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Mary Mesk e Xamã explicam como surgiu a parceria em “Doce Veneno”

Faixa foi lançada neste mês, pela Bagua Records

Phouse Staff

Publicado em

27/12/2018 - 11:52
Doce Veneno
Foto: Reprodução

A jovem produtora Mary Mesk e o rapper Xamã conversaram brevemente com a Phouse para contar a história de “Doce Veneno” — a primeira collab entre os dois. A dupla conta que a ideia de uma colaboração surgiu da admiração de Mary pelo talento do carioca, que, de passagem por São Paulo, acabou visitando o estúdio da DJ, a partir de uma amiga em comum.

“Fiz o convite para nos conhecermos sem o compromisso de produzir nada, mas o santo bateu tanto que em vez de fazermos uma música, fizemos três, na mesma semana!”, revela a paulistana. O rapper, por sua vez, diz ter sido guiado por uma energia muito boa no estúdio.

“Era uma vibe totalmente diferente. A Mary me deixou à vontade para compor. Fiquei surpreso, pois nunca tinha gravado nada parecido. Isso abriu minha mente para novos horizontes artísticos”, explica Xamã, que afirma agora enxergar outros estilos musicais com novos olhos. “Compomos a música numa tranquilidade… Ela quebrou o gelo e me mostrou que aquilo não seria um bicho de sete cabeças”, continua.

“O Xamã é um artista completo e talentosíssimo, foi muito bom e fácil trabalhar com ele. Eu gosto sempre de explorar novos tons e sonoridades, e o casamento entre o rap e a música eletrônica foi melhor do que eu esperava. Tenho certeza que todos vão gostar da ‘Doce Veneno’ e das outras tracks que estamos produzindo”, conclui Mary.

“Doce Veneno” foi lançada no último dia 14 pela Bagua Records, com direito a vídeo dirigido por Zinho LSF (assista acima).

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Filme do Netflix sobre o Fyre Festival está disponível no Brasil

Com subtítulo digno de “Sessão da Tarde”

Phouse Staff

Publicado há

Fyre Fiasco no Caribe
Foto: Reprodução

Nem sempre o que está disponível no Netflix nos Estados Unidos ou na Europa acaba chegando aqui no Brasil. O filme do Avicii, que recentemente voltou à plataforma — mas ainda não por aqui —, é um bom exemplo.

Por sorte, Fyre, o documentário da própria companhia de streaming sobre o maior #fail da história dos festivais, foi disponibilizado pra gente por aqui, e pode ser assistido em todo o país — com direito a legendas em português e subtítulo digno de Sessão da Tarde: Fyre: Fiasco no Caribe.

Pra quem quer saber mais sobre a história que prometeu luxo e entregou lixo, que levou seu produtor à cadeia por fraude, deu uma queimada na reputação do rapper Ja Rule e arruinou algumas outras vidas, é só acessar aqui.

+ Hulu fura o olho do Netflix com documentário sobre o Fyre Festival

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Paul van Dyk é indenizado por queda no ASOT de 2016

Processo tramitou por quase três anos na justiça holandesa

Phouse Staff

Publicado há

Paul Van Dyk
Foto: Reprodução

Depois de quase três anos em disputa, Paul van Dyk venceu na justiça o processo contra a ALDA Events B.V., produtora responsável pelo A State of Trance em Utreque, na Holanda, que culminou com a queda do DJ de uma altura de mais de seis metros no palco principal, em fevereiro de 2016.

Segundo reportagem do Blast, Paul recebeu uma indenização de mais de 12,5 milhões de dólares (em torno de R$ 48,5 milhões, na cotação de hoje). O valor total chega à quantia de $12.588.643,45, para cobrir despesas médicas (passadas e futuras), danos materiais (cancelamento de shows pelo período que foi hospitalizado) e danos morais.

À época, Paul chegou a sofrer uma concussão grave e quebrou sua espinha dorsal em dois lugares. Consideradas todas as circunstâncias, é praticamente um milagre que ele tenha saído com vida e sem sequelas. “Na sentença, ficou constatado que a ALDA não trabalhou na segurança do palco. Eles admitiram que a área frontal não era segura, mas não avisaram o DJ antes do show. Nunca o comunicaram sobre esse perigo, mesmo sabendo que ele fazia sets bem agitados”, explica a matéria.

A queda de Paul van Dyk, em 2016

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Os 4 singles que antecedem o novo álbum de ILLUSIONIZE

“X” está previsto para o começo de fevereiro

Phouse Staff

Publicado há

ILLUSIONIZE
Foto: Reprodução

Com o lançamento de “What’s Up” nessa sexta-feira, o ILLUSIONIZE encerrou a série de singles que promovem X, seu novo álbum. Com quatro músicas, a série iniciou lá em agosto, com “Down” (quando revelamos com exclusividade o planejamento do disco — relembre aqui) e seguiu com “Here We Go” e “Eruption”, até chegar à quarta e derradeira parte.

Com isso, já é possível ter um panorama do que vem por aí em X (dez, em algoritmos romanos). Via Elevation, o disco que celebra seus dez anos de carreira está previsto para o dia 1º de fevereiro no Beatport, e no dia 15 nas outras plataformas. Os quatro singles correspondem às quatro primeiras faixas, de um total de dez.

Cabalístico, não?

+ EXCLUSIVO: ILLUSIONIZE lançará álbum para celebrar 10 anos de carreira

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