Connect with us
Banner Sundance Leaderborder

Boipeba (BA) é eleita a ilha mais bela do Brasil

Phouse Staff

Publicado em

12/04/2013 - 2:56

Um dos paraísos do arquipélago de Tinharé, município de Cairu – Baixo Sul da Bahia, a Ilha de Boipeba foi escolhida como a mais bonita do Brasil e a segunda da América do Sul. A seleção feita pelos internautas do Traveller´s Choice 2013, do Trip Advisor, site especializado em turismo e um dos mais acessados no mundo, no segmento.

O prefeito de Cairu Fernando Brito, comemorou a indicação e reforçou o convite a quem não conhece Boipeba.  “É um lugar imperdível”, destacou Brito. “Estamos trabalhando para melhorar, ainda mais a infraestrutura local, sem perder, no entanto, suas características originais”, afirmou. Para ele, a ilha é uma das promessas para quem pretende fazer turismo no Brasil, durante o período dos jogos da Copa de 2014.
Boipeba de deixou para trás outros destinos brasileiros de reconhecimento internacional como Fernando de Noronha, em Pernambuco, Ilha Grande, no Rio de Janeiro, as ilhas Santa Cruz e Isabela, do arquipélago de Galápagos, no Equador, e mesmo a vizinha Ilha de Tinharé, conhecida por abrigar o Morro de São Paulo.
Para Bruno Wendling, secretário de Turismo de Cairu, “Boipeba se destaca por ser um local simples, mas com boa infraestrutura para atender bem a seus visitantes”, afirma. Segundo ele, o local se destaca pelas belezas naturais e hospitalidade do seu povo. “Quem vai a Boipeba se surpreende e sempre retorna”, conclui. Já o secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, lembra que o local recebeu recentemente, investimentos do governo estadual nas áreas de qualificação profissional e sinalização turística.
Beleza entre o Rio e o Mar
Localizada a 356 quilômetros de Salvador, uma das marcas de Boipeba é a tranquilidade e o contato com a natureza. O turista que visitar a ilha conta com uma programação variada, com passeios às piscinas naturais formadas por recifes de corais, passeio de canoa dentro do mangue, trilhas ecológicas em uma faixa da Mata Atlântica, praias quase desertas, além da possibilidade de banho no rio ou no mar.
A pequena vila de pescadores conta com pousadas de charme, de pequeno, médio e grande porte. A culinária local é outra grande atração. Na vila o visitante pode se deliciar com pratos feitos à base de frutos do mar, e a famosa “pimenta arriba saia”.
Para ver a indicação de Boipeba, acesse o link:  www.tripadvisor.com.br/TravelersChoice-Islands que também tem a relação completa das 10 ilhas mais bonitas do continente.
Como chegar 
Para chegar em Boipeba não é muito fácil, mas as dificuldades de acesso deixam o destino ainda mais charmoso. Do aeroporto de Salvador partem pequenos aviões. A viagem demora 30 minutos, mas não são periódicos.
Se a opção for ir de barco, o melhor é seguir até Morro de São Paulo, via catamarã, e lá pegar uma conexão, por meio de lancha rápida. Neste caso a viagem pode durar cerca de 4 horas.  Os catamarãs para o Morro saem diariamente às 9h e às 14h do Terminal Marítimo da Bahia, no bairro do Comércio.
Quem viaja de carro ou ônibus, têm várias opções: a primeira via Baía de Todos os Santos com o Ferry-boat até Bom Despacho. A partir daí, segue até Valença. Se o viajante optar, pode fazer o caminho via BR 324, e depois BR 101. A viagem, por terra dura aproximadamente 3 horas.
Chegando a Valença ele pode deixar o carro em um dos estacionamentos pagos e pegar um barco ou lancha rápida para Boipeba. Existem saídas de uma em uma hora. Outra opção é seguir  até a comunidade de Graciosa, a 10km, e à partir daí, deixa o carro e segue de barco.
RECEBA NOVIDADES NO E-MAIL

