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Armin, Kaskade e Laidback Luke refletem sobre a morte de Avicii

Phouse Staff

Publicado em

07/05/2018 - 16:26
Foto: Reprodução
Os artistas se manifestam sobre como evitar que casos como o do sueco se repitam

A morte de Avicii foi um choque no mundo todo, e segue dando o que falar — especialmente depois que a causa da morte foi revelada: suicídio, provavelmente por causa de um caso grave de depressão. Assim, além de lamentar e prestar suas homenagens, diversos expoentes da EDM têm se manifestado sobre o problema e feito alertas, a fim de evitar que tragédias como esta se repitam.

Armin van Buuren, em entrevista à Sirius XM, declarou que a morte de Avicii vem como “um sinal de alerta para todos nós”. “Todo DJ, não importa quão pequeno ou grande, lida com certa quantidade de insegurança. A pressão pode ser enorme. Todo artista é um perfeccionista. Nós lemos tudo o que é dito sobre nós. Essa é a verdade. Mas se você faz o seu melhor, aquilo é o melhor que você consegue entregar. Eu acho que o Tim não conseguia lidar com isso. Ele era sempre inseguro, e se você é tão inseguro que precisa de álcool para  se apresentar para o público, isso é terrível. Acho que cada um lida com isso de uma forma, e é triste que o Tim tenha passado por tantas dificuldades. Esse é o dia mais triste da história da dance music. E também acho que serve como um sinal de alerta para todos nós, sabe? Temos que nos levantar e não permitir que algo como isso aconteça de novo”, comentou.

Depois, Laidback Luke, que ajudou Avicii a se tornar conhecido no começo da carreira, soltou um vídeo em seu blog em tributo ao produtor. O artista compartilhou informações novas sobre seu passado com o, pediu para que os fãs mantenham o seu legado vivo para as próximas gerações e falou sobre a saúde mental no mundo artístico, dando dicas para lidar com estresse e ansiedade — sobretudo, a de nunca guardar seus problemas apenas para você mesmo, não ter medo de pedir ajuda a pessoas próximas e como ajudar a si mesmo e as outros.

Já o Kaskade chegou a soltar uma carta aberta na semana passada em seu site oficial, em tom similar ao de Luke. Nela, o artista confessa ter refletido muito, ao lado de amigos e colegas, sobre a morte de Avicii, e chegado à conclusão de que se cada um de nós passar a ser mais cuidadoso com as pessoas à nossa volta, podemos ajudá-las a encontrar saídas para problemas similares pelos quais passou o sueco. Confira a carta, em tradução livre pela Phouse:

“Na semana depois da morte do Tim, eu passei bastante tempo no meu estúdio, mas não exatamente para fazer música. Foi uma semana de conversas com todos que apareceram — DJs, produtores e profissionais da indústria. Escutei muitas histórias e tive a chance de contribuir com as minhas experiências. Fiquei sabendo que as taxas de suicídio aumentaram muito na última década, e isso me fez pensar: quantas pessoas que passam por nossas vidas diariamente, semanalmente ou mesmo uma única vez e que simplesmente precisam que olhemos PARA elas? Quantos deles precisam apenas ouvir que nós entendemos, que nós também temos problemas que sequer aparecem nos nossos Instagrams? O que podemos fazer de melhor?

Minha oportunidade de conversar com o Tim já era. Eu não sabia do que ele precisava, e provavelmente não teria como fornecer a ele, mesmo que soubesse. Mas ainda tenho a minha chance de ajudar amigos, conhecidos e familiares que estão lutando para sobreviver ao dia a dia porque eles estão em um combate mano a mano com ansiedade, depressão, ambos ou alguma combinação de problemas que simplesmente os deixam desamparados. E agora mesmo acho importante reconhecermos essas pessoas e talvez até admitirmos que nós somos essas pessoas. Eu consigo me identificar com o sentimento de que esta vida é barra demais e de que eu não sou bom o bastante. Você não?

Aos que estão se sentindo perdidos agora mesmo: sinto muito pelo seu desespero. Não consigo carregá-lo por você, nem consertá-lo. Mas posso deixá-lo saber que essas fotografias de perfeição que nós somos forçados a publicar nas plataformas online não são reais. São apenas uma pequena fração da realidade. Todo mundo por aqui já esteve perdido, está perdido ou estará perdido em algum momento neste planeta. Enquanto isso não muda em nada o fardo que você carrega, é importante que você reconheça que você não é menos do que ninguém. Você não é defeituoso e nem está quebrado. No seu pior, no seu período mais sombrio, você não está quebrado. Você ainda pode colocar seu rosto no sol, atingir os céus e dar um sorriso. E quando você fizer isso, enquanto você está aqui fazendo o seu melhor, mesmo que o seu melhor seja fingir um sorriso para o universo, é o suficiente.

