THOMAS-NEWSON

Exclusivo: Thomas Newson fala com a Phouse sobre a cena atual e planos para o futuro

Os fãs de EDM com certeza já ouviram falar no nome do jovem produtor holandês Thomas Newson. Um dos mais talentosos de uma boa geração de produtores do electro house/big room, Thomas é figurinha carimbada na Revealed Recordings, a gravadora de Hardwell e referência no gênero. O último lançamento dele é, inclusive, nada menos que a fantástica “8Fifty”, em colaboração com o próprio #1 do mundo de 2013 e 2014.

Thomas Newson também tem lançamentos importantes por outras gravadoras, como Musical Freedom, Protocol e Smash The House. Após explodir com os hits “Pallaroid” e “Flute”, ele sempre se manteve como um dos produtores mais consistentes do gênero, sempre com tracks bombásticas e voltadas para os grandes festivais. Thomas é filho de Marco V, que também é DJ e produtor. Os dois até já fizeram apresentações e produziram músicas juntos.

Aproveitando seu sucesso recente e sem deixar de pensar no futuro, o jovem holandês nos concedeu a oportunidade de uma entrevista exclusiva. Thomas Newson falou com a Phouse a respeito dos trabalhos que fez com o pai, do futuro da EDM e até da sua visão sobre a cena brasileira! Confira aqui como foi nosso papo com ele:

Como é ter um pai que também é Dj/Produtor? Quanto isso influenciou em sua carreira?

Na verdade esse fato não teve nenhuma influência na minha carreira musical, eu fiz tudo sozinho desde o inicio e esse sempre será a maneira com que faço as coisas. Eu tenho meu próprio estúdio na casa da minha mãe e trabalho de lá praticamente todo dia que estou livre! Porém do lado de negócios, contratos e essas coisas meu pai sempre me ajudou e continua me ajudando, o que é ótimo.

Como foi fazer uma música com ele?

Foi ótimo! Por ser meu pai tudo foi muito natural e da melhor forma possível, a conexão é um pouco estranha, mas de uma forma boa! Isso é algo que você não pode explicar. As ideias que tivemos para as músicas vieram muito rápido e a partir daí precisamos somente de 2-3 dias no estúdio para finalizar.

Você acha que o som mais “EDM” está morrendo como muitos grandes canais de mídia estão dizendo? Onde você vê o “House Progressivo melódico” daqui um ano?

Eu acho que o EDM vai durar pelo menos mais uns 5 anos, meu pai me falou que a mesma coisa aconteceu com o Trance anos atrás e mesmo assim o gênero continuou popular por pelo menos mais 10 anos.

O mercado brasileiro e Sul-Americano cresceu muito nos últimos anos, tem algum artista ou club/evento que você gostaria de trabalhar com ou se apresentar?

Obviamente eu adoraria tocar nos grandes festivais como o Ultra ou Tomorrowland Brasil, mas eu também já ouvi dizer que tem diversos clubs muito legais pelo interior do país. Eu também gostaria muito de me apresentar no Carnaval, parece ser uma festa muito divertida!

Você tem planos pra vir pro Brasil ou América do Sul em breve?

No momento não tenho nenhuma data confirmada que possa compartilhar mas espero que em breve! Eu amo a América do Sul, tem uma energia e boa vibe, mal posso esperar para poder ir tocar na região.

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