Gabriel Boni

Em entrevista à Phouse, Gabriel Boni fala sobre sua carreira, selos e ida ao ADE

O DJ/produtor brasiliense Gabriel Boni, fundador das gravadoras Inminimax, Acid Fruits e Sick Society, contou-nos sobre sua carreira, selos, músicas, e sua ida ao Amsterdam Dance Event (ADE) 2015, onde participou de vários painéis, workshops da Native Instruments e Pioneer, debates com Jeff Milss, Joris Voorn e Seth Troxler, e encontros culinários com Carl Cox e Richie Hawtin.

Começando pela adolescência, Gabriel Boni destaca ter sido daqueles artistas que optaram por iniciar cedo na música eletrônica. Ingressando como DJ e produtor profissional após tocar em 2007 no festival “Fora do Tempo”, que era realizado no Maranhão, de lá pra cá passou a se apresentar em diversas festas, clubs nacionais e internacionais, além de festivais, ao exemplo do Kaballah Festival, Dream Festival, Universo Paralello, entre outros.

Hoje, dono de três gravadoras, a Inminimax, Acid Fruits e Sick Society, Boni fala sobre a proposta de ter criado cada selo nesse patamar notável de sua carreira:

“Eu optei por dividir gêneros para que assim possa criar uma identidade para cada gravadora. Acho que dessa forma é mais fácil de que cada grupo se identifique com determinado selo, não só pela música, mas pela forma de pensar, pela identidade visual, pelos artistas que ali lançam. Atualmente, por conta da quantidade de vertentes e produtores que temos no Brasil e no mundo, é bem viável ter 3 gravadoras”, disse.

Em outubro de 2015, Boni esteve pela primeira vez na conferência Amsterdam Dance Event, na Holanda, e impressionado com muita coisa bacana que viu por lá, principalmente com a organização do evento, ele destaca:

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“Não imaginava algo tão grandioso. A conferência acontece em lugares lindos de Amsterdam, seja nos prédios, museus, subsolos, bares, bibliotecas e clubs, todos voltados para a conferência. Achei genial! Vi de tudo. Vi gente do mundo inteiro e muitos amigos do Brasil, todos maravilhados e com certeza pensando em um ‘next level’ para o nosso país. Amsterdam é uma das cidades mais bonitas do mundo. Tudo na conferência é muito bem feito, desde a parte gráfica até os festivais como Awakenings ou os Showcases incríveis da Dynamic, Circoloco, ELLUM e muitos outros”.

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Expectativas e planos para a carreira profissional, Gabriel Boni tem muita. Conforme frisa à Phouse, seu foco é aprimorar seu ofício cada vez mais:

“O projeto é produzir muito, criar apresentações cada vez melhores e interações com o público. Evoluir nesses aspectos é algo que almejo muito. Acabei de construir uma sala que sempre sonhei para produzir, e agora eu busco aprimorar cada processo para poder explorar cada vez mais meu potencial, seja em gravação, composição, arranjo e síntese”.

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Com o intuito de também conhecer mais músicos e cantores nessa sua jornada, aprimorar seus conhecimentos musicais, além de nunca parar de ouvir boas músicas eletrônicas, Gabriel Boni confirma ser daqueles artistas notáveis também pelas próprias produções. Para tanto, selecionamos algumas músicas dele para você ouvir:

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