Emicida

Emicida critica “monopólio” do sertanejo e falta de diversidade no Brasil

O rapper Emicida é famoso não apenas por suas músicas, mas também por opiniões fortes e muitas vezes ácidas. Ao G1, o artista criticou a indústria nacional da música, afirmando que falta diversidade. Segundo ele, rádios e streaming são dominados hoje pelo sertanejo — de fato, em 2016, 89% do Top 50 Brasil de 2016 do Spotify correspondia ao gênero.

“Há a música enquanto arte e enquanto indústria. A indústria é extremamente restrita, exclui muito da produção cultural do Brasil e faz com que a diversidade de um país como o nosso vá pelo ralo”, disse o rapper. “Acho contraditório que a gente tenha trilhado um caminho com Jair Rodrigues, Elis, Tom, Pixinguinha, Pena Branca e Xavantinho, Racionais, Caetano, Gil, Tom Zé… e, de repente, chega um momento em que o Brasil inteiro é obrigado a escutar e aplaudir um único gênero.”

Na entrevista, Emicida ainda falou sobre seu selo, Laboratório Fantasma, influências do hip hop, apropriação cultural, moda e discordou das acusações de racismo sobre o último clipe de Malu Magalhães. Você pode ler a matéria completa aqui.

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