já sabiam que qualquer coisa poderia vir à tona se tratando de um gênio bipolar da e-music. Aguardamos os próximos tweets.

Banco de investimento prevê aumento da receita de streaming em seis vezes até 2020

A Credit Suisse, banco de investimento suíço, divulgou uma pesquisa que revela uma expectativa mais do que positiva para o mercado de streaming. A instituição prevê um crescimento seis vezes maior na receita das plataformas que oferecem o serviço entre o período 2015/2020.

Segundo o banco, a Apple, que entrou recentemente no ramo, deve controlar cerca de 45% do mercado ao fim da série. Além disso, a amostra revela que que 2016 será o primeiro ano, desde 1998, que que a indústria musical vê as receitas se recuperando após sucessivas quedas nos dados.

A pesquisa mostra que países escandinavos, como Suécia e Noruega têm sido os líderes do mercado de streaming e que são modelos valiosos para o novo alento da indústria. “Este resultado é particularmente dado a entrada da Apple no mercado – sua base instalada de clientes fiéis com uma alta propensão para mudar colocou a Apple Music em uma boa posição para promover uma penetração maior ao longo do tempo”, disse a Credit Suisse.

O Mundo do streaming já é uma realidade há algum tempo e pode ser o novo salvador da indústria musical tornando-a lucrativa em uma escala jamais vista.

Produtores de todo o mundo reagem à aposentadoria repentina de Avicii; Deadmau5 cutuca

A repercussão com a notícia inesperada da aposentadoria de Avicii, na terça-feira (29), foi tão instantânea quanto o anúncio do produtor.

Diversos artistas e marcas do mundo da música se manifestaram com mensagens de carinho ao sueco. Entre os produtores que se expressaram pelo Twitter estão Nicky Romero, Oliver Heldens, Steve Aoki e Steve Angello. Além deles, os organizadores do Electric Zoo NY e até a Coca-Cola, marca com o qual Avicii trabalhou em campanhas publicitárias, publicaram mensagens de agradecimento.

Obviamente, Deadmau5, o grande ‘troll’ da e-music, não ficaria indiferente ao fato. Como de praxe, Mau5 deu uma cutucada em Avicii, mas lembrou que ele mesmo já pensou em parar de produzir e desejou sorte ao DJ. Confira as mensagens:

Deadmau5

“@avichie Toda a sorte na aposentadoria da carreira musical. Eu tentei duas vezes. Não é como sair de uma porra de um emprego”.

Oliver Heldens

“Triste por ouvir sobre @Avicii, sou fã desde seus primeiros trabalhos em 2009. Espero que ele continue produzindo muita música nova!”.

Louis Vivet

“Respeito por @Avicii, sua falta será sentida. Nunca esqueceremos colocando pra explodir o seu ‘2010 Essential Mix’ no carro #nostalgia”.

Morgan Page

“Desejando ao @Avicii o melhor em seus novos empreendimentos e ansioso por seu novo álbum”.

Thomas Gold

“boa escolha @Avicii , tudo de melhor a você irmão”.

THE CHAINSMOKERS

“Muito amor por @Avicii e seu recomeço! Obrigado por ser tão inspirador para nós e desejamos o melhor a você, cara!”.

Nicky Romero

“Escolha corajosa, desejando todo o melhor ao meu irmão @Avicii nós estamos sempre aqui pra você!

Electric Zoo NY

“Obrigado por tocar milhões c/ música & milhares no #EZoo. Boa sorte no futuro @Avicii! avicii.com”.

Gareth Emery

“@Avicii triste por ler isso, mas a vida pessoal deve vir primeiro. Sua música inspirou e vai continuar a inspirar milhões de nós. Muito amor”.

Steve Angello

“Li seu post enquanto estava em tour. Sei o quão difícil foi tomar a decisão, mas também sei o quão certo isso pareceu uma vez que você o descobriu. Muito amor @Avicii.”

Steve Aoki

“@Avicii nós vamos sentir sua falta na estrada!”.

Coca-Cola Music

“.@Avicii obrigado pela música incrível durante os anos. Viva ao futuro!.”

Ingressos para o Burning Man 2016 são esgotados em 30 minutos

O tradicional festival de música e artes Burning Man teve as vendas dos ingressos encerradas apenas 30 minutos após a liberação dos lotes, na última semana. O evento acontecerá entre os dias 28 de agosto e 5 de setembro.

