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Collab lendária: Nile Rodgers e Carl Cox lançam primeiro single oficial

Phouse Staff

Publicado em

01/11/2017 - 15:11
Carl Cox Nile Rodgers
Depois de alguns anos trabalhando em conjunto, os dois mitos da dance music lançam sua primeira faixa em conjunto

Não é de agora que Carl Cox e Nile Rodgers se reúnem num estúdio. As duas lendas da música vêm trabalhando em conjunto desde 2015, quando fizeram inúmeras jams, segundo relato de Cox para a Billboard.

Os frutos dessa parceria, entretanto, são raros: podemos encontrar apenas um lançamento do ano passado, um remix dub de David Tort para “Ohh Baby”, música creditada à dupla — a original nunca viu a luz do dia.

Desde esse último final de semana, porém, temos enfim o primeiro resultado oficial dessa parceria: o single “Beat The Track” saiu pela Bush Records, acompanhado por outras duas releituras, feitas por Steve Ward (batizada de “manipulação”, e não remix), e Drumcomplex & Roel Salemink.

A original é a clara junção de Cox e Rodgers, com a levada tech house contagiante de um e as guitarras groovadas do outro, que se complementam com muita classe. A premiere foi feita em destaque no programa de outro grande ícone, o DJ e comunicador Pete Tong, na BBC Radio 1.

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Elements Of Life Festival estreou com pé direito no Brasil

Público e artistas endossaram: o EOL mostrou a que veio com um festão em Curitiba

Nazen Carneiro

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Review EOL Festival
Foto: Gustavo Remor/Divulgação
* Edição e revisão: Flávio Lerner

Com pompa de festa gringa e alta expectativa envolvida, o Elements Of Life Festival chegou ao Brasil no último sábado, dia 10. Original da Flórida, nos Estados Unidos, a label estreou no Brasil com Claptone, Gui Boratto, Sharam, Yaya, Hector e toda a crew Vatos Locos, além dos “local heroes” de Curitiba.

A cidade, que é um dos principais pólos da música eletrônica no país, e conhecida por ser um tanto fechada, recebeu o novo evento de braços abertos, a considerar pela quantidade de público presente e que prestigiou as três pistas até o amanhecer.

“Foi um festival que investiu em nossa Redoma de forma respeitosa, fazendo ser possível um dia e uma noite em um palco surreal e artístico” — Lourene Nicola, idealizadora e desenvolvedora da irreverente Redoma.

Com o retrospecto fora do país, não era de se esperar nada diferente do que uma chegada bombástica. Com um lineup poderoso, o EOL Festival conseguiu trazer uma mistura relevante de DJs internacionais pesos-pesados com um recorte do que está rolando de mais interessante na capital do Paraná: os núcleos Redoma, Laguna Music e 4×4.

O local escolhido para o evento foi a Usina 5, mais novo espaço dos super eventos em Curitiba — local que abrigou as duas últimas edições do TribalTech, entre outros. Trata-se de uma antiga fábrica abandonada, repleta de galpões e toda uma estética undeground, porém estruturada para receber bem os convidados com banheiros, chapelaria, bares e toda a infra necessária, em quantidade adequada.

“Tudo foi muito bem organizado, os bares todos sem fila, bebidas geladinhas… Os palcos ficaram bonitos, principalmente o Main Stage. Achei foda demais!” — Mayara T., fã de música eletrônica.

No quesito organização e distribuição dos espaços, o festival já começou bem. Os artistas selecionados pela curadoria e a forma como o evento se apresentou ao público mostraram o empenho da produção, inclusive já de olho na próxima festa que rola em dezembro, em Maringá, no interior do Paraná.

O palco principal foi coisa de cinema, montado num mega galpão com farto espaço de bares e camarotes. Uma estrutura no centro deu o tom da cenografia futurista que envolveu a proposta. Nesse palco, comandado pelo mestre Gui Boratto — que destilou toda a sabedoria contida no seu último álbum Pentagram, entre outras de suas pérolas mágicas —, um dos artistas mais esperados não veio: wAFF, cancelado de última hora.

“Foi uma festa única que tivemos o prazer de participar. Muito linda toda a produção e o cuidado com os nossos artistas. Nos sentimos em casa para fazermos o nosso melhor e conseguimos capturar ótimos momentos que ficarão em nossa memória. Ao público que dançou com a gente a noite toda e foi vibrante do início ao fim, só podemos dizer: muito obrigado por tudo!” — Nassur, do núcleo 4×4.

Claptone é sempre destaque. Com uma legião de fãs, o artista saboreou uma pista que sabia o que queria: uma dessas músicas com certeza era “Animal”, com o Clap Your Hands Say Yeah — se você se ainda não escutou, vai escutar por aí. Fato. O italiano Yaya foi o único DJ inédito em Curitiba a se apresentar nessa pista, e também foi um dos melhores, trazendo uma mistura entre house e techno com groove. Todo mundo dançou.

