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DJ bem-sucedido perde tudo a partir de denúncias de assédio e abuso sexual

Phouse Staff

Publicado em

15/03/2018 - 19:57
Incontáveis histórias comprometedoras sobre o comportamento de Datsik vieram à tona nos últimos dias

O produtor e DJ canadense Datsik era um artista muito bem sucedido no mundo da bass music até essa quarta-feira. O dia 14 de março foi o momento em que começaram a pipocar denúncias de dezenas de mulheres com relatos sobre supostas atitudes escrotas do músico, envolvendo principalmente assédio e abuso sexual.

Similar ao famoso e recente “caso Harvey Weinstein”, o número de denúncias foi crescendo nesses últimos dois dias como uma bola de neve, a ponto de Datsik perder praticamente tudo o que construiu para sua carreira nos últimos dez anos. Basicamente, as histórias contadas pelas meninas convergem para o ponto de que o produtor e sua equipe as recrutavam para sessões de “meet and greet” no camarim, ou em seus ônibus de turnê.

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A partir dali, além de objetificarem as fãs (crachás com o logo do artista eram dados a elas, com a palavra “Tulsa”, que, vendo no espelho, formava “A slut” — “Uma vadia”, em inglês; outros relatos apontam para o fato de garotas terem suas camisetas molhadas no backstage, para ficarem com os mamilos à mostra), não são poucas as acusações sobre Datsik ter embrigado ou drogado as moças para tentar agarrá-las. Ainda segundo os relatos, as meninas com as quais o músico teve êxito em suas “tentativas cavalheirísticas” foram descartadas por ele logo após os atos sexuais, em estados deploráveis.

Uma pequena amostra de algumas das histórias que vieram à tona sobre o comportamento do DJ

Por mais que não existam provas definitivas de sua conduta abusiva com as fãs (os crachás de fato existiram, mas o DJ colocou a culpa num ex-funcionário; prints de tweets antigos [veja acima] também corroboram com tudo o que foi exposto contra ele), o número de casos similares contados por diversas pessoas diferentes foi considerado evidência o bastante para destruir sua carreira e reputação, no que parece um caminho sem volta. A Firepower Records, selo que ele próprio ajudou a fundar, o afastou; sua turnê foi cancelada; sua agência e equipe de management o desligaram; os artistas que estavam direta ou indiretamente envolvidos com ele pularam fora do barco; seus colegas da cena eletrônica o detonaram publicamente.

Em comunicado oficial, Datsik negou todas as acusações e alegou estar devastado. O artista também disse se considerar uma boa pessoa e que nunca tiraria vantagem de ninguém, dando a entender que teria sido mal interpretado.

É, Datsik, assim fica difícil acreditar em você…

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Com Alternative Kasual, Lowderz e Enkode, Bhaskar lança “Lovin’ You”

Produtor explica como surgiu a collab e fala sobre seu papel na faixa

Phouse Staff

Publicado há

Lovin' You
Foto: Divulgação

Nessa sexta-feira, 19, Bhaskar reapareceu com mais uma collab — desta vez fugindo um pouco da sua proposta mais recente de casar seus beats com artistas brasileiros de outras vertentes, retornando à sua sonoridade mais clássica.

Pela Austro Music, o produtor lançou “Lovin’ You”, resultado da parceria com dois nomes em ascensão no cenário nacional: o brasiliense Alternative Kasual e o duo carioca Lowderz. Além deles, o DJ, produtor, multi-instrumentista, cantor e compositor mineiro Enkode emprestou sua voz à canção.

Em contato com a Phouse, Bhaskar explicou como escolhe com quem produzir: “Geralmente eu miro em artistas com quem tenho sincronia e admiração. Sempre curti o trabalho do Alternative Kasual e o do Lowderz, e o Enkode eu conheci através desta música. Mas sou muito cabeça aberta pra receber ideias de artistas. Se a proposta, letra ou melodia mexerem comigo, eu entro na collab!”.

O artista também falou sobre seu papel na faixa. “Eu recebi ela com o arranjo já bem encaminhado. Senti que precisávamos alterar algumas partes do vocal e o drop — em que coloquei um bass bem parecido com o da ‘Infinito Particular’. Então entrei nesses pontos”, concluiu.

  

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Alphabeat lança homenagem a hit country e primeiro remix da GR6

Kiko Franco (foto), Double Z e G Dom remixam “Amar Amei”, enquanto Dudu Linhares e Lipe Forbes trazem “Cotton Eye Joe”

Alphabeat Records

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Kiko Franco e Woak
Kiko Franco. Foto: Divulgação

Os os dois lançamentos de hoje da Alphabeat Records trazem propostas e pegadas bem diferentes entre si. Dudu Linhares e Lipe Forbes vêm com “Cotton Eye Joe”, enquanto Kiko Franco, Double Z e G Dom pintam com um remix para “Amar Amei”, do MC Don Juan.

“Cotton Eye Joe” é uma homenagem à banda sueca Rednex, que em 1994 emplacou o hit country de mesmo nome. Amigos desde a infância, Lipe Forbes e Dudu Linhares se juntaram mais uma vez no estúdio, e a música acabou vindo meio por acaso.

Em uma de suas jams, quando estavam produzindo uma track, surgiu a ideia de homenagear “Cotton Eye Joe”, que marcou a infância dos dois produtores. Ao colocar o vocal da música original para tocar por cima da base em que estavam trabalhando, tiveram uma surpresa — as músicas encaixaram como uma luva.

   

Do outro lado, Kiko Franco se uniu com o duo Double Z e com o jovem produtor paulista G Dom para fazer o remix oficial de “Amar Amei”, faixa de sucesso do MC Don Juan, lançada no ano passado. Com isso, os três projetos emplacaram o primeiro remix autorizado pela GR6, famoso selo/produtora de funk brasileiro.

O remix já tem sido tocado pelo Brasil todo, presente já há um tempinho em sets de grandes artistas da música eletrônica nacional.

    

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

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Cheio de brasilidade, DANNE lança collab com Brazyleros

Releitura do compositor baiano Carlinhos Cor das Águas traz a voz de Neila Kadhí

Phouse Staff

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Não vá embora
DANNE. Foto: You've Got Flashed/Divulgação

Conhecido pelo estilo singular de suas produções, DANNE acaba de lançar “Não Vá Embora”, uma collab com o duo Brazyleros e a voz de Neila Kadhí. Trata-se de uma releitura da canção de Carlinhos Cor das Águas, lançada em 2001 no álbum Aldeia. Aqui, a tradicional música em voz e violão do cantor e compositor baiano virou um brazilian bass pesado, sem perder a sua essência verde e amarela.

Instrumentos musicais de percussão tipicamente brasileiros, como o reco-reco e o ganzá, ganham destaque na faixa, que mistura elementos da música popular brasileira com a música eletrônica — marca registrada do DANNE. A nova produção se destaca pela batida marcante, pela melodia e também pelo belo vocal de Neila Kadhí, que, imprime uma identidade incrível para a música.

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“A ideia de fazer essa versão eletrônica veio do Wallas, um dos integrantes do Brazyleros, e logo de cara já fiquei encantando pelo vocal da Neila. A composição é do baiano Carlinhos Cor das Águas e tem tudo a ver com o que proponho a fazer, de sempre valorizar a música brasileira nas minhas produções”, ressalta DANNE, em contato com a Phouse.

A música conta ainda com vários samples inusitados, como sons de trovão e fogos de artifício. O DANNE ainda deu uma saída da zona de conforto pra mandar um backing vocal inusitado em alguns momentos dos drops, e também no final do break.

 

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