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Baixada Santista terá clube totalmente voltado à música eletrônica

Phouse Staff

Publicado em

16/05/2018 - 15:51
Diamond Club
Foto: Divulgação
Diamond Club abre suas portas em junho, na Praia do Tombo, em Guarujá
* Atualizado em 17/05/2018, às 12h30

A cidade de Guarujá, na Baixada Santista, em São Paulo, ganhará muito em breve um clube inteiramente voltado à dance music. Na região turística da Praia do Tombo, o Diamond Club será inaugurado no dia 09 de junho, trazendo Soldera como primeira grande atração — o DJ Renan Guimarães e o primeiro residente, Jeremy, completam o lineup.

O idealizador e fundador da casa é Renan Romanatta, que pretende emplacar uma referência clubber na região. Romanatta tem uma bagagem curiosa: foi jogador de futebol — passou pela base do Palmeiras, do Cruzeiro e do Paraná Clube, no Brasil, antes de se tornar profissional no Genoa, na Itália — e encerrou a carreira precocemente, depois de passagem pelo Chievo, para virar empresário. Após alguns empreendimentos voltados ao mundo da bola, decidiu se aventurar no universo da dance music, que virou sua paixão quando ainda jogava no futebol italiano e pôde frequentar algumas das maiores casas noturnas da Europa. Após mais de um ano de estudo e planejamento, ele aposta agora todas as suas fichas no Diamond.

Em contato com a Phouse, Renan entrou em detalhes sobre o projeto: com capacidade para 412 pessoas, o Diamond terá dois ambientes, ambos com lounge e bar. O primeiro terá a pista de dança, com tetos de led de alta definição; o segundo, no andar de cima, traz uma vibe de beach club, com teto solar e clima de sunset. O foco inicial do clube será o tech house e o techno. O lineup da segunda abertura da casa terá Eric Oliver e Pietro Reis, e nomes como Tim Baresko, Sidney Charles, Fisher, Gui Boratto, D-Nox e Renato Ratier estão no radar para as próximas edições. Entretanto, a ideia de abrir outras pistas para outras vertentes — incluindo sons mais comerciais — também está nos planos.

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“Pretendemos fazer do Diamond Club um dos melhores beach clubs do litoral paulista e do Brasil. Vim para a Baixada Santista à procura do lugar ideal. Foram muitas pesquisas e muito tempo dedicados em saber em qual cidade apostar — e nessas pesquisas foi fácil entender que os fãs da cena estão carentes de um clube eletrônico na região”, conta o ex-zagueiro.

O novo espaço carrega o mesmo nome de um anexo da Lucky Scope, casa de samba e pagode que se encontra à frente de onde será o Diamond. A Lucky tinha um “Diamond Club” em seu andar de cima, que nos últimos tempos funcionava como um espaço de aluguel para festas de aniversário e eventos corporativos. Renan explica que comprou os direitos do anexo por questões de alvará: “Vamos usar o mesmo nome e logotipo [do antigo Diamond] porque conseguir um alvará a curto prazo aqui na Baixada é extremamente difícil. Mas a proposta é completamente diferente. Somos o primeiro clube 100% eletrônico da região”.

Neste primeiro momento, a casa localizada na Praça Doutor Walter Beliam, 86, abrirá todos os sábados, a partir das 22h. Você pode conferir mais informações na página do evento.

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Documentário sobre Avicii voltará ao Netflix no fim do mês

Lançado no final de 2017, filme foi retirado da plataforma após sua morte, em abril deste ano

Phouse Staff

Publicado há

True Stories Brasil
Foto: Reprodução

O documentário sobre a vida de Avicii está prestes a voltar ao Netflix. No próximo dia 28, o filme dirigido por Levan Tsikurishvili está confirmado na plataforma em países como Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Austrália. No Brasil, sua volta ainda não foi confirmada.

Antes de ser disponibilizado pelo serviço de streaming, alguns cinemas exibirão o título com exclusividade, como em Los Angeles, no Laemmie Theatre, entre os dias 14 e 20 de dezembro, e em Nova Iorque, no Cinema Village, entre os dias 21 e 27 do mesmo mês.

