Connect with us
Green Valley Dez. Full
Go Festivals – Tomorrowland Winter Full
Banner Sundance Leaderborder

Quase 40 mil pessoas viveram dois dias de sonhos no Dream Valley Festival

Phouse Staff

Publicado em

18/11/2013 - 19:38

 A produção já confirmou também a edição para 2014

Dream valley festival 2014

Confira também: Fotos Dream Valley Festival


Crédito: Adriel Douglas

Com um palco surpreendente e estrutura renovada, o Dream Valley Festival superou a primeira edição e encantou milhares de “dreamers” de todo o Brasil e também de outras partes do mundo, que passaram pelo Beto Carrero World dias 15 e 16 de novembro. A seleção de Djs no Dream Stage e no  Mystic Stage agradou o público que, assim como em 2012, se despediu do festival  no amanhecer de domingo ao som do Dj holandês Hardwell, que desta vez se apresentou com o título de “Melhor Dj do Mundo” na atualidade.

Um festival de música eletrônica, a exemplo do que acontece em varias partes do mundo, é feito pela diversidade sonora e pela platéia divertida, democrática e apaixonada. E o Dream Valley Festival, que aconteceu dias 15 e 16 de novembro no Beto Carrero World, em Penha, Santa Catarina, em sua segunda edição já apresenta sinais de que veio para somar à lista dos maiores eventos do gênero no planeta. Seu palco principal de 6 mil m³ o Dream Stage,  foi uma das mudanças mais impactantes e impressionou. Um grande relógio na parte central e engrenagens que lembram seu funcionamento hipnotizaram a platéia, que volta e meia se surpreendia com imagens psicodélicas nos telões seguidas de efeitos de laser, fumaça, fogos e papel picado. Já o Mystic Stage, pista destinada ao ritmo underground apareceu coberta, intimista, com telões e palco próprios para atender às características do som cadenciado e dançante que grandes nomes da cena exibiram nos dois dias do evento que contou com 27 atrações e uma baixa, as irmãs NERVO que não se apresentaram.

A primeira noite do Dream Valley Festival registrou público de mais de 16 mil pessoas e o palco principal recebeu estrelas de primeira grandeza do universo POP como W&w, Zedd, Afrojack, Steve Angello, Kaskade e Yves V, este último afirmou em entrevista coletiva após sua apresentação: “Em dez anos o Dream Valley Festival será o maior festival do mundo”.  Destaque para a abertura da noite que foi feita com muita personalidade por Marcelo CIC, brasileiro responsável pela música tema do festival, “Keep Running”, que foi entoada em coro pelos dreamers que já adotaram o hit. Mario Fischetti se apresentou logo em seguida e os dois aplicaram o mesmo discurso: a valorização dos Djs nacionais.  No Mystic Stage a noite de abertura do Dream Valley Festival contou com mestres internacionais do underground como Loco Dice, Robert Dietz, Tine e Sven Vath, no entanto, os brasileiros do Digitaria assumiram as pick ups com muita propriedade e representaram bem o time nacional do evento junto com Victor Ruiz & Any Mello.

A segunda noite do Dream Valley tinha como atração mais aguardada o holandês Hardwell, que ano passado havia feito uma apresentação épica no evento e este ano estaria no palco do Dream Valley como “Melhor Dj do Mundo” na lista dos Top 100 Djs da Dj Mag. Mas,  até a atração mais esperada comandar as pick ups muita coisa aconteceu. No Mystic Stage o projeto Elekfantz com os catarinense Daniel Kuhnen e Leo Piovazani  roubou a cena e na sequência, Gui Boratto manteve o alto nível das apresentações nacionais. Audiofly, Betoko, Tale Of Us e Funk D´Void completaram o line do palco que foi considerado como uma das mudanças mais significativas do evento, tanto em estrutura quanto em atrações.

