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Festivais se comprometem a dividir os lineups igualmente entre homens e mulheres

Phouse Staff

Publicado em

01/03/2018 - 18:16
Divisão igualitária
Iniciativa está se espalhando na indústria musical da Europa e da América do Norte

Através de uma iniciativa batizada de Keychange (encabeçada pela PRS Foundation), 45 festivais de música na Europa e na América do Norte se comprometeram a alcançar uma meta de lineups divididos meio a meio entre homens e mulheres, até 2022.

+ Women’s Music Event anuncia sua segunda conferência

Segundo a Keychange a representatividade das mulheres no mercado da música europeu é baixíssima, com apenas 20% ou menos das compositoras/autoras registradas, além de salários mais baixos e pouca expressão em palcos de festivais.

+ Suécia vai ter festival só para mulheres

A CEO da PRS Foundation, Vanessa Reed, falou sobre a iniciativa para a imprensa: “A ideia da rede do Keychange com artistas femininas, profissionais da indústria e os festivais parceiros de estabelecer um pleito coletivo vai acelerar a mudança significativamente. Eu espero que isso seja o início de uma indústria mais equilibrada, que vai resultar em benefícios para todos”.

+ Monique Dardenne: abrindo portas pras mulheres na música, sem mimimi

A Keychange se define como “uma iniciativa internacional pioneira  apoiada pelo programa Creative Europe, da União Europeia, que está empoderando mulheres para transformar o futuro da indústria musical e encorajando conferências e festivais a atingir ou manter um balanço de 50/50 [entre homens e mulheres] até 2022. Aproximando-se de organizadores de festivais e conferências com pensamento parecido, a Keychange visa criar uma necessária mudança perene no campo das performances musicais, e além”.

+ Decisão que veta ingressos diferentes para homens e mulheres é suspensa

Confira a lista dos 45 festivais comprometidos com a causa:

– Reeperbahn Festival (Alemanha)
– BIME (Espanha)
– Iceland Airwaves (Islândia)
– Way Out West (Suécia)
– Musikcentrum (Suécia)
– Tallinn Music Week (Estônia)
– MUTEK (Canada) e The Great Escape (Reino Unido)
– Aldeburgh Festival (Inglaterra)
– Blissfields (Inglaterra)
– Bluedot (Inglaterra)
– Borealis (Noruega)
– BreakOut West (Canadá)
– By:Larm (Noruega)
– Canadian Music Week (Canadá)
– Cheltenham Jazz Festival (Inglaterra)
– Cheltenham Music Festival (Inglaterra)
– Eurosonic Noorderslag (Holanda)
– FOCUS Wales (País de Gales)
– Granada Experience (Espanha)
– Hard Working Class Heroes (Irlanda)
– Huddersfield Contemporary Music Festival (Inglaterra)
– A2IM Indie Week (Estados Unidos)
– BBC Music Introducing Stages (Reino Unido)
– Katowice JazzArt Festival (Polônia)
– Kendal Calling (Inglaterra)
– Liverpool International Music Festival (Inglaterra)
– Liverpool Sound City (Inglaterra)
– Manchester Jazz Festival (Inglaterra)
– Midem (França)
– Norwich Sound and Vision (Inglaterra)
– North By North East (Canadá)
– NYC Winter Jazzfest (Estados Unidos)
– Off The Record (Inglaterra)
– Oslo World (Noruega)
– Pop-Kultur (Alemanha)
– BBC Proms (Inglaterra)
– Roundhouse Rising (Inglaterra)
– Spitalfields Music (Inglaterra)
– Sŵn (País de Gales)
– Trondheim Calling (Noruega)
– Waves Vienna (Áustria)
– Westway LAB (Portugal)
– Wide Days (Escócia)
– Gilles Peterson’s Worldwide Festival (França)

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Ouça os 3 lançamentos da Alphabeat feitos no feriadão

EP de remixes de “Bonita Demais”, collab de The Otherz, Kiko Franco e Ralk e single do francês Michael Canitrot

Alphabeat Records

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Alphabeat
Arte: Divulgação

A Alphabeat Records aproveitou o feriadão pra trazer três lançamentos para embalar os fãs de música eletrônica no Brasil. 

O primeiro deles saiu na quinta-feira: um EP de remixes de “Bonita Demais”, faixa de Joe Kinni e João Mar com participação do Marcelo Adnet, que já havíamos lançado em maio. O disco traz duas versões future bass moderníssimas — a primeira do CLOCKTAPE, a segunda resultado da collab entre o WADD e o Low Disco — e um deep house groovado do DeepDelic.

    

Já na sexta, trouxemos dois novos singles: “Fogo”,  junção do duo The Otherz com Kiko Franco e Ralk, e vocal de Maciel, e “Mad Over Nothing”, do famoso DJ e produtor francês Michael Canitrot.

Envolvente e dinâmica, “Fogo” mistura beats da house com um free style de sax. Já “Mad Over Nothing” vem numa pegada mais pop e tropical, conduzida por riffs de piano que remetem aos sons clássicos da house music. Ouça as duas abaixo:

    
    

+ CLIQUE AQUI para conferir mais conteúdo da Alphabeat Records

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Kraftwerk é indicado ao “Rock and Roll Hall of Fame”

Grupo pode ser o primeiro nome da música eletrônica a entrar para o Hall

Phouse Staff

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Rock and Roll Hall of Fame
Foto: Reprodução

Instituído em 1986, o “Rock and Roll Hall of Fame” escolhe cerca de cinco artistas anualmente para integrar sua cada vez mais ampla galeria com lendas do rock e da música pop de forma geral. 

Desta vez, um nome histórico da música eletrônica está concorrendo ao voto popular: o Kraftwerk. Os alemães disputam votos ao lado de Def Leppard, Devo, Janet Jackson, John Prine, LL Cool J, MC5, Radiohead, Rage Against the Machine, Roxy Music, Steve Nicks, The Cure, Todd Rundgren, Rufus & Chaka Kahn e The Zombies.

Se eleito, o Kraftwerk pode ser o primeiro nome da música eletrônica a entrar no “Hall of Fame”. Para ser indicado atualmente, um artista deve ter lançado sua primeira música ao menos 25 anos antes do ano corrente. Os nomes serão anunciados em dezembro.

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Fundador do Fyre Festival é condenado a 6 anos de cadeia

Sentença foi deferida nesta quinta-feira, nos Estados Unidos

Phouse Staff

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Fyre Festival
Foto: Reprodução

Saiu nesta quinta-feira, 11, em Nova Iorque, a sentença judicial contra Billy McFarland, o produtor de eventos de 26 anos que ficou famoso pelo fiasco do seu Fyre Festival em 2017. O empresário vai pegar seis anos de prisão, não apenas por este episódio, em que provocou um prejuízo de mais seis milhões de dólares a diversas pessoas, mas também por outras múltiplas fraudes cometidas.

Segundo a VICE, os advogados de McFarland tentaram liberá-lo da cadeia defendendo que ele foi diagnosticado recentemente com transtorno bipolar, que não o deixaria saber diferenciar o certo do errado.

A juíza Naomi Buchwald não comprou a ideia, e acabou aplicando a sentença, justificando que Billy sabia exatamente o que estava fazendo, e que se trata de um “fraudulento em série”. Ainda assim, a pena pode até ser considerada branda, já que ele corria o risco de pegar até 20 anos.

Ainda de acordo com a VICE, o americano disse sentir um profundo remorso. “Tenho vivido todos os dias da minha vida com o peso de saber que eu literalmente destruí as vidas de meus amigos e da minha família”, teria declarado.

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