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Daft Punk está preparando uma grande turnê, revela a Playboy

Izaias Lopes

Publicado em

03/03/2017 - 13:03

Os DJs e produtores Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Christo, que formam a dupla Daft Punk, estão preparando uma grande turnê para este ano, de acordo com uma fonte ligada à revista masculina Playboy.

Segundo a revista, a dupla pode, inclusive, se apresentar no Coachella, que ocorrerá entre os dias 14 e 16, e 21 e 23 de abril, na Califórnia, Estados Unidos.

Apesar de ainda nenhuma informação ter sido confirmada pelos DJs, os rumores de eles saírem em turnê este ano é forte. Conforme já noticiamos aqui, eles completam em 2017, 10 anos sem realizar shows pelo mundo.

E aí, será que terá Datf Punk no Brasil?

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Pessoas param de descobrir músicas novas aos 30 anos, diz pesquisa

Phouse Staff

Publicado há

Descoberta musical
Foto: Alice Moore/Reprodução
Melhor fase para descoberta musical seria aos 24 anos

Parece que a melhor fase para se descobrir músicas novas é antes dos 30 anos. Após essa idade, as pessoas tendem a não ter o mesmo interesse e motivação para novas aventuras sonoras. Ao menos é o que aponta o novo estudo da Deezer, serviço francês de streaming, conforme revelado em reportagem da Business Insider. Avaliando mil participantes britânicos, a pesquisa concluiu que a maioria das pessoas atinge a chamada “paralisia musical” ao chegar na idade.

Cerca de 19% dos entrevistados apontaram se sentir sobrecarregados com número de escolhas musicais oferecidas, enquanto 16% culparam sua exigente vida profissional e 11% relatam estar ocupados cuidando dos filhos. Entretanto, quase metade do total de participantes da pesquisa gostaria de ter mais tempo para dedicar-se à descoberta de novas músicas.

Outro ponto levantado foi o de que 60% das pessoas admitiram estar presos em uma “rotina musical”, escutando as mesmas músicas dos últimos anos. A Deezer também teria descoberto que a melhor fase para descobertas musicais é a dos 24 anos. Nessa idade, 75% dos entrevistados ouvem dez ou mais faixas por semana, enquanto 64% procuram pelo menos cinco novos artistas por mês. 

A matéria da Business Insider também comparou o estudo da Deezer com outros sobre o mesmo tema. Em 2015, ao analisar dados dos usuários do Spotify nos EUA e do Echo Nest, o blog da Skynet & Ebert descobriu que o gosto musical adolescente era dominado pela música pop, o que ia diminuindo conforme o amadurecimento. Chegando aos 33 anos, dificilmente se escutaria música nova.

Já o economista Seth Stephens-Davidowitz analisou, no início deste ano, dados do Spotify no New York Times. Ele descobriu que um hit da época da adolescência de uma pessoa seguiria popular entre sua faixa etária uma década depois. “‘Creep’, do Radiohead, por exemplo, é a 164ª música mais popular entre homens de 38 anos, mas nem chega ao top 300 para os que nasceram dez anos antes ou depois”, segue a matéria escrita por Lindsay Dogson.

“Pesquisas mostraram que nossas músicas favoritas estimulam as respostas de prazer no cérebro, liberando dopamina, serotonina, oxitocina e outros estimulantes de felicidade. Quanto mais gostamos de uma música, mais desses hormônios são liberados no nosso corpo”, continua Dogson. A autora explica que durante a adolescência, nosso cérebro é mais estimulado que na idade adulta, por isso, se ouvirmos uma música que realmente gostamos naquele idade, é provável que ela permaneça na nossa playlist para sempre. Não quer dizer que não vamos gostar de novas músicas, mas que o efeito será menor.

“Se você não escutar uma música por muitos anos, a euforia [que você sentia com ela antigamente] pode voltar ao ouví-la de novo, especialmente se seu cérebro estava absorvendo tudo entre os 12 e os 22 anos” — fase da vida em que estamos mais abertos a novidades. Parece que daí em diante, é só curtição nostálgica.

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Calvin Harris e The Chainsmokers estão entre as celebridades mais bem-pagas do ano

Phouse Staff

Publicado há

Forbes
Foto: Reprodução
Os únicos nomes da dance music no ranking anual da Forbes

A Forbes divulgou seu ranking anual das celebridades mais bem-pagas do mundo no último ano. E continua sendo Calvin Harris o artista da cena eletrônica que mais sabe fazer dinheiro; o músico aparece na 50° posição, com um patrimônio líquido de US$48 milhões.

