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Avicii convida talentos de todo o mundo para criar videoclipe

Phouse Staff

Publicado em

21/09/2013 - 12:39

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A A bebiba energética burn®, junto com o DJ internacional Avicii, estabeleceram parceria com a Talenthouse para convidar talentos e criativos para criar o videoclipe oficial da track de Avicii inspirada nos sons da F1, ‘Speed’ (burn® & Lotus F1® Team Mix).

Para aspirantes a cineastas e diretores de vídeo, esta é uma oportunidade única. Para apoiar a colaboração criativa e a carreira de talentos emergentes, a burn® está oferecendo um incentivo de U$4.000 (quarto mil dólares) para que o vencedor final possa investir em projetos futuros. Agora, é a hora destes artistas do vídeo mostrarem sua visão em uma plataforma global!

“Até agora, eu tenho sido muito sortudo na minha carreira e sei que esta é uma ótima plataforma para descobrirmos o próximo talento emergente, ao mesmo tempo em que ajudamos alguém a ter a chance de apresentar seu trabalho para uma audiência maior e destacar-se como diretor de videoclipes”, disse Avicii.

Abastecido pela burn®, a nova track é uma interpretação da experiência em automobilismo do time da Lotus F1® com inspiração nas emoções humanas dos motoristas, nos fluxos e refluxos das corridas e na intensidade da atmosfera das pistas. Para mergulhar no universo da F1®, Avicii realizou um curso intensivo em Enstone, Reino Unido, sede da Lotus F1®, onde desenvolveu sua inspiração para a track “Speed”. A nova track experimental foi tocada pela primeira vez no festival Burn Yard™ Live que aconteceu em Budapeste em 26 de julho de 2013.

Um vencedor será escolhido por Avicii e pelos jurados convidados Ash Pournouri (Diretor de Criatividade e empresário de Avicii), Zoe Stainsby (Gerente Global de Música e Marketing da Coca-Cola) e Kazim Rashid (Chefe de Conteúdo da burn® na Vice Media) que irão selecionar o vencedor com atenção especial aos trabalhos mais votados.

O vencedor, além de receber U$4.000 (quarto ml dólares), terá uma conversa, via Skype, com Avicii e seu empresário, Ash Pournouri, para aconselhamento de carreira e terá ainda seu trabalho divulgado nos canais de Midias Sociais e de Videos da burn®, incluindo YouTube e Facebook.

Os trabalhos poderão ser submetidos entre os dias 7 de agosto e 2 de outubro de 2013. Lembrando que os jurados estão à procura de vídeos que destaquem habilidade, imaginação, energia e velocidade!

 Mais informações: http://www.talenthouse.com/produza-um-videoclipe-para-avicii

Sobre burn:

BURN® energy drink é lider da categoria, na explosão global das bebidas energéticas. A sua fórmula vermelha é símbolo do fogo ativo, que proporciona ao bebedor a energia necessária para mudar a sua visão original de mundo. Desfazendo as normas da categoria, os consumidores incorporam uma mentalidade “viva em volume máximo”, sem medo das barreiras criadas pela sociedade. BURN é uma marca da The Coca-Cola Company. BURN está disponível em mais de 80 países em todo o mundo.

 Sobre Avicii:

O que Avicii e seu empresário, Ash Pournouri, alcançaram em pouco anos é impressionante. Ao iniciar a sua carreira com apenas 18 anos, o estreante auto-didata sueco, Avicii agora com 22 anos, atingiu um sucesso com o qual muitos jamais poderiam imaginar em suas vidas. Com sucessos top nas paradas como Seek Bromance, My Feelings For You, Fade into Darkness, Silhouettes e LE7ELS, Avicii, desde 2008, ascendeu desde produtor caseiro a super estrela internacional. O sueco liderou o Ultra Music Festival com Madonna; levantou $1 milhão de dólares em uma turnê para a caridade; juntamente ao seu agente Ash Pournouri, participou de uma colaboração exclusive com Ralph Lauren: Denim & Supply; e embarcou em uma das maiores arenas de Electronic Dance Music. Avicii, agora, está lado a lado dos artistas mais requisitados do planeta.

 Sobre a Talenthouse:

A Talenthouse é a maior plataforma co-criação do mundo, com uma comunidade de influenciadores onde criativos podem expressar suas paixões, colaborar em projetos únicos com artistas e marcas líderes, compartilhar seus trabalhos e aumentar sua visibilidade. Os artistas mantém a propriedade de seus trabalhos ao usar a Talenthouse como a plataforma para colaborar, aumentar sua audiência e abrir um canal de renda para sua atividade criativa.

