Naturais do Rio de Janeiro, uma das cidades mais lindas do país, Lennox Hortale e Pedro Paulo, que formam o projeto Mumbaata, concederam uma entrevista exclusiva à Phouse e falaram um pouco sobre como vêm conquistando o carinho dos amantes da cena eletrônica em todo território nacional.

Pedro, que já morou em Barcelona, onde estudou engenharia de som no SAE Institute, e Lennox, que já morou por quase 10 anos em São Paulo, tocando e produzindo seu antigo projeto Glocal, já se apresentaram, por meio do Mumbaata, na festa Bootleg e Incomum, no Rio de Janeiro, fizeram a festa de lançamento de seu EP “Take Off”, pelo selo D-EDGE, no club em São Paulo, e recentemente tocaram na Noon, também no Rio, onde fizeram sua melhor apresentação até o momento.

Autores do recém-lançado “Take off”, o qual conta com a parceria de Leo Janeiro, e que pode ser conferido no final desta entrevista, confira o nosso bate-papo com esses caras!

Lennox e Pedro, conta pra nós quando surgiu o projeto Mumbaata e como isso aconteceu. 

Nos conhecemos no início dos anos 2000, porém não éramos próximos. Nos reencontramos no ano passado no estúdio do Pedro, durante as gravações do programa de rádio “Não Pare na Pista”, que eu, Lennox, apresento semanalmente. Um belo dia, cheguei mais cedo para gravar o programa e o flagrei gravando umas melodias no teclado para um projeto que ele estava produzindo. Curti bastante o que ouvi e resolvi então convidá-lo para uma sessão no meu estúdio. Na primeira sessão, o trabalho já fluiu bastante e marcamos outras vezes e outras músicas, até que decidimos formar um projeto juntos e tocarmos ele ao vivo. Daí surgiu o Mumbaata.

Defina para nós a performance e a produção de vocês.

Nossa performance é muito em cima das nossas produções em estúdio, gostamos de executar as músicas com bastante fidelidade ao que produzimos. Eu, Pedro, toco os synths, e o Lennox sequência a base e a programação da bateria. Já em estúdio produzindo, pensamos também na performance, buscando simplificar as músicas para tocar o máximo de elementos possíveis ao vivo.

Em quais artistas ou projetos vocês buscam inspiração para suas músicas?

Não buscamos inspiração em artistas específicos, nossa pesquisa é muito abrangente, pois tentamos trazer as raízes de diversos estilos musicais como samba, afoxé, afrobeat, jazz, salsa, reggaeton, etc.

Há algum artista com quem vocês se identificam?

Sim, muitos.  Eu, Pedro, gosto de: Freq, Hot Since 82, Radiohead,  Jungle e Luciano.
Eu, Lennox, já gosto de: Frankey & Sandrino, KiNK, Ry X, M83 e Terranova.

Dentre as músicas e remixes que vocês já lançaram, me fale três que se destacam entre as demais produções suas e por quê?

Mind Games, por ser a nossa música mais pop. Kunta Kinté, por suas referências africanas junto com um piano jazzístico e Take Off, por ser  uma das músicas mais fortes da nossa apresentação, com muitas influências da geração rave dos anos 90.

Vocês estão com um novo EP de techno/house, certo? Como vocês o define? 

Take off foi feito em parceria com Leo Janeiro e lançado pela D-Edge Records. O EP conta com as faixas Take Off e Kunta Kinte, citadas anteriormente, e o remix de Kunta Kinte feito por Roland Leesker, A&R da Get Physical. Até agora foi o lançamento pelo qual tivemos o melhor feedback, tanto nacional quanto internacional, com review nos sites Mixmag, Ibiza Voice e Data Transmission (UK).

E essa parceria com Leo Janeiro, como surgiu? 

Lennox: Conheço o Leo há muitos anos, mas apenas recentemente que trabalhamos pela primeira vez em estúdio, fazendo um remix para o primeiro single do Mumbaata “Mind Games”, que saiu pela tropical beats. Depois disso as idéias convergiram naturalmente.

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