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Eli Iwasa lança mix para série com ex-alunos da Red Bull Music Academy

Phouse Staff

Publicado em

18/04/2018 - 13:16
Eli Iwasa Red Bull
Foto: Divulgação
A DJ e empresária brasileira conta em primeira mão como foi a experiência de participar da academia, há 15 anos

Foi em 2003 que Eli Iwasa participou da edição na Cidade do Cabo, na África do Sul, da Red Bull Music Academy — uma das maiores instituições musicais do mundo, que rola anualmente em diferentes partes do planeta e já levou alguns brasileiros como Carrot Green, Daniel Limaverde, Luisa Puterman e Érica Alves (e que neste ano terá o prodígio Benjamin Sallum).

Escolhida entre diversos artistas — e então em início de carreira —, a DJ, que já começava a trilhar um caminho sólido aqui no Brasil, aproveitou ao máximo toda a experiência que a RBMA proporciona desde 1998. “Assisti a palestras com lendas como o Bob Moog e até participei de uma jam session com o Hugh Masekela. Foram duas semanas intensas de imersão musical. Toquei em um dos eventos da RBMA na cidade, conheci a cultura local, mas o mais legal foi a troca de experiências com gente do mundo inteiro, tão apaixonada por música quanto eu”, contou a artista paulistana, em exclusividade para a Phouse. “Foi um momento decisivo na minha vida, porque voltei para o Brasil determinada a ser uma boa DJ e realmente construir uma carreira”.

+ Com Eli Iwasa, Brazil Music Conference divulga alguns dos big names para maio

O resto da história é conhecida: Eli se tornou uma das DJs mais requisitadas do país, é dona de dois clubs extremamente bem-sucedidos em Campinas — Club 88 e o inaugurado recentemente Caos — e viaja o mundo levando sua visão musical, seja como headliner, seja abrindo ou fechando para artistas do calibre de Dixon, Marcel Dettmann e Nina Kraviz.

Agora, uma década e meia depois, ela foi convidada a produzir um mix para a Red Bull Radio, na edição especial “Alumni”, que vem lançando toda segunda-feira sets especiais de ex-alunos expressivos da academia. “Em todo esse tempo, minha relação com a Red Bull continuou forte. Fiquei muito feliz em receber o convite, e de alguma maneira relembrar e celebrar os 15 anos da minha participação”, continua a DJ. Até este momento, além do set de Eli, lançado ontem, a série criada para celebrar os 20 anos de Red Bull Music Academy já trouxe podcasts de DJ Yogo, Krizzli, Kate NV e Stiletti-Ana. É provável que nomes gigantes da cena mundial que também foram alunos — como Flying Lotus, TOKiMONSTA, Black Coffee, Hudson Mohawke e a própria Nina Kraviz — pintem em breve.

[Se o player não estiver funcionando no seu computador, acesse o mix aqui]

Para transmitir sua identidade através do mix, Iwasa buscou músicas e referências que passam pelas diversas nuances do techno. “Quis fazer algo que contasse um pouco da minha história até chegar aos dias atuais; de tracks importantes de Basic Channel e Thomas Brinkmann a uma faixa inédita do Bleeping Sauce, e também produções de brasileiros que gosto muito e outras coisas que tenho tocado. Gosto bastante de gravar podcasts porque não tenho a preocupação de bombar uma pista, e sim de construir uma historinha através da música”, completa a artista.

Eli Iwasa ainda lança amanhã (19) música nova com seu projeto paralelo Bleeping Sauce, que toca com Marco A.S. A faixa integra a compilação La Femme, da Austro Music, que traz um enfoque nas grandes produtoras de música eletrônica do Brasil, como Aninha, Ellie K, Jessica Tribst e Nana Torres.