As apresentações de Ale Rauen e Rodrigo Vieira, na abertura do Dream Stage, empolgaram a platéia e mostraram a força do time nacional do evento, que este ano contava, ao todo, com oito representantes mais um elemento surpresa, o curitibano Repow, que substituiu as irmãs NERVO e merece um parágrafo à parte. Tocadisco, Thomas Gold e Bob Sinclar aqueceram a pista para a apoteótica apresentação de Hardwell que subiu ao palco com a camisa do Brasil com seu nome nas costas e o nº1. Sabendo que grande parte das 22 mil pessoas que passaram pelo Dream Valley Festival em sua segunda noite ainda estavam ali aguardando sua apresentação, Hardwell fez o que sabe, enlouqueceu a multidão. Como um maestro, mesclando hits com novidades – ele lançou a track “Dare You” no Dream Valley Festival –  ele comandou uma massa de dreamers eufóricos e que vibravam a cada música. Assim como em 2012, após sua apresentação o público pediu bis o Dj encantado com o momento solicitou à produção que queria tocar mais uma musica, e seu pedido foi atendido repetindo o final apoteótico do evento.
Hardwell Brasil Dream Valley Festival

Foto:  Adriel Douglas

 

 Um evento dos sonhos

A estrutura do Dream Valley Festival 2013 agradou em cheio ao público que não teve problemas com filas no acesso e encontrou suficientes 4 mil vagas de estacionamento. Eram mais de 300 banheiros e 500 pessoas envolvidas na segurança do evento – que novamente não teve registro de incidentes graves. Em sua concepção, produção e operação, o festival contou direta e indiretamente com mais de mil profissionais das mais diversas áreas.  Ao todo haviam 14 bares espalhados pela arena do evento e duas lojas com produtos exclusivos Dream Valley assinados pela Colcci, uma na pista e outra no camarote, que era dividido em três setores e teve sua disposição elogiada. A praça de alimentação com Temaki, Pizza, Bauru e Calzone como opções de cardápio também agradou e, além disso, três brinquedos do parque Beto Carrero World estiveram à disposição dos dreamers das 20h à meia-noite: Fire Whip (primeira montanha-russa invertida do Brasil que tem 5 loopings e que atinge quase 100 km/h); Free Fall (elevador com queda de uma altura de 18 andares com velocidade de 90 km/h) e Star World Mountain (uma das maiores montanha-russa da América Latina com altura de 35 metros).

A organização do evento considerou esta edição um sucesso. “Já notamos uma evolução e nosso desafio para o próximo ano é garantir a consistência do evento, mantendo a qualidade apresentada nesses primeiros dois anos”, disse o gerente de unidade da Engage Eventos em Santa Catarina, Rodrigo Mathias. “A estrutura funcionou bem e as filas fluíram com tranquilidade”, avaliou Luiz Eurico, representante da Plus Talent. “Juntamos três empresas que são as líderes em suas áreas para formar um grande time para a realização deste festival”, disse o sócio-diretor da Green Valley, Eduardo Phillips.

Vale lembrar que em 2012, o Dream Valley Festival levou os principais prêmios nacionais do gênero eletrônico no Brasil. Foi reconhecido como “Destaque do Ano de 2012” no DJ Sound Awards e Cool Awards, e eleito o “Melhor Festival de Música Eletrônica” no Rio Music Conference. O festival ainda ganhou quatro páginas de matéria na Dj Mag inglesa, importante publicação de música eletrônica em todo o mundo, e foi citado em quinto lugar entre os “25 Festivais para se ir antes de morrer” segundo a Inthemix.com, importante portal australiano especializado em e-music. A realização do Dream Valley Festival é uma parceria entre o Grupo GV, Plus Talent e Engage Eventos, três nomes com vasta experiência na realização de grandes festivais.

