Diplo Burning Man
Phouse Staff

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Diplo compartilha momentos do Burning Man e se declara ao evento

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Postando trechinhos de seus sets, o DJ falou sobre a importância que o festival tem para ele

Como você viu aqui na semana passada, o Diplo estava com uma agenda bastante agitada de sets pra este Burning Man — incluindo um B2B especial com o Flume

Passado o rolê, o produtor publicou no seu Instagram uma palinha de alguns de seus sets — e surpreendentemente, tocando house na maioria deles. Para acompanhar os dez clipes de suas performances no deserto, ele escreveu um relato mostrando por que considera o Burning Man tão especial.

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If you have time to swipe – here are a couple of sets I played at Burning Man. My job is usually make songs that you hope people can dance too and to go out and play lot of sets every weekend . As you can imagine even that gets tiring . I'm guilty of getting lazy and keeping some of the same routine and playing same songs .. but at BM I get to play records for the first time bring back old records . Improvise .. connect with old friends find new energy .. do amazing back to back sets .. find random art cars to pull up get lost in some lights and find songs I never heard before . Just creating a vibe w friends and random people riding bikes around you is some of the moments that make me feel like DJing is still one of the greatest jobs in the world . And I'm so lucky .. thank you to robot heart .. the church . No name camp . Camp question mark . Camp jou jou. Bounce art car . The 747. Bunk bed . The Christina The sol riser and everyone else .. especially to @flumemusic and @simihaze and @richmedina for rocking with me also @gene.vi.eve 💙

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Confira o texto do Diplo na íntegra, com tradução feita pela Phouse:

Meu trabalho normalmente consiste em fazer músicas que você espera que as pessoas vão dançar e que serão tocadas nas pistas todo final de semana. Como você pode imaginar, até isso é cansativo. Por vezes me sinto culpado por ficar preguiçoso e tocar as mesmas músicas, mas no Burning Man eu posso tocar faixas pela primeira vez e resgatar faixas antigas. Improvisar, me conectar com velhos amigos, encontrar novas energias, fazer sets incríveis back to back, encontrar carros alegóricos aleatórios, me perder nas luzes e descobrir músicas que eu nunca tinha ouvido antes.

Só o fato de criar uma vibe com amigos e desconhecidos andando de bicicleta em volta de você me faz sentir que ser DJ ainda é um dos melhores trabalhos do planeta. Eu sou muito sortudo. Obrigado Robot Heart, The Church, No Name Camp, Camp Question Mark, Camp Jou Jou, Bounce Art Car, The 747, Bunk Bed, The Chirstina, The Sol Riser e todos os outros. E especialmente obrigado Flume, Simi Haze e Rich Medina por mandarem ver junto comigo.

+ Burning Man enfrenta problema de superlotação

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