Cada uma das 30 mil entradas para o festival, que acontece todos os anos na cidade montada de Black Rock City, no Estado de Nevada, EUA, foi vendida a U$ 390. Já os 10 mil passes para carros disponibilizados pela organização custaram U$ 80 cada.

O tema do Burning Man em 2016 será ‘Workshops de Da Vinci e a Renascença Italiana’. O festival americano ainda não divulgou quais serão as atrações artísticas, mas podemos ter a certeza de que, por uma semana, o mundo da cultura será surpreendido com os olhares de novos artistas em meio às areias do deserto de Black Rock.

Quer conhecer um pouco mais sobre o festival? Confira abaixo um documentário da Phouse TV com toda experiência vivida pelas garotas do Gyspy Road:

SoundCloud firma acordo com gravadoras e ‘guerra’ de direitos autorais pode chegar ao fim

O crescimento do SoundCloud nos últimos anos trouxe à cena eletrônica mundial um novo alento e força para se fortalecer tal como a conhecemos hoje. No entanto, a evolução da plataforma, enquanto gratuita, também carregou consigo uma polêmica que alimentou uma briga entre gravadoras e o serviço de streaming com relação ao conteúdo não autorizado divulgado por usuários. No entanto, o imbróglio pode estar perto de ter um ponto final.

Depois de formalizar acordos com a Universal, Warner Music Group e Merlin, o SoundCloud anunciou uma parceria com a Sony Music na tentativa de montar um novo projeto pago para a plataforma, onde nenhuma gravadora ou produtor sairá prejudicado quando um novo material for lançado. De acordo com a revista Billboard, em 2014 o SoundCloud perdeu cerca de U$ 41,8 milhões com ‘impostos, depreciação e amortização’, valor bem superior às suas receitas de U$ 19,7 milhões. Mesmo com a intenção, nenhum detalhe e muito menos um prazo para a definição do novo plano de sustentabilidade da plataforma foram estabelecidos.

A Phouse já havia divulgado detalhes do plano da Apple para evitar que seu serviço de streaming, o Apple Music, tomasse o mesmo rumo do SoundCloud, dividindo royalties igualitariamente entre gravadoras e produtores.

No entanto, o futuro pago do serviço de streaming deverá passar por dificuldade, sendo uma delas a varredura forçada de uma boa parte de seus usuários, fora a concorrência cada vez mais acirrada com o Spotify e Apple Music, com 30 e 10 milhões de usuários, respectivamente. Ah, também há de se olhar com atenção a vontade de gigantes como YouTube, Amazon, Tidal e Pandora de entrar no mercado de streaming.

Ainda segundo a Billboard, o SoundCloud deve fazer uma transição suave para que não perca grande parte de seus usuários em todo mundo de uma única vez e para que não desagrade às gravadoras com as quais já tem acordo. A nós, resta agora apenas esperar os próximos movimentos de Alexander Lijung e Eric Walforss, co-fundadores do streaming alemão, e aguardar qual será a espécie de revolução que será dada no mundo da música.

Olin Batista fala sobre retorno da carreira e nova música pela Sosumi Records

“A melhor faculdade para mim é o meu estúdio e meu pai”. É assim que o filho de um dos homens mais bem sucedidos do país responde sobre buscar a formação universitária.

Com apenas 20 anos, o jovem tenista e esquiador (nas horas vagas) acumula apresentações em diversos clubs conceituados, dentro e fora do Brasil, além de elogios de expoentes da cena eletrônica, como o produtor Axwell e o poderoso executivo do mundo EDM Dave Grutman. Esse é Olin de Oliveira Fuhrken Batista, ou simplesmente Olin Batista.

O caçula dos dois filhos de Eike Batista tem uma curta, mas bem vivenciada carreira no mundo da música eletrônica. Green Valley, Sirena, Privilige Club, Kiss & Fly, Pink Fleet, Prime Club, Pink Elephant, La Passion, Zax, Confrataria, Café de La Musique. Um bom currículo que muitos DJs gostariam de ter. Se tudo veio com certa facilidade? Bom, o próprio Olin trata de rebater o pensamento.

“Admito que já pensei em desistir algumas vezes. Todo produtor sabe o quanto é frustrante no começo, quando você não chega a resultado nenhum e ninguém escuta suas músicas”.