 

Fotos Dream Valley Festival

RECEBA NOVIDADES NO E-MAIL
[fbcomments]

Notícia

Lollapalooza Brasil revela divisão do lineup por dias

Atrações de música eletrônica estão bem distribuídas entre 05, 06 e 07 de abril

Phouse Staff

Publicado há

Lollapalooza Brasil 2019
Foto: Reprodução

Três semanas depois de entregar um lineup recheado de atrações de dance music, o Lollapalooza Brasil soltou nesta quinta-feira a divisão das suas atrações por dia. Os horários, entretanto, ainda não foram revelados. 

Os DJs e grupos de música eletrônica estão bem distribuídos entre os três dias de festival. Nomes como Tiësto, KSHMR, ZHU, Fisher, Elekfantz, Dasdhot, Bruno Be e Maz estão escalados para a sexta-feira (05), enquanto Steve Aoki, Vintage Culture, ODESZA, Kungs, Chemical Surf, ILLUSIONIZE, Liu e Dubdogz com o Vitor Kley ficaram com o sábado, dia 06. Por fim, o domingo (07) terá Dimitri Vegas & Like Mike, Don Diablo, GTA, RL Grime, RÜFÜS DU SOL, Bhaskar e KVSH.

Foto: Reprodução

+ CLIQUE AQUI para ler mais sobre o Lollapalooza Brasil

Continue Lendo

ESPECIAL

“Fazíamos por amor e para os amigos, e foi o que fez a Dance Paradise ser o que é hoje”; a história e o legado de Richard Weber

Investigamos a trajetória do empresário curitibano que faleceu aos 42 anos

Phouse Staff

Publicado há

Foto: Reprodução
* Por Felicio Marmo
** Edição e revisão: Flávio Lerner

No dia 31 de outubro, perdemos um dos pioneiros da música eletrônica no Brasil. Ricardo Duarte de Mattos, mais conhecido como Richard Weber, faleceu em Curitiba, aos 42 anos, por complicações em uma cirurgia para corrigir um caso severo de apneia, deixando um legado histórico para a cena nacional: a rádio Dance Paradise, bem como suas ramificações DPmusic e DPmovie.

Do insight no trance ao programa piloto feito em casa, a postura de um líder e sua empatia são marcas registradas do cara que foi de DJ e empreendedor da cena local ao cargo mais atarefado daquele que veio a ser o programa de rádio sobre música eletrônica mais expressivo do país.

+ URGENTE: Fundador da Dance Paradise, Richard Weber morre em Curitiba

A paixão de Richard Weber pela música começou desde cedo, com um pai que ouvia de A-ha a Nat King Cole em casa. Na juventude, sua diversão foi regada aos melhores clubes da região de onde morava com seu irmão e sua família. Em casa, também tinha acesso a equipamentos da Technics. “Escutávamos música todo o santo dia. Richard gostava muito de Red Hot Chili Peppers, no meio dos anos 80”, conta à Phouse o irmão Flavio Noronha, que esteve presente na hora em que os sonhos se misturaram com realidade pelas primeiras vezes na carreira de Richard.

No estúdio da Jovem Pan. Foto: Reprodução

Com o levante da dance music no início dos anos 1990, as coisas mudaram de rumo, do rock para as pistas. “Pra sorte nossa, morávamos muito perto dos maiores clubes que a cidade e o Brasil já tiveram, o Studio 1250 e o Moustache. Naquela época, a música eletrônica dominou o meu irmão. Ele ia todo final de semana e ficava atrás da cabine dos DJs, só observando. Quando dava pra me levar, ele me levava”, lembra, citando que Richard gostava muito de Masterboy, DJ Bobo, Dr Album e Mr. Van, e que chegou a montar uma coleção de discos absurda — “temos até hoje na Dance Paradise”.

A família sempre apoiou os irmãos de dia ou de noite — não tinha tempo ruim. Por alguns anos, era apenas Flavio e Richard correndo atrás do rolê, pegando dinheiro emprestado da mãe pra colocar gasolina pra sair e divulgar as festas, ou contando com ajuda de parentes. “Minha cunhada nos ajudou muito também, comprou um fone v700 da Sony pra ele de Natal”, segue Noronha. “As festas quase não davam lucro, mas sempre bombavam. Fazíamos realmente por amor e para os amigos, e foi isso que fez a Dance Paradise crescer e ser o que é hoje, com certeza.”

