* Edição e revisão: Flávio Lerner

O DJ e produtor Malikk tem sido cada vez mais notado pelo público brasileiro e internacional. Desde 2013, quando lançou uma faixa em colaboração com Kolombo pela LouLou Records, o francês iniciou muitas viagens internacionais, incluindo países como Brasil, Rússia, Ucrânia, Holanda e Espanha.

Malikk combina influências vintage e urbana com deep e tech house nas suas produções, que no geral são bem voltadas para a pista. Esse som rendeu convites para tocar em alguns dos mais importantes palcos do mundo, como o Sónar, em Barcelona, o ADE, em Amsterdã, e o Warung Beach Club, em Itajaí.

Agora, o artista retorna ao Brasil, onde toca neste sábado, 27, no Connection Festival, em Curitiba — a minitour sulamericana ainda inclui o Club Vibe (11/05) e El Fortin (18/05), além de uma data em Buenos Aires (12/05, no Zef Club). Pegando carona nessa turnê, a aproveitamos para conhecer melhor este artista promissor.

Para começar esse bate-bola, quero te pedir para abrir um pouco do seu gosto musical para o público. Por gentileza, comente conosco cinco músicas que você estava curtindo na semana passada.

Boa! Tenho ouvido bastante estas músicas aqui:

Will Easton – 18 Month Free Trial

Moderat – Bad Kingdom (DJ Koze Remix)

Matthew Dear – Dog Days

Rudimental feat. MNEK & Syron – Spoons

Headman – It Rough (Chicken Lips Remix)

Essa é uma seleção bem variada, com faixas de diversas épocas… E os artistas que mais te influenciaram? Poderia citar alguns?

Claro! Todd Terry, Jamie Jones, Laurent Garnier, Carl Craig e meu amigo Kolombo!

Defina a importância da música para você.

A música me permite viajar em qualquer situação, e preciso da minha dose diária!

Agora falando um pouco de produção: quais os principais hardwares que você usa hoje em dia?

Eu amo minha Mopho, da Dave Smith Instruments. É o meu bebê (risos). Também a Korg Volca Bass, o sintetizador Moog, e ainda uso plugins UAD.

Recentemente você lançou a faixa “Love Night Train”, produzida junto com Betoko… Como foi o processo dessa criação?

Eu queria fazer um EP de deep house com melodias… Criei um projeto e mandei para o Betoko dar uma olhada e ele gostou bastante, então enviei para ele as stems e tudo funcionou bem.

Sua música tem se dado bem com o público brasileiro, tanto que você está de volta ao país para algumas apresentações, com destaque para o Connection Festival em Curitiba. É a sua primeira vez na cidade?

Não, já toquei anteriormente no Park Art. Agora, retorno para me apresentar no Connection Festival, o que mal posso esperar.

Foto: Divulgação

Por quê? Você pretende apresentar algo especial?

Será uma surpresa…

No Connection Festival, você se apresenta ao lado do LouLou Players, que é um parceiro de longa data. Conte mais sobre essa relação entre vocês.

Nós colaboramos em várias faixas que já foram lançadas e outras que nem lançamos ainda… Além disso somos parceiros de vodka (risos)!

Você tem mantido uma boa regularidade de lançamentos este ano, certo?

É verdade. Eu fiz um remix para a Nurvous Records, um EP com meu amigo Betoko, mencionado anteriomente, e ainda outro pelo selo do Sonny Fodera (SOLOTOKO), o “I Just Want To Be”. E temos mais surpresas para anunciar…

Que mensagem final você deixaria aos nossos leitores?

Vida longa à música e nunca desista!

* Nazen Carneiro assina a coluna LIFT OFF na Phouse.

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