Estudo revela que música eletrônica contribui para o desenvolvimento de embriões humanos

Já noticiamos aqui na Phouse que somos capazes de amar música com grave logo no útero da mãe, está lembrado? A matéria, que pode ser relembrada aqui, explica também que um feto ouve sons em sua maior parte de baixa frequência, como os batimentos cardíacos da mãe e o ritmo de sua voz, de acordo com Karin Stromswold, da Universidade Rutgers, dos Estados Unidos.

Desta vez, você vai saber que a música eletrônica é benéfica para a saúde de embriões, de acordo com um estudo feito por pesquisadores na clínica Altravita IVF, em Moscou, na Rússia.

Os pesquisadores, para realizarem o estudo, deixaram 758 óvulos em tubos de ensaio “escutando” o “A State Of Trance”, programa do DJ holandês Armin van Buuren. Os sets foram executados durante 24 horas por dia, a 80 decibéis, e para compararem posteriormente o resultado, outros óvulos foram deixados em outro local sem ouvir absolutamente nada.

O resultado da pesquisa, segundo os responsáveis por realizá-la, foi que houve crescimento de aproximadamente 20% dos embriões que tiveram seus óvulos submetidos a ouvirem as músicas em relação aos que não ouviram nada.

Segundo o professor da Universidade de Oxford Dagan Wells, que esteve envolvido em estudo de embriões humanos há mais de suas décadas, o crescimento dos embriões ocorreu porque as vibrações das músicas contribuíram para que seus óvulos ficassem mais expostos a nutrientes importantes, e substâncias químicas, excretadas por eles, as quais podem gerar danos, fossem diluídas.

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