Após uma pausa de mais de um ano para se aprofundar na produção musical, Olin Batista retorna a cena com um novo single, que escondeu até dos pais, e fôlego para se lançar de vez no mercado.

A “primeira vez”

Assim como todo caçula, Olin teve influências de Thor, seu irmão mais velho, e a melhor delas foi a sobre o gosto musical. O romance com a e-music começou por acaso, logo aos 12 anos, com o Trance. Antes dos samplers, o produtor teve aulas de piano por seis anos, algo que ele considera benéfico e essencial para o tipo de música que produz hoje.

“Eu tinha 12 anos quando conheci a música eletrônica. O quarto do meu irmão fica ao lado do meu e eu ouvia essas músicas que vinham do quarto dele. Trance foi amor à primeira vista, eu fiquei totalmente impressionado. Aqueles acordes, melodias, acapellas lindas, ainda me arrepio quando lembro como foi lindo. Sigo ouvindo um monte de músicas antigas, clássicos Trance, eles são incríveis”, descreve.

“Lentamente comecei a conhecer outros estilos; descobri o Electro House e, em seguida, diferentes tipos de estilos de House Music, o que foi uma grande mudança no meu conhecimento musical e evolução. Em minhas produções eu estou tentando mesclar todos esses estilos”, completa.

Experimentando sons

O mais novo dos Batista, que se considera ainda na busca por uma identidade musical, acredita que o próprio som tende a seguir flutuando pela House Music, embora esteja em meio ao descobrimento de novas vertentes. “Sinto que eu ainda estou tentando esclarecer as coisas em mim mesmo, porque, como eu disse, acho que é realmente importante experimentar os sons. No momento meu “problema” é que eu quero produzir de tudo e experimentar um monte de estilos diferentes. Pode parecer estranho, mas eu ainda tenho alguns chill-out e projetos de hip hop inacabados no meu computador. Então estou literalmente experimentando sons e estilos. É um longo caminho até encontrar o seu “próprio som”, mas eu acho que House com influências tribais, às vezes com orientação mais Electro, é o meu caminho”.

E são com essas influências tribais que o jovem lançou recentemente seu single “Luma”. Lançada pela Sosumi Records, a faixa teve mais de 11 mil downloads em 48h, um recorde para a gravadora. E nem é necessário dizer em quem ele pensou na hora de compor a música. “Quando eu tive a ideia de produzir essa faixa dedicada a minha mãe (Luma de Oliveira) senti que deveria incluir uma “história” sobre ela e minha nacionalidade. Todo o processo criativo foi muito, muito fácil. A parte mais difícil foi escolher a melhor versão de três diferentes. Como diz o ditado: ‘O primeiro pensamento é sempre o melhor pensamento’. Por isso, lancei a primeira”, explicou.

Expectativa e apoio dos pais

Quem lhe convenceu a parar para repensar seu jeito de produzir música foi seu agente Viktor. A parada para o ‘respiro’ é uma das coisas que Olin mais agradece ao companheiro de trabalho.

“Parei a turnê em setembro de 2014. Viktor tem um pouco de conhecimento sobre produção e outras coisas, mas ele é melhor em saber o que é bom ou o que é ruim, me ajudou com dicas e opiniões, mas eu aprendi como produzir comigo mesmo. Pela minha experiência eu posso dizer: ninguém pode aprender a produzir só com tutoriais no YouTube. Eu quis desistir várias vezes, senti que estava perdido no caminho, mas nesses momentos você tem que se esforçar ainda mais. Como meu pai sempre diz: ‘Olin, sem esforço e trabalho o sucesso não vem por si só’, e ele está certo”, comenta.

Fica mais do que explícito que a inspiração de vida de Olin vem de Eike Batista. O homem forte da mineração no país relembra o principal conselho que deu ao filho para chegar ao topo. “Disciplina, disciplina e disciplina! O resto é a paixão e o dom de fazer”.

A mãe, sempre mais cautelosa, como de praxe, tem preocupações de sobra quanto ao futuro do mais novo. “São duas coisas que eu me preocupo. A primeira é para que ele não perca o dia. A profissão dele é basicamente exercida a noite e o Olin é um menino solar, que gosta do dia, pratica esporte, tem uma alimentação saudável. A segunda coisa é mais uma espécie de intuição. Gostaria muito de que no futuro ficasse bem claro que o sucesso dele é fruto do trabalho, ele é dedicado, comprometido, a gente vive na mesma casa, eu vejo o quanto ele ama o trabalho dele e o quanto ele se esforça. Quero muito que não achem que ele obteve sucesso por ter sido apadrinhado, ou algo assim, eu vejo o quanto de dedicação ele tem, sou testemunha”, declarou Luma de Oliveira.

