O DJ e produtor brasileiro D-Stroyer concedeu uma entrevista à Phouse, na qual falou sobre sua performance na última edição do Defqon.1, no Chile, realizada em 10 de dezembro, contou sobre sua experiência no palco do Q-DANCE, no Tomorrowland Brasil, e nos deixou animados para conhecer seu maior lançamento, previsto para sair no primeiro semestre de 2017, sendo ele uma colaboração com um grande produtor. Confira abaixo esse bate-papo exclusivo.

Como foi para você receber o convite para se apresentar em uma edição dos maiores festivais de hardstyle do mundo?

Foi uma sensação impossível de descrever. Ano passado fui ao festival para curtir e logo tornou meu maior sonho, então trabalhei o ano inteiro para isso ao saber que eu iria fazer parte da última edição do Defqon.1 no Chile. Fiquei muito feliz.

Em abril deste ano, você se apresentou também no palco do Q-DANCE, no Tomorrowland Brasil. Você sentiu alguma diferença entre a pista/público daqui e do Chile? 

O Tomorrowland Brasil foi incrível, mas sim, a diferença é enorme pelo reconhecimento da cena de hardstyle que o Chile possui. Na minha opinião, fazer um festival tão grande de um estilo tão específico dá muito trabalho. Acredito que a cena de hardstyle no Brasil tem um potencial enorme. Vou trabalhar para que daqui um tempo tenhamos um público grande e fiel desse estilo.

Neste ano, o público brasileiro mostrou um interesse bem maior pela hard music, lotando praticamente todas as apresentações no palco do Q-Dance. Como artista, você notou um crescimento no gênero de lá pra cá ou essa vibe ficou apenas lá na pista do Tomorrowland?

O Tomorrowland foi muito importante pois é o único grande festival do Brasil que tem um palco voltado ao hardstyle, mas o interesse está crescendo de uma forma incrível. Posso notar isso pelas festas que produzo. É cada vez maior o público que comparece nas festas.

Quanto ao Chile, notamos que o palco em que você tocou estava bem cheio. Conte para gente como foi essa experiência. Tinha muitos brasileiros por lá? 

Foi um momento que eu nunca vou esquecer. Foi a primeira vez que eu estava nervoso antes de uma apresentação. Somente eu e meus amigos sabemos o quanto eu me preparei para esse dia. Eu queria dar o meu melhor. Quando eu soltei minha intro e apareci no palco, deu um arrepio, mas logo me soltei e consegui fazer uma apresentação incrível. O público correspondeu demais e eu curtia bastante enquanto mixava. Foi uma das melhores sensações que já senti na vida. Fiquei muito feliz em ver algumas pessoas com a bandeira do Brasil. Chamei meu amigo Wav3motion para tocarmos nossa collab “Brazil” e finalizar o set comigo com suas músicas. Foi muito legal deixar a marca do Brasil nesse festival.

Há algumas semanas, recebemos a triste notícia de que essa seria a última edição do Defqon.1 no Chile. Para você, o que isso representa para o futuro do gênero na América Latina?

Como meu amigo Vilain diz, com todo final vem um novo começo. Podem ter certeza que a Q-Dance continuará na América Latina cada vez mais forte, aliás estamos crescendo cada vez mais a fanbase de hardstyle.

Como uma das novas e principais cabeças da Hard Music no Brasil, o que você consegue prever para o ano de 2017, tanto para sua carreira quanto para o gênero?

Eu estou com grandes esperanças para 2017. No primeiro semestre, terei o maior lançamento da minha carreira até agora, uma colaboração com um dos maiores produtores que conheço. Acredito que o hardstyle vai crescer muito também. Estamos com cada vez mais fãs. O próximo passo é trazer atrações grandes desse gênero para o nosso país. Já estou correndo atrás disso para a festa que faço, Hardfall.

Confira abaixo o set completo do D-Stroyer no Defqon.1 Chile 2016:

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