Connect with us
EOL Full Leader
Banner Sundance Leaderborder

Para jornalista especializada em música eletrônica, Brasil tem nova e talentosa geração de DJs

Phouse Staff

Publicado em

14/11/2013 - 13:18

Claire Hughes, repórter da DJ Mag, veio ao Dream Valley Festival no ano passado e falou ao DC suas impressões sobre o evento

Creditos: click rbsA jornalista inglesa Claire Hughes começou a escrever ensaios críticos sobre música eletrônica e clubs para revistas especializadas no final dos anos 1990. Na época ela mesma tinha começado a discotecar em festas em Londres e circulava pelo circuito de shows do gênero na cidade. Por conhecer bem o meio musical, ela escrevia sobre dance music e clubs e logo passou a ter uma coluna na revista inglesaDJ Mag, respeitada publicação do gênero.

Apesar de atualmente escrever para outros veículos de comunicação do Reino Unido, ela continua fiel ao público eletrônico e ainda colabora para a revista. No ano passado, ela atravessou o Atlântico para curtir a primeira edição do Dream Valley Festival no Beto Carrero World, em Penha. Confira entrevista com a jornalista e saiba qual a percepção dela sobre o novo momento da música eletrônica brasileira.

Qual a percepção da DJ Mag sobre o Dream Valley? O evento está apenas na segunda edição, mas já ganhou alguns prêmios. Como vê o DVF em comparação com outros festivais ao redor do mundo?

Estar no Dream Valley no ano passado foi uma experiência mágica, não apenas por causa da bela localização, das pessoas simpáticas e do clima incrível. O que eu achei muito interessante e inspirador foi a maneira como o line-up combinou DJs de casa, os brasileiros, com talento afiado e surpreendente, e alguns dos melhores DJs do mundo na atualidade. Eu, particularmente, gostei de assistir ao duo Digitaria. Foi a primeira vez que os assisti ao vivo. Já tinha ouvido algumas de suas músicas e sou fã. Amo os vocais de Daniela.

É muito comum hoje em dia que os grandes festivais combinem música e entretenimento. Como acha que o Dream Valley está se saindo?

Eu acho que toda a produção de Dream Valley foi muito boa, embora eu não tenha participado de mais nada além das apresentações dos DJs no ano passado. Eu gosto da ideia de mesclar entretenimento e música, dá ares de um grande playground.

Você participou do Dream Valley no ano passado. Como foi? Vai voltar este ano?

Eu adoraria voltar ao Dream Valley novamente. Foi muito legal ouvir uma grande variedade de música em apenas duas noites. Sou uma grande fã dos sets de Hardwell – adoro a energia dele e a maneira como constrói os sets, como apresenta as músicas e empolga a multidão. Infelizmente, este ano não poderei ir, mas, se tivesse a chance, estaria aí em um flash.

O que achou do line-up do Dream Valley Festival 2013?

O line-up está emocionante este ano. Todos. De Sven Väth a alguns dos grandes nomes que se apresentaram também no ano passado.

Qual sua percepção sobre a nova geração de DJs brasileiros? Como a música eletrônica brasileira é vista e recebida na Europa?

Há atualmente muita coisa boa sendo produzida no Brasil. Historicamente vocês tiveram DJs como Marky, que abriu caminho para a dance music brasileira. Fluxo & Zeo fizeram sua contribuição para a house/techno music, assim como Gui Boratto tem produzido coisas muito interessantes. Ultimamente, porém, parece que do Brasil tem surgido muitos novos talentos. Mencionei o duo Digitaria, sou uma grande fã do som deles. Eles fizeram recentemente bons lançamentos e parcerias.

:: Agende-se

O quê: Dream Valley Festival 2013
Quando: sexta é sábado, a partir das 20h. Os brinquedos estarão disponíveis até a 0h
Onde: Beto Carrero World (Rua Inácio Francisco de Souza, 1.597, Praia da Armação, Penha)
Quanto: a partir de R$ 135 (pista feminino – 3º lote) e R$ 210 (pista masculino – 3º lote) . Camarotes a partir de R$ 230 (feminino – 3º lote) / R$ 355 (masculino – 4º lote). Valores sujeitos a alteração.

Esta matéria foi publicada no portal Sol Diário, do grupo RBS, estamos apenas compartilhando, os direitos autorais pertencem aos mesmos. 

Fonte: O sol diário 

RECEBA NOVIDADES NO E-MAIL

Deixe um comentário

Brand Channel

Alphabeat lança homenagem a hit country e primeiro remix da GR6

Kiko Franco (foto), Double Z e G Dom remixam “Amar Amei”, enquanto Dudu Linhares e Lipe Forbes trazem “Cotton Eye Joe”

Alphabeat Records

Publicado há

Kiko Franco e Woak
Kiko Franco. Foto: Divulgação

Os os dois lançamentos de hoje da Alphabeat Records trazem propostas e pegadas bem diferentes entre si. Dudu Linhares e Lipe Forbes vêm com “Cotton Eye Joe”, enquanto Kiko Franco, Double Z e G Dom pintam com um remix para “Amar Amei”, do MC Don Juan.

“Cotton Eye Joe” é uma homenagem à banda sueca Rednex, que em 1994 emplacou o hit country de mesmo nome. Amigos desde a infância, Lipe Forbes e Dudu Linhares se juntaram mais uma vez no estúdio, e a música acabou vindo meio por acaso.