Futuro

Ciente de que a cena brasileira vive um bom momento, Olin Batista pensa nas melhores formas de explorar o mercado e colocar seu nome em meio aos grandes. O projeto é audacioso. “(O plano) é produzir mais e mais boa música, soltá-las em boas gravadoras, iniciar o meu podcast mensal chamado ‘Spirit Of Sound’, voltar a me apresentar no Brasil e pelo mundo”, revela. “Sinto que voltei no momento perfeito, o Brasil é um dos mercados que mais cresce, isso é algo que eu constantemente ouço dos ‘grandes’ também”, complementa o DJ de 20 anos.

Quando perguntado sobre seus maiores inspiradores da cena nacional e internacional, Olin responde como seu estilo eclético manda. “Aqui vai uma lista dos que mais considero e admiro hoje em dia: Axwell, Eric Pydz, Armin (van Buuren), Chocolate Puma, Shapov, Porter Robinson, Arty, Mat Zo, Hot Since 82, Above & Beyond, Skrillex… (No Brasil) acho FTampa, Jakko e Felguk realmente muito bons e entregam produções de qualidade”, opina.

Se o garoto, que já chama a atenção apenas por ser quem é, colocar o nível de suas produções ao nível de seu discurso de confiança, com certeza a cena brasileira contará com mais uma boa surpresa nesta que tem sido uma das melhores décadas para a música eletrônica.

“Para mim, o mercado da música é um mercado que se você entrar por dinheiro, você não vai a lugar nenhum. ‘It’s all about the love and passion for it’. Quando você é apaixonado por algo, você quer aprender todo pequeno detalhe sobre. Você só tem que se dedicar e acreditar em você mesmo, não deixar as outras pessoas falarem ou fazerem sua cabeça ao contrário. ‘Hard work pays off’, conclui Olin Batista.

Ouça aqui “Luma”, faixa do Olin Batista que saiu pela Sosumi Records

https://soundcloud.com/sosumi-records/olinbatistaluma-freedownload

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Musicmasters Recordings lança “Miami Sounds 2016” durante o Miami Music Week

Em meio a uma das semanas mais importantes para a música eletrônica, em que acontece o Miami Music Week, a Musicmasters Recordings lança o “Miami Sounds 2016”, álbum criado com o apoio e colaboração da nova safra de produtores.

A compilação da label reúne 20 faixas de artistas brasileiros e estrangeiros que buscam exposição e maior espaço na cena eletrônica internacional. Na lista estão DJs/Produtores como Roger Lyra, D-Houz3 e Azzalto. A playlist pode ser ouvida na íntegra através do Spotify.

A Musicmasters Recordings, fundada em 2014 pelo brasileiro Marcelo Silva, é uma divisão da Copyrights Control Corporation, empresa norte-americana especializada em direitos de propriedade intelectual, e tem parceria exclusiva de distribuição em solo nacional com grandes gravadoras como Kontor, Spinnin, Revealed, Smash The House, After Cluv e Universal Music. O objetivo principal da label é encontrar novos talentos na cena nacional e internacional.

Se você é produtor musical e quer enviar sua música para a MusicMasters, basta clicar aqui.

Mais informações: www.musicmasters.rec.br

Siga no Facebook: www.facebook.com/musicmastersrec

Apple Music vai hospedar em sua plataforma mixes e remixes não licenciados

A Apple Music, serviço de streaming da empresa da Maçã, anunciou uma parceria que pode revolucionar o mundo da música eletrônica e dar início a uma solução à guerra iniciada contra o material artístico não autorizado e divulgado na internet.

Segundo o site Billboard, a distribuidora de conteúdo digital Dubset firmou um acordo com a gigante norte-americana que permitirá à plataforma liberar a hospedagem de conteúdo não licenciado por artistas cadastrados e o acesso do mesmo ao público assinante. No entanto, os compositores e gravadoras podem ficar tranquilos, pois o Dubset fornecerá um sistema de distribuição de royalties justo por cada material não licenciado que for rodado.

