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Bolão dos DJs? Veja as apostas de craques da música eletrônica para a Copa

Phouse Staff

Publicado em

20/06/2018 - 11:47
Copa
Com sua Holanda fora do páreo, Nicky Romero é um dos que apostam no Brasil. Foto: Reprodução
Above & Beyond, Nicky Romero e Matisse & Sadko acreditam no hexa

É época de Copa do Mundo, e é claro que boa parte dos craques da música eletrônica estão de olho. Em uma matéria recente da Billboard, diversos DJs foram entrevistados sobre suas apostas e torcidas neste mundial. Muitos torcem por seu próprios países, mas o Brasil, naturalmente, foi bastante citado. Menção honrosa também para a Bélgica, lar do Tomorrowland, que vem chamando cada vez mais a atenção dos fãs de futebol pela sua nova geração de talentosos jogadores.

Confira as palavras de alguns dos astros sobre essa Copa, com tradução da Phouse:

Above & Beyond: Eu estou torcendo por Inglaterra, Bélgica e Brasil, nessa ordem. Estou animado com a jovem equipe da Inglaterra e espero que eles joguem sem medo e construam uma experiência valiosa para a próxima Copa. Estou entusiasmado com a Bélgica, pois eles têm os dois melhores jogadores da liga inglesa (Eden Hazard e Kevin De Bruyne) […]. Sempre gosto de assistir ao Brasil, Willian é meu jogador favorito do Chelsea e eles são sempre os seres humanos mais habilidosos, ano após ano.

Alesso: Eu estou torcendo pela Suécia, claro, já que sou sueco. Eu gosto da equipe que eles têm este ano e eu acho que eles definitivamente poderiam fazer algum barulho. Zlatan [Ibrahimovic] não está na lista, então eles terão que encontrar outras formas de compensar sua habilidade de marcar gols, mas eles podem definitivamente se classificar no grupo, o que é difícil por causa da Alemanha, e então qualquer coisa pode acontecer.

Há muitas grandes equipes, mas acho que a Bélgica poderia ir longe. Eles têm muito talento. Eden Hazard e Kevin De Bruyne jogam com grande talento e criatividade e podem fazer muitas jogadas vencedoras. Existem muitos jogadores incríveis e muitos momentos especiais, como sempre.

+ Na onda da Copa, Mark Ursa e MC Leozinho lançam som e remix contest

Anna Lunoe: [Para quem torce:] Austrália, Brasil e Nigéria! Austrália porque, dã, essa é minha casa e eu prometo lealdade cega à bandeira. Brasil porque eu estava lá pelo último ano e eles são tão apaixonados que me conquistaram! E a Nigéria, porque seus uniformes são uma inspiração para a moda.

[Quem vai ganhar?] Eu queria que fosse o Brasil, mas minha aposta é para a Alemanha ganhar novamente.

Elderbrook: Eu estou torcendo pela Inglaterra. Temos que torcer para que um dia possamos vencer de novo! Temos uma ótima equipe este ano e uma chance real — ok, uma chance muito pequena —, mas eu ainda quero manter a esperança de que podemos fazer alguma coisa.

Eu acho que está entre a Argentina e o Brasil este ano. A Argentina acabará vencendo, pois esta pode ser a última Copa do Mundo de Messi e ele vai querer sair levando seu país à glória. Também o Brasil vai querer se redimir de quatro anos atrás, e eles têm uma equipe muito melhor agora, então haverá menos pressão sobre Neymar. Isso é o que eu acho, mas você também nunca pode descartar os alemães.

+ Escute a música oficial da Copa do Mundo da Rússia

Matisse & Sadko: Estamos muito orgulhosos de que neste ano a Copa do Mundo seja em nosso país. É claro que esperamos que a nossa seleção faça o seu melhor e mostre um belo futebol em casa, agradando vários milhões de adeptos dedicados. Mas o nosso favorito neste campeonato é o time brasileiro. Não é segredo que o mundo todo ama o futebol brasileiro, mas desta vez a equipe sul-americana parece incrivelmente confiante! Paulinho, Casemiro e, claro, Neymar — são eles que devem levar o Brasil à vitória! OLE!

Nic Fanciulli: O primeiro e único país que eu apoiaria seria a Itália, mas pela primeira vez em 60 anos nós não nos classificamos, então esta será uma Copa do Mundo muito diferente para mim. A equipe que eu acho que vai ganhar a Copa do Mundo é a Nigéria — não houve um vencedor africano antes, e eles têm o melhor uniforme, por isso tem uma boa chance de vencer.

Nicky Romero: Sou torcedor da Holanda e estou muito desapontado por eles não terem se classificado, então vou aproveitar a competição torcendo por um espetáculo emocionante. Eu acho que o Brasil tem uma boa chance. Neymar Jr. estava arrasando recentemente. A Argentina também tem uma boa chance porque Messi estava jogando muito bem, embora eu ache que eles são menos cooperativos como uma equipe — diferentemente do Brasil, que parece ser uma máquina bem ajustada. Eu acho que o Brasil vai ganhar neste ano.