Chegou o momento de sentirmos paixão pela bondade e pararmos de nos comparar com as mentiras que vemos online […]. Pedir ajuda, ganhar um abraço restaurador e deixar as lagrimas caírem quando for necessário. Ouça música que faz você chorar e rir. Seja corajoso o suficiente para compartilhar seus sentimentos com um amigo. Sinta o espectro por dentro de você, porque nós somos desenhados para sentir mais do que perfeição. Estamos aqui para lutar, perseverar e viver a cada dia que nos é dado. Mais importante, nós estamos aqui para crescer e nos tornarmos melhores, o que nem sempre vem imediatamente acompanhado por uma sensação de felicidade. Pode levar anos, mas fomos feitos para isso.

Eu não tenho a cura para a depressão, a ansiedade e as mazelas do mundo, mas se minhas reflexões recentes sobre o Tim me levaram a algum lugar, foi este: lutar como um louco para que as coisas reencontrem seu equilíbrio. Ajudar os outros em suas lutas. Saúdo a todos que perseveraram em suas batalhas para continuar neste mundo — eu sei que é exaustivo. Estou extremamente triste por todos os que perderam esse combate. Mas não vou deixar essa tristeza sem respostas. Comprometo-me a manter meus olhos abertos e a dar amor, bondade e compaixão aos que precisam, incluindo a mim.

Você fará o mesmo?”

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Chainsmokers e Zedd lideram charts de dance music no 1º semestre de 2018

Phouse Staff

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Billboard charts
Foto: Reprodução
Billboard revelou as músicas mais tocadas e vendidas até agora no ano

A Billboard divulgou na última semana seu relatório semestral das paradas de dance music. The Chainsmokers e Zedd foram os artistas que mais se destacaram nas categorias “álbuns” (que também inclui EPs) e “singles”, respectivamente. Os charts são baseados em dados contabilizados entre 27 de dezembro do ano passado e 28 de junho deste ano.

Os Chainsmokers lideram o ranking de álbuns mais populares (que conta não apenas vendas físicas e digitais, mas também número de plays) com Memories… Do Not Open, e ainda emplacaram dois EPs entre as cinco melhores colocações: Collage, em terceiro lugar, e Sick Boy, em quarto. Em números, os discos “venderam” 161 mil, 114 mil e 106 mil cópias, respectivamente (o número de vendas aqui também leva em conta uma conversão de número de streamings). Veja como ficou a lista dos álbuns mais populares deste primeiro semestre:

1. The Chainsmokers, Memories… Do Not Open (161 mil)
2. Calvin Harris, Funk Wav Bounces Vol. 1 (129 mil)
3. The Chainsmokers, Collage (EP) (114 mil)
4. The Chainsmokers, Sick Boy (EP) (106 mil)
5. Lady Gaga, The Fame (101 mil)
6. Above & Beyond, Common Ground (91 mil)
7. Odesza, A Moment Apart (84 mil)
8. Kygo, Kids In Love (76 mil)
9. Avicii, True (67 mil)
10. Gorillaz, Demon Days (60 mil)

Já na lista de álbuns mais vendidos, a liderança é do trio Above & Beyond, que lançou Common Ground no começo deste ano. É curioso notar, entretanto, como a grande maioria dos discos mais vendidos é mais antiga (assim como no chart acima), com muitos lançamentos da década passada.

1. Above & Beyond, Common Ground (79 mil)
2. Gorillaz, Demon Days (21 mil)
3. Lady Gaga, The Fame (19 mil)
4. Various Artists, Now That’s What I Call a Workout 2018 (17 mil)
5. Odesza, A Moment Apart (14 mil)
6. The Chainsmokers, Memories… Do Not Open (14 mil)
7. Daft Punk, Discovery (14 mil)
8. Various Artists, Now That’s What I Call Hits & Remixes 2018 (12 mil)
9. Lindsey Stirling, Brave Enough (11 mil)
10. Daft Punk, Random Access Memories (10 mil)

Em termos de singles, o grande vencedor deste primeiro semestre é Zedd, que emplacou seu single “The Middle” na primeira colocação por 23 semanas. A música é uma collab com Maren Morris e Gray e foi o single de dance/eletrônico mais vendido de 2018 até agora. Com 621 mil unidades, a produção tem quase o triplo de aquisições se comparada a “Wolves”, de marshmello e Selena Gomez, que ficou em segundo lugar. Zedd ainda aparece também na décima posição, com o hit “Stay”.

