Dillon Francis faz “A” estreia com o álbum “Money Sucks, Friends Rule”

dillon francis

Na próxima semana, mas precisamente na terça dia 28 de Outubro Dillon Francis chega ao mercado com um dos álbuns mais esperados do ano e eu realmente só tenho uma coisa para dizer sobre esse material de estreia do americano: “Money Sucks, Friends Rule” é do C@r&l#o!

Com “apenas” 12 faixas, o DJ mostra toda sua versatilidade de produção ao brincar com diversos elementos que transformam a experiência de mais ou menos 46 minutos em uma deliciosa e viciante escolha de “essa é a melhor do álbum!”. Isso até você ouvir a faixa seguinte.

Claro que só pelos singles que ele disponibilizou nos últimos meses, entre eles “I Can´t Take It” e “We Make It Bounce” com Major Lazer & Stylo G, já tínhamos meio que noção da qualidade desse cara, que como segundo alguns sites e blogs como Billboard e MTV fizeram questão de afirmar: Dillon Francis não veio para ser coadjuvante e sim tomar espaço no cenário da música eletrônica (Espaço esse que é seu por direito, diga-se de passagem!).

O álbum já abre com a porrada “All That” que tem as participações do rapper Twista e do grupo de hip-hop The Rejectz. Ou seja, os elementos de trap soam muito bem na faixa e já te fazem desejar apertar o modo repeat (Eu apertei!).

As 03 faixas seguintes são já conhecidas pelo público. A ótima – e primeiro single do álbum – “Get Low” e tem a participação do DJ Snake, autor de um dos maiores hits desse ano, “Turn Down for What” com Lil Jon.
Logo após ainda temos o segundo single do álbum “When We Were Young” que é tem a força para ser um dos maiores hits do nosso verão, com um refrão viciante e uma produção house bem elaborada.

“Set Me Free” surge logo depois e tem a colaboração do jovem e querido da galera Martin Garrix. Afinal, ele e Dillon são unha e carne! Mas isso é o de menos, já que a faixa é um tapa na cara de quem acha que Martin é repetitivo nas criações e mostra também que “Money Sucks, Friends Rule” ainda reserva pontos altíssimos pela frente, e um deles é a faixa “Drunk In The All” (Apertei repeat para essa também, confesso!)

O vocal de Simon Lord é muito bom e me faz acreditar que ela pode ser um futuro single do material. Em falar em single, depois ainda temos “Love In the Middle of a Firefight” – terceiro single do álbum -, com a participação do vocalista do Panic! At The Disco, Brendon Urie.

Mas se tivesse que dizer o ápice do álbum diria que ele se encontra presente nas faixas “Not Butter” que já prevejo o “Wooowww!” da galera quando ela bombar nas pistas de danças e ganhar suporte dos grandes DJS; e “We Are Impossible” que tem uma produção moderna e tão melódica, que remete os grandes clássicos de house music do início dos anos 2000. (Bom, repeat de novo!)

O material ainda tem um grande trunfo, a faixa “What´s That Spell?” que traz Dillon interagindo com a galera de forma tão empolgante até que entram as batidas, transformando a faixa em outra grande aposta das pistas. E a faixa que fecha o álbum se chama “Hurricane” e realmente dispensa qualquer opinião, a não ser um “Ok, posso apertar repeat nessa também?”

Ou seja, vamos escutar o álbum agora? Vamos, porque com certeza vou estar ouvindo novamente enquanto você aperta o play para audição aqui.

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