Ainda de acordo com o Billboard, para usufruir da Apple Music para divulgar o trabalho, DJs e produtores deverão apresentar a música para o Dubset, que através de um software, analisará quem detém os direitos sobre a obra e quais as restrições que devem ser colocadas sob o material. Se a música for liberada, poderá ser hospedado no serviço de streaming e os royalties serão divididos entre criadores e detentores dos direitos autorais. Na matéria, não foi detalhada a data em que todo o material não licenciado será liberado na plataforma.

Hoje, plataformas como o SoundCloud e o Bandcamp são criticadas por liberarem a disseminação de conteúdo artístico livremente e sem qualquer inspeção mais rigorosa. Num futuro próximo, a briga entre gravadoras, produtores, DJs independentes e serviços de streaming pode finalmente ter um final feliz para todos os lados e quem mais ganha, sem dúvida alguma, é o público.

Organização britânica cria sistema online contra pirataria na música

A PRS for Music, organização britânica que protege e defende direitos autorais e divide royalties igualitariamente de diversos músicos pelo mundo, lançou recentemente um novo sistema online que promete dificultar a pirataria na internet: o MAPS (Member Anti-Piracy System). A informação foi dada pelo site Record of the Day.

A ideia da plataforma é rastrear sites em que o fluxo de divulgação de faixas musicais é alto e, caso identificada, derrubar cópias não licenciadas de compositores membros da PRS. O sistema também permite aos usuários remover links encontrados através de pesquisas no Google, que é um dos meios mais comuns de se encontrar arquivos pirateados. A sociedade é a primeira do mundo da música a oferecer o serviço aos seus colaboradores.

O MAPS foi desenvolvido através de uma parceria com a The Publishing Association, que regulamenta a indústria literária no Reino Unido, e estará inicialmente restrita a alguns membros, em março.

“MAPS vai dar maior controle e transparência aos nossos membros, permitindo-lhes participar no nosso trabalho de proteção de conteúdo. O sistema também vai detectar um número muito maior de infrações, enquanto nós chamamos os intermediários para se esclarecerem com a lei”, disse o líder de Processos, Execução e Anti-Pirataria da PRS, Simon Bourne.

Projeto misterioso de Deep House surge no cenário nacional

Silenciosos, discretos e astutos. Assim pode se definir os integrantes por trás de um dos projetos que chegou há pouco tempo na cena eletrônica nacional, mas que já está conquistando fãs à sua maneira: Cat Dealers.

A descrição inicial da dupla de produtores, cujas identidades são desconhecidas, não é uma mera semelhança com o mascote que escolheram para simbolizar o projeto. Pelas informações que a Phouse obteve até o momento, trata-se de artistas que já atuavam na e-music brasileira e são conhecidos do público.

Na fanpage do projeto, já são mais de 2.700 cats, como são chamados os seguidores, e quatro faixas disponíveis para download gratuito.

Recentemente, a dupla misteriosa lançou uma nova track que tem agradado aos fãs do gênero. Enquanto os felinos não revelam a identidade ao público, você pode conferir o mais recente trabalho – Your Body:

Confira outras faixas do Cat Dealers:

Você está preparado para explodir com o Hardstyle no Brasil, em 2016?

Ritmo intenso, 140 a 160 BPM (batidas por minuto), melodias dissonantes, bases reversas e sons distorcidos. Elementos que tornam o estilo inconfundível no momento em que é tocado.

Hoje, é difícil dizer, em termos de energia e peso, que qualquer outro gênero de música eletrônica supera o Hardstyle. O estilo, que no ano passado ganhou um palco exclusivo no megafestival Tomorrowland Brasil 2015, virá novamente ao festival nacional com novidades e muito mais força, dando uma enorme projeção a artistas brasileiros.

Nascimento explosivo

Criado e desenvolvido no fim dos anos 90, na Holanda, o Hardstyle tem passado por um processo constante de evolução ao longo da última década. Alguns de seus precursores como Lady Dana, DJ Zany e The Prophet começaram no Hard após migrarem de outros gêneros mais antigos e conhecidos, como o Techno, Trance e o Hip Hop. A motivação ao criarem o Hardstyle estava no desejo do público que sentia a falta de uma música mais pesada e frenética.

Com o surgimento da produtora holandesa Q-dance, hoje a mais influente do mundo do Hardstyle, a divulgação dos artistas do estilo cresceu e se popularizou em todo o mundo, principalmente no centro-oeste europeu. Hoje, existem grandes festivais dedicados ao gênero, como Qlimax, X-Qlusive e o famoso Defqon.1, que tem sua edição sul-americana baseada no Chile.