O mindset da dupla sempre foi começar pequeno pensando grande, e assim o programa começou como uma web radio caseira, idealizada por Richard. O insight veio importado de uma viagem que os dois irmãos fizeram a um dos países de origem do trance. “A Dance Paradise começou mesmo com uma ideia que eu e ele tivemos em ver a Street Parade na Holanda. Esse evento era anual, rolava nas ruas de dia e os DJs tocavam nas carrocerias dos caminhões. Era uma mini Love Parade, mas só de trance. Aí pensamos: ‘temos que fazer alguma coisa de dia pro povo’”, continua Flavio.

Com Armin van Buuren, em 2011. Foto: Reprodução

Se hoje ainda não é das tarefas mais fáceis, imaginem nos anos 90. Nunca foi simples de trampar com órgãos públicos da cidade, mas a dupla foi bastante insistente, pra sorte do rebolado de muito curitibano. “Mandamos um projeto pra prefeitura e ficamos quase sete meses pra conseguir a resposta. Graça a Deus, a autorização veio. O evento no Barigui rolava das 14h até as 20h no parque, mas foi dureza. A prefeitura exigiu algumas coisas, e eu e meu irmão fomos de casa em casa ao redor do parque pra pegar autorização dos moradores. Foram mais de 50 casas, mais de cem assinaturas, ali foi o verdadeiro boom”, segue.

“Alguns artistas nacionais e internacionais de passagem em Curitiba passavam para dar uma palinha lá por saber que era muito legal. Uma pena que após dois ou três anos a prefeitura mudou tudo. Nunca mais aprovaram o projeto, que chegou a receber de duas mil a três mil pessoas”, explica em detalhes. Na época, Flavio retoma, já existia o evento do Eletrogralha nas ruas de Curitiba. “Era muito legal, mas a nossa ambição era promover algo no parque.”

Curtindo Paris. Foto: Reprodução

Em contato com a natureza, como a ideologia sugere, o som que mexeu com a cabeça dos irmãos na Holanda sempre esteve à tona nesse embrião. Fãs de Tiësto, Paul Oakenfold, Paul van Dyk e Armin van Buuren em um momento em que Curitiba era dominada pelo techno e o psytrance, os DJs educaram o público a gostar do som europeu — e “educar” é mesmo a palavra-chave que esteve presente na veia de Weber.

Nazen Carneiro, relações públicas curitibano que foi amigo do comunicador, o define como a representação do que é, de fato, um DJ. “O Richard representa ser DJ: um apaixonado pela música, um guia para muitos profissionais. Uma pessoa que foi sempre inovadora e líder do seu meio”, explica. Sérgio Maslowsky, relações internacionais, curador musical e cinegrafista, destaca a personalidade bem-humorada do colega:

“O Richard sempre foi uma pessoa de extremos. Ou ele amava muito algo, ou aquilo não prestava. Ele sempre foi muito bom em demonstrar do que ele gostava e do porquê ele gostava de algo, e fazia com que você quisesse fazer parte, viver o mesmo sonho que ele. Participar da magia, como ele gostava de dizer: ‘isso aqui é MAGIA, olha isso aqui lóóórde!’. E sempre era assim, com bom humor, muita piada de mau gosto (risos) e as melhores comparações possíveis: ‘meus deus cara, o que vocês comeram? Tá um cheiro de sela de cavalo aqui na sala!'”.

Com Tony McGuiness, do Above & Beyond. Foto: Reprodução

A apresentadora Juliana Faria, que trabalhou por dez anos ao lado de Weber ajudando no crescimento da Dance Paradise, segue uma linha parecida com a de Nazen, destacando o carinho que Richard tinha pela cultura eletrônica. “Ele sempre foi muito primoroso quando se trata de música eletrônica. Sempre o ouvia sobre reverenciar os clássicos e os mestres, conhecer a história. Em 2012, o programa de rádio estreou para todo o Brasil. Depois dessa conquista, justamente nasceu aí o interesse pelos vídeos, e em 2013 estávamos em quatro pessoas na Bélgica para gravar o Tomorrowland, que veio a ser o primeiro episódio do programa pro Canal BIS da Globosat”, resume.

