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Confira o EP de remixes de “Nest”, o primeiro álbum da BLANCAh

Flávio Lerner

Publicado há

A artista catarinense voa cada vez mais alto, e escolheu a dedo para quem entregar seus “filhos”.

Primeiro álbum da BLANCAh, Nest foi um dos lançamentos mais especiais do ano que passou. Agora, como de praxe na indústria, fomos brindados — também pelo selo berlinense Steyoyoke — com o seu EP de remixes, à venda no Beatport desde sexta-feira e disponível pra streaming completo no SoundCloud [ouça abaixo].

O processo de curadoria foi extremamente simples: a artista pensou em cinco nomes dos quais ela é fã e pra quem gostaria de entregar suas faixas [o croata Peter Dundov, o britânico Kris Davis, e os gregos Dizharmonia  e Nick Devon, além do paulistano L_cio], e cada um deles escolheu livremente qual faixa gostaria de trabalhar — é por isso que chegamos a ter metade dos seis remixes da mesma música.

“Escolhi a dedo cada artista presente nesse projeto. Eu precisava que fosse algo muito significativo pra mim, afinal são os remixes do meu primeiro álbum e eu sou o tipo ‘mãe coruja’, que não entrega ‘os filhos’ pra qualquer um”, contou BLANCAh. “Queria ter os artistas certos trabalhando na minha música. Ter um remix do Petar Dundov para mim é um sonho, e ficou divino. O Nick Devon também fez um trabalho primoroso. O Kris Davis é um produtor que admiro demais — ele sabe ser muito versátil e elegante. Preparou duas versões pra mim que, segundo ele mesmo, são suas obras primas. E o L_cio é meu amigo do peito, já faz tempo que eu queria trabalhar com ele. Já o duo grego Dizharmonia é maravilhoso. Eles trouxeram uma identidade mais progressiva e nesse sentido sinto que o EP inteiro ficou bem redondo.”

Este será o único lançamento de remixes de Nest, mas o “ciclo dos pássaros” não está ainda definitivamente encerrado — está nos planos um videoclipe pra “Urutau”, uma das suas favoritas do álbum. “Urutau tem um clima fodido. Meio terror, meio suspense, a letra é puro amor. Um cara me escreveu falando que lembrava trilha de filme de terror e fiquei com isso na cabeça”, complementou a artista.

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Notícia

URGENTE: Avicii morre aos 28 anos

Phouse Staff

Publicado há

Foto: Reprodução
Produtor foi encontrado morto em Omã nesta sexta-feira

É com grande pesar que informamos que o DJ e produtor Tim Bergling, o Avicii, foi encontrado morto nesta sexta-feira (20). Tim tinha 28 anos e estava em Mascate, capital do Omã, no Oriente Médio. As causas ainda não foram reveladas.

Diana Baron, relações públicas do artista, confirmou a notícia em comunicado à imprensa: “É com extremo lamento que anunciamos a perda de Tim Bergling, também conhecido como Avicii. Ele foi encontrado morto em Mascate, Omã, nesta tarde de sexta-feira, 20 de abril, no horário local. A família está devastada e pedimos a todos que por favor respeitem a necessidade de privacidade deles nesse momento difícil. Nenhum novo comunicado será emitido”.

 

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Review

Primeiro D-EDGE Festival foi sucesso de ponta a ponta

Luckas Wagg

Publicado há

Review D-EDGE Festival
Foto: Image Dealers/Reprodução
Evento paulistano brilhou em lineup, estrutura e organização

Aconteceu nesse último sábado, no complexo do estádio do Canindé, em São Paulo, a primeira edição do D-EDGE Festival, que nasceu para celebrar os 18 anos de um dos mais emblemáticos clubs da América Latina.

Com um lineup pesadíssimo, recheado de ícones do calibre de Stephan Bodzin, Butch, BLANCAh, Giorgia Angiuli, Gui Boratto e o anfitrião Renato Ratier, o festival rolou por 24 horas e reuniu 70 artistas (22 internacionais e 48 nacionais) divididos em seis palcos.