Nina Las Vegas: [Para quem torce:] OS FARAÓS, EGITO. Embora os australianos tenham se classificado e eu esteja super animada em vê-los bem, minhas raízes egípcias me deixaram muitíssimo animada para ver o Egito na Copa do Mundo pela primeira vez em 28 anos! Mohamed Salah é o melhor do mundo neste momento, e depois da lesão no ombro na final da Liga dos Campeões, é um grande alívio ver o “Rei do Egito” na Rússia.

Os grandes jogadores representam algumas grandes equipes. A França tem Pogba, a Argentina de Messi deve se sair bem, e o Brasil liderado por Neymar é o favorito, mas se Mo Salah estiver em forma, ele terá todos os egípcios do seu lado! É um aposta improvável, mas você precisa ter fé!

+ Hardwell é a grande atração do festival da Champions League

Robin Schulz: Torço pela Alemanha. Esta é a minha casa e eu sempre vou apoiá-los. Nossa força vem de não termos uma única estrela — é trabalho em equipe! Toda o elenco é importante, e isso será a chave para o sucesso.

Tiga: Eu estou torcendo para a Bélgica. Eles têm uma geração de talento de ouro, incluindo Eden Hazard e Kevin De Bruyne, que é sem dúvida o melhor atacante do mundo, e eu adoro o fato de que tudo vem de um país tão pequeno. Ao longo dos anos, passei muito tempo na Bélgica, gravando em Ghent, e assinei com um selo de Bruxelas, o que me levou a criar um forte vínculo com o país, que estranhamente me lembra muito de casa (Montreal). Eu gosto de apoiar um azarão, e seria uma bela história se o pequeno país da Bélgica pudesse superar sua insegurança e cumprir a promessa de seus talentos individuais.

Não tenho uma visão clara sobre quem vai ganhar, mas vou de Espanha. É o país que adotei no futebol, e eu sinto que é a equipe mais equilibrada — com talento, experiência e união. Eles têm a defesa de aço em [Sergio] Ramos, um dos três principais goleiros do mundo em DeGea, uma riqueza de criatividade no meio-campo com Silva e Thiago, e um ataque brutal em Diego Costa. É a mistura de força e habilidade técnica que eu sinto que lhes dá uma vantagem sobre a Alemanha, Brasil e França. Eles têm uma equipe de campeões que são experientes e podem lidar com a pressão. E é a despedida de Iniesta, o meu herói.

É, Arnaldo, parece que estamos bem cotados na torcida alternativa da música eletrônica. Acesse o site da Billboard pra ver a lista completa dos DJs que comentaram sobre a Copa.

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Em cartão postal de SP, Rodrigo Ferrari estreia projeto de disco music

Alan Medeiros

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Rodrigo Ferrari
Foto: Flashbang/Divulgação
Quinzenal, a 78 rola na cobertura do Museu de Arte Contemporânea

DJ Koze, Session Victim, Mano Le Tough, Kink. Nomes consagrados da dance music internacional passam por um momento em que as raízes da disco music do século passado exercem uma influência importante na construção de trabalhos atuais. Obviamente, isso não se limita a eles. Artistas da chamada “geração lo-fi house” também são bastante influenciados por nomes clássicos da disco, e essa onda internacional também reflete no Brasil.

Durante muito tempo, festas do gênero tinham um certo ar retrô/flashback. O jogo tem começado a mudar com uma interpretação mais contemporânea, charmosa e até mesmo futurista do estilo, sem deixar de lado as bases históricas, claro. Aqui no Brasil, grandes label parties têm bebido diretamente da fonte, entre elas Gop Tun, Selvagem e RARA, apenas para citar alguns. Nessa sexta-feira, Rodrigo Ferrari, DJ e produtor com longo currículo frente à cena paulistana, estreia seu novo projeto 78 no Bar Obelisco do Restaurante Vista, localizado na cobertura do Museu de Arte Contemporânea da capital paulista. A festa começa a partir das 21h.

Rodrigo terá uma residência quinzenal no projeto, que apresentará a vasta pesquisa musical do DJ frente ao estilo, passando também por house, soul, jazz e boogie. Para o primeiro encontro, Ferrari soma forças ao residente do Warung, Boghosian.

Alan Medeiros é colaborador eventual da Phouse.

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Relembre os lançamentos de música eletrônica que arrepiaram a última sexta-feira 13

Phouse Staff

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Lançamentos
Foto: Reprodução
Antes de “sextar”, revisitamos os lançamentos da semana anterior

Amanhã, como vocês já sabem, é dia de sextar com várias sonzeiras novas que vão pintar no cenário eletrônico. Enquanto o “Dia D” não chega, bóra relembrar dez dos lançamentos que mais se destacaram nessa última sexta-feira, 13, que foi bastante especial. Além da coletânea do deadmau5 e do novo single do Dillon Francis, também tivemos pérolas como remix pra trilha de clássico do cinema, ode ao big room, mais uma nova collab entre os BFFs Diplo e , pedrada techno, som tropical, epopéia trance e future house à brasileira.