“O que posso dizer é que o Richard é a cola de tudo. As pessoas muitas vezes projetam a imagem da Dance Paradise em mim, por ser a voz e estar na linha de frente, mas em todos esses anos, a minha voz só projetou a energia e as idealizações dele. Eu sempre fui um canal, mas a mensagem sempre foi dele. Ele realmente fez tudo que dava com a marca que teve na mão, explorou todas as possibilidades, está deixando muita coisa boa pra cena e pra muita gente, e não tem como deixar isso se perder”, continua.

Juliana conclui falando da importância de manter o projeto vivo, em honra ao seu criador. “O time está abalado, mas temos esse compromisso. O Richard esteve no rádio, na TV, nos maiores festivais do Brasil e do mundo, viveu a música, conheceu os seus ídolos, contribuiu com a cena. É muito claro o tanto que a Dance Paradise se tornou um canal relevante. Um dos grandes medos dele era perder tudo isso — o sonho e a magia, como ele falava —, mas ainda bem que, na verdade, ele viveu tudo isso intensamente.” 

No ADE em 2014, com os DJs Dave Clark e Chuckie. Foto: Reprodução

Um projeto que nasceu em Curitiba, e que hoje é transmitido em mais de 60 emissoras por todo o Brasil. Que evoluiu para uma produtora audiovisual e chegou à TV. Que começou voltando ao trance, mas hoje abrange as mais variadas vertentes do cenário nacional. A Dance Paradise perde seu diretor de comunicação, fundador e idealizador, mas o show precisa continuar.

“A família está em luto. Ainda não decidimos o que vai ser sem ele. A DP cresceu demais, tem sócios e faz parte de um grupo grande de uma rede de rádio FM nacional, então tem muita coisa a ser conversada. Mas tenho certeza que tudo vai dar certo, pelo bem do meu irmão”, conclui Noronha.

Continue Lendo

Notícia

deadmau5 é o segundo headliner confirmado no Creamfields

O produtor canadense junta-se ao Swedish House Mafia como as únicas atrações reveladas até o momento

Phouse Staff

Publicado há

deadmau5 no Creamfields
deadmau5 no Creamfields 2011. Foto: Rukes/Reprodução

Cerca de duas semanas depois de anunciar o Swedish House Mafia como atração, o Creamfields confirmou o segundo headliner de sua edição principal em 2019: deadmau5. E se os suecos vão encerrar o festival, o ratão terá a incumbência de comandar o horário nobre do dia da abertura, 22 de agosto, no Arc Stage.

A notícia antecede o início de uma nova carga de ingressos, que será disponibilizada amanhã (14), a partir das 07h (horário de Brasília). Além disso, é um indício de que, mesmo recluso das redes sociais e fazendo tratamento para sua saúde mental, o deadmau5 deve seguir fazendo shows normalmente em 2019.

LEIA TAMBÉM:

Swedish House Mafia confirma presença no Creamfields

Creamfields London Steel Yard terá showcase da Space Ibiza e HOLO, do Eric Prydz

deadmau5 lança 2º volume da coletânea “mau5ville” e novo vídeo bizarro

Depois de “detox” no Twitter, deadmau5 segue com agenda regular

deadmau5 pede desculpas por comentários ofensivos e diz que vai procurar ajuda

Continue Lendo

Publicidade

Green Valley – 300×250
Brazillian Bass 300×250
Sundance (300×250)
Go Festivals – Tomorrowland 300×250

Facebook

PLAYLIST

Trending

-->

Copyright © 2018 Phouse

Brazillian Bass Pop Up