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Estudo revela índice alarmante de assédio sexual em festivais no Reino Unido

Nayara Storquio

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Assédio festivais
Edição do Bestival, no Reino Unido. Foto: Reprodução
43% das mulheres britânicas que frequentam festivais relatam já ter sido assediadas

A quantidade alarmante de ocorrências de assédio sexual em festivais de música foi foco de um estudo feito pela YouGov. A instituição de pesquisa apurou que 43% das mulheres com menos de 40 anos de idade afirmam ter sofrido algum tipo de assédio sexual nos eventos. O estudo conversou com 1.188 participantes de festivais e descobriu que apenas 2% dos abusos foram denunciados. 

As vítimas não são apenas mulheres; o estudo identificou que 22% dos frequentadores em geral já passaram por situação de agressão ou assédio. Por assédio, entendem-se comportamentos inconvenientes, como forçar o contato ou a dança, cantadas grosseiras, toque não autorizado, tentativa de estupro, entre outros. O assédio sexual verbal e a forçação da dança foram as duas formas mais pontadas. As estatísticas também revelam que uma em cada cinco mulheres sofreu alguma forma de agressão sexual desde que completou 16 anos.

+ Denúncias de abuso sexual no meio artístico unem mulheres do mundo todo

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As vítimas do sexo masculino, entretanto, figuram como as mais propensas a denunciar. Cerca de 19% dos homens vítimas de agressão sexual relataram suas experiências à equipe do festival contra 1% de mulheres — em ambos os sexos, porém, apenas 2% procuraram a polícia. Todavia, as mulheres assediadas procuraram ajuda com amigos ou familiares em 53% das situações, contra 39% das vítimas masculinas — o que possivelmente evidencia a falta de acesso ou confiança das vítimas com as opções de ajuda oferecidas nas ocasiões.

O que fazer?

Muitas pessoas infelizmente já passaram por situações de assédio, independentemente de gênero ou de opção sexual. Neste caso, a melhor forma de agir é não ficar calado, como recomenda a especialista em violência sexual, Katie Russell, da ONG Rape Crisis, em matéria publicada pela BBC News. Algumas das dicas de Russell são:

– Se for espectador do assédio, se disponibilize a ajudar vítima; esteja ciente de que ela pode estar sentindo-se humilhada ou constrangida.

– Cerque-se de pessoas em quem confia.

– Vítimas podem estar em choque, ajude-as a se manterem aquecidas e hidratadas.

– Para denunciar o assédio sexual, procure a equipe de segurança.

– Vítimas nunca devem se sentir culpadas pelo assédio.

E ela ainda afirma: “A intervenção dos colegas pode ser poderosa”.

No Reino Unido, alguns festivais como The Green Man e Bestival já contam com ações de redução de danos desse tipo, oferecendo assistência plena para atender possíveis ocorrências. Nos países britânicos, qualquer vítima pode procurar organizações como The Survivor’s TrustRape Crisis ou Survivors UK.

No Brasil, essas políticas ainda estão engatinhando, tanto na cena eletrônica como na cultura de modo geral. Entretanto, há sim mecanismos de denúncia contra a violência e o assédio sexual. As vítimas podem procurar ajuda dos Departamentos de Polícia e Delegacias da Mulher.

+ Festivais no Reino Unido fazem campanha contra assédio sexual

+ Projeto europeu vai trabalhar com clubes para combater a violência sexual

O mais importante é estar ciente do que está na lei brasileira. Além dos abusos com contato físico, o assédio sexual verbal — as populares “cantadas” na rua — pode ser enquadrado como crime ou como contravenção. Se houver calúnia, injúria e difamação, trata-se de um crime contra a honra. Se o assédio é considerado de “menor potencial ofensivo”, é uma contravenção penal — incluindo a importunação ofensiva ao pudor e perturbação da tranquilidade, quando o agressor mostrar as genitálias para oprimir a vítima. Ambas incluem penalidades de cadeia ou multa.

Paquera ou assédio?

Quando alguém tem interesse em conhecer uma pessoa ou elogiá-la, o autor não lhe dirige palavras que a exponham ou a façam sentir-se invadida, agredida, ameaçada ou encabulada. Vamos se ligar e respeitar tanto as mina, quanto as mona e os mano!

+ AFEM lança serviço de apoio a vítimas de abuso sexual na indústria da música eletrônica

+ O que as mulheres querem transformar na cena eletrônica nacional

YouGov

A YouGov e uma instituição do Reino Unido que utiliza conexões online entre parceiros no mundo todo para realizar pesquisas. Ela é líder internacional de pesquisa de mercado com operações na Europa, América do Norte, Oriente Médio e Ásia-Pacífico. Você pode conferir o estudo completo aquiA pesquisa em questão foi encomendada pela Press Association, e entrevistou 1.188 frequentadores de festivais.