Palco RAWW X ROOM; Foto: Image Dealers/Reprodução

Logo que entrei, me deparei com uma estrutura familiar, que, por causa do formato de tenda e com o palco RAWW X ROOM bem ao lado, lembrava o Warung Day Festival — que por sinal, pertence também ao Grupo D-EDGE e rolou em Curitiba no mesmo dia. Tudo parecia sob controle da produção, muito bem planejado e executado. Não tivemos muita fila, grandes problemas e nem muito do que reclamar. A chuva que caiu na capital paulista poderia ter gerado uma situação de maior desconforto, mas como quase todas as áreas tinham cobertura, ela não chegou a atrapalhar.

O grande “problema” do festival foi exatamente encarar os dilemas de qual palco ficar em cada momento, pois em todos eles foram escalados artistas de responsa. Pra aproveitar bem e tentar ver o máximo de atrações possível, decidi me forçar a quebrar o protocolo e sair de palco em palco para assistir ao set de alguns nomes indispensáveis, como Bodzin, Marky, BLANCAh, Butch, Renato Ratier, Wilian Kraupp, Gui Boratto, Slam e o trio Mau Mau, Renato Cohen e Anderson Noise, que se apresentaram juntos, tornando aquela noite ainda mais histórica.

Stephan Bodzin; Foto: Image Dealers/Reprodução

É difícil avaliar cada um dos 70 artistas (ou mesmo os cerca de dez que consegui ver com calma), e é quase impossível dizer qual foi o melhor set da noite. Mesmo assim, arrisco em destacar as apresentações de Stephan Bodzin, Butch, Marky e o próprio Ratier, que dominou a pista pra valer e foi o responsável por encerrá-la logo pela manhã. Bodzin mandou um live incrível, que abusou de muita melodia — algo que gosto muito. O palco principal ficou pequeno para ver o alemão.

Após o fechamento do mainstage, quem roubou a cena foi ela, BLANCAh. A produtora catarinense se apresentou por volta das 10h no palco All My God, que teve uma sequencia pedrada com Trikk, Lee Burridge e Mdme até o seu encerramento, às 16h. Nem mesmo a chuva que caiu durante o dia inteiro conseguiu acalmar os ânimos do amantes da techneira, que encheram a pistinha do início ao fim.

Renato Ratier; Foto: Image Dealers/Reprodução

De modo geral, deu pra perceber que o festival lotou e o público parece ter curtido muito a experiência. Os comentários que ouvi foram todos positivos, em tom até de surpresa com a qualidade da produção do evento. Em sua primeira edição, podemos dizer que o festival mostrou a singularidade da marca D-EDGE, entregando ao público o que há de melhor no quesito de som, imagem e ambiência.

Se conseguir repetir a partir de agora, ano a ano, um evento desse mesmo nível, o D-EDGE Festival tem tudo para se consolidar como mais uma belíssima opção de festivais 100% made in Brazil, ao lado de expoentes mais antigos, como a XXXPERIENCE, o Universo Paralello e o próprio Warung Day. Talvez estejamos diante de um novo quadro que vem se desenhando lentamente nos últimos tempos: um em que, por mais que tenhamos ótimas versões brasileiras de cases de sucesso internacional — como Ultra, Dekmantel e DGTL —, mostramos que nosso país também tem condições de construir, cada vez mais, seus próprios festivais classe A.

Que o D-EDGE Festival siga nessa trilha de sucesso, proporcionando grandes experiências e incentivando outros players do mercado a se aventurarem no caminho.

* Luckas Wagg é CEO da Phouse.

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Notícia

EXCLUSIVO: Nova edição do Ultra Brasil deve ser anunciada em breve

Phouse Staff

Publicado há

Ultra Brasil São Paulo
Festival terá 12 horas de duração e três palcos

Pequenos detalhes ainda seguram o anúncio oficial do Ultra Brasil 2018, que deixa o Rio de Janeiro e volta para São Paulo neste ano. A Phouse apurou que uma reunião recente em Miami deixou tudo bem alinhado. O festival deve acontecer no dia 29 de setembro (sábado), no Autódromo de Interlagos, do meio-dia à meia-noite, em três palcos: Mainstage, RESISTANCE e Local — palco destinado a talentos brasileiros, normalmente focando em um gênero específico.

O anúncio deve sair nos próximos dias.

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