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Estudo revela que músicos são bastante propensos a ansiedade e depressão

Phouse Staff

Publicado em

23/10/2017 - 13:55
Depressão

A Help Musicians UK, organização não governamental voltada a músicos, publicou recentemente um estudo sobre a saúde mental da profissão. A pesquisa, que em sua primeira fase teve 2.211 artistas voluntários, mostrou que 71% já sofreram algum ataque de pânico ou altos níveis de ansiedade, enquanto 68,5% já experimentaram sintomas de depressão.

Os voluntários responderam a um questionário online, ainda em 2016, que revelou uma maioria de músicos trabalhando com música pop (768), rock (694), música clássica (689), alternativo (676) e, em quinto lugar, a música eletrônica (431). Diversos outros estilos, como rap/hip hop (222) e jazz (298) também foram contemplados.

Além de dados objetivos, foram coletadas informações sobre a dificuldade ou facilidade de procurar ajuda. O diferencial aqui, no entanto, talvez seja a compreensão dos porquês de esses músicos apresentarem tantos sintomas de depressão e ansiedade.

+ EXCLUSIVO: FTampa homenageia Chester com remix e fala sobre depressão

Nessa primeira fase, o estudo destaca quatro pontos: as condições muitas vezes precárias de trabalho (pouco retorno financeiro, exaustão e falta de perspectiva); falta de reconhecimento; impacto da carreira no corpo; e, no caso das mulheres, ter que lidar com machismo e até mesmo assédio sexual — como foi visto em matéria da Phouse da semana passada.

+ O DJ de techno Ben Pearce é mais um músico a revelar a gravidade da depressão

Ainda houve uma segunda fase, realizada neste mês de outubro, que buscou apurar como os músicos no Reino Unido se sentem em relação ao trabalho. Essa fase constituiu um estudo piloto, com apenas 26 participantes, mas com a conclusão de que:

– O relacionamento dos músicos com o próprio trabalho ajuda a definir como eles se enxergam enquanto pessoas;

– As pessoas na indústria musical precisam acreditar em si mesmas e no seu trabalho, mas a imprevisibilidade do trabalho pode fazê-las questionar a si mesmas;

– Músicos podem ser altamente autocríticos, e atuam em um ambiente de constante feedback;

– Uma carreira musical é normalmente precária e imprevisível;

– Muitos músicos precisam manter um emprego paralelo ou outros freelances para pagar as contas, o que gera sobrecarga e exaustão;

– Pode ser difícil para os músicos admitir insegurança, por causa da competitividade do mercado;

– Família e amigos têm um importante papel de apoio, mas por outro lado podem levar os músicos a sentimentos de culpa;

– O ambiente de trabalho dos músicos pode ser antissocial e hostil, com casos de abuso sexual, assédio, bullying e coerção;

+ Denúncias de abuso sexual no meio artístico unem mulheres do mundo todo

+ Para alertar sobre depressão, viúva de Chester Bennington compartilha vídeo com últimas cenas do artista

Para tentar reverter esse quadro, a pesquisa sugere três áreas-chave: educação, um código de ética e um serviço especial de suporte psicológico para os músicos. Você pode conferir o estudo completo no Music Minds Matter.

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Documentário sobre Avicii voltará ao Netflix no fim do mês

Lançado no final de 2017, filme foi retirado da plataforma após sua morte, em abril deste ano

Phouse Staff

Publicado há

True Stories Brasil
Foto: Reprodução

O documentário sobre a vida de Avicii está prestes a voltar ao Netflix. No próximo dia 28, o filme dirigido por Levan Tsikurishvili está confirmado na plataforma em países como Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Austrália. No Brasil, sua volta ainda não foi confirmada.

Antes de ser disponibilizado pelo serviço de streaming, alguns cinemas exibirão o título com exclusividade, como em Los Angeles, no Laemmie Theatre, entre os dias 14 e 20 de dezembro, e em Nova Iorque, no Cinema Village, entre os dias 21 e 27 do mesmo mês.