Deixe um comentário

Notícia

Steve Angello revela um dos países da turnê do Swedish House Mafia

O produtor sueco fez o anúncio ao final do seu set no Ultra Mexico

Phouse Staff

Publicado há

Swedish House Mafia confirmado
Foto: Reprodução

Em sua gig no Ultra Mexico, nesse final de semana, Steve Angello encerrou o set anunciando em alto e bom som: o Swedish House Mafia vai passar pelo México em sua turnê de 2019. “México, vejo vocês no ano que vem com o Swedish House Mafia”, declarou o artista, pra delírio da galera.

   

Nenhum outro país da turnê foi confirmado oficialmente, embora seja bastante óbvio que o trio vai tocar nos Estados Unidos e na Suécia. Na semana passada, pôsteres com o logotipo da Nike sequenciado (como em outras ações de marketing do grupo) e com a mesma modelo usada em campanhas anteriores foram vistos em Estocolmo, mas não está claro do que se trata.

Já no Brasil, a expectativa também é alta de termos o trio sueco por aqui.

    

LEIA TAMBÉM:

Swedish House Mafia pode vir ao Brasil em 2019

Falando sobre a volta do SHM, Ingrosso revela hiato de duo com Axwell

Steve Angello confirma turnê do Swedish House Mafia em 2019

Pôsteres em Londres podem estar ligados com nova ação do Swedish House Mafia

Swedish House Mafia “de volta pra valer”

Continue Lendo

Review

Menos é mais: menor, Federal Music apostou em line justo e cenário futurista

Oitava edição do festival mostrou amadurecimento da produção em Brasília

Nayara Storquio

Publicado há

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação
* Edição e revisão: Flávio Lerner

Na última quinta-feira, dia 11, Brasília hospedou a oitava edição do Federal Music Festival. Aterrissando em um dos cartões postais da capital, a Torre de TV Digital, o evento de 2018 apostou na atmosfera oferecida ao público. Com estrutura cenográfica exclusiva, três palcos e mais conforto, o Federal 2018 focou mais na organização. Para cerca de dez mil pessoas, a produção ofereceu um lineup justo nas 12 horas de festa, mesmo apesar de o festival ser menor do que vinha sendo nos últimos anos, quando recebeu entre 20 mil e 30 mil frequentadores.

Se você já foi a Brasília, deve ter reparado que por lá a arquitetura é levada muito a sério. Dentre os monumentos icônicos da capital, a Torre de TV Digital é um dos mais futurísticos. No estacionamento da “Flor do Cerrado”, como a torre é chamada, foi onde foi montada esta edição.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Logo na entrada, uma estrutura de andaimes ostentava o nome do evento, e os parceiros e patrocinadores recebiam a galera. O prédio de 120 metros de altura, e toda sua vibe espacial estilo casa dos Jetsons, contribuiu muito para o cenário inédito. Era impossível não admirar o monumento ao passear por ali.

Nesse cenário, três palcos estavam dispostos como opção para o público: Mantra Stage, House Mag Stage BURN DJ Stage. O palco da House Mag era a única estrutura totalmente coberta; não se sabe se por motivos meteorológicos ou de acústica, mas a cobertura não parecia fazer parte da cenografia, deixando o palco com um ar de galpão.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Todavia, a falta de ornamentação do toldo não influenciou em nada o sucesso da pista, que trouxe alguns dos nomes brasileiros de mais destaque na cena atual. O duo Cat Dealers, o KVSH, o Liu e o FELGUK foram os que lotaram completamente a capacidade de todas as áreas do palco — pista, camarotes e lounges. Helmer B2B Invictor, Devochka, VINNE, CIC, Evokings, Jude & Frank, Skullwell & Simple Jack e Raul Mendes & Áquila fechavam o time.

