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Documentário mostra o cenário da música eletrônica na China

Phouse Staff

Publicado em

10/01/2018 - 12:18
China
Uma viagem de uma hora com o DJ Yan Bing pelos principais pontos e momentos que originaram a cena eletrônica chinesa

Muita gente por aqui pode achar que na China deve haver pouca música eletrônica, ou que não há exatamente uma cena formada com artistas circulando material intensamente, mas na verdade existe toda uma cultura não muito conhecida no Ocidente — e cada vez maior.

Para mostrar um pouco da cena chinesa, foi lançado o documentário Break The Wall, que acompanha o DJ Yan Bing, figura importante do movimento eletrônico com mais de 20 anos de experiência. Ele leva o espectador aos lugares que fizeram não só parte da sua história, mas, sobretudo, que tiveram papel fundamental para a origem dessa cultura no país asiático.

O filme cobre momentos marcantes, como a primeira rave na Grande Muralha da China — que durou dois dias e trouxe um novo paradigma cultural para os jovens da época —, até os dias de hoje, em que já existem cenários diferentes e mais comerciais.

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Além da capital Pequim, outras cidades também se tornaram um lar para as batidas eletrônicas, como Shanghai, Hong Kong, Shenzhen e Chengdu, formando hoje um mapa que cobre o país com ouvintes, festivais, clubs e novos artistas.

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Dirigido por Harry Bateman e produzido pela Toast City Productions e DAS, Break The Wall teve sua estreia no último Amsterdam Dance Event, em outubro, e agora está disponível no YouTube, com legendas em inglês.

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Tomorrowland revela mais detalhes da transmissão ao vivo

Phouse Staff

Publicado há

Tomorrowland 2018
Foto: Reprodução
Festival começa nesta sexta-feira

Depois de anunciar na semana passada a transmissão ao vivo para este ano, o Tomorrowland revelou nesta tarde mais detalhes do que poderá ser assistido por fãs de todo o mundo pela web. Segundo a assessoria do festival, a transmissão se dividirá entre os palcos Mainstage, Musical Freedom, Anjunabeats e Organ of Harmony (dia 20); Mainstage, Axtone, Diynamic e STPMD (dia 21); Mainstage, Smash The House, My House e ANTS (dia 22); Mainstage, A State of Trance, Pryda e Organ of Harmony (dia 27); Mainstage, Freedom, Q-dance e Lost Frequencies (dia 28); e Mainstage, Smash The House, Atmosphere e Coone & The Gang (dia 29).

Isso significa que nomes como Above & Beyond, Afrojack, Alesso, Armand van Helden, Armin van Buuren, Axwell Λ Ingrosso, Dave Clark, David Guetta, Dimitri Vegas & Like Mike, Hardwell, Jauz, Kölsch, Lost Frequencies, Martin Garrix, Martin Solveig, NERVO, Netsky, Nicky Romero, Nina Kraviz, Paul Kalkbrenner, Solomun, Steve Angello, Sunnery James & Ryan Marciano, Sven Väth e Yves V estão entre as 200 atrações a serem cobertas pelos quatro canais de live streaming durante os seis dias de festa.

Os horários e respectivos canais de cada palco/atração, entretanto, ainda não foram revelados.

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Pessoas param de descobrir músicas novas aos 30 anos, diz pesquisa

Phouse Staff

Publicado há

Descoberta musical
Foto: Alice Moore/Reprodução
Melhor fase para descoberta musical seria aos 24 anos

Parece que a melhor fase para se descobrir músicas novas é antes dos 30 anos. Após essa idade, as pessoas tendem a não ter o mesmo interesse e motivação para novas aventuras sonoras. Ao menos é o que aponta o novo estudo da Deezer, serviço francês de streaming, conforme revelado em reportagem da Business Insider. Avaliando mil participantes britânicos, a pesquisa concluiu que a maioria das pessoas atinge a chamada “paralisia musical” ao chegar na idade.

Cerca de 19% dos entrevistados apontaram se sentir sobrecarregados com número de escolhas musicais oferecidas, enquanto 16% culparam sua exigente vida profissional e 11% relatam estar ocupados cuidando dos filhos. Entretanto, quase metade do total de participantes da pesquisa gostaria de ter mais tempo para dedicar-se à descoberta de novas músicas.