Pra começar a lista cinematograficamente, vamos de remix de Maceo Plex para a clássica “Blade Runner”, do Remake. Lançado em 1992, o “Original Mix” de Remake é um cover da trilha original do compositor grego Vangelis para o clássico do cinema Blade Runner (1982), dirigido por Ridley Scott. Agora, 26 anos depois, o cover foi remixado por Plex como parte da série “Remix Collection” da Renaissance Records, que se propõe justamente a recrutar grandes produtores contemporâneos para darem repaginadas em clássicos da dance music.

Em declaração à imprensa, Maceo Plex falou justamente sobre como a obra original de Vangelis é sua trilha cinematográfica favorita de todos os tempos, assim como o cover do Remake é um dos sons que mais curte dos anos 90.

Seguindo na zona conceitual, o DJ e produtor Boys Noize se juntou ao DJ e fashion designer Virgil Abloh em ORVNGE. Com três faixas, o EP de techno foi disponibilizado para streaming depois de sido lançado inicialmente em vinil.

Do techno, fazemos um giro em 180 graus pra aterrisar na EDM. E como que pra provar que o som não morreu, Hardwell e Blasterjaxx se uniram para lançar “Big Room Never Dies”, pela Revealed. A música, como o nome sugere, é um big room clássico, produzido com todos os elementos para ser um grande hino de festival.

Galantis também pintou com EP novo. Pela Atlantic/Warner Music, o produtor trouxe duas pérolas pop contagiantes: “Satisfied”, em parceria com MAX, e “Mama Look At Me Now”.

Já o Diplo lançou mais uma música em parceria com a amiga . Via Sony Music, “Sun in Our Eyes” é a sétima música produzida pelo artista com os vocais da dinamarquesa — mas esta é possívelmente a melhor delas, segundo o próprio DJ declarou no Twitter. Como aposta para o verão americano, a track também será o single principal do próximo álbum da MØ, Forever Neverland, agendado para 19 de outubro.

Mais recente trabalho do produtor estoniano Mord Fustang, “Fabricated” foi lançada pela Dawn of Light e caracteriza mais um sinal da seu retorno definitivo ao cenário. Com um som entre a disco house e o future house, a faixa soa refrescante e deve empolgar os fãs de uma dance music mais alternativa.

Numa onda mais calminha e tropical, Sam Feldt também lançou sua nova música de verão, mostrando que mesmo impossibilitado de tocar por um tempinho, ainda pode trazer novidades. “Just To Feel Alive”, com JRM, saiu pela Spinnin’ Records com um videoclipe oficial que mostra bem a vibe “beach club”.

E pra quem curte um “trance raiz”, Ferry Corsten está de volta com a terceira parte do projeto Unity lançando mais um hino, “Rosetta”. A produção saiu pela Flashover Recordings e contou com vocal de Jordan Suckleymostrando que o old school é eterno.

Com Fiora, Seven Lions surgiu com “Dreamin’”. O single, liberado por sua própria label Ophelia, traz uma combinação dos vocais de Fiora com um fundo melódico bastante emotivo.

E pra fechar, os brasileiros Beowülf e LOthief se uniram para lançar track “Gypsy”, pela HUB Records. Com a voz de Emy Perez (também presente em “Plomo”) e na pegada oriental, a música é uma homenagem clubber ao “espírito renovador e adaptável dos ciganos”. Além da versão que você ouve abaixo, um “Extended Mix” está disponível para free download no SoundCloud.

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Ouça “Happy Now”, single de Zedd com Elley Duhé

Phouse Staff

Publicado há

Happy Now
Foto: Reprodução
Faixa saiu nesta quarta, via Interscope

Saindo da rotina dos lançamentos tradicionais de sexta, Zedd pintou com novo single nesta quarta-feira. Sucedendo seu superhit “The Middle”, com Grey e Maren Morris — maior sucesso de dance music do ano até agora, segundo a Billboard —,  “Happy Now” traz a voz da cantora americana Elley Duhé.

A dupla já havia performado a música ao vivo no Zedd in the Park, em Los Angeles, e agora teve a canção lançada oficialmente pela Interscope. Mais lenta e pop, a faixa definitivamente traz a faceta mais radiofônica — e menos pisteira — do produtor. “‘Happy Now’ é a minha música mais orgânica em um bom tempo”, declarou o artista, via assessoria de imprensa. “A maior parte do que você escuta nela foi gravada com instrumentos; muito piano, muita guitarra. Liricamente, é uma canção alegre e triste ao mesmo tempo, enquanto musicalmente, leva para um clima mais feliz e ensolarado.”

“Para mim, esta é mais do que uma música”, acrescentou a cantora. “É um momento ímpar da minha vida, a oportunidade de ouro de trabalhar com um dos maiores DJs e produtores da nossa era. ‘Happy Now’ é sobre poder somar forças com desconhecidos para fazer algo belo, cantar algo significativo, compartilhar algo especial. Obrigada a todos envolvidos em fazer essa música, e por me deixarem fazer parte do mundo de vocês.”

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