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Entrevista

Bruno Martini: “Minha paixão sempre foi a música eletrônica”

Pedro Fialdini

Publicado em

11/07/2017 - 15:49

O novo fenômeno brasileiro conta à Phouse sobre seu background musical, influências, a parceria com Alok e Zeeba, expectativas para o Tomorrowland, collab com lenda do hip hop e planos para o futuro.

O caminho de um artista até o sucesso no mundo da música geralmente não é nada fácil. Tentativas, erros, frustrações, alguns lançamentos bons e outros nem tanto, até o glorioso momento em que finalmente sairá o hit que levará sua carreira a outro patamar. Essa é uma realidade da qual poucos conseguem escapar, e que pode tomar anos da vida de um músico. Bruno Martini, no entanto, é uma completa exceção à regra.

O primeiro single do paulistano de 24 anos, “Hear Me Now”, em parceria com Alok e Zeeba, é nada menos que a música brasileira mais tocada da história do Spotify. Um tiro, um acerto e a explosão da carreira de uma das grandes promessas da música nacional. Apenas isso seria o suficiente para justificar por que ele vem sendo considerado um fenômeno por profissionais da indústria musical — Bruno é tratado como uma joia pelas gigantes Plusnetwork, que cuida de sua carreira, e Universal Music, sua gravadora.

+ Ouça os remixes do hit “Living On The Outside”, de Bruno Martini

Quem vê de longe pode pensar em sorte, mas quem acompanhou a trajetória de Bruno sabe que a verdade não poderia estar mais longe. Para alcançar o sucesso imediato na cena, ele trabalhou longa e duramente por trás dos panos. Dois anos em seu estúdio em São Paulo para desenvolver e refinar sua sonoridade, para que quando o mundo a ouvisse, o impacto fosse imediato.

Na esteira desse sucesso, “Living on the Outside” e “Sun Goes Down” confirmam que não foi por acaso: a identidade do artista — que engloba referências da house music ao indie rock — está ali, cristalina, e a repercussão foi igualmente positiva. Ao melhor estilo Calvin Harris, Bruno compõe, produz e até mesmo canta. Tudo isso nos fazer acreditar que, de fato, estamos presenciando o surgimento e a consolidação de um fenômeno.

A música eletrônica começa a conquistar a TV brasileira

Agora, às vésperas de tocar em seu primeiro Tomorrowland, o rapaz trocou uma ideia breve conosco, falando sobre a influência de seu pai — Gino Martini, membro do famoso grupo italiano de eurodance, Double You —, contratos com a Disney, seu ecleticismo, como se deu a parceria com Alok e Zeeba, collab com a lenda Afrika Bambaataa e planos para o futuro.

Bruno, você teve um início de carreira muito interessante no mundo da música. Quem te acompanha apenas após o início do seu atual projeto provavelmente vai ficar muito surpreso ao saber como tudo começou! Conta pra gente, então, um pouquinho dessa sua trajetória na música.

A música sempre esteve presente na minha vida. Comecei a estudar, tocar guitarra e teclado na infância, pois meu pai é produtor musical e tem um estúdio de música em SP. Meu pai trabalhou com muitos artistas nacionais e internacionais e eu sempre acompanhei. Ele faz parte de um grupo chamado Double You. Com 12 anos, tive minha primeira banda de rock, e foi aí que comecei a compor e produzir. Aos 15, peguei algumas das minhas demos e enviei para alguns empresários nos EUA sem muita pretensão. Um deles trabalhava para o [compositor e produtor musical] Yanni. Eles então adoraram meu trabalho e apresentaram para a Disney Califórnia. Logo uma das primeiras músicas que escrevi virou tema de filme da companhia.

Foi um período incrível em que gravei e produzi dois CDs para a Walt Disney Records, fizemos o primeiro seriado de TV feito pela Disney no Brasil, que passou em toda a América Latina, e muitos outros trabalhos. Foi um grande aprendizado, mas minha paixão sempre foi a música eletrônica, até porque meu pai trabalhava com alguns DJs, com os quais aprendi a discotecar muito cedo.

Quais foram os principais artistas que te inspiraram nesse início de carreira e quais são os artistas que te inspiram hoje? O que te faz admirar um profissional e se espelhar nele?

Sou uma pessoa muita eclética, eu escuto de tudo. Claro que tenho meus gostos pessoais, como qualquer pessoa, mas como produtor tenho que ouvir de tudo. Faz parte do meu trabalho. Eu escuto de Deep Purple a Daft Punk, passando por Jay-Z, Timbaland, Hardwell… Eu tive uma experiência muito legal na minha vida, que foi a oportunidade de gravar uma música com o [pioneiro do hip hop] Afrika Bambaataa dentro do meu estúdio. É uma música bem soul, R&B, com pouco de hip hop. Pensamos em lançar futuramente.