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Outro ponto levantado foi o de que 60% das pessoas admitiram estar presos em uma “rotina musical”, escutando as mesmas músicas dos últimos anos. A Deezer também teria descoberto que a melhor fase para descobertas musicais é a dos 24 anos. Nessa idade, 75% dos entrevistados ouvem dez ou mais faixas por semana, enquanto 64% procuram pelo menos cinco novos artistas por mês. 

A matéria da Business Insider também comparou o estudo da Deezer com outros sobre o mesmo tema. Em 2015, ao analisar dados dos usuários do Spotify nos EUA e do Echo Nest, o blog da Skynet & Ebert descobriu que o gosto musical adolescente era dominado pela música pop, o que ia diminuindo conforme o amadurecimento. Chegando aos 33 anos, dificilmente se escutaria música nova.

Já o economista Seth Stephens-Davidowitz analisou, no início deste ano, dados do Spotify no New York Times. Ele descobriu que um hit da época da adolescência de uma pessoa seguiria popular entre sua faixa etária uma década depois. “‘Creep’, do Radiohead, por exemplo, é a 164ª música mais popular entre homens de 38 anos, mas nem chega ao top 300 para os que nasceram dez anos antes ou depois”, segue a matéria escrita por Lindsay Dogson.

+ Cientistas desenvolvem dispositivo para criar música através do pensamento

“Pesquisas mostraram que nossas músicas favoritas estimulam as respostas de prazer no cérebro, liberando dopamina, serotonina, oxitocina e outros estimulantes de felicidade. Quanto mais gostamos de uma música, mais desses hormônios são liberados no nosso corpo”, continua Dogson. A autora explica que durante a adolescência, nosso cérebro é mais estimulado que na idade adulta, por isso, se ouvirmos uma música que realmente gostamos naquele idade, é provável que ela permaneça na nossa playlist para sempre. Não quer dizer que não vamos gostar de novas músicas, mas que o efeito será menor.

“Se você não escutar uma música por muitos anos, a euforia [que você sentia com ela antigamente] pode voltar ao ouví-la de novo, especialmente se seu cérebro estava absorvendo tudo entre os 12 e os 22 anos” — fase da vida em que estamos mais abertos a novidades. Parece que daí em diante, é só curtição nostálgica.

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Calvin Harris e The Chainsmokers estão entre as celebridades mais bem-pagas do ano

Phouse Staff

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Forbes
Foto: Reprodução
Os únicos nomes da dance music no ranking anual da Forbes

A Forbes divulgou seu ranking anual das celebridades mais bem-pagas do mundo no último ano. E continua sendo Calvin Harris o artista da cena eletrônica que mais sabe fazer dinheiro; o músico aparece na 50° posição, com um patrimônio líquido de US$48 milhões.

Os Chainsmokers também estão na lista, em 59°, com um patrimônio líquido avaliado em US$45,5 milhões. A representatividade da dance music no ranking pode parecer pequena, mas esses dois nomes desbancaram muita gente graúda da música, como The Rolling Stones, Rihanna, Dr. Dre e Nas. Além da dupla, Tiësto, ausente desta vez, estava presente na lista do ano passado

+ RELEMBRE AQUI o Top 100 do ano passado

Entre os músicos mais bem-colocadas estão o U2 (6º lugar, com patrimônio avaliado em US$118 milhões), o Coldplay (7º, US$115,5 milhões) e Ed Sheeran (9º, US$110 milhões). O primeiro lugar é do boxeador Floyd Mayweather, com patrimônio avaliado em US$ 285 milhões; o atleta é seguido por George Clooney (US$ 239 milhões) e Kylie Jenner (US$ 166,5 milhões). Você pode conferir o Top 100 completo no site da Forbes.

O Top 100 da Forbes

A Forbes ranqueia anualmente as estrelas mais bem-pagas do entretenimento ao redor do mundo usando seus ganhos líquidos entre o primeiro dia de junho do ano anterior ao primeiro dia de junho do ano corrente, antes da dedução de taxas para gerentes, advogados e agentes. Os números são baseados em estatísticas de Nielsen, Pollstar, IMDB, SoundScan, BookScan, ComScore e NPD, assim como entrevistas com especialistas do setor e até as próprias celebridades.

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