Claire Hughes, repórter da DJ Mag, veio ao Dream Valley Festival no ano passado e falou ao DC suas impressões sobre o evento

Creditos: click rbsA jornalista inglesa Claire Hughes começou a escrever ensaios críticos sobre música eletrônica e clubs para revistas especializadas no final dos anos 1990. Na época ela mesma tinha começado a discotecar em festas em Londres e circulava pelo circuito de shows do gênero na cidade. Por conhecer bem o meio musical, ela escrevia sobre dance music e clubs e logo passou a ter uma coluna na revista inglesaDJ Mag, respeitada publicação do gênero.

Apesar de atualmente escrever para outros veículos de comunicação do Reino Unido, ela continua fiel ao público eletrônico e ainda colabora para a revista. No ano passado, ela atravessou o Atlântico para curtir a primeira edição do Dream Valley Festival no Beto Carrero World, em Penha. Confira entrevista com a jornalista e saiba qual a percepção dela sobre o novo momento da música eletrônica brasileira.

Qual a percepção da DJ Mag sobre o Dream Valley? O evento está apenas na segunda edição, mas já ganhou alguns prêmios. Como vê o DVF em comparação com outros festivais ao redor do mundo?

Estar no Dream Valley no ano passado foi uma experiência mágica, não apenas por causa da bela localização, das pessoas simpáticas e do clima incrível. O que eu achei muito interessante e inspirador foi a maneira como o line-up combinou DJs de casa, os brasileiros, com talento afiado e surpreendente, e alguns dos melhores DJs do mundo na atualidade. Eu, particularmente, gostei de assistir ao duo Digitaria. Foi a primeira vez que os assisti ao vivo. Já tinha ouvido algumas de suas músicas e sou fã. Amo os vocais de Daniela.

É muito comum hoje em dia que os grandes festivais combinem música e entretenimento. Como acha que o Dream Valley está se saindo?

Eu acho que toda a produção de Dream Valley foi muito boa, embora eu não tenha participado de mais nada além das apresentações dos DJs no ano passado. Eu gosto da ideia de mesclar entretenimento e música, dá ares de um grande playground.

Você participou do Dream Valley no ano passado. Como foi? Vai voltar este ano?

Eu adoraria voltar ao Dream Valley novamente. Foi muito legal ouvir uma grande variedade de música em apenas duas noites. Sou uma grande fã dos sets de Hardwell – adoro a energia dele e a maneira como constrói os sets, como apresenta as músicas e empolga a multidão. Infelizmente, este ano não poderei ir, mas, se tivesse a chance, estaria aí em um flash.

O que achou do line-up do Dream Valley Festival 2013?

O line-up está emocionante este ano. Todos. De Sven Väth a alguns dos grandes nomes que se apresentaram também no ano passado.

Qual sua percepção sobre a nova geração de DJs brasileiros? Como a música eletrônica brasileira é vista e recebida na Europa?

Há atualmente muita coisa boa sendo produzida no Brasil. Historicamente vocês tiveram DJs como Marky, que abriu caminho para a dance music brasileira. Fluxo & Zeo fizeram sua contribuição para a house/techno music, assim como Gui Boratto tem produzido coisas muito interessantes. Ultimamente, porém, parece que do Brasil tem surgido muitos novos talentos. Mencionei o duo Digitaria, sou uma grande fã do som deles. Eles fizeram recentemente bons lançamentos e parcerias.

:: Agende-se

O quê: Dream Valley Festival 2013
Quando: sexta é sábado, a partir das 20h. Os brinquedos estarão disponíveis até a 0h
Onde: Beto Carrero World (Rua Inácio Francisco de Souza, 1.597, Praia da Armação, Penha)
Quanto: a partir de R$ 135 (pista feminino – 3º lote) e R$ 210 (pista masculino – 3º lote) . Camarotes a partir de R$ 230 (feminino – 3º lote) / R$ 355 (masculino – 4º lote). Valores sujeitos a alteração.

Esta matéria foi publicada no portal Sol Diário, do grupo RBS, estamos apenas compartilhando, os direitos autorais pertencem aos mesmos. 

Fonte: O sol diário 

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