Brasileiros no Beatport

Morttagua e ANNA emplacam duas faixas cada nos destaques de fim de ano do Beatport

Outros 12 brasileiros figuram em alguns dos charts Top 50 de cada gênero
* Atualizado em 21/12/2018, às 11h03

O Beatport também fechou seus números de 2018, e tem brasileiros se destacando! A equipe do portal fez a sua seleção das 50 maiores faixas do ano em cada gênero, em um universo de mais de um milhão de lançamentos no ano. E 14 nomes brasileiros conquistaram seu lugar ao sol nessas listas; dois deles, inclusive, com não só uma, mas duas faixas, o que pode ser considerado um feito bem marcante.

Como um dos principais representantes do cenário progressive house no Brasil, o carioca Morttagua emplacou duas duas faixas entre as melhores do ano no estilo: “Valhalla”, lançada pela sua label Timeless Moment em novembro, e o seu remix para “Looking Back to Look Forward”, do veterano inglês John 00 Fleming.

Conforme as estatísticas do BeatStats, Morttagua ainda colhe outros números bem expressivos: é o artista nacional de progressive house com mais vendas no portal, e a Timeless Moment também é o selo brasileiro com maior vendagem no gênero, encontrando-se na seleta lista dos 30 maiores do mundo.

Quem também conseguiu o mesmo feito foi a DJ ANNA, que acaba de ser anunciada na primeira fase do Ultra Miami. A brasileira, entretanto, se dividiu em duas categorias diferentes: techno (com a faixa “Hidden Beauties”, lançada pela Kompakt Extra em janeiro) e melodic house & techno (com o remix para “Singularity”, do Jon Hopkins, que destacamos aqui). ANNA é ainda a brasileira mais vendida no Beatport, estando em 13º no Top 100 de vendas geral.

https://www.youtube.com/watch?v=_yQX7B02Bsc

Outros filhos da terra que conseguiram destaque foram o mineiro Sugar Hill e o carioca Natema (com “Como Va”, no Top 50 de house); ILLUSIONIZE (com “Eruption, Pt. 3”), Dirtyloud (com “That Rush”) e Future Class (com “Every Second”), todos no Top 50 de future house; o DJ Patife e o Vangeliez (com “Ain’t That Bad”, no Top 50 de drum’n’bass); Victor Ruiz (com seu remix para “Bipolar Star”, de Olivier Giacomotto); Andre Sobota (com o remix de Trilucid e Phil Martyn para a sua “Unmute”, na lista de progressive house), Renato Cohen (com “Morse Song”, no quadro de nu disco/indie dance), o duo TouchTalk (com “Interlude”, em tech house) e o mestre Gui Boratto (com o remix do Kölsch para a sua “618”, no chart de melodic house & techno).

Você pode conferir todas essas listas diretamente no Beatport.

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