1. Zedd, Maren Morris & Grey, “The Middle” (621 mil)
2. Selena Gomez x Marshmello, “Wolves” (213 mil)
3. Hailee Steinfeld & Alesso feat. Florida Georgia Line & Watt, “Let Me Go” (165 mil)
4. The Chainsmokers & Coldplay, “Something Just Like This” (144 mil)
5. Calvin Harris & Dua Lipa, “One Kiss” (140 mil)
6. Sofi Tukker feat. NERVO, The Knocks & Alisa Ueno, “Best Friend” (127 mil)
7. Marshmello feat. Khalid, “Silence” (114 mil)
8. The Chainsmokers feat. Halsey, “Closer” (64 mil)
9. Avicii, “Wake Me Up” (62 mil)
10. Zedd & Alessia Cara, “Stay” (59 mil)

“The Middle” também fatura a primeira posição nos charts de músicas mais tocadas (combinando áudio e vídeo) e de músicas mais tocadas (apenas áudio). Você pode conferir mais detalhes na Billboard.

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Festival luxuoso da Anjunabeats no México é cancelado

Phouse Staff

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Anjunabeach
Foto: Reprodução
Selo se baseou no feedback do público para voltar atrás

Poucos dias antes do primeiro Anjunabeach — o mais novo festival do Above & Beyond — rolar na Califórnia, uma nova edição foi anunciada pela equipe da label. O festival seria em Riviera Maya, no México, durante três dias: 04, 05 e 06 de janeiro, com ingressos beirando os 1.600 dólares. Como a Anjuna já havia adiantado pelo Reddit, este seria um evento diferente, mais caro, para proporcionar uma experiência única — algo como um pacote com tudo incluso em um resort de música eletrônica.

Um mês depois, o plano foi abortado. Em novo comunicado na rede social, a equipe do selo anunciou o cancelamento do evento, sobretudo pelos comentários dos fãs. “Nossos parceiros comerciais estabeleceram preços significativamente maiores do que os de um show normal do Above & Beyond, mas necessários para que conseguíssemos atingir toda a nossa ambição. Com um feedback inicial positivo e mais de 10 mil registros na pré-venda, achamos que o evento estava sendo bem-recebido”, diz o texto.

Anjunabeach Riviera Maya foi anunciado em junho

“Mas depois de ouvir cuidadosamente o feedback de vocês — e de fazer muita pesquisa —, percebemos que esse evento não estava indo para o caminho que desejávamos, então optamos pela difícil decisão de não continuar com ele. Escutamos de alguns que o preço era muito alto, ou que o festival seria exclusivo demais, lamentando que essa experiência fantástica não seria acessível para muita gente. Levamos tudo isso em conta. Só podemos realizar algo que tenha o apoio de vocês, e vocês nos disseram claramente que este não era o caso.”

O post ainda afirma que o “sonho do Anjunabeach ainda está vivo”, mas que por ora, a label vai focar em eventos já conhecidos, como o ABGT. Todos aqueles que já compraram ingressos e reservaram passagens aéreas serão devidamente reembolsados.

Announcement from HQ: Anjunabeach Riviera Maya from r/AboveandBeyond

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Queda do número de turistas em Ibiza causa redução nos preços dos hotéis

Phouse Staff

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Ibiza fechados
Foto: Reprodução
Alta temporada na ilha não foi tão “alta” neste ano

Será que os turistas priorizaram a Copa do Mundo da Rússia ao invés de viajarem para Ibiza? Os hotéis da ilha tiveram que reduzir os preços e oferecer descontos para compensar a baixa demanda dos turistas britânicos, alemães e estrangeiros durante a alta temporada deste ano.

Uma publicação da Mixmag aponta uma queda nas vendas de quartos de hotéis da ilha em abril, maio e junho — e em razão do déficit, os empreendimentos estão dando descontos de 30% e 40% para o restante da temporada. Muitos hotéis estão considerando até a possibilidade de abrir apenas durante cinco meses no ano, em vez de sete como de costume.

Não foi realizado um estudo econômico para sabermos a causa da queda de turistas em Ibiza nesta temporada. Porém, as altas taxas turísticas, os altos preços de bebidas e ingressos para os clubs mais populares, somados aos protestos locais contra o turismo excessivo — o que provocou até medidas drásticas, como a proibição do Airbnb — podem ter causado o prejuízo.

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