Hard Brazuca

No Brasil, o gênero tem engatinhado, mas ganhou novo alento com a vinda do Tomorrowland Brasil, onde a Q-dance foi a ‘dona’ de um palco e trouxe artistas como Coone e Evil Activities. Neste ano, o TML já reservou um novo espaço à produtora holandesa e as surpresas terão o ‘tempero brasileiro’.

Leonardo Pereira e Delano Saviano, conhecidos como Wav3motion e Silencekillers, respectivamente. Dois produtores paulistas de 20 anos apaixonados pelo Hardstyle e com algo além do gênero em comum: serão os únicos dois brasileiros a tocar no palco Q-dance do Tomorrowland Brasil.

“Isso representa muita coisa para mim, estou realmente muito feliz e não vejo a hora de chegar esse grande dia, isso só mostra que minha dedicação e esforço não foram em vão”, disse Wav3motion, natural de Americana (SP).

Wav3motion no se apresentando no Defqon.1 Festival Chile
Wav3motion no se apresentando no Defqon.1 Festival Chile

“Estou contando os dias para o Tomorrowland. Espero fazer um set com muitas produções autorais então vou trabalhar duro até lá. Tenho minha festa de Hardstyle, chamada Hardfall, que darei um foco enorme para crescer cada vez mais”, afirmou Silencekillers (conhecido também como D-Stroyer), de São Paulo capital, e que pretende lançar um álbum e sua própria gravadora até o fim do ano.

Silencekillers em sua festa Hardfall, na Clash Club.
Silencekillers em sua festa Hardfall, na Clash Club.

Dedicação e hard working

Wav3motion começou a produção artística no Hard em 2010, mas criou seu próprio projeto em 2013 e, desde então, vem ganhando espaço entre os aficionados do gênero, os quais ele considera muito fiéis.

“Apesar do gênero ser pouco conhecido no Brasil, o público do Hardstyle é muito fiel e nunca vi nada igual, e isso realmente me motiva muito a continuar me dedicando ao estilo que sempre me identifiquei”, explicou.

Para Silencekillers, as ‘pedradas’ e o som mais pesado chegam a respirar atualmente a atmosfera underground da cena brasileira. O DJ chegou a voltar suas produções ao mundo EDM antes de partir para o Hardstyle. A motivação demorou um pouco a vir, potencializado por um mercado que hoje consome muito do ‘low’ e consagra artistas como Vintage Culture, Alok, ILLUSIONIZE, entre outros.

“Desde que comecei a produzir eu já gostava muito de Hardstyle. Demorou algum tempo para eu tomar coragem e fazer um projeto focado nesse som. Não costumo seguir as modas da cena, portanto o low BPM estar bombando não influenciou na minha decisão. Tem muita gente que gosta de ir pra festivais ouvir som porrada. Meu público é esse, assim como eu (risos)”.


A primeira apresentação de Hardstyle do Silencekillers aconteceu na Clash Club, em São Paulo, no ano passado. A expectativa de apresentar um som fora do convencional era grande. A reação do público surpreendeu o DJ na primeira batida. “Foi uma vibe indescritível. Falo para meus amigos que foi um dos sets que eu fiquei mais feliz em fazer. Logo na primeira música a reação da galera foi insana então continuei o meu set com uma energia enorme e o público correspondeu até o fim”, contou Delano Saviano.

E o último ano também foi de conquistas imensuráveis para Wav3, que foi um pouco além. O produtor venceu um concurso internacional e foi convidado para se apresentar no Defqon.1, no Chile, o maior festival de Hardstyle do mundo.

“Foi uma das melhores notícias que recebi da minha vida, fiquei muito feliz e orgulhoso com essa conquista. Minha experiência no festival foi maravilhosa, o palco que me apresentei, ‘’Purple Stage’’, estava cheio de brasileiros, e a energia do público foi impressionante do início ao fim”, descreveu Leonardo Pereira.

Apostas e menos distância

Mesmo com grandes surpresas e o surgimento de produtores nacionais, o Hardstyle ainda segue no trabalho diário para ‘ariar’ o pouco de terra que lhe foi dado num país de dimensões continentais e em que o EDM e o Low são os donos da bola no momento.