“O Alok veio ao meu estúdio para gravar uma matéria de TV. Não o conhecia, e então começamos a falar sobre música. O resto vocês já sabem…”

O Bruno Martini enquanto artista solo explodiu no cenário após o lançamento de “Hear Me Now”, sua colaboração com o Alok. Como se deu esse encontro entre vocês? Como foi trabalhar com um dos artistas de maior sucesso da cena brasileira e com renome internacional?

Foi tudo por acaso. O Alok veio ao meu estúdio para gravar uma matéria de TV, indicado por um amigo. Não o conhecia, e então começamos a falar sobre música. Mostrei para ele alguns projetos que havia feito, e entre eles estava o começo de “Hear Me Now”. Eu apresentei o Zeeba para ele, pois já estava trabalhando com o cantor há algum tempo. Então começamos a produzir e somar as ideias da música dentro do meu estúdio. O resto vocês já sabem…

A parceria de vocês fez um sucesso estrondoso tanto no mundo da música eletrônica quanto no cenário pop. Você bombou no Spotify, está nas playlists de todo mundo, apareceu até na TV. O que mudou na sua vida desde então? As pessoas já te reconhecem na rua, pedem fotos? Como você está lidando com esse momento de fama?

Ter o reconhecimento do público pelo seu trabalho é sempre muito gratificante. Sou muito grato com tudo que vem acontecendo na minha carreira, mas meu foco não é fama e nem dinheiro. Eu faço isso porque amo a música, eu dou minha vida por ela e eu sei o verdadeiro significado que ela tem.

“Meu foco não é fama e nem dinheiro. Eu faço isso porque amo a música, eu dou minha vida por ela e eu sei o verdadeiro significado que ela tem.”

Em pouquíssimo tempo de carreira, você já atingiu sucesso o suficiente para estar hoje confirmado no lineup do Tomorrowland. Como está a expectativa para essa apresentação?

Estou muito ansioso. Já tive a experiência de tocar no Tomorrowland Brasil e foi incrível. Estou preparando um set com o meu som, com a minha cara.

Seu início fulgurante te valeu uma grande legião de fãs, que estão agora sedentos por mais música. Toda a imprensa especializada já te considera um prodígio e também está ansiosa por ver mais do seu trabalho. Quais são os seus planos para o futuro próximo?

Acabo de lançar “Sun Goes Down”, com a Isadora. Estou muito feliz com o resultado e o suporte que vem tendo em vários países. Já passamos os dois milhões de streams no Spotify em pouco mais de uma semana. Tenho muita música pronta no meu estúdio, eu só sigo meu coração. Quando eu chego no estúdio, quero fazer o que estou sentindo no momento. Tenho certeza que meus próximos lançamentos e minhas parcerias vão surpreender muita gente.

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Premiere

PREMIÈRE: Gezender, Moebiius – Samadhi (BLANCAh Remix)

Phouse Staff

Publicado há

BLANCAh Hernan Cattaneo
Foto: Reprodução
Faixa será lançada em EP pela Neurom Records

Hoje tem lançamento de faixa exclusivo aqui pela Phouse. Trata-se do remix de BLANCAh para “Samadhi”, collab entre os produtores brasileiros Gezender e Moebius. A faixa faz parte do EP Tantra, que será lançado oficialmente no próximo dia 26, pelo selo berlinense Neurom Records. Além da original e da produção da BLANCAh, o disco traz remixes dos projetos paulistanos TessutoTeto Preto.

“A BLANCAh é nossa amiga há muitos anos. Ela é de Florianópolis, de onde eu vim, e onde o Moebiius mora, e nosso trabalho tem muitas coisas em comum”, explicou Gezender à imprensa. “Eu mostrei a música para ela, que adorou e topou fazer o remix.” Em contato com a Phouse, a artista complementou: 

“Geralmente quando eu aceito fazer remixes para outros artistas, tenho uma tendência de colocar muito da minha identidade, a ponto de quase parecer outra música. No caso desse remix específico, foi diferente. Foi o trabalho mais generoso que eu fiz porque fiz pensando no Tiago Franco [Gezender]. Pelo carinho que eu tenho por ele, pelo fato de eu já conhecê-lo há um tempão, por conhecer um pouquinho do gosto musical dele, da cena que ele criou em Floripa…”, declarou a BLANCAh. “Então eu tentei usar os sintetizadores um pouco mais rasgadinhos, alguns momentos lembrando de leve um electro, pensando bastante nas lembranças que eu tinha dele. Eu não criei muitas viagens etéreas nele, fui mais específica e direto ao ponto.”

