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Editorial: É hora de rever nossa posição sobre o Top 100 da DJ Mag

Phouse Staff

Publicado em

20/10/2016 - 19:40
Top 100 DJ Mag 2018

Ontem, assim como há um ano, a Phouse dedicou boa parte da sua tarde em cobrir o Top 100 da DJ Mag. Enquanto acompanhávamos os resultados, trazíamos atualizações e interagíamos com vocês, percebemos coisas importantes. A credibilidade do ranking vem caindo, ano a ano.

À noite, repostamos artigo de 2015 do nosso colunista Flávio Lerner, que é radicalmente contra a existência do poll. “Música não é competição”, escreveu ele à época em que Dimitri Vegas & Like Mike vinham sendo muito contestados por comprarem votos para alcançar a primeira posição daquele ano. “Não é possível colocar no mesmo saco um Arcade Fire e um Justin Bieber ou um MC Guimê e um Coral dos Meninos de Viena”, seguiu, “assim como um Eric Prydz e um Borgore — e, vejam só, estes dois estão classificados no mesmo Top 100.” O autor continuou a análise (que você pode ler aqui) levantando fatos que mostravam que o famigerado chart, cada vez mais, não passava de uma manobra de marketing para inflacionar cachês. Não se tratava mais apenas de uma brincadeira inocente a fim de levantar os DJs mais populares do mundo (e se é de fato um concurso de popularidade, como ele também indaga, por que não assumir-se como tal?), mas de um extenso e bem planejado jogo de xadrez do mercado.

O texto, na época, foi visto por muitos como contraditório: como a Phouse poderia abrir espaço pra uma opinião tão radical contra o ranking que ela mesma propaga ostensivamente? Mesmo deixando claro que é possível abrigarmos aqui colunistas com ideias independentes e diferentes entre si, ao fim do dia, chegamos à conclusão de que concordamos mais com Lerner do que imaginávamos. De fato, não seria mais útil os DJs investirem seu tempo, seu dinheiro e seus esforços na própria música do que num concurso sem muitos critérios e transparência? Entramos então num impasse: vamos seguir dando credibilidade pra uma lista sem sentido, que cataloga artistas completamente diferentes apenas por marketing? Por outro lado, como executaríamos um boicote — como o colunista defendeu — se é um assunto ainda tão relevante pros nossos leitores? Ignorá-lo não acabaria sendo mau jornalismo?

Claro, não deixamos também de ficar felizes vendo nomes da nossa cena brasileira despontando cada vez mais nele: Alok (#25), Vintage Culture (#54) e Felguk (#67) representam a maior presença brazuca na história do chart, o que é um indicativo da música eletrônica brasileira estar cada vez mais popular no planeta. Parabéns pra todos eles! Mesmo assim, chegamos à conclusão de que é hora de assumir um posicionamento: a Phouse defende jornalismo de qualidade, opiniões independentes e não vai deixar de repercutir as notícias que interessam a vocês. Ao mesmo tempo, reconhecemos, mais do que nunca, nossa responsabilidade na forma em como trazemos essas notícias. Tratar o Top 100 da DJ Mag como vínhamos fazendo até hoje, com forte cobertura, significava conferir mais poder e notoriedade do que ele merece. Não queremos mais compactuar com isso, pois também faz parte dos nossos ideais transmitir aquilo que acreditamos como o mais justo e honesto. E assinar embaixo de uma tabela que trata seres humanos, cada qual com seu valor individual para o seu fã — valores que não podem ser mensurados — em meros números, como se estivessem em um campeonato cujas primeiras posições revertem-se em mais faturamento, é algo que não contribui em nada com a cultura DJ; pelo contrário, fomenta birras, rivalidades e haterismo.

Em outras palavras: a partir de agora, passamos a mudar nossa maneira de lidar com esse jogo. Se por um lado não podemos ignorá-lo, também não precisamos endossá-lo. E aí agradecemos a vocês, leitores: os seus comentários referentes à lista só nos deram força para tomarmos essa decisão.

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Notícia

Documentário sobre Avicii voltará ao Netflix no fim do mês

Lançado no final de 2017, filme foi retirado da plataforma após sua morte, em abril deste ano

Phouse Staff

Publicado há

True Stories Brasil
Foto: Reprodução

O documentário sobre a vida de Avicii está prestes a voltar ao Netflix. No próximo dia 28, o filme dirigido por Levan Tsikurishvili está confirmado na plataforma em países como Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Austrália. No Brasil, sua volta ainda não foi confirmada.

