Beat on Me

Com L_cio no lineup, Beat on Me celebra 4 anos de atuação no RS

Festa acontece neste sábado (04), no Muinho Club, em Farroupilha–RS
* Edição e revisão: Flávio Lerner

Em cada cidade existe algum local que carrega uma parte especial de sua história. Em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, uma construção dos anos 30 está de pé até hoje, resistindo à ação do tempo e fazendo parte da vida noturna dos gaúchos. O histórico Moinho Covolan, carinhosamente chamado de Muinho Club, hoje é um dos espaços mais emblemáticos da região, utilizado para produção de festas e eventos, sejam eles eletrônicos ou não.

No próximo sábado (04), o interior do Muinho será tomado por artistas de alto nível e um público fiel da festa Beat on Me, que na ocasião celebra seus quatro anos de história. No lineup, além do ilustre L_cio apresentando seu live, Mau Maioli, Cris d. — organizadores do projeto — e Butzge também estão escalados. Além da festa, um workshop (com inscrições já esgotadas) também está programado para acontecer no domingo com L_cio, que irá contar um pouco sobre seu live e suas inspirações na hora da produção musical.

Em contato com a Phouse, Mau Maioli relembrou a história da primeira edição da Beat on Me, que aconteceu num domingo chuvoso de Dia das Mães e que, mesmo assim, foi um sucesso. “Muita gente compareceu e isso deu ânimo para a equipe continuar em frente trazendo coisas novas para a região. Nossa segunda edição teve 700 pessoas, e depois disso um dos antigos gerentes nos deu um voto de confiança para investirmos ainda mais na festa”, contou Maioli.

Primeira edição da Beat on Me, em 2015, com Mau Maioli e Cris d. no projeto GeekBass. Foto: Divulgação

No segundo ano, em 2016, a equipe levou pela primeira vez à Serra Gaúcha dois grandes artistas que, na época, não tinham tamanha notabilidade no Sul do Brasil como hoje: Zopelar e BLANCAh. Cris d., que também está à frente do projeto, explicou que, desde o início, a ideia foi proporcionar ao público uma experiência sonora marcante, explorando diferentes nomes: “Até hoje, queremos mostrar que, independentemente do artista, seja ele muito ou pouco conhecido, as pessoas terão uma experiência marcante na Beat on Me; esse é o nosso principal objetivo”.

Zopelar tocando na Beat on Me, em 2016. Foto: Divulgação

Segundo Mau, porém, a cultura da música eletrônica se perdeu muito na região nos últimos anos, e foi preciso dar um passo a mais. “Notamos que apenas fazer festas não era o suficiente para fomentar essa cultura, então além de levar a Beat on Me para outras cidades, começamos a realizar eventos relacionados a produção musical e discotecagem, com cursos intensivos e básicos de DJ, além de alguns workshops, como nesta edição, em que estamos trazendo L_cio para compartilhar seu conhecimento”, acrescentou o DJ.

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As inscrições esgotadas mostram que existe um bom número de pessoas interessadas em se relacionar de forma mais profunda com marcas e com o próprio universo da música eletrônica. Para ficar por dentro de todas as novidades da edição de 4 anos da Beat on Me, é só conferir o evento oficial aqui.

Confira abaixo mais três fotos que representam alguns dos principais momentos da Beat on Me até aqui.

Aniversário de um ano com BLANCAh, em 2016. Foto: Divulgação
Davis realizando suas quatro horas de set, em 2017. Foto: Divulgação
Última apresentação do Teto Preto com o L_cio, em 2017. Foto: Divulgação

* Marllon Gauche é colaborador da Phouse.

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