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Cultura do DJ de buzu desafia a legislação

Phouse Staff

Publicado em

05/04/2013 - 7:46

Duas leis, uma municipal e outra estadual, proíbem a utilização de aparelhos sonoros no modo alto-falante em ônibus coletivos da capital e nos  intermunicipais.  Apesar disso, A TARDE flagrou, em três trajetos diferentes, duas ocorrências de passageiros desrespeitando a legislação. A cena não é incomum.

Cobradores e motoristas das linhas onde as irregularidades foram constatadas ( Lapa – Sete de Abril;  Lapa – Vale dos Lagos; Paripe – Lapa) contam que em pelo menos quatro dos cinco trajetos diários que realizam é possível notar a presença dos chamados “DJs de buzu”.

A Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador), órgão responsável por multar as empresas da capital que permitam os descumprimentos da lei nos veículos, contabilizou desde a sanção da lei municipal, em maio de 2012,  apenas 12 ocorrências de multas.

A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba), que fiscaliza o transporte intermunicipal (além de ônibus, lanchas, ferryboats, catamarãs, barcas e similares), até o momento não fez registro de algum caso.

Segundo as assessorias de comunicação da Agerba e Transalvador, o número insignificante de registros se dá por conta da omissão em fazer as denúncias de motoristas e cobradores, responsáveis diretos por manter a ordem dentro dos coletivos.

De acordo com a legislação tanto estadual quanto municipal, caso o passageiro se recuse a desligar o aparelho de som após a advertência do cobrador ou o motorista, pode ser solicitada intervenção policial.

Caso o problema não seja resolvido por nenhum dos responsáveis, o passageiro incomodado com o barulho deve registrar queixa contra a empresa de ônibus, com algum fiscal da Transalvador ou da Agerba que estejam nas estações de ônibus.

Embora a lei atribua a função de repreender o infrator ao cobrador e motorista, os profissionais temem pela segurança no momento da advertência.

Incômodo – “Em todas às vezes que pedi para o passageiro reduzir o volume ou desligar o som, fui tratado com grosseria. Vivemos em uma cidade violenta, prefiro não interferir nesses casos para não causar uma briga dentro do ônibus”, disse o cobrador Gilson Reis dos Santos, que trabalha na linha Lapa – Sete de Abril.

Todos os dias, a estudante Vanessa Guerreiro, 27, moradora do bairro de Nazaré, utiliza o tempo que dura o percusso entre a Estação da Lapa e a Avenida Paralela para estudar. No entanto, frequentemente ela tem sua leitura interrompida pelo barulho  de aparelhos de som no interior dos ônibus.

Barulho – O barulho que tanto incomoda Vanessa vem do celular de passageiros como o auxiliar de serviços gerais João Paulo Santos, 21, que utiliza o alto falante do aparelho para escutar um pagode romântico no volume mais alto.
Questionado sobre o motivo pelo qual não utiliza um fone de ouvido, o jovem é taxativo: “Não incomodo, estou colaborando para a diversão dos outros passageiros. A música é ótima”.

Com um aparelho de som portátil em mãos, Geraldo Moreira, 44, faz as vezes de DJ do ônibus que sai da Estação Pirajá, por volta das 18h de quarta-feira. No repertório, músicas de uma rádio evangélica.

“Acho uma falta de respeito esse tipo de comportamento, pois estamos em um ambiente público. Não atrapalha só a mim, mas as outras pessoas também”, diz Vanessa.

Educação – De acordo com o deputado estadual Carlos Geilson (PTN), autor do projeto de lei que obriga os passageiros de ônibus coletivos intermunicipais a usar fones de ouvido em aparelhos sonoros, o objetivo principal do decreto é criar no cidadão o hábito de respeitar a individualidade em ambientes públicos.

“É uma lei de caráter mais educativo do que punitivo. As pessoas precisam utilizar o bom senso no dia a dia e se sensibilizar de que é preciso respeitar o próximo. A lei veio para esclarecer que a utilização de som alto em um ambiente público, como o ônibus, é um abuso”, disse.