Antes de ser disponibilizado pelo serviço de streaming, alguns cinemas exibirão o título com exclusividade, como em Los Angeles, no Laemmie Theatre, entre os dias 14 e 20 de dezembro, e em Nova Iorque, no Cinema Village, entre os dias 21 e 27 do mesmo mês.

True Stories aborda os bastidores da trajetória do artista — de sua ascensão meteórica à queda pelo estresse e os problemas de saúde, provocados pela intensa agenda de turnês —, e foi lançado antes da trágica morte do artista. É possível notar que o filme deu muitas pistas de que o pior estava por vir, mas ninguém percebeu a tempo.

Avicii demonstrava constantemente cansaço físico e mental, e até mesmo, numa espécie de previsão sinistra, vemos Ash Pournouri — seu antigo empresário, considerado pelo pai de Avicii o responsável pela morte do DJ — alertando: “O Tim [Avicii] vai morrer, com todas as entrevistas, shows e turnês… Ele vai cair morto”.

Em entrevista recente ao Guardian, Tsikurishvili revelou ter passado por uma avalanche de emoções ao assistir ao filme pela primeira vez após a morte do amigo. “Era felicidade, tristeza, raiva, tudo o que você pode imaginar. Ao mesmo tempo, foi muito bom vê-lo novamente”, declarou.

No Brasil, o documentário teve sua estreia em maio pelo Canal BIS. Hoje, está disponível para assinantes pelo Globosat Play.

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Com novo single, Chainsmokers completam seu segundo álbum

Disco é formado pelos dez singles lançados durante o ano

Phouse Staff

Publicado há

Sick Boy
Foto: Reprodução

Com Winona Oak, os Chainsmokers lançaram “Hope”, single que fechou o pacote dos dez lançados entre janeiro e dezembro, totalizando no álbum Sick Boy, sucessor de Memories… Do Not Open, de abril do ano passado. 

Sick Boy, portanto, traz todos essas canções que o duo vinha lançando mensalmente (com excessão de maio e junho), como “Beach House”“This Feeling”, “Siren”, “Save Yourself”“Somebody” e “Side Effects” — músicas que ainda carregam participações especiais de Emily Warren, Kelsea Ballerini, Aazar e NGHTMARE.

O disco apresenta um Chainsmokers levemente diferente, experimentando com outras texturas e sonoridades: ainda há muito do piano-pop do primeiro álbum, mas também aventuras pela bass music e saudações à house clássicaSick Boy pode ser conferido na íntegra no player abaixo.

 

+ CLIQUE AQUI para ler mais sobre os Chainsmokers

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Öwnboss explica como surgiu “Tell Me”, collab com Cevith e SPECT3R

Música foi lançada na última sexta-feira, via Liboo

Phouse Staff

Publicado há

Öwnboss
Foto: Divulgação

Tudo começou quando Eduardo Zaniolo e Mário Camargo, do Öwnboss, receberam um e-mail do jovem produtor campinense Cevith. O mail trazia o “exoesqueleto” de uma música, apenas com os acordes de guitarra de Cevith, complementados com a voz de Ana Luísa e o violão de Júlio César — irmão e irmã que formam o duo mineiro SPECT3R.

A partir daí, o Öwnboss não pensou duas vezes em aceitar o convite para trabalhar naquela base, e se inspirou para abrilhantar a canção com o seu toque electropop. Foi assim que surgiu “Tell Me”, single colorido, na pegada do verão, lançado nessa última sexta-feira (14), pela Liboo/Universal Music.

 

Foi o próprio Eduardo quem contou essa história pra Phouse. “O Cevith nos disse que achava o som a nossa cara, e que sempre que a gente trabalha em cima de uma track, mantemos a essência dela, sem deixar nada fora de harmonia. E a gente tem essa característica mesmo: quando produzimos um remix ou um som original, fazemos algo bem suave, com timbres bem harmônicos”, revela o artista do Öwnboss.

“Acabamos caindo num timbre de baixo Sylenth, que nos levou a fazer a sequência das notas tipo aqueles punk rocks californianos dos anos 2000, como o Blink 182“, continua. “Fizemos a base dela inteira e reenviamos pro SPECT3R e pro Cevith, que acharam o clap parecido com o de ‘Blue Monday’, e trabalharam em cima dela pra finalizar. E aí chegamos no resultado final, que foge um pouco do que tá sendo lançado hoje em dia, que tá um pouco genérico, né?”

“Tentamos fazer algo mais original. É o tipo de música que sempre que a gente tocar, vai dar aquele sentimento bom, de festa. O vocal e a guitarra são muito emocionantes”, conclui Eduardo.

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