E apesar de o EP só chegar daqui a sete dias, é nesta noite de quinta que vai rolar a festa de lançamento do EP. O rolê é no Tokyo, em São Paulo, a partir das 23h. O lineup traz os autores de Samadhi e dois dos remixers do EP: BLANCAh e Tessuto.

“Convidamos dois dos artistas que fizeram remixes para a ‘Samadhi’, com sets que passeiam entre house, electro e techno”, complementa Gezender. “As influências japonesas presentes no Tokyo, onde acontece a festa, passeiam também pelas nossas produções, e o local escolhido pra este lançamento vem muito a calhar. Vai ter pista fervendo até as 6h da manhã!”

Você pode conferir mais informações na página do evento.

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Entrevista

Em alta, HOT-Q quer revolucionar a cena eletrônica brasileira

Nayara Storquio

Publicado há

HOT-Q
Foto: Divulgação
DJ fala sobre primeiro EP, trajetória, collabs e turnês
* Edição e revisão: Flávio Lerner

HOT-Q existe há apenas um ano, mas provavelmente você já ouviu uma música desse cara. O projeto do DJ paulista Gabriel Breda Monteferrario já acumula sucessos tanto nos canais de streaming como nos palcos. Com colaborações que incluem nomes como Alok e Jetlag, o brasileiro de 22 anos está levando o seu estilo a todos os cantos do país — e depois de lançar Brasileira, seu primeiro EP, pretende ir mais longe com as primeiras turnês.

Para se ter uma ideia do quanto tem esquentado a cena, imagine que HOT-Q atingiu mais de um milhão de ouvintes mensais no Spotify com a música “Brisa”, que produziu em parceria com o Jetlag. Soma-se a isso o remix para “My Life is Going On”, música tema da série La Casa de Papel, com colaboração de Alok, Jetlag e WADD, e que o levou ao Top 10 dos DJs brasileiros mais ouvidos no Spotify.

Todavia, ele garante que essa resposta veio de muito esforço e trabalho. “O HOT-Q é um projeto em que tudo foi bem pensado e estruturado desde o começo. Temos a total certeza de onde queremos chegar. Acho que não tem uma fórmula para você ‘começar bombando’, mas todo começo exige um planejamento, e é claro, música boa!”, disse, com exclusividade para a Phouse. E claro, num cenário cheio de expoentes, ter suporte dos peixes grandes sempre ajuda; o DJ revela que o Jetlag foi essencial para que sua carreira embalasse: “Desde o meu primeiro lançamento o Jetlag me apadrinhou. Fizemos algumas parcerias juntos, mas o que eles mais colocaram na minha cabeça é sair um pouco da caixinha do DJ set e entregar um show”.

Com um sucesso crescente, o artista já marcou presença em diversos eventos e clubs ao redor do país, entre eles Pukka Up (RJ), Tetto Rooftop Lounge (SP), Taj (DF) e até no Lollapalooza. Gabriel, que tem um passado como guitarrista de bandas de rock, admite que o sucesso adquirido o impressiona: “Eu toquei em lugares que nunca imaginaria tocar em tão pouco tempo! Sempre tive o sonho de tocar guitarra no Lollapalooza Brasil, e pude realizar esse sonho tocando minha música ‘Brisa’. Outro evento que ficou marcado foi o Camarote Salvador, no Carnaval. Eu dividi cabine com Paris Hilton, Kaskade NERVO, foi animal!”.

“Minha turnê terá proposta audiovisual bem diferente do que se vê no Brasil. Queremos inovar, revolucionar o mercado da música eletrônica, trazendo um show com grandes momentos.”

HOT-Q já estava bem encaminhado, mas uma admiração pelo seriado La Casa de Papel, do Netflix, o motivou a remixar a música tema, “My Life is Going On”. “Eu sou viciado nessa série, já assisti três vezes. Tive a ideia de fazer esse remix, e então liguei para o WADD. O Thiago Mansur [do Jetlag] também curtiu a proposta que mostramos pra ele, e decidimos assinar juntos. O WADD fez os breaks e eu fiz os drops”.

O time não parou aí, e acabou ganhando o reforço de ninguém menos que Alok. “O Alok gostou demais da música e nos mostrou que a track tinha mais potencial esticando um pouco os breaks e deixando mais na pegada da original. Realmente ele tinha razão, e a prova disso são os mais de dez milhões de plays. Ele é, sem dúvidas, um visionário!”, acrescenta, orgulhoso do resultado, e garantindo que essa parceria ainda vai render muitos outros frutos.