Do outro lado do estacionamento ficava o Mantra Stage, cuja cenografia não decepcionou. Composto por duas estruturas separadas, um gazebo colorido na pista e um palco psicodélico ornamentado com as figuras de dois camaleões, o Mantra teve ótima aceitação — sempre cheio, desde as 21h, quando tudo começou, até as 09h do dia seguinte.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Também não era pra menos, já que o palco, que trazia muito psytrance, foi comandado por ninguém menos que Astrix, Infected Mushroom, Skazi, Paranormal Attack. Performances de Hi Profile B2B Vegas, Reality Test, Phaxe, Dekel, Dimitri Nakov b2b Trindade, Freakaholics e Giaco & Wizards & 32 Project se apresentaram por ali. O poder do sistema de som era tão grande que interferiu em alguns sets dos outros palcos, porém o problema foi corrigido no decorrer do festival.

Entre House Mag e Mantra, ficavam a área de alimentação, bares, banheiros, lojinha oficial e demais áreas de conveniência. Um dos pontos altos foi o bar da BURN, que oferecia drinks diferenciados a R$ 26,00 cada. Eram quatro opções servidas num dos quatro copos exclusivos do evento, limitados em quantidade, para influenciar o público a ser mais sustentável.

O que funcionou consideravelmente no número de copos descartáveis, porém não com as garrafinhas d’água, que apesar de custarem R$ 8,00 a unidade, cobriram o chão no final do evento. O número de lixeiras pareceu não ser suficiente para o público esperado, que foi de aproximadamente dez mil pessoas.

Review Federal Music
Foto: Coletivo 2takeapic/Divulgação

Não podemos esquecer do BURN DJ Stage Room, onde houve um livestream com artistas locais. Os vencedores do concurso DJ Room também tocaram lá, e a atração especial foi o DJ Morttagua. Esse palco ficava bem atrás do House Mag Stage, e talvez tenha sido o único prejudicado nessa edição. Sua localização não era tão evidente quanto os demais, e o acesso era exclusivo a quem vinha dos lounges e camarotes.

Quem curtiu a maioria das edições do Federal Music notou uma grande evolução e maturidade na produção. Mesmo com o encurtamento dos recursos devido à crise no Brasil, o Federal mostrou que é possível entregar um evento digno sem fugir do prometido e aproveitando locais incríveis e pouco explorados da capital do país.

Nayara Storquio é redatora da Phouse.

LEIA TAMBÉM:

Federal Music aposta em racionalidade e “pés no chão” para seguir bombando no Brasil

Conheça a GoFestivals, empresa que oferece pacotes para grandes festivais

“O festival vai ficar muito mais interativo”; Erick Dias fala sobre a #XXX22

Conquistando a Ásia: DJs brasileiros falam sobre o novo polo da música eletrônica

Continue Lendo

Notícia

Beowülf e Rakka colaboram em faixa com pegada grandiosa

Tom épico que precede os drops lembra trabalhos de grandes nomes da EDM

Phouse Staff

Publicado há

Beowulf e Rakka
Arte: Divulgação

Depois de revelar sua verdadeira identidade, o Beowülf tem soltado lançamentos quase sem parar. Desta vez, a collab é com o duo Rakka, e o resultado é uma bass house potente com traços de big room, cujo tom épico, que precede os drops, remete a lançamentos de Armin van Buuren e KSHMR.

Com vocais dos irmãos Daniel e Christopher Freiberg (que já haviam colaborado no hit “Like Home”, do Beowülf com o Felguk), o som foi lançado no feriado do dia 12, pela Sony Music.

     

LEIA TAMBÉM:

Beowülf tira a máscara e revela sua verdadeira identidade; veja reações

Beowülf aposta em nova direção sonora com “Stay With Me”

Rakka lança house suingada pela Alphabeat

Confira o remix de Rakka e Make U Sweat para o hit “Tá Pra Nascer Quem Não Gosta”

Continue Lendo

Publicidade

Brazillian Bass 300×250
Sundance (300×250)

Facebook

PLAYLIST

Trending

-->

Copyright © 2018 Phouse

Translate »