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Fábio Nunes “Batendo um Papo” com Luckas Wagg

Phouse Staff

Publicado em

07/06/2013 - 14:02

Nossa entrevista de hoje será com Luckas Wagg, ele que vem se destacando como um dos principais artistas de progressive house do País  e que vem a cada semana lançando um novo Podcast para seus fãs e seguidores, Luckas  também é um dos integrantes da Ponto House e estará batendo um papo com a gente,  sempre é bom começar entrevistando os colegas de trabalho, ainda mais quando ele também é um artista e tem muitos seguidores que gostariam de conhecer mais um pouco sobre sua carreira, então vamos lá.

Fabio Nunes –
Primeiramente gostaria de agradecer a honra dessa entrevista.
Luckas, quanto tempo de carreira e o que despertou em você buscar a musica eletrônica?

Luckas Wagg – Eu que agradeço a você Fábio, já tenho 04 anos nesta jornada, desde muito novo eu já gostava de música eletrônica,  como morava numa cidade do interior e a internet quase não existia, comecei ouvindo um estilo chamado “Euro dance” daí então fui evoluindo pro House, Tribal, Deep , tech , trance, progressive entre outros, além de ser apaixonado pela música gosto muito de viajar, de conhecer pessoas novas e o melhor de tudo, fazer parte dos melhores momentos da vida de muita gente, então tudo isso me fez querer buscar cada vez mais, tudo pra mim sempre foi difícil, nunca tive quem me ensinasse NADA, já cheguei a pensar em desistir mas algo maior que meu pensamento pedia pra eu insistir e aqui estou buscando cada vez mais, quanto a DESISTIR ? NUNCA!

Fabio Nunes – Para você ser DJ foi oportunismo ou existe outro motivo?

Luckas Wagg – Cara, é um pouco do que falei acima, mas com certeza tenho um motivo que é na verdade o que já se tornou um SONHO e roubou minha vida por completa, abri mão de tudo pra correr atrás do que eu quero, namorada, família, amigos de TUDO, mas enfim, um dia a recompensa vem, ou melhor já me sinto recompensado por poder ouvir meu propio nome com orgulho, aquele orgulho de quem lembra que veio de baixo, de quem enfrentou tudo pra estar onde está, mas ainda não estou onde quero, mas sim talvez onde eu deveria estar mesmo, mas sinto que estou evoluindo a cada dia, enfim busco por isso, ainda tenho muita estrada pra caminhar.

Fabio Nunes – E conte para a gente como foi  seu primeiro contato com o publico, o que você sentiu?

Luckas Wagg – Velho foi aquela tremedeira nas pernas, ansiedade mas na hora ficava me sentindo um David Guetta (O top da época), comecei tocando pra um público grande no Forró da Paquera, era uma tarefa muito difícil já que o evento era de Forró e Pagode e os DJ’s não eram atrações pois sempre tinha diversas bandas de renome nacional como “Harmonia do Samba” entre outras, mas tinha a tenda eletrônica que eu dividia cabines com outros D’js que só tocava Axé , Pagode e Funk (Coisa de Interior) rs, mas desde o início eu já sabia o que eu queria e mesmo com toda inexperiência já levava tudo a sério, eu não me importava se aquelas 2 mil pessoas que ali estavam presentes iriam gostar ou não,  eu via gente gritando “Ei Dj, Bóta um pagodão ai” “Ei dj, bóta um sertanejo” e eu simplesmente fingia que nem via, mas tava ali tocando pra ao menos umas 3 ou 4 pessoas que eu tinha certeza que estava curtindo e que gostava de música eletrônica que um deles foi meu amigo “Elton Couto” na época não tinha tanta amizade com ele, mas ele estava lá fazendo aquele momento valer apena, bom eu desde comecei coloquei em minha mente que eu nunca iria agradar a todos, mas que a cada 100 pessoas se eu conquistasse uma ou duas já seria tudo e assim fui conquistando uma multidão!

Fabio Nunes –Como você elabora seu set?

Luckas Wagg – Com muita madrugada e virote, pesquiso frequentemente, as vezes até a semana toda, como já falei não vivo sem música, rs… gosto sempre de músicas com vocais leves, que transmitam paz e com batidas groovadas que é o essencial pra fazer a pista ir ao delírio!
Fabio Nunes – Eu sei que você também é produtor (eventos). O que mais gosta, produzir ou tocar?

Luckas Wagg – Tocar!!! Sem dúvidas… meu trabalho como produtor é algo paralelo, sempre fui envolvido em produção de eventos seja de  grande ou pequeno porte, mas é muito estressante, é muito mais responsábilidade e burocracia, além de cansativo, então minha preferência é fazer essa “Gente” se divertir, pode ser cansativo e até complicado, mas é o que amo então tudo se descomplica! rsrrs

Fabio Nunes – Quais suas referências na música eletrônica e na sua opinião o que precisa mudar na cena e-music brasileira?

Luckas Wagg – Me inspiro muito em nomes consagrados  como Dirty South, Avicii, Eric Prydz, Alesso, Armin Van Buuren entre outros…  O que eu acho que precisa mudar não é a cena, mas sim as pessoas que fazem parte dela, tem muita gente ai com “Mente Fechada” acho que por isso que a nossa cena não está tão evoluída e tão valorizada como em outros países, acho que a mudança deve partir de cada um de nós, valorizar ao próximo, passar a prestigiar os conterrâneos e acabar com essa de “Concorrência” acho que no mundo da música não existe isso, afinal cada um tem seu trabalho e seu público!

