Foto: Reprodução

Festivais brasileiros X Dubstep/Trance/Trap

Tribe Festival Brasil

O crescimento do movimento EDM em solo nacional é gigantesco. Muitos festivais com origens tupiniquins vêm marcando época e levando consigo uma gama de fãs, que estão presentes em todas as edições. Mas os festivais brasileiros, quando o assunto é line-up, lhe satisfaz e trazem tudo que a música eletrônica pode dar? A Phouse uniu os line-up dos grandes eventos do Brasil no ano passado, como Dream Valley, Xxxperience, Tribe, entre outros, e o que constatamos é: há uma boa variedade de artistas das vertentes Eletro e Big Room, os mais conhecidos do público, e há poucos produtores de outros gêneros, como o Trap, Dubstep, e o Trance.

A visibilidade de grandes nomes dessas vertentes ainda é pequena no Brasil, porém não é o que se vê em outros locais do mundo. Por exemplo, Skrillex é um dos melhores produtores do estilo dubstep e, em muitas das vezes, é atração principal de festivais conceituados do mundo, como Tomorrowland, Ultra Music Festival e Creamfields. Mas sua única apresentação no Brasil foi no Lollapalooza 2013, festival que tem raízes em Chicago, nos Estados Unidos.

Outros exemplos são as vertentes Trap and Bass e Trance, que tem artistas talentosos que são nomes certos em eventos internacionais, como Yellow Claw, Flosstradamus, Oliver Heldens e Andrew Rayel, mas em solo nacional não são cogitados para integrar um line-up. Fazendo a ressalva de Armin Van Burren, que era número 1 do mundo e esteve presente em festivais brasileiros recentemente.

Assim como a EDM nacional vem crescendo, a visão dos organizadores de eventos também há que se expandir. Afinal, sempre haverá coisas boas que não tocam nas rádios.

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