As opiniões das duas revelações brazucas têm o mesmo teor e anseiam pelo mesmo desejo: espaço para o Hard em festivais de grande exposição.

“Infelizmente um dos problemas do Brasil é ser grande demais, e isso dificulta um pouco aos fãs de se reunir. Mas ainda sim acredito que existem possibilidades do Hardstyle ser mais conhecido por aqui. Acho que os eventos e festivais deveriam continuar dando mais oportunidades ao Hardstyle, pois esse estilo tem muito potencial”, concluiu Wav3motion.

“Não acho que falta algo em específico, mas acredito que para a cena crescer bastante tem muito trabalho a ser feito. O Brasil tem um público fiel do estilo, portanto festas e festivais são os maiores meios de mostrar ao resto do país esse tipo de som. Creio que clubs e festivais nacionais poderiam apostar mais no Hardstyle, assim como DJs iniciantes devem explorar mais esse mercado e fazerem um trabalho sério com lançamento de músicas”, finalizou Silencekillers.

*Se você ainda não conhece o estilo, aí vai uma lista de cinco artistas indicados por Wav3motion:

Noisecontrollers

Zatox

Brennan Heart

Wildstylez

Coone

Confira abaixo produções dos dois talentos brasileiros:

Brasileiro vence concurso mundial por remix de música do Yellow Claw

Não é novidade para ninguém que o Brasil vem se destacando na produção musical e escalando bons degraus na cena eletrônica mundial. Todos os dias, novos produtores surgem com ótimas ideias e, na maioria das vezes, não são reconhecidos por isso.

Felizmente, um brasileiro da nova safra saiu da curva e teve na última semana o trabalho visto e premiado por isso. O curitibano Rodolfo Silva, conhecido como Torfobeatz, venceu no dia 23 de fevereiro um remix contest promovido pelo portal Splice para a música “Burn It Up”, do grupo de trap music Yellow Claw, com participação de Beenie Man.

O Splice funciona como uma rede de compartilhamento em nuvem de projetos, ideias e collabs entre produtores do mundo inteiro. O concurso distribuiu três prêmios principais, sendo o maior deles a divulgação da track vencedora no novo álbum do grupo holandês Blood For Mercy Remix, e um quarto chamado de ‘prêmio da comunidade’, este último vencido por Torfobeatz. A track do paranaense foi a mais curtida pelos usuários da plataforma e como resultado o produtor ganhou uma assinatura de um ano no banco de samples e presets do Splice, podendo se utilizar de mais recursos para poder produzir suas próprias músicas.

“Quem vê de fora pode achar isso pouco, mas pra mim foi um desafio e uma conquista enorme conseguir ganhar esse, que foi o primeiro concurso do qual participo”, disse Torfobeatz. “Quantos brasileiros ganham algo a nível mundial por dia? Quantos deles são reconhecidos de alguma forma pelo que fizeram?”, concluiu o produtor.

Confira o resultado do remix de Torfobeatz para Yellow Claw – Burn It Up ft. Beenie Man, e em seguida, a música original:

Rio de Janeiro é listada entre as cidades com melhor vida noturna do mundo

O Rio de Janeiro foi listado pelo site australiano Inthemix na última terça-feira (24) uma das 20 cidades com a melhor vida noturna do mundo, dentro da música eletrônica.

A Cidade Maravilhosa ficou na sexta colocação, empatada com a fabulosa Las Vegas. O município com a noite mais agitada do planeta, segundo o site, é a capital alemã Berlin.

Para elaborar o ranking, os australianos criaram uma pontuação, que vai de 0 a 100, e levaram em conta sete itens: quão bons os clubes são; se há um night mayor (pessoa pública responsável por representar e organizar a vida noturna na cidade); se o transporte público funciona durante a madrugada; a que horas os clubes fecham; quanto uma cerveja custa em média; a que horas estabelecimentos que vendem bebida alcóolica fecham; se é possível encontrar um lugar para comer após a meia noite.

Na avaliação, o RJ alcançou 74/100, deixando para trás cidades como Buenos Aires, Miami, Tóquio e Barcelona. Na justificativa do Rio estar na lista, o Inthemix cita clubes como o The Week, La Paz e o 00. A capital carioca é também a única representante brasileira na pesquisa.