Nayara Storquio é colaboradora da Phouse.

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França terá primeiro show de música eletrônica em palácio presidencial

Phouse Staff

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Foto: Reprodução
Pátio do Palácio do Eliseu sedia evento gratuito no Dia Mundial da Música

A gente sabe que a França curte umas apresentações eletrônicas inusitadas, como nas vezes que o David Guetta tocou na Torre Eiffel, ou quando o DJ Snake tocou no Arco do Triunfo, por exemplo. Desta vez, o cenário da balada será o Palácio do Eliseu, no que será a primeira vez que um evento de música eletrônica será realizado num palácio presidencial. A programação gratuita terá cinco DJs e faz parte das comemorações do Dia Mundial da Música, celebrado nesta quinta-feira dia 21.

Construído no século XVIII, o Palácio do Eliseu fica em Paris, servindo hoje como residência oficial do presidente Emmanuel Macron. Será que ele também gosta de dance music?

O lineup conta com Busy P (chefão da Ed Banger Records, selo que tem o Justice como carro-chefe), Chloé, Kavinsky (famoso por assinar a trilha sonora de Drive), Cezaire, da Roche Musique, e Kiddy Smile. Com entrada franca, o show foi  planejado para receber um público de 1.500 pessoas, e acontece das 20h à 00h, no horário local. Os ingressos estão esgotados.

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Dash Berlin rachado: Sutorius deixa o grupo e explica sumiço recente

Phouse Staff

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Dash Berlin
Foto: Reprodução
Frontman do Dash Berlin está impossibilitado de representar o projeto 

O DJ Jeffrey Sutorius, mais conhecido como o rosto do Dash Berlin, explicou nessa segunda-feira por que vinha dando um perdido nos seus compromissos ultimamente — e a notícia não é nada boa para os fãs. Sutorius rompeu com a Vanderkleij Agency e com Sebastiaan Molijn e Eelke Kalberg, os outros membros do grupo, que, segundo ele, registraram a marca “Dash Berlin”, deixando-o de fora. Isso significa que, neste momento, Jeffrey está legalmente impossibilitado de se apresentar como Dash Berlin, ou mesmo de usar as redes sociais do projeto.

Em comunicado, o DJ aponta que a relação entre ele e os colegas vinha se deteriorando já há alguns anos, até chegar num limite. Por participarem das produções musicais, Molijn e Kalberg são naturalmente considerados membros do Dash Berlin, mesmo sem participar das turnês. A dupla também era responsável pelo gerenciamento de carreira e booking do projeto. Sutorius agora afirma ter entrado com um processo judicial, por meio de seus advogados, para resolver a questão. Tecnicamente, portanto, o Dash Berlin hoje consiste nos dois produtores, sem a presença de seu membro mais famoso.

Recentemente, o cancelamento em cima da hora de duas apresentações do DJ (no A State of Trance 850, na Polônia, e no festival Spring Awakening, nos EUA) e o sumiço nas redes sociais levantaram especulações. A única informação levada ao público era de que Jeffrey estava com problemas de saúde —  o que agora foi justificado na carta como consequência do estresse em torno do imbróglio com os antigos parceiros.

Confira o comunicado de Sutorius enviado à imprensa, com tradução para o português pela Phouse:

Amsterdã, 18 de junho de 2018

Venho por meio desta informar que no final de maio cortei meus laços com a Vanderkleij Agency, com Sebastiaan Molijn e Eelke Kalberg (booker e management do Dash Berlin). A razão para terminar o relacionamento foi a má administração nos últimos anos e a negligência aos meus interesses. Recentemente, descobri que Molijn e Kalberg, juntamente com a Vanderkleij, registraram o ‘Dash Berlin’ em seu próprio nome. Eu não percebi que, assim, talvez não fosse possível que eu continuasse tocando usando esse nome. Pedi aos meus advogados que apresentassem esse assunto ao tribunal, para resolvermos o imbróglio. Tudo isso teve uma influência negativa na minha saúde, e então fui aconselhado a pegar leve. Eu preferiria anunciar isso através dos meus próprios canais de mídia social. No entanto, depois de terminar o relacionamento, meu acesso às contas foi bloqueado. Espero que tudo isso possa ser resolvido rapidamente e que eu possa continuar a me apresentar. Eu amo meus fãs e espero que eles compreendam a situação.

Jeffrey Sutorius (Dash Berlin)

Molijn, Kalberg e a Vanderkleij Agency não se manifestaram sobre o caso até este momento.

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