Confira a tracklist do podcast da Eli Iwasa para a Red Bull Radio:

Maurizio – M05A (Original Mix) – M
Basic Channel – Phylyps Trak II_II – Basic Channel
RHR – Quebrada – In Their Feelings
Thomas Brinkmann – Ulla 1 (Original Mix) – MaxErnst
Amrint Keen – Natural Homeostasis – Uncanny Valley
The Soul Architect – Feel The Love (L_cio Remix)
Baby Ford – Messenger Box – Sender Records
Anthony Rother – When The Sun Goes Down (Underground Resistance Ain’t No Sunshine Remix) – Datapunk
Tessuto – Delay For a Dream – Future Visions Label
Subversive – Chainbreaker (Voiski Remix) – VRV
Mattes Schwarz – There Are Secrets – Magazine

Bleeping Sauce – Black Hole – Unreleased

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Confira a coletânea dos alunos de 2015 da Red Bull Music Academy

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Chainsmokers e Zedd lideram charts de dance music no 1º semestre de 2018

Phouse Staff

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Billboard charts
Foto: Reprodução
Billboard revelou as músicas mais tocadas e vendidas até agora no ano

A Billboard divulgou na última semana seu relatório semestral das paradas de dance music. The Chainsmokers e Zedd foram os artistas que mais se destacaram nas categorias “álbuns” (que também inclui EPs) e “singles”, respectivamente. Os charts são baseados em dados contabilizados entre 27 de dezembro do ano passado e 28 de junho deste ano.

Os Chainsmokers lideram o ranking de álbuns mais populares (que conta não apenas vendas físicas e digitais, mas também número de plays) com Memories… Do Not Open, e ainda emplacaram dois EPs entre as cinco melhores colocações: Collage, em terceiro lugar, e Sick Boy, em quarto. Em números, os discos “venderam” 161 mil, 114 mil e 106 mil cópias, respectivamente (o número de vendas aqui também leva em conta uma conversão de número de streamings). Veja como ficou a lista dos álbuns mais populares deste primeiro semestre:

1. The Chainsmokers, Memories… Do Not Open (161 mil)
2. Calvin Harris, Funk Wav Bounces Vol. 1 (129 mil)
3. The Chainsmokers, Collage (EP) (114 mil)
4. The Chainsmokers, Sick Boy (EP) (106 mil)
5. Lady Gaga, The Fame (101 mil)
6. Above & Beyond, Common Ground (91 mil)
7. Odesza, A Moment Apart (84 mil)
8. Kygo, Kids In Love (76 mil)
9. Avicii, True (67 mil)
10. Gorillaz, Demon Days (60 mil)

Já na lista de álbuns mais vendidos, a liderança é do trio Above & Beyond, que lançou Common Ground no começo deste ano. É curioso notar, entretanto, como a grande maioria dos discos mais vendidos é mais antiga (assim como no chart acima), com muitos lançamentos da década passada.

1. Above & Beyond, Common Ground (79 mil)
2. Gorillaz, Demon Days (21 mil)
3. Lady Gaga, The Fame (19 mil)
4. Various Artists, Now That’s What I Call a Workout 2018 (17 mil)
5. Odesza, A Moment Apart (14 mil)
6. The Chainsmokers, Memories… Do Not Open (14 mil)
7. Daft Punk, Discovery (14 mil)
8. Various Artists, Now That’s What I Call Hits & Remixes 2018 (12 mil)
9. Lindsey Stirling, Brave Enough (11 mil)
10. Daft Punk, Random Access Memories (10 mil)

Em termos de singles, o grande vencedor deste primeiro semestre é Zedd, que emplacou seu single “The Middle” na primeira colocação por 23 semanas. A música é uma collab com Maren Morris e Gray e foi o single de dance/eletrônico mais vendido de 2018 até agora. Com 621 mil unidades, a produção tem quase o triplo de aquisições se comparada a “Wolves”, de marshmello e Selena Gomez, que ficou em segundo lugar. Zedd ainda aparece também na décima posição, com o hit “Stay”.