SP, Floripa e Curitiba fora

Conhecidas pela noite movimentada e pela cultura clubber enraizada, São Paulo, Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) foram ‘esquecidas’ pelo Inthemix na criação do ranking. Em 2014, a CNN elegeu a capital paulista como a quarta melhor cidade para se curtir a noite, devido a ‘diversidade e intensidade’.

A proposta do ranking australiano era elencar os locais onde os amantes de música eletrônica podem ter os melhores clubes e a melhor infraestrutura possíveis para desfrutarem. Seguindo a linha, seria, talvez, justo também lembrar do trio de capitais deixados de lado, obviamente, sem tirar os méritos do Rio de Janeiro, onde o funk e o samba estão mais incorporados à noite carioca.

Obra de Porter Robinson é escolhida para apresentação de nave espacial

O jovem produtor Porter Robinson pode dizer que ‘participou’ de um momento único na história da aviação mundial.

O americano teve uma de suas músicas escolhidas para ser a trilha sonora de apresentação da Virgin Space Ship Unity (VSSU), a nova espaçonave da gigante americana Virgin Galactic, que promete fazer viagens regulares ao espaço. Esta é a segunda nave espacial apresentada pela empresa.

A faixa ‘Sea of Voices’ foi tocada durante a cerimônia no Espaçoporto de Mojave, na Califórnia, Estados Unidos, que contou com a presença do bilionário Richard Branson. Além disso, a track também faz parte do vídeo oficial de apresentação da VSSU, que tem a narração do aclamado cientista Stephen Hawking.

O gerente de design da Virgin Galactic, Tom Westray, foi sucinto ao dizer porque escolheu a música do DJ de 23 anos. “Devo ter escutado mais de mil faixas, tomando a maior parte do ano para encontrar a música certa para a inauguração da nossa nova nave espacial. ‘Sea of Voices’ não se encaixa somente no momento, mas também à marca perfeitamente”.

Confira o vídeo oficial de apresentação da espaçonave com ‘Sea of  Voices’, de Porter Robinson, e a narração de Stephen Hawking:

Jamie Jones lançará novo álbum na segunda semana de março

O ano mal começou, mas o britânico Jamie Jones não perdeu tempo e lançará seu primeiro EP de 2016. Illicit Behaviour vai ser apresentado ao mundo oficialmente em 14 de março e terá o selo da gravadora Kaoz Theory, fundada pelo norte-americano Kerri Chandler.

O álbum contará com duas músicas de autoria do produtor, sendo a primeira de mesmo nome do disco, e a segunda “New Skool Acid”, que é seguida por três remixes de convidados: Matthias Tanzmann, figura carimbada nas festas ‘Paradise’ lideradas por Jones, e Stephane Ghenacia e Seb Zito, afiliados a Kaoz Theory.

Em 2015, Jamie Jones lançou três EPs, sendo Siberian Express apresentado com a label da Hot Creations, gravadora de propriedade do britânico.

Confira abaixo trechos de Illicit Behaviour antes do lançamento oficial:

Tracklist
01. Illicit Behaviour
02. New Skool Acid
03. New Skool Acid (Matthias Tanzmann Remix)
04. New Skool Acid (Stephane Ghenacia Remix)
05. New Skool Acid (Seb Zito Remix)

Hardwell está fora do Tomorrowland Brasil e deve ser confirmado para o EDC, neste ano

A segunda edição do Tomorrowland Brasil terá um desfalque de peso no line-up. Hardwell, DJ número dois no ranking da revista britânica DJ MAG, não virá para o maior festival de música eletrônica do país, neste ano.

Além de estar fora dos planos para o Tomorrowland Brasil, o holandês está na mira de outro grande evento. De acordo com fontes da Phouse, o produtor deve ser confirmado como um dos headliners da segunda edição do EDC Brasil, que ainda não teve as datas de realização neste ano reveladas.

Em 2015, o EDC aconteceu em dezembro no autódromo de Interlagos, em São Paulo, e reuniu grandes nomes da cena internacional e nacional como Martin Garrix, Tiësto, Dash Berlin, Steve Aoki, Amine Edge & DANCE, Alok, Vintage Culture e Renato Ratier.

Já o Tomorrowland Brasil, que acontecerá entre 21 e 23 de abril na Arena Maeda, em Itú (SP), confirmou os headliners para este ano, entre eles Axwell /\ Ingrosso, Alesso, Armin van Buuren, Nicky Romero, Steve Angello e Solomun.

https://www.youtube.com/watch?v=SC9qRemyXH4