[Leo Piovezani e Daniel Kuhnen. Foto: Guilherme Oliveira/Divulgação]

Nessa última sexta-feira, o Elekfantz lançou mais uma faixa nova: “When We Were Young”. Em contato com a Phouse, a dupla confirmou que trata-se, de fato, de um novo single que, assim como “Work It Out” e “The Promisse”, integrará seu novo álbum, sucessor de Dark Tales & Love Songs, que já vai fazer cinco anos. Ainda não há, porém, um nome e um dia de lançamento definidos.

“When We Were Young” segue conceito similar ao que apresentaram no single anterior: pegada nostálgica, anos 80, com um videoclipe que reflete perfeitamente a estética. Neste caso, o vídeo traz gravações caseiras da infância e adolescência do Leo Piovezani, mostrando a família e os seus primeiros passos na música. Daniel Kuhnen aparece mais ao final, nas lembranças de quando os dois artistas se conheceram e começaram a fazer música juntos.

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“‘When We Were Young’ e ‘The Promisse’ foram feitas em momentos bem diferentes. Escolhemos elas em sequência por combinarem, mas não nasceram juntas. ‘The Promisse’ foi feita há uns oito anos, e ‘WWWY’, no ano passado. Fiz ela em uma tarde, praticamente”, contou Leo.

“’É uma música muito pessoal, fala sobre a nossa adolescência, uma época confusa e inocente, cheia de paixão, sonhos e bobagens. Acredito que muita gente vai se identificar. Como eu não tenho registros em vídeo e o Leo conseguiu resgatar muita coisa, conseguimos criar uma história que vai da infância dele, passando pela adolescência, quando nos conhecemos e ele entrou de cabeça na música, até nosso reencontro com o início dos Elekfantz”, complementou Daniel, destacando que é sua música favorita do projeto. “É a minha música favorita do Elekfantz até aqui. Não sei explicar o porquê, simplesmente é.”

Como os três singles revelados até aqui trazem um conceito bem amarrado, perguntei se nostalgia é a palavra que define o segundo álbum do duo, no que os caras responderam que pode ser uma delas, mas não a única. “A ‘WWWY’ já nasceu com essa harmonia esperançosa, assim como o single anterior. Acho que é essa harmonia que dá isso que você chama de nostalgia, além de alguns synths que remetem aos anos 80. Mas ela ainda tem elementos na composição que são até de techno“, destacou Piovezani.

“Lembro que quando a fiz, foi a música que mais chamou a atenção do Gui [Boratto] e do Dani, na hora de fazer a seleção para o álbum. Na época, não era pra mim a que mais chamava a atenção, mas ela ficou, a gente começou a tocar, deu bastante trabalho na produção. Depois do estúdio do Gui, em São Paulo, a mixamos em Los Angeles e masterizamos em Londres, então talvez isso tenha a tornado bem especial. Mas tem tanta música legal no próximo disco, que pra mim seria tudo single”, brincou.

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“Desde o início, o Elekfantz foi a mistura de nossas influências. Como nós dois crescemos nos anos 80, essa influência é natural, vai do Depeche Mode ao Tears For Fears, mas também tem resquícios das nossas bandas favoritas dos anos 70 e 90. A junção de tudo isso com o techno, que descobri quando estive em Berlim e me aprofundei quando o Warung abriu perto de casa, moldaram o nosso som. Temos o coração no passado, mas a cabeça no futuro”, acrescentou Kuhnen.

Leo Piovezani ainda lembrou do famigerado “desafio do segundo álbum”, que serve como prova de fogo pra praticamente todos os projetos musicais com uma carreira sólida. “Esse segundo disco é muito importante, provavelmente o que a gente mais se esforçou. Como você sabe, o segundo álbum de qualquer banda é importante, ainda mais agora que a gente já tem bastante fã, as pessoas já tem uma expectativa. Acho que a turma que gosta de ‘She Knows’ e de ‘Blush’ vai se identificar com o novo material”, concluiu.

* Flávio Lerner é editor da Phouse.

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