Pertinho dali, no meio da festa — literalmente —, a pista construída sob os alicerces dos núcleos Redoma e 4×4 bombou a noite toda. Loop Room, Gianis, Kontra, Nassur e Nati Macedo têm feito um ótimo trabalho e isso reverberou na pista, pronta para essa noite divertida e contestadora. E não é? Rave é contestação, ainda mais nos dias atuais, com o Brasil bastante dividido. Redoma é contestação também, com toda uma estética específica e que traz à tona os sentidos e sentimentos mais profundos. Curto muito o som da Lourene Nicola, que movimenta-se no eixo Curitiba–Rio–SP com frequência, e sempre traz um som com a identidade dela, cada vez maduro e único. Show.

“Sem palavras pro Elements of Life Festival! Sem dúvida, um grande momento da minha carreira e da Laguna Music, que jamais esquecerei!” — Petri, um dos cabeças da Laguna Music.

Já o terceiro palco teve como anfitrião o projeto Laguna Music, que frequentemente exporta seus artistas Caoak, Thariel B, Petri e Canci para outros estados do Brasil. O som estava alinhado para receber o grande destaque da festa: Vatos Locos, pela primeira vez no Brasil. Formada por David Gtronic, Hector, Randal M, Floog e Chad Andrew, a crew espanhola estreou no BPM Festival 2015, e desde então se tornou sucesso por onde passa — do México a Ibiza a Berlim.

Perguntado sobre uma possível volta do Vatos Locos ao Brasil, David Gtronic respondeu: “Quem sabe, não é mesmo? Esta foi a primeira vez, e esperamos tocar aqui muito mais vezes, assim como rola em outros países da América Latina”. Adivinha quem tocou no after?

Confira mais fotos:

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Foto: Gustavo Remor/Divulgação
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Foto: Gustavo Remor/Divulgação

Nazen Carneiro é colaborador da Phouse.

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Rave robótica: os robôs só querem dançar no novo clipe dos Chemical Brothers

Vídeo para “Free Yourself” chegou a levar oito meses para ficar pronto

Phouse Staff

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Free Yourself
Foto: Screenshot

Nós já cansamos de ver histórias de ficção científica distópicas, com robôs criados ganhando consciência e subjugando seus criadores humanos. Mas um filme em que os robôs acordam e só querem dançar? Deve ser a primeira vez.

É isto o que os Chemical Brothers trazem no videoclipe de “Free Yourself”, primeiro single da dupla em dois anos, lançado no final de setembro. Segundo um comunicado para a imprensa, o vídeo, dirigido pelos brothers dos Brothers, DOM&NIC, produzido pela Outsider e com efeitos visuais assinados pela The Mill, chegou a levar oito meses pra ficar pronto.

+ Chemical Brothers mostra a boa e velha forma em “Free Yourself”

“Nós todos já vimos humanos dançando brilhantemente como robôs e robôs dançando brilhantemente como robôs, mas você nunca viu robôs dançando mal como humanos”, declararam os diretores. “A música dos Chemical Brothers permite às pessoas pirarem num show ou escutando em casa — é um momento de entrega frenética em relação à música. Nós queríamos capturar esse sentimento através da ideia de uma força robótica oprimida que de repente se joga à música e à diversão. São robôs se divertindo, sendo bobos e dançando.”

“Por que costumamos pensar o pior em relação à inteligência artificial e a humanidade? Talvez não tenha nada para temer”, continuam. “Enquanto produzíamos este filme, uma charge foi publicada no New Yorker. Ela mostrava alguns robôs mandando ver no laboratório, e o cientista no desenho dizia: ‘parece que eles não querem dominar o mundo, eles apenas querem dançar!’ Quando vimos isso, sabíamos que estávamos no caminho certo.” 

Assista à superprodução, lançada nesta quarta-feira:

 

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Famoso segurança do Berghain vence processo contra companhia de jogos sueca

Beware Of Ninja terá que indenizar Sven Marquardt e destruir as cópias restantes do jogo

Phouse Staff

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Bergnein
O famoso Sven Marquardt. Foto: Reprodução

O jogo de cartas Bergnein (antigamente nomeado como Berghain Ze Game) foi uma das tantas sátiras criadas para brincar com a fama do Berghain de barrar pessoas na hora da entrada. Mas essa brincadeira vai custar caro aos seus criadores da empresa sueca Beware Of Ninja, que perderam processo contra Sven Marquardt, o segurança mais famoso do clube alemão. 

Como informa o Resident Advisor, depois de decisão na justiça sueca, a companhia terá que não apenas indenizar Marquardt em 15 mil euros (aproximadamente 65 mil reais), como também destruir todas as cópias do jogo que ainda estejam em sua posse. “A sátira está morta na Suécia”, teria dito um inconformado Alexander Kandiloros, o criador do jogo, em entrevista ao programa de rádio Musikguiden

Criado em 2016, o Bergnein é um jogo de cartas em que um dos jogadores assume o papel de um segurança no Berghain, decidindo quem entra e quem fica de fora do concorrido clube berlinense, enquanto os outros coletam cartas com estereótipos de frequentadores da fila, para ver quem soma mais pontos no fim. Uma carta representando Marquardt sem o seu consentimento foi o que gerou e o fez vencer a ação judicial.

Foto: Reprodução

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