True Stories aborda os bastidores da trajetória do artista — de sua ascensão meteórica à queda pelo estresse e os problemas de saúde, provocados pela intensa agenda de turnês —, e foi lançado antes da trágica morte do artista. É possível notar que o filme deu muitas pistas de que o pior estava por vir, mas ninguém percebeu a tempo.

Avicii demonstrava constantemente cansaço físico e mental, e até mesmo, numa espécie de previsão sinistra, vemos Ash Pournouri — seu antigo empresário, considerado pelo pai de Avicii o responsável pela morte do DJ — alertando: “O Tim [Avicii] vai morrer, com todas as entrevistas, shows e turnês… Ele vai cair morto”.

Em entrevista recente ao Guardian, Tsikurishvili revelou ter passado por uma avalanche de emoções ao assistir ao filme pela primeira vez após a morte do amigo. “Era felicidade, tristeza, raiva, tudo o que você pode imaginar. Ao mesmo tempo, foi muito bom vê-lo novamente”, declarou.

No Brasil, o documentário teve sua estreia em maio pelo Canal BIS. Hoje, está disponível para assinantes pelo Globosat Play.

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Com novo single, Chainsmokers completam seu segundo álbum

Disco é formado pelos dez singles lançados durante o ano

Phouse Staff

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Sick Boy
Foto: Reprodução

Com Winona Oak, os Chainsmokers lançaram “Hope”, single que fechou o pacote dos dez lançados entre janeiro e dezembro, totalizando no álbum Sick Boy, sucessor de Memories… Do Not Open, de abril do ano passado. 

Sick Boy, portanto, traz todos essas canções que o duo vinha lançando mensalmente (com excessão de maio e junho), como “Beach House”“This Feeling”, “Siren”, “Save Yourself”“Somebody” e “Side Effects” — músicas que ainda carregam participações especiais de Emily Warren, Kelsea Ballerini, Aazar e NGHTMARE.

O disco apresenta um Chainsmokers levemente diferente, experimentando com outras texturas e sonoridades: ainda há muito do piano-pop do primeiro álbum, mas também aventuras pela bass music e saudações à house clássicaSick Boy pode ser conferido na íntegra no player abaixo.

 

+ CLIQUE AQUI para ler mais sobre os Chainsmokers

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Öwnboss explica como surgiu “Tell Me”, collab com Cevith e SPECT3R

Música foi lançada na última sexta-feira, via Liboo

Phouse Staff

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Öwnboss
Foto: Divulgação

Tudo começou quando Eduardo Zaniolo e Mário Camargo, do Öwnboss, receberam um e-mail do jovem produtor campinense Cevith. O mail trazia o “exoesqueleto” de uma música, apenas com os acordes de guitarra de Cevith, complementados com a voz de Ana Luísa e o violão de Júlio César — irmão e irmã que formam o duo mineiro SPECT3R.

A partir daí, o Öwnboss não pensou duas vezes em aceitar o convite para trabalhar naquela base, e se inspirou para abrilhantar a canção com o seu toque electropop. Foi assim que surgiu “Tell Me”, single colorido, na pegada do verão, lançado nessa última sexta-feira (14), pela Liboo/Universal Music.

 

Foi o próprio Eduardo quem contou essa história pra Phouse. “O Cevith nos disse que achava o som a nossa cara, e que sempre que a gente trabalha em cima de uma track, mantemos a essência dela, sem deixar nada fora de harmonia. E a gente tem essa característica mesmo: quando produzimos um remix ou um som original, fazemos algo bem suave, com timbres bem harmônicos”, revela o artista do Öwnboss.

“Acabamos caindo num timbre de baixo Sylenth, que nos levou a fazer a sequência das notas tipo aqueles punk rocks californianos dos anos 2000, como o Blink 182“, continua. “Fizemos a base dela inteira e reenviamos pro SPECT3R e pro Cevith, que acharam o clap parecido com o de ‘Blue Monday’, e trabalharam em cima dela pra finalizar. E aí chegamos no resultado final, que foge um pouco do que tá sendo lançado hoje em dia, que tá um pouco genérico, né?”

“Tentamos fazer algo mais original. É o tipo de música que sempre que a gente tocar, vai dar aquele sentimento bom, de festa. O vocal e a guitarra são muito emocionantes”, conclui Eduardo.

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