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Conexão Detroit–Berlim é tema de conferência sobre techno na Alemanha

Phouse Staff

Publicado em

30/05/2018 - 20:15
Detroit Berlim
Arte da berlinense Kathrin Kuhn mostra a conexão entre as duas cidades, simbolizadas pelo Berghain e a Estação Central de Michigan. Foto: Reprodução
“Detroit–Berlin: One Circle” apresenta sincronia musical das cidades

Para celebrar o eixo musical entre Detroit e Berlim no techno, o Teatro HAU traz a conferência Detroit–Berlin: One Circle. Com programação diversa, entre painéis, shows e entrevistas, o evento, que começou nesta quarta-feira (30) na capital alemã, vai até o dia 02 de junho e promete mostrar a relação musical e a importância dessa conexão entre as duas cidades para a história e evolução do estilo.

A história do techno começou em Detroit, Michigan, nos anos 80. Inspirado pela recém-fundada house music que vinha sendo testada em pistas de dança de cidades do país — sobretudo Chicago —, o estilo começou por meio dos experimentos do chamado Belleville Three: Juan Atkins, Kevin Saunderson e Derrick May. Nos anos 90 o gênero se espalhou para fora dos Estados Unidos e chegou às pistas da Europa. Na Alemanha, o techno foi melhor recebido em uma Berlim recém-unificada, onde encontrou terras férteis para crescer e se tornar elemento essencial da cultura da capital.

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Ainda assim, a conferência não se concentra apenas na rica troca musical entre as duas cidades — também leva em consideração a prática artística e os debates sobre políticas urbanas. Para se ter uma ideia, estão em pauta temas como “Urbanização do capital: sobre a crítica da economia política da cidade”,  “O Potencial — intercâmbio subcultural para o desenvolvimento urbano” e “Como o techno veio para a Europa”.

Entre as atrações, os destaques são Juan Atkins, Marc Hegmann (fundador do club Tresor) e membros do coletivo Underground Resistance. Haverá também uma noite inteira dedicada à relação entre o hip-hop e o feminismo. O lineup completo pode ser conferido no vídeo abaixo.

Você pode obter mais informações sobre a programação no site do Teatro HAU.

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Ouça os 3 lançamentos da Alphabeat feitos no feriadão

EP de remixes de “Bonita Demais”, collab de The Otherz, Kiko Franco e Ralk e single do francês Michael Canitrot

Alphabeat Records

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Alphabeat
Arte: Divulgação

A Alphabeat Records aproveitou o feriadão pra trazer três lançamentos para embalar os fãs de música eletrônica no Brasil. 

O primeiro deles saiu na quinta-feira: um EP de remixes de “Bonita Demais”, faixa de Joe Kinni e João Mar com participação do Marcelo Adnet, que já havíamos lançado em maio. O disco traz duas versões future bass moderníssimas — a primeira do CLOCKTAPE, a segunda resultado da collab entre o WADD e o Low Disco — e um deep house groovado do DeepDelic.

    

Já na sexta, trouxemos dois novos singles: “Fogo”,  junção do duo The Otherz com Kiko Franco e Ralk, e vocal de Maciel, e “Mad Over Nothing”, do famoso DJ e produtor francês Michael Canitrot.

Envolvente e dinâmica, “Fogo” mistura beats da house com um free style de sax. Já “Mad Over Nothing” vem numa pegada mais pop e tropical, conduzida por riffs de piano que remetem aos sons clássicos da house music. Ouça as duas abaixo:

    
    

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

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Kraftwerk é indicado ao “Rock and Roll Hall of Fame”

Grupo pode ser o primeiro nome da música eletrônica a entrar para o Hall

Phouse Staff

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Rock and Roll Hall of Fame
Foto: Reprodução

Instituído em 1986, o “Rock and Roll Hall of Fame” escolhe cerca de cinco artistas anualmente para integrar sua cada vez mais ampla galeria com lendas do rock e da música pop de forma geral. 

Desta vez, um nome histórico da música eletrônica está concorrendo ao voto popular: o Kraftwerk. Os alemães disputam votos ao lado de Def Leppard, Devo, Janet Jackson, John Prine, LL Cool J, MC5, Radiohead, Rage Against the Machine, Roxy Music, Steve Nicks, The Cure, Todd Rundgren, Rufus & Chaka Kahn e The Zombies.

Se eleito, o Kraftwerk pode ser o primeiro nome da música eletrônica a entrar no “Hall of Fame”. Para ser indicado atualmente, um artista deve ter lançado sua primeira música ao menos 25 anos antes do ano corrente. Os nomes serão anunciados em dezembro.

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Fundador do Fyre Festival é condenado a 6 anos de cadeia

Sentença foi deferida nesta quinta-feira, nos Estados Unidos

Phouse Staff

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Fyre Festival
Foto: Reprodução

Saiu nesta quinta-feira, 11, em Nova Iorque, a sentença judicial contra Billy McFarland, o produtor de eventos de 26 anos que ficou famoso pelo fiasco do seu Fyre Festival em 2017. O empresário vai pegar seis anos de prisão, não apenas por este episódio, em que provocou um prejuízo de mais seis milhões de dólares a diversas pessoas, mas também por outras múltiplas fraudes cometidas.

Segundo a VICE, os advogados de McFarland tentaram liberá-lo da cadeia defendendo que ele foi diagnosticado recentemente com transtorno bipolar, que não o deixaria saber diferenciar o certo do errado.

A juíza Naomi Buchwald não comprou a ideia, e acabou aplicando a sentença, justificando que Billy sabia exatamente o que estava fazendo, e que se trata de um “fraudulento em série”. Ainda assim, a pena pode até ser considerada branda, já que ele corria o risco de pegar até 20 anos.

Ainda de acordo com a VICE, o americano disse sentir um profundo remorso. “Tenho vivido todos os dias da minha vida com o peso de saber que eu literalmente destruí as vidas de meus amigos e da minha família”, teria declarado.

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