Burning Man Acidente no Burning Man Burning Man Processa

Burning Man processa governo americano por cobranças abusivas de licenças

Organizadores do festival tiveram que pagar mais de 18 milhões de dólares nos últimos quatro anos

A Black Rock City LLC, empresa que organiza o Burning Man, está processando o Departamento do Interior dos Estados Unidos por supostamente cobrar valores abusivos para fornecer as licenças necessárias para sua realização. Desde 2015, foram cobrados 18 milhões de dólares do evento (aproximadamente R$ 73 milhões, na conversão atual), que precisa das licenças por ser realizado em terras federais. O processo foi aberto no Tribunal Distrital dos EUA em Washington, DC.

A empresa alega que está sendo prejudicada por “custos impostos pelo Escritório Distrital de Winnemucca para o Bureau of Land Management (BLM)”. Os organizadores alegam ainda que o BLM não está fornecendo uma explicação fundamentada e por escrito para os custos, o que violaria regulamentações federais que exigem provas de que as acusações não são emitidas arbitrariamente.

Segundo a Black Rock City LLC, as cobranças dispararam na última década. De 2011 para 2012, aumentaram em 60%, para mais de US$ 1,3 milhão. No ano seguinte, mais que dobraram, para US$ 2,93 milhões. Depois de aumentar outros US$ 700 mil em 2014, totalizando um aumento de quase 300% em três anos, as tarifas se estabilizaram.

O processo também acusa a instituição governamental de entregar estimativas de custos em datas muito próximas às do festival, impossibilitando a Black Rock City de revisar e negociar as acusações. “Esse padrão e prática abusivos resultam em uma ‘escolha de Hobson’ administrativa para a BRC aceitar acusações e condições, por mais irracionais que sejam, ou cancelar o evento já agendado”, diz o documento.

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