Os Chainsmokers também estão na lista, em 59°, com um patrimônio líquido avaliado em US$45,5 milhões. A representatividade da dance music no ranking pode parecer pequena, mas esses dois nomes desbancaram muita gente graúda da música, como The Rolling Stones, Rihanna, Dr. Dre e Nas. Além da dupla, Tiësto, ausente desta vez, estava presente na lista do ano passado

+ RELEMBRE AQUI o Top 100 do ano passado

Entre os músicos mais bem-colocadas estão o U2 (6º lugar, com patrimônio avaliado em US$118 milhões), o Coldplay (7º, US$115,5 milhões) e Ed Sheeran (9º, US$110 milhões). O primeiro lugar é do boxeador Floyd Mayweather, com patrimônio avaliado em US$ 285 milhões; o atleta é seguido por George Clooney (US$ 239 milhões) e Kylie Jenner (US$ 166,5 milhões). Você pode conferir o Top 100 completo no site da Forbes.

O Top 100 da Forbes

A Forbes ranqueia anualmente as estrelas mais bem-pagas do entretenimento ao redor do mundo usando seus ganhos líquidos entre o primeiro dia de junho do ano anterior ao primeiro dia de junho do ano corrente, antes da dedução de taxas para gerentes, advogados e agentes. Os números são baseados em estatísticas de Nielsen, Pollstar, IMDB, SoundScan, BookScan, ComScore e NPD, assim como entrevistas com especialistas do setor e até as próprias celebridades.

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Cena eletrônica participa em peso de ato londrino contra Trump

Phouse Staff

Publicado há

Revolution Day
Balão que retrata Donald Trump como um bebê irritado chamou atenção no "Stop Trump". Foto: Reprodução
“Rave protesto” rolou por 12 horas no Soho

A cena eletrônica britânica também participou do “Stop Trump”, ato de manifestações contra o presidente dos Estados Unidos que cobriu Londres nessa última sexta-feira. Como anunciado há um tempinho, o chamado “Revolution Day” foi a resposta clubber ao movimento, reunindo diversos expoentes da dance music em uma “balada protesto”.

O evento, que contou também com a comunidade LGBTQ+, aconteceu em razão da visita diplomática do presidente americano ao Reino Unido. Os manifestantes se encontraram nos arredores da Soho Radio, em Londres, e expressaram sua revolta contra o que consideram “uma postura misógina, racista e intolerante” do presidente dos Estados Unidos. O Brexit também foi objeto de protesto.

+ CLIQUE AQUI para relembrar como surgiu ideia do Revolution

Com duração de 12 horas, a balada de rua trouxe alguns dos melhores DJs do mundo para tocar dia e noite na Rádio Soho, com a transmissão reproduzida ao vivo para as ruas do bairro homônimo — que é considerado referência de liberdade de expressão e respeito a todas as classes, etnias, gêneros e opções sexuais. Nomes como Seth Troxler, Jackmaster, Eats Everything, Prosumer, Hannah Holland, Midland e Breach  tocaram de graça para que centenas de pessoas se reunissem para dançar em manifesto contra o presidente republicano.

“Festejar é um meio efetivo de resistência, especialmente resistindo ao fascismo, porque a liberdade é o que eles estão tentando restringir. Precisamos expressar nossa liberdade de viver e de ser quem somos como pessoas”, declarou Troxler, em reportagem da Mixmag. “Neste momento estamos no Soho, o bairro gay. Esta área é uma Meca cultural da resistência, e ela poder ficar de pé é essencial. […] A música é política, a arte é política, a vida é política e, se você não estiver envolvido, será apenas um desperdício de espaço.”

O DJ Gideön, apresentador da Soho Radio e curador e organizador do movimento, se disse “revoltado com o sequestro do sistema político por idiotas de direita motivados pelo dinheiro, pelo interesse próprio e pelo ódio de qualquer coisa fora de seu estreito espectro do ‘normal'”. Ele também incitou a necessidade de protestar: “Estamos vendo uma onda crescente de nacionalismo e ódio do ‘estrangeiro’ no mundo ocidental. Eu sinto que os jovens deste país precisam se unir urgentemente e resistir a essa besteira”.

Segundo a imprensa britânica, o “Stop Trump” reuniu cerca de 250 mil pessoas nas ruas da capital inglesa, incluindo algumas a favor do presidente. Também foram identificadas manifestações, pró e contra Trump, em outras cidades do país.

LEIA TAMBÉM:

Como foi a grande manifestação política com participação da cena clubber de Berlim

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