Fabio Nunes – Como está sendo a sua adaptação, já que você veio do nordeste e hoje mora no sul?

Luckas Wagg – Na verdade ainda não cheguei em Florianópolis, estou em Avellaneda na Argentina, mas já estou fazendo alguns contatos, estou super ansioso, Santa Catarina hoje é a terra da Música Eletrônica!

Fabio Nunes – Como foi a experiência de tocar na primeira edição da Craazy Party?

Luckas Wagg – Muito mais que eu esperava, ainda mais por eu ter dado partida a pista e ser recebido daquele jeito, não desmerecendo a terra de vocês nem o nosso país, mas não parecia que era uma festa brasileira ou muito menos em um CLUB, tudo parecia como um festival, a line-up estava linda, me surpreendi com Veery Craazy, garoto que já me conquistou com seu trabalho e hoje sou um grande admirador, também teve o Timebomb que pegou a pista depois de mim que levou a mil, cara amei… queria te parabenizar mais uma vez, eu também sou produtor de eventos e sei as dificuldades que se passa nos bastidores, mas quero deixar só um recado pra você, não desista nunca BABY, essa marca vai dominar o Brasil, dalheeeee craaaaaaazy!

Fabio Nunes-Obrigado Luckas, agora suas palavras finais e suas redes sociais:

Luckas Wagg –Eu que só tenho a agradecer, apesar de eu ser um integrante da revista é uma honra imensa ter recebido o seu convite pra ser o entrevistado da vez, enfim, muuuuuuuito obrigado a todos que acreditam em meu trabalho e que me seguem!!!

Facebook: https://www.facebook.com/luckaswagg
Site Oficial: http://www.luckaswagg.com
SoundCloud: https://soundcloud.com/djluckaswagg
Itunes: https://itunes.apple.com/br/podcast/luckas-wagg-outdoor/id601675770

Luckas Wagg

Foto: Luckas Wagg , Veery Craazy , Fabio Nunes (Craazy Party)

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Notícia

Ouça os remixes de Dixon e Lovefingers para o LCD Soundsystem

Dupla remixou faixas do álbum “American Dream”

Phouse Staff

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LCD Soundsystem
Dixon. Foto: Reprodução

Lançado em 2017, o álbum American Dream, que marcou o retorno do LCD Soundsystem e emplacou faixa premiada no Grammy, segue dando frutos. A bola da vez é um EP chamado Some Remixes, lançado pela DFA Records.

O disco traz um remix de “I Used To”, feito por ninguém menos que Dixon, e outro do produtor americano Lovefingers, para “Oh Baby” — que também ganhou uma versão dub (isto é, sem os vocais). Confira:

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Em Nova Iorque, Calvin Harris ganha nova estátua de cera

Phouse Staff

Publicado há

Estátua Calvin Harris
Foto: Reprodução
DJ aparece em cenário de clube e vai “tocar” para visitantes

A vida de quem queria tirar uma selfie com Calvin Harris ficou um pouco mais fácil — ou quase isso. O DJ escocês acaba de virar a mais nova estátua super realista de cera na filial nova-iorquina do famoso museu Madame Tussauds.

O Calvin de cera ganhou não só um kit da Pioneer, moldado como se estivesse em ação, mas também todo um cenário característico de uma balada. A obra divulgada ontem, e poderá ser admirada ao vivo a partir de julho.

Foto: Reprodução

A peça de cera do DJ fica cercada por luzes e em seu ambiente natural, a pista de dança. A estreia dele nesse cenário faz parte da Silent Summer Club Series, que foi criada no museu justamente para se parecer com uma festa de música eletrônica. Segundo informações do Madame Tussauds, a ideia é trazer convidados para três festas “de cera” como parte da Calvin Harris Experience”.

A ideia basicamente é curtir a “balada” usando fones de ouvido, na companhia do DJ-estátua. A exposição interativa começa dia 11 de julho, e conta com mais duas festas, em 9 de agosto e 16 de setembro. Os ingressos já estão à venda.

Esta na verdade não é a primeira estátua de cera de Calvin Harris — o artista já havia sido homenageado no Madame Tussauds de Berlim, em 2016. DJs como Martin Garrix, Armin van Buuren, Steve Aoki, Tiësto, Hardwell e Afrojack são outros astros da dance music que também já foram imortalizados em obras do museu.

+ Martin Garrix ganha estátua de cera em museu na Holanda

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Electric Zoo 2018 divulga primeira fase do lineup

Phouse Staff

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Festival celebrará seu décimo ano entre o fim de agosto e o começo de setembro

Se o Ultra Music Festival acaba de celebrar seus 20 anos de existência, outro festival dos Estados Unidos completa uma marca importante em 2018. Entre 31 de agosto e 02 de setembro, o Electric Zoo rola no Randall’s Island Park, em Nova Iorque, em edição comemorativa de dez anos.

Nesta quinta-feira, a organização do evento soltou a primeira fase do seu lineup, que traz Kaskade, marshmello, Martin Garrix e Virtual Self — o projeto paralelo de Porter Robinson — como destaques. Entre os parceiros que assinam palcos, temos selos como a Anjunabeats de Above & Beyond e a Hyperhouse de Anna Lunoe. A produção ainda promete mais de 50 nomes a serem anunciados em breve.

Confira o lineup parcial:

Electric Zoo fase 1

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Assista a 15 sets da edição de 20 anos do Ultra

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