True Stories aborda os bastidores da trajetória do artista — de sua ascensão meteórica à queda pelo estresse e os problemas de saúde, provocados pela intensa agenda de turnês —, e foi lançado antes da trágica morte do artista. É possível notar que o filme deu muitas pistas de que o pior estava por vir, mas ninguém percebeu a tempo.

Avicii demonstrava constantemente cansaço físico e mental, e até mesmo, numa espécie de previsão sinistra, vemos Ash Pournouri — seu antigo empresário, considerado pelo pai de Avicii o responsável pela morte do DJ — alertando: “O Tim [Avicii] vai morrer, com todas as entrevistas, shows e turnês… Ele vai cair morto”.

Em entrevista recente ao Guardian, Tsikurishvili revelou ter passado por uma avalanche de emoções ao assistir ao filme pela primeira vez após a morte do amigo. “Era felicidade, tristeza, raiva, tudo o que você pode imaginar. Ao mesmo tempo, foi muito bom vê-lo novamente”, declarou.

No Brasil, o documentário teve sua estreia em maio pelo Canal BIS. Hoje, está disponível para assinantes pelo Globosat Play.

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Com novo single, Chainsmokers completam seu segundo álbum

Disco é formado pelos dez singles lançados durante o ano

Phouse Staff

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Sick Boy
Foto: Reprodução

Com Winona Oak, os Chainsmokers lançaram “Hope”, single que fechou o pacote dos dez lançados entre janeiro e dezembro, totalizando no álbum Sick Boy, sucessor de Memories… Do Not Open, de abril do ano passado. 

Sick Boy, portanto, traz todos essas canções que o duo vinha lançando mensalmente (com excessão de maio e junho), como “Beach House”“This Feeling”, “Siren”, “Save Yourself”“Somebody” e “Side Effects” — músicas que ainda carregam participações especiais de Emily Warren, Kelsea Ballerini, Aazar e NGHTMARE.

O disco apresenta um Chainsmokers levemente diferente, experimentando com outras texturas e sonoridades: ainda há muito do piano-pop do primeiro álbum, mas também aventuras pela bass music e saudações à house clássicaSick Boy pode ser conferido na íntegra no player abaixo.

 

+ CLIQUE AQUI para ler mais sobre os Chainsmokers

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Öwnboss explica como surgiu “Tell Me”, collab com Cevith e SPECT3R

Música foi lançada na última sexta-feira, via Liboo

Phouse Staff

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Öwnboss
Foto: Divulgação

Tudo começou quando Eduardo Zaniolo e Mário Camargo, do Öwnboss, receberam um e-mail do jovem produtor campinense Cevith. O mail trazia o “exoesqueleto” de uma música, apenas com os acordes de guitarra de Cevith, complementados com a voz de Ana Luísa e o violão de Júlio César — irmão e irmã que formam o duo mineiro SPECT3R.

A partir daí, o Öwnboss não pensou duas vezes em aceitar o convite para trabalhar naquela base, e se inspirou para abrilhantar a canção com o seu toque electropop. Foi assim que surgiu “Tell Me”, single colorido, na pegada do verão, lançado nessa última sexta-feira (14), pela Liboo/Universal Music.

 

Foi o próprio Eduardo quem contou essa história pra Phouse. “O Cevith nos disse que achava o som a nossa cara, e que sempre que a gente trabalha em cima de uma track, mantemos a essência dela, sem deixar nada fora de harmonia. E a gente tem essa característica mesmo: quando produzimos um remix ou um som original, fazemos algo bem suave, com timbres bem harmônicos”, revela o artista do Öwnboss.

“Acabamos caindo num timbre de baixo Sylenth, que nos levou a fazer a sequência das notas tipo aqueles punk rocks californianos dos anos 2000, como o Blink 182“, continua. “Fizemos a base dela inteira e reenviamos pro SPECT3R e pro Cevith, que acharam o clap parecido com o de ‘Blue Monday’, e trabalharam em cima dela pra finalizar. E aí chegamos no resultado final, que foge um pouco do que tá sendo lançado hoje em dia, que tá um pouco genérico, né?”

“Tentamos fazer algo mais original. É o tipo de música que sempre que a gente tocar, vai dar aquele sentimento bom, de festa. O vocal e a guitarra são muito emocionantes”, conclui Eduardo.

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