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Estudo nos EUA aponta que mais de 2/3 do público de música eletrônica usa drogas no rolê

Fãs de dance music e metaleiros são os que mais consomem drogas em festas e shows, segundo o DrugAbuse

Phouse Staff

Publicado em

28/12/2018 - 13:43
DrugAbuse
Foto: Reprodução

O instituto americano DrugAbuse publicou um estudo recente feito com 976 pessoas (de idade média de 37 anos) para apurar quais gêneros musicais possuem um maior número de usuários de drogas em shows e eventos. A pesquisa levantou quais os tipos mais utilizados, a idade em que começaram a consumir as substâncias e o porquê.

O primeiro dado revelado é que a maioria das pessoas (57%) que foi a shows admitiu usar álcool ou drogas, sendo mais de 93% consumindo bebidas alcoólicas e quase 40% fazendo uso de maconha.

As drogas mais usadas pelos entrevistados. Foto: Reprodução/DrugAbuse.com

Quanto ao gênero musical, mais de dois terços (67.5%) das pessoas entrevistadas que participaram de uma festa de música eletrônica admitiram consumir drogas ou álcool, seguidos pelos metaleiros (62.2%), pela galera do som alternativo (60.6%), do indie rock (60.2%) e do reggae (60%).

Os gêneros com mais usuários de drogas. Foto: Reprodução/DrugAbuse.com

Porém a principal diferença entre os fãs de heavy metal e música eletrônica no consumo é o motivo. Dois em cada cinco “headbangers” informaram que consomem drogas ou álcool buscando reduzir a ansiedade social, enquanto que 77% dos fãs de música eletrônica relataram que o consumo é para tornar o rolê mais divertido ou para se conectarem mais com o artista.

Principais razões para o uso de drogas nos rolês. Foto: Reprodução/DrugAbuse.com

Outro dado mostra que, no cenário eletrônico, a droga mais consumida é o álcool (54,9%), seguido de maconha (29,3%) e ecstasy/MDMA (25,6%) — este com uma porcentagem bem maior quando comparado aos outros gêneros musicais.

As drogas mais populares em cada gênero musical. Foto: Reprodução/DrugAbuse.com

Já o primeiro contato com essas substâncias é relativamente parecido entre os roqueiros, baladeiros e regueiros. A maioria relatou ter consumido pela primeira vez entre os 19 e os 21 anos, bem diferente dos ouvintes de jazz, blues e música clássica, que gira em torno de 24 e 25 anos.

A idade em que os entrevistados experimentaram as drogas pela primeira vez. Foto: Reprodução/DrugAbuse.com

O estudo completo — em inglês — pode ser conferido aqui.

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Filme do Netflix sobre o Fyre Festival está disponível no Brasil

Com subtítulo digno de “Sessão da Tarde”

Phouse Staff

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Fyre Fiasco no Caribe
Foto: Reprodução

Nem sempre o que está disponível no Netflix nos Estados Unidos ou na Europa acaba chegando aqui no Brasil. O filme do Avicii, que recentemente voltou à plataforma — mas ainda não por aqui —, é um bom exemplo.

Por sorte, Fyre, o documentário da própria companhia de streaming sobre o maior #fail da história dos festivais, foi disponibilizado pra gente por aqui, e pode ser assistido em todo o país — com direito a legendas em português e subtítulo digno de Sessão da Tarde: Fyre: Fiasco no Caribe.

Pra quem quer saber mais sobre a história que prometeu luxo e entregou lixo, que levou seu produtor à cadeia por fraude, deu uma queimada na reputação do rapper Ja Rule e arruinou algumas outras vidas, é só acessar aqui.

+ Hulu fura o olho do Netflix com documentário sobre o Fyre Festival

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Paul van Dyk é indenizado por queda no ASOT de 2016

Processo tramitou por quase três anos na justiça holandesa

Phouse Staff

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Paul Van Dyk
Foto: Reprodução

Depois de quase três anos em disputa, Paul van Dyk venceu na justiça o processo contra a ALDA Events B.V., produtora responsável pelo A State of Trance em Utreque, na Holanda, que culminou com a queda do DJ de uma altura de mais de seis metros no palco principal, em fevereiro de 2016.

Segundo reportagem do Blast, Paul recebeu uma indenização de mais de 12,5 milhões de dólares (em torno de R$ 48,5 milhões, na cotação de hoje). O valor total chega à quantia de $12.588.643,45, para cobrir despesas médicas (passadas e futuras), danos materiais (cancelamento de shows pelo período que foi hospitalizado) e danos morais.

À época, Paul chegou a sofrer uma concussão grave e quebrou sua espinha dorsal em dois lugares. Consideradas todas as circunstâncias, é praticamente um milagre que ele tenha saído com vida e sem sequelas. “Na sentença, ficou constatado que a ALDA não trabalhou na segurança do palco. Eles admitiram que a área frontal não era segura, mas não avisaram o DJ antes do show. Nunca o comunicaram sobre esse perigo, mesmo sabendo que ele fazia sets bem agitados”, explica a matéria.

A queda de Paul van Dyk, em 2016

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Os 4 singles que antecedem o novo álbum de ILLUSIONIZE

“X” está previsto para o começo de fevereiro

Phouse Staff

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ILLUSIONIZE
Foto: Reprodução

Com o lançamento de “What’s Up” nessa sexta-feira, o ILLUSIONIZE encerrou a série de singles que promovem X, seu novo álbum. Com quatro músicas, a série iniciou lá em agosto, com “Down” (quando revelamos com exclusividade o planejamento do disco — relembre aqui) e seguiu com “Here We Go” e “Eruption”, até chegar à quarta e derradeira parte.

Com isso, já é possível ter um panorama do que vem por aí em X (dez, em algoritmos romanos). Via Elevation, o disco que celebra seus dez anos de carreira está previsto para o dia 1º de fevereiro no Beatport, e no dia 15 nas outras plataformas. Os quatro singles correspondem às quatro primeiras faixas, de um total de dez.

Cabalístico, não?

+ EXCLUSIVO: ILLUSIONIZE lançará álbum para celebrar 10 anos de carreira

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