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Fim do Soundcloud? Demitidos expõem cenário caótico, e empresa se defende

Na semana passada, o CEO e cofundador do Soundcloud, Alex Ljung, chamou uma reunião geral cujo resultado foi o corte de 40% do total de funcionários da empresa e o fechamento de dois escritórios, em São Francisco e Londres. Apesar de à primeira vista parecer uma diminuição da plataforma, ou talvez uma piora, a empresa afirmou que os cortes irão garantir a longevidade.

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Porém, um artigo publicado ontem no TechCrunch afirma ter conversado com funcionários dispensados e também com alguns que sobreviveram aos cortes. Olhando para as informações dadas ao site, o cenário parece bem sombrio, e aparentemente alguns sobreviventes estão se demitindo por não enxergarem a dita longevidade nas contas da empresa.

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Um dos dispensados, Vojta Stavik, afirma que iria começar seu trabalho no dia 17 de julho, mas no dia 7 foi dispensado, sendo que estava às vésperas de se mudar para Berlim e já havia se demitido do antigo emprego, vendido apartamento em Praga, entre outros arranjos. Segundo ele, outros se encontram em situações similares, e a empresa, ao menos no caso dele, se nega a pagar um mês de salário, então ele irá buscar a via judicial.

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Apesar de tudo, o Soundcloud divulgou uma nota afirmando que “existem inúmeras imprecisões no artigo da TechCrunch. Eles partem de uma má interpretação de informações dadas por um ou dois funcionários dispensados em uma recente reunião geral. […] Nós estamos confiantes que as mudanças feitas na semana passada nos colocam em nosso caminho para a rentabilidade e garantem a viabilidade do Soundcloud a longo prazo”.

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No YourEDM.com, um artigo defende não se tratar de um caso tão sério assim, argumentando que o Soundcloud poderia, neste momento de crise, abrir suas portas para investidores interessados que a plataforma não morra, entre outras formas de capitalização.

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