1. Zedd, Maren Morris & Grey, “The Middle” (621 mil)
2. Selena Gomez x Marshmello, “Wolves” (213 mil)
3. Hailee Steinfeld & Alesso feat. Florida Georgia Line & Watt, “Let Me Go” (165 mil)
4. The Chainsmokers & Coldplay, “Something Just Like This” (144 mil)
5. Calvin Harris & Dua Lipa, “One Kiss” (140 mil)
6. Sofi Tukker feat. NERVO, The Knocks & Alisa Ueno, “Best Friend” (127 mil)
7. Marshmello feat. Khalid, “Silence” (114 mil)
8. The Chainsmokers feat. Halsey, “Closer” (64 mil)
9. Avicii, “Wake Me Up” (62 mil)
10. Zedd & Alessia Cara, “Stay” (59 mil)

“The Middle” também fatura a primeira posição nos charts de músicas mais tocadas (combinando áudio e vídeo) e de músicas mais tocadas (apenas áudio). Você pode conferir mais detalhes na Billboard.

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Festival luxuoso da Anjunabeats no México é cancelado

Phouse Staff

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Anjunabeach
Foto: Reprodução
Selo se baseou no feedback do público para voltar atrás

Poucos dias antes do primeiro Anjunabeach — o mais novo festival do Above & Beyond — rolar na Califórnia, uma nova edição foi anunciada pela equipe da label. O festival seria em Riviera Maya, no México, durante três dias: 04, 05 e 06 de janeiro, com ingressos beirando os 1.600 dólares. Como a Anjuna já havia adiantado pelo Reddit, este seria um evento diferente, mais caro, para proporcionar uma experiência única — algo como um pacote com tudo incluso em um resort de música eletrônica.

Um mês depois, o plano foi abortado. Em novo comunicado na rede social, a equipe do selo anunciou o cancelamento do evento, sobretudo pelos comentários dos fãs. “Nossos parceiros comerciais estabeleceram preços significativamente maiores do que os de um show normal do Above & Beyond, mas necessários para que conseguíssemos atingir toda a nossa ambição. Com um feedback inicial positivo e mais de 10 mil registros na pré-venda, achamos que o evento estava sendo bem-recebido”, diz o texto.

Anjunabeach Riviera Maya foi anunciado em junho

“Mas depois de ouvir cuidadosamente o feedback de vocês — e de fazer muita pesquisa —, percebemos que esse evento não estava indo para o caminho que desejávamos, então optamos pela difícil decisão de não continuar com ele. Escutamos de alguns que o preço era muito alto, ou que o festival seria exclusivo demais, lamentando que essa experiência fantástica não seria acessível para muita gente. Levamos tudo isso em conta. Só podemos realizar algo que tenha o apoio de vocês, e vocês nos disseram claramente que este não era o caso.”

O post ainda afirma que o “sonho do Anjunabeach ainda está vivo”, mas que por ora, a label vai focar em eventos já conhecidos, como o ABGT. Todos aqueles que já compraram ingressos e reservaram passagens aéreas serão devidamente reembolsados.

Announcement from HQ: Anjunabeach Riviera Maya from r/AboveandBeyond

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Queda do número de turistas em Ibiza causa redução nos preços dos hotéis

Phouse Staff

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Ibiza fechados
Foto: Reprodução
Alta temporada na ilha não foi tão “alta” neste ano

Será que os turistas priorizaram a Copa do Mundo da Rússia ao invés de viajarem para Ibiza? Os hotéis da ilha tiveram que reduzir os preços e oferecer descontos para compensar a baixa demanda dos turistas britânicos, alemães e estrangeiros durante a alta temporada deste ano.

Uma publicação da Mixmag aponta uma queda nas vendas de quartos de hotéis da ilha em abril, maio e junho — e em razão do déficit, os empreendimentos estão dando descontos de 30% e 40% para o restante da temporada. Muitos hotéis estão considerando até a possibilidade de abrir apenas durante cinco meses no ano, em vez de sete como de costume.

Não foi realizado um estudo econômico para sabermos a causa da queda de turistas em Ibiza nesta temporada. Porém, as altas taxas turísticas, os altos preços de bebidas e ingressos para os clubs mais populares, somados aos protestos locais contra o turismo excessivo — o que provocou até medidas drásticas, como a proibição do Airbnb — podem ter causado o prejuízo.

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