Para coroar a boa fase, o produtor acaba de lançar seu primeiro EP. Com uma original, em collab com o SUBB e vocais de ROZA, e um remix para Adriano Pagani, o disco Brasileira acaba de sair pela Reven Beats.Brasileira mostra bem o ‘HOTBASS’ que venho levando nas minhas tracks. Eu acredito que um dos maiores desafios para o produtor é achar a sua identidade sonora, e com total certeza achei a minha.”

Nesse meio tempo, ele nem pensa em reduzir o ritmo, e passou a focar agora em suas primeiras turnês. “Em agosto, vamos anunciar a primeira tour do HOT-Q com uma proposta audiovisual bem diferente do que se vê no Brasil. Queremos inovar, revolucionar o mercado da música eletrônica, trazendo um show com grandes momentos”, adiantou, determinado.

O DJ destacou também o recente contrato com a F&S Produções Artísticas para a realização da  “HOT-Q Burning Tour”, que vai trabalhar em conjunto com a 4MZK Agency, que o gerencia. Segundo ele, a identidade da turnê gira em torno da história do fogo, e deve ter Portugal como primeiro destino fora do Brasil.

Além disso, as produções, é claro, não param. Depois do primeiro EP e de singles recentes como “I Wish” (releitura para Infected Mushroom) e “Esperança” (releitura para a banda Aliados, da qual é fã desde criança), HOT-Q garante ter muitos lançamentos pela Sony Music até dezembro. “Agora em agosto lanço com o Vitor Kley. Teremos também sons com Gabriel Boni, Jetlag, SoFly, Rakka e muito mais”, explica, antes de encerrar com uma piada interna que já virou clássica em seu cenário, repleto de parcerias entre produtores: “Collab, bro? (Risos)”.

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Entrevista

12 anos de carreira em 8 faixas: L_cio apresenta “Poema”, seu primeiro álbum

Alan Medeiros

Publicado há

L_cio
Foto: Divulgação
Disco consolida trabalho consistente do produtor paulistano
* Edição e revisão: Flávio Lerner

Na última sexta-feira, foi lançado pela D.O.C. Records, com distribuição mundial da gigante alemã Kompakt, o álbum de estreia de L_cio, um dos maiores representantes da cena house/techno do país. Poema é a consolidação de um trabalho sólido, autêntico e inovador que transformou por completo a vida do produtor paulistano nos últimos anos. Mas, antes de falarmos do álbum propriamente, é interessante entender o perfil artístico de seu criador.

Laércio Schwantes é um artista multifacetado que já integrou e ainda integra projetos importantíssimos dentro do cenário eletrônico brasileiro. Desde a origem do Treto Preto, que não o tem mais no time, passando por outros exemplos, como Lacozta e Gaturamo, toda iniciativa musical deste produtor tende a passar pelo fora do óbvio, explorar novos caminhos e procurar, através de diferentes maneiras, uma profunda conexão com o público. Esse relacionamento direto, sincero e verdadeiro com sua base de fãs é uma das razões do sucesso da sua jornada na música até aqui.

Seu disco de estreia é composto por oito faixas originais de nomes minimalistas, e foi produzido na ponte aérea São Paulo/Floripa, duas cidades que o abrigaram nos últimos anos. Sobre as dificuldades relacionadas ao processo criativo do trabalho, L_cio contou à Phouse que antes de tudo veio a tomada de decisão que levou à concepção da ideia — o grande objetivo do trabalho sempre foi contar uma história que representasse os 12 anos de carreira em oito faixas.

Segundo o artista, encontrar tempo hábil para construção do trabalho não foi exatamente uma dificuldade: “Pra mim isso nunca foi um problema, pois produzo pouco, mas rapidamente”. Essa precisão pode ser sentida na forma como o disco evolui, com coerência, calma e sem apelar para clichês em nenhum momento. A flauta transversal, que virou sua marca registrada ao temperar suas produções e seus lives, não poderia deixar de se fazer presente. Ainda sobre todo momento que antecedeu o lançamento, o produtor destaca a importância que o público também teve para o lançamento, já que sempre testa suas faixas na pista: “‘Canto’, ‘Forte’ e ‘Avante’ eu tenho tocado há pelo menos oito meses”, complementa.

D.O.C. e Kompakt, as duas marcas envolvidas no lançamento, exerceram um papel importante durante toda criação do Poema. Gui Boratto, head do selo brasileiro, também é lembrado com carinho, principalmente pela amizade criada entre ambos, algo que nasceu graças a música. Assim como outros trabalhos de nomes importantes da música eletrônica mundial, o álbum ganhou a luz do dia com o toque particular de seu criador, e por isso, não há como negar a atmosfera especial que ronda esse lançamento: “Acho que foi uma bela realização e um momento único na minha carreira. Agora é encontrar os próximos passos para prosseguir numa crescente orgânica”.

Alan Medeiros é colaborador eventual da Phouse.

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