Para o deputado, com a aprovação da lei, motoristas e cobradores terão respaldo para solicitar ao passageiro que não utilize os aparelhos durante a viagem. “Agora, eles podem argumentar que é não se trata de um simples pedido, mas se de uma lei, que deve ser cumprida com rigor”, afirmou.

Fonte: A Tarde

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Notícia

Warung arrecada mais de 4 mil brinquedos para o Natal

A casa atingiu o seu recorde de doações com a campanha

Phouse Staff

Publicado há

Warung 15 anos review
Foto: Reprodução

O Warung divulgou hoje em suas redes sociais o resultado da sua campanha solidária de Natal: mais de quatro mil brinquedos arrecadados.

A campanha para a doação foi iniciada no começo deste mês, em parceria com a prefeitura de Balneário Camboriú, e atingiu um recorde na festa dessa sexta-feira, que abriu a programação de verão da casa com nomes como Thomas Schumacher, Bob Moses e Jamie Jones. Os brinquedos foram recebidos tanto no clube quanto nas lojas do “Templo”.

Os brinquedos agora serão doados para instituições que atendem crianças carentes nas cidades de Balneário Camboriú e Itajaí.

 

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Phouse Tracks

Ariel Merisio, ZAC – Summertime EP

Phouse Staff

Publicado há

Ariel Merisio ZAC

Hoje quebramos um pouco o protocolo e lançamos não uma track, mas um EP pela Phouse Tracks. O disco é uma produção de Ariel Merisio e ZAC, produtores de progressive house que já foram destaque aqui na Phouse. Chamado Summertime, o disco traz o original mix da faixa homônima, além de um “radio edit” e uma versão dub.

As três versões da música estão agora disponíveis para free download no Artist Union (Original Mix, Radio Edit, Dub Version), no nosso SoundCloud e no Spotify.

Com alguns anos de estrada, o produtor catarinense Ariel Merisio é um dos nomes fortes da cena house/techno brasileira. O artista se destacou com o EP Soft Jam, lançado pela label inglesa NOEXCUSE, em 2016, e tendo recebido suporte de expoentes mundiais, como Marco Carola, Stefano Noferini, Loco Dice e Roger Sanchez. Residente do Amazon Club, um dos melhores clubes de Santa Catarina, Merisio mantém uma intensa rotina de estúdio, o que já lhe rendeu lançamentos por gravadoras italianas e, mais recentemente, pela Warung Recordings.

O também catarinense ZAC não é novidade para os leitores da Phouse. Thiago Zacchi tem uma longa carreira de mais de 13 anos de discotecagem, mas foi neste ano que o DJ explodiu no país ao lançar seu novo projeto, chamando atenção de alguns dos principais expoentes do progressive house no mundo todo — sobretudo Hernán Cattáneo, que vem sempre prestigiando os lançamentos do produtor. Você confere mais detalhes desta história aqui.

Siga e ouça também a playlist com todos os nossos lançamentos:

+ CLIQUE AQUI para conferir mais lançamentos da Phouse Tracks

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Notícia

Kraftwerk não consegue entrar no Rock and Roll Hall of Fame

O Radiohead agora é o nome mais próximo da música eletrônica a entrar para o hall da fama

Phouse Staff

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Kraftwerk
Foto: Reprodução

Não foi desta vez que a música eletrônica emplacou um nome no Rock and Roll Hall of Fame. O Kraftwerk, que havia sido indicado ao lado de outros 15 expoentes da música neste ano, acabou ficando de fora da lista. Os escolhidos foram The Cure, Def Leppard, Janet Jackson, Stevie Nicks, Radiohead, Roxy Music e The Zombies.

O Radiohead, que iniciou como uma banda de rock nos anos 90 e desde a virada do milênio vem brincando com sintetizadores e ambiências experimentais, é agora o nome mais próximo do eletrônico ao alcançar o feito.

“Computer Love”, do álbum Computer World, de 1981
“Idioteque”, do clássico Kid A (2000), é um dos sons mais eletrônicos e dançantes do Radiohead

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