Em uma de suas jams, quando estavam produzindo uma track, surgiu a ideia de homenagear “Cotton Eye Joe”, que marcou a infância dos dois produtores. Ao colocar o vocal da música original para tocar por cima da base em que estavam trabalhando, tiveram uma surpresa — as músicas encaixaram como uma luva.

   

Do outro lado, Kiko Franco se uniu com o duo Double Z e com o jovem produtor paulista G Dom para fazer o remix oficial de “Amar Amei”, faixa de sucesso do MC Don Juan, lançada no ano passado. Com isso, os três projetos emplacaram o primeiro remix autorizado pela GR6, famoso selo/produtora de funk brasileiro.

O remix já tem sido tocado pelo Brasil todo, presente já há um tempinho em sets de grandes artistas da música eletrônica nacional.

    

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

Continue Lendo

Notícia

Cheio de brasilidade, DANNE lança collab com Brazyleros

Releitura do compositor baiano Carlinhos Cor das Águas traz a voz de Neila Kadhí

Phouse Staff

Publicado há

Não vá embora
DANNE. Foto: You've Got Flashed/Divulgação

Conhecido pelo estilo singular de suas produções, DANNE acaba de lançar “Não Vá Embora”, uma collab com o duo Brazyleros e a voz de Neila Kadhí. Trata-se de uma releitura da canção de Carlinhos Cor das Águas, lançada em 2001 no álbum Aldeia. Aqui, a tradicional música em voz e violão do cantor e compositor baiano virou um brazilian bass pesado, sem perder a sua essência verde e amarela.

Instrumentos musicais de percussão tipicamente brasileiros, como o reco-reco e o ganzá, ganham destaque na faixa, que mistura elementos da música popular brasileira com a música eletrônica — marca registrada do DANNE. A nova produção se destaca pela batida marcante, pela melodia e também pelo belo vocal de Neila Kadhí, que, imprime uma identidade incrível para a música.

+ “Ela é de SP” ganha EP de remixes

“A ideia de fazer essa versão eletrônica veio do Wallas, um dos integrantes do Brazyleros, e logo de cara já fiquei encantando pelo vocal da Neila. A composição é do baiano Carlinhos Cor das Águas e tem tudo a ver com o que proponho a fazer, de sempre valorizar a música brasileira nas minhas produções”, ressalta DANNE, em contato com a Phouse.

A música conta ainda com vários samples inusitados, como sons de trovão e fogos de artifício. O DANNE ainda deu uma saída da zona de conforto pra mandar um backing vocal inusitado em alguns momentos dos drops, e também no final do break.

 

Continue Lendo

Notícia

Viagem no tempo: assista ao show de Hardwell com a Metropole Orkest

Show foi o último de Hardwell antes de entrar em período sabático

Phouse Staff

Publicado há

Hardwell Metropole Orkest
Foto: Reprodução

Hardwell comandou ontem, no Ziggo Dome, em Amsterdã, seu último show antes de entrar em um período sabático. E não foi qualquer show. O DJ sincronizou suas batidas com os músicos da Metropole Orkest, híbrido de orquestra sinfônica com banda de jazz, famosa por tocar clássicos da música pop.

Com pouco mais de duas horas de duração e transmissão ao vivo pela web, a chamada Symphony se propôs a passear pela história da dance music com sua “Time Pyramid” (pirâmide do tempo), e foi dividida em três atos: 1978 a 1998, 1998 a 2008 e 2008 a 2018.

+ Último show de Hardwell antes do hiato será transmitido pela web

Assim, os dois primeiros atos foram pra encantar qualquer fã do gênero, navegando por clássicos como “I Feel Love”, “Sweet Dreams”, “Thriller”, “Strings of Life”, “Show Me Love”, “Insomnia”, “Music Sounds Better With You”, “Pump up the Jam”,  “Rhythm is a Dancer”, “Born Slippy”, “Children”, “Satisfaction”, “Pjanoo” e “Adagio for Strings”. Em todos esses hits, o DJ mixava os beats e alguns synths e vocais, enquanto a orquestra abrilhantava as músicas com seus mais de 50 instrumentistas e um trio de cantores.

Já o terceiro ato, apesar de abrir com “Get Lucky”, do Daft Punk, foi muito mais Hardwell e EDM. A orquestra praticamente não teve participação — a não ser pelo início e pelo final, e pelos vocalistas —, e o DJ emendou inúmeros hits de nomes como Swedish House Mafia, Avicii (com direito a homenagem, claro), David Guetta, Calvin Harris e Martin Garrix, além de algumas de suas próprias produções. O show foi encerrado com “Conquerors”, collab entre Hardwell e a própria Metropole Orkest, lançada em maio pela Revealed.

Confira como foi esse showzaço na íntegra, no player abaixo:

Hardwell & Metropole Orkest – Symphony [full liveset]

Thank you guys for fulfilling my dream! Music is the most universal language 🙌 I will be back! 🎉

Posted by Hardwell on Thursday, October 18, 2018
“Obrigado a todos por realizarem meu sonho. A música é a linguagem mais universal. Eu voltarei!”, escreveu o DJ em sua postagem.


Continue Lendo

Publicidade

Brazillian Bass 300×250
Sundance (300×250)

Facebook

PLAYLIST

Trending

-->

Copyright © 2018 Phouse

Translate »
EOL Festival pop up