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BLANCAh lança EP “funcional” e revela novo álbum a caminho

Phouse Staff

Publicado em

09/05/2018 - 12:03
Apneia
Foto: Divulgação
Artista catarinense contou à Phouse sobre suas duas fases atuais

BLANCAh está de EP novo. Chamado Apneia, o disco aponta caminhos um pouco fora da curva do que a artista catarinense tem apresentado até aqui: um selo diferente e uma experimentação com a funcionalidade para as pistas de dança, como ela mesma destacou em contato com a Phouse.

“Esse EP reflete a minha busca pela funcionalidade. Pensei em fazer algo mais voltado para as pistas de dança, uma música um pouquinho mais funcional. Comecei pela [faixa-título] ‘Apneia’, em um momento em que ganhei um sintetizador novo da Dave Smith, então comecei a testar sons… É uma música que nasceu um pouco da experimentação e no final ficou super legal, tenho testado ela na pista e tá funcionando super bem”, declarou a artista, que também falou sobre o processo de produzir para outro selo que não a Steyoyoke, por onde havia feito todos os seus lançamentos até então. O disco chegou via Timeless Moment, do carioca Morttagua.

“O EP começou a surgir através do convite do Morttagua, que há um tempo já vinha pedindo pra lançar comigo. E eu normalmente demoro a me convencer a lançar por outras gravadoras, preciso ter mais certeza, enxergar melhor o trabalho. Então comecei a prestar mais atenção na Timeless Moment, que vem fazendo um trabalho super bonito. Percebi a consistência deles, a seriedade… Aí eu topei. Foi uma aposta: a primeira vez que saio com mais força dos braços da Steyoyoke pra lançar por outra label, e é tudo novo pra mim.”

Além das faixas originais “Apneia” e “Abissal”, o EP traz remixes de pesos pesados da cena gringa — o canadense Glenn Morrison e o espanhol D-Formation — e os amigos do Binaryh, colegas inseparáveis de Steyoyoke. Ao falar sobre essa sua nova faceta, mais dançante, a artista revelou em primeira mão que já trabalha em um novo álbum, sucessor do conceituado Nest.

“Estou nessa fase de experimentar em que venho buscando um pouco mais de funcionalidade nas minhas músicas pra que elas sejam mais fáceis de tocar. Então eu tô passando no estúdio por duas fases: uma super intimista, preparando um novo álbum. Baixei o BPM, algo em torno de 105, uma coisa super cósmica (risos). E ao mesmo tempo eu sinto que eu preciso evoluir a questão da funcionalidade da música nas pistas. Este é um mês em que vou estudar bastante, tenho menos gigs e já agendei algumas aulas pra começar a entender um pouco mais a dinâmica da funcionalidade.”

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Documentário sobre Avicii voltará ao Netflix no fim do mês

Lançado no final de 2017, filme foi retirado da plataforma após sua morte, em abril deste ano

Phouse Staff

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True Stories Brasil
Foto: Reprodução

O documentário sobre a vida de Avicii está prestes a voltar ao Netflix. No próximo dia 28, o filme dirigido por Levan Tsikurishvili está confirmado na plataforma em países como Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Austrália. No Brasil, sua volta ainda não foi confirmada.

Antes de ser disponibilizado pelo serviço de streaming, alguns cinemas exibirão o título com exclusividade, como em Los Angeles, no Laemmie Theatre, entre os dias 14 e 20 de dezembro, e em Nova Iorque, no Cinema Village, entre os dias 21 e 27 do mesmo mês.

True Stories aborda os bastidores da trajetória do artista — de sua ascensão meteórica à queda pelo estresse e os problemas de saúde, provocados pela intensa agenda de turnês —, e foi lançado antes da trágica morte do artista. É possível notar que o filme deu muitas pistas de que o pior estava por vir, mas ninguém percebeu a tempo.

Avicii demonstrava constantemente cansaço físico e mental, e até mesmo, numa espécie de previsão sinistra, vemos Ash Pournouri — seu antigo empresário, considerado pelo pai de Avicii o responsável pela morte do DJ — alertando: “O Tim [Avicii] vai morrer, com todas as entrevistas, shows e turnês… Ele vai cair morto”.

Em entrevista recente ao Guardian, Tsikurishvili revelou ter passado por uma avalanche de emoções ao assistir ao filme pela primeira vez após a morte do amigo. “Era felicidade, tristeza, raiva, tudo o que você pode imaginar. Ao mesmo tempo, foi muito bom vê-lo novamente”, declarou.

No Brasil, o documentário teve sua estreia em maio pelo Canal BIS. Hoje, está disponível para assinantes pelo Globosat Play.

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Com novo single, Chainsmokers completam seu segundo álbum

Disco é formado pelos dez singles lançados durante o ano

Phouse Staff

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Sick Boy
Foto: Reprodução

Com Winona Oak, os Chainsmokers lançaram “Hope”, single que fechou o pacote dos dez lançados entre janeiro e dezembro, totalizando no álbum Sick Boy, sucessor de Memories… Do Not Open, de abril do ano passado. 

Sick Boy, portanto, traz todos essas canções que o duo vinha lançando mensalmente (com excessão de maio e junho), como “Beach House”“This Feeling”, “Siren”, “Save Yourself”“Somebody” e “Side Effects” — músicas que ainda carregam participações especiais de Emily Warren, Kelsea Ballerini, Aazar e NGHTMARE.

O disco apresenta um Chainsmokers levemente diferente, experimentando com outras texturas e sonoridades: ainda há muito do piano-pop do primeiro álbum, mas também aventuras pela bass music e saudações à house clássicaSick Boy pode ser conferido na íntegra no player abaixo.

 

+ CLIQUE AQUI para ler mais sobre os Chainsmokers

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Öwnboss explica como surgiu “Tell Me”, collab com Cevith e SPECT3R

Música foi lançada na última sexta-feira, via Liboo

Phouse Staff

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Öwnboss
Foto: Divulgação

Tudo começou quando Eduardo Zaniolo e Mário Camargo, do Öwnboss, receberam um e-mail do jovem produtor campinense Cevith. O mail trazia o “exoesqueleto” de uma música, apenas com os acordes de guitarra de Cevith, complementados com a voz de Ana Luísa e o violão de Júlio César — irmão e irmã que formam o duo mineiro SPECT3R.

A partir daí, o Öwnboss não pensou duas vezes em aceitar o convite para trabalhar naquela base, e se inspirou para abrilhantar a canção com o seu toque electropop. Foi assim que surgiu “Tell Me”, single colorido, na pegada do verão, lançado nessa última sexta-feira (14), pela Liboo/Universal Music.

 

Foi o próprio Eduardo quem contou essa história pra Phouse. “O Cevith nos disse que achava o som a nossa cara, e que sempre que a gente trabalha em cima de uma track, mantemos a essência dela, sem deixar nada fora de harmonia. E a gente tem essa característica mesmo: quando produzimos um remix ou um som original, fazemos algo bem suave, com timbres bem harmônicos”, revela o artista do Öwnboss.

“Acabamos caindo num timbre de baixo Sylenth, que nos levou a fazer a sequência das notas tipo aqueles punk rocks californianos dos anos 2000, como o Blink 182“, continua. “Fizemos a base dela inteira e reenviamos pro SPECT3R e pro Cevith, que acharam o clap parecido com o de ‘Blue Monday’, e trabalharam em cima dela pra finalizar. E aí chegamos no resultado final, que foge um pouco do que tá sendo lançado hoje em dia, que tá um pouco genérico, né?”

“Tentamos fazer algo mais original. É o tipo de música que sempre que a gente tocar, vai dar aquele sentimento bom, de festa. O vocal e a guitarra são muito